Notas iniciais
Mais um capítulo quentinho saído do forno! Minhas férias estão quase acabando então aproveitem esse capítulo, sabe Deus quando eu vou voltar. Comem, favoritem, indiquem a fic aos amigos.

“ E você continua voltando, voltando novamente. Continua voltando, voltando, voltando à minha cabeça”.

Certain Things — James Arthur

(Jane)

Estávamos lá ouvindo a Vergara falar e metade das coisas eu não entendia, porque eram em espanhol, a outra metade eram termos científicos, então só a Maura parecia estar gostando da conversa, enquanto eu já tinha tomado umas três cervejas e toda vez q a Vergara olhava pra mim eu balançava a cabeça concordando, já quando a Maura olhava eu rolava os olhos e fazia cara de tédio para o que a outra estava falando.

_Mas então... _Perguntei _ Você veio pra cá sozinha? Não tinha ninguém lá na Califórnia?

—Ah não ...Bem eu tinha uma noiva, mas a gente terminou faz uns três meses, por isso decidi me mudar, eu estava fazendo coisas bem loucas sabe.

—Como o que por exemplo?

­_Eu fiz uma serenata bêbada, com Mariates.

—Porque vocês terminaram? _Maura perguntou.

— Deve ter sido as Mariates_ Falei rindo sarcástica e tomando um gole de cerveja, meu sorriso só desapareceu quando levei um chute na canela, provavelmente da Maura.

—Ela não tinha certeza se queria ficar com uma pessoa só pro resto da vida.

—Já eu sou romântica, eu quero alguém pra mim...

—Eu também quero _Maura falou suspirando.

—Certo, acho que vocês duas já beberam muito.

­_No le gustan las citas chica?

Fiz uma cara confusa como se não tivesse entendido nada, porque eu realmente não entendi nada.

—Ela perguntou se você não gosta de compromisso Jane _Olhei para Vergara e percebi seus olhos ansiosos pela minha resposta, Maura também estava, o que me deixou sem saber o que responder, passei um tempo pensando no que diria.

—Eu nunca tive sorte...Tenho um amor do passado e...nunca pude me envolver verdadeiramente com alguém, não como aconteceu com ela.

Por uma fração de segundos, enquanto eu dizia essas palavras, meu olhar se cruzou com o da Maura e nas últimas palavras eu vi seus lábios abrirem levemente, eu não sei se ela ia falar algo ou foi apenas um suspiro que escapou, eu não sei se disse o que gostaria de ter dito ou o certo, mas saiu, nosso pequeno momento foi quebrado pela Vergara, com uma voz dramática e lamuriosa.

—Ela morreu?!

—Não!!!

—Então não entendo porque motivo você está assim, Jane se ela ainda está por aí em algum lugar você pode reconquistá-la.

Eu não sei o que essa mulher diria se soubesse que além de viva, o amor da minha vida estava bem na minha frente e eu estava deixando ela se afastar, porque a Maura é linda, inteligente, ela merece mais do que sexo casual, e um dia vai chegar alguém oferecendo mais e vai roubar ela de mim.

—As coisas... Não são assim tão fáceis.

—Ai meu Deus! Tem mulher q é complicada demais... Nada é fácil, aposto q passar na academia de polícia sendo uma mulher não foi fácil, detetive então mais difícil ainda, você num entanto não parece alguém q desiste, vai a luta Rizzoli _E aí ela me deu um tapa nas costas q fez minha cerveja sair pelo nariz.

—Bem, eu vou ao banheiro _Ela saiu e me deixou morrendo.

—Jane!Jane respira _Maura disse preocupada, enquanto eu tossia me "afogando" em cerveja.

(Cailin)

Já faz alguns dias q eu não vou em casa, muitas coisas minhas já estão no apartamento da Nina, isso porque toda vez q eu penso em ir embora ela me convence com sua voz doce, seu papo nerd e muitos beijos.

E eu vou ficando, abrindo gavetas no seu guarda roupa e deixando meu toque pelo lugar, espalhando meus livros da faculdade pela escrivaninha e bebendo todo o seu café, e o melhor momento é quando ela chega, me abraça forte e começamos a trocar carinhos q acabam na cama, mas não rola mais do que uma masturbação,Nina é uma fofa, ela acha que esperar um pouco será bom pra mim, então eu terei que jogar pesado.

Decidi ir num sex shop, nunca entrei num lugar assim pra comprar algo pra mim, só acompanhando amigas, eu nem sabia direito o que comprar, mas hoje eu estou decidida a surpreender a Nina.

Fiz umas pesquisas na internet, "O que fazer em uma primeira vez?", "Tipos de depilação", e como fazer um bom sexo oral em uma mulher, devo dizer q apareceram bons resultados pra última pesquisa "como chupar uma xoxota e fazer ela gozar", fui bombardeada de informações de todo tipo, eu não sei se isso ajudou ou me deixou mais nervosa.

Pesquisei também coisas interessantes pra se comprar num sex shop, apareceram óleos pra massagem, lubrificante, e brinquedos dos mais variados tipos e tamanhos, achei melhor ficar com os óleos por hora, talvez uma venda, lingerie sexy... Quando chegar lá irei decidir.

***

Depois de passar uma situação de total embaraço com a vendedora e sair de lá às pressas e olhando para os lados com medo q as pessoas me vissem sair de lá, cheguei na casa da Nina com as coisas. Liguei pra ela e perguntei q horas ela iria chegar, ela me disse q ia vir cedo porque não tinha muito trabalho, me despedi carinhosamente e liguei para Maura.

—Desculpe te incomodar enquanto está trabalhando, mas eu irei fazer um jantar romântico pra Nina e quero sua ajuda com a escolha do vinho.

—Huuum...Sei de um branco perfeito para jantares românticos, acho que tenho duas garrafas em casa, você pode passar lá e pegar uma...Está com o peso maior do q o normal...

—O que?

—Ah, desculpe Cailin, estou pesando o fígado de um senhor encontrado morto em uma banheira, te ligo depois pra saber do jantar.

—Ok, vossa majestade rainha dos mortos _Me despedi sorrindo _Essa Maura...

Passei na nossa casa, peguei a garrafa de vinho e ia saindo quando olhei para as escadas, não resisti e fui até o meu quarto, me joguei na cama com a garrafa, olhei para o teto, joguei as mãos pro alto.

—Será q vai ser hoje?

Cobri meu rosto com as duas mãos.

—Você tem q manter a calma Cailin, se afobar nunca é bom... Nós já fizemos algumas coisas, só vamos explorar um pouco mais e ficar completamente nuas...Nina deve ser tão linda! _Cobri minha cabeça com o travesseiro _Vamos fazer sexo hoje, meu Deus meu coração vai explodir.

Depois desse momento adolescente, sai do quarto, depois voltei pra pegar a garrafa de vinho, sério preciso me acalmar.

***

Preparei tudo, velas aromáticas pelo quarto em formato de coração, tomei cuidado pra não comprar umas com cheiro enjoado, achei muito clichê colocar pétalas de flores na cama, mas comprei tulipas, as flores preferidas dela e coloquei na nossa mesa de jantar, preparei uma massa simples com molho branco q a Maura me orientou a fazer, enquanto lia uma inscrição minúscula no pênis de um gângster.

Coloquei uma lingerie de renda preta q comprei, passei creme no corpo, vesti uma vestido com um decote provocante, e um zíper atrás, o vestido dela já estava no vestiário, pedi a Maura pra levar junto com um bilhete "Para a noite de hoje", nos meus pés um salto alto e os brincos q ela me deu como presente de aniversário. Sentei com as pernas cruzadas e a abertura do vestido mostrava parte da minha coxa direita.

A maçaneta da porta girou e ela entrou, fechou a porta com o pé pra não quebrar o contato comigo e abriu um belo sorriso, o mais lindo que eu já vi na vida, levantei e peguei na sua mão levando-a até a mesa, puxei uma cadeira e ela sentou, servi a massa para ambas e também o vinho.

—Posso sugerir o brinde? _Nina perguntou.

—Claro _Sorri.

—A você, a ter entrado naquele bar LBGT toda curiosa, a ter dito a pior cantada vindo de uma pseudo hetero q eu já ouvi.

—Vem cá isso é um brinde mesmo? _Falei irônica.

—A você por ter feito a cara mais fofa e envergonhada que eu já vi após eu rir do tal flerte, e por me pagar uma bebida logo depois, por ter me beijado e dito que gostou de mim, porque naquele instante, bem naquele instante eu soube que você fodeu completamente minha cabeça e que não tinha como eu viver sem você, nem se eu quisesse.

Brindamos e tomamos um generoso gole de vinho, acho que uma lágrima escapou do meu rosto e a Nina logo percebeu.

—Você está chorando.

—Só...Emocionada pelas suas palavras.

Comemos entre brincadeiras e risos, depois do jantar ela me ajudou a tirar os pratos.

—E agora?

Nina me perguntou.

—Agora a parte dois é no quarto, falei com o meu sorriso mais safado e sai puxando a mão dela.

(Maura)

Eu estava me divertindo bastante com as implicâncias da Jane com a Ananda, e gostei muito quando a Jane falou que nunca pôde ter nada com alguém por minha causa, isso só prova o que eu já sabia, que eu sou o amor da sua vida, mas como fazer essa teimosa querer tentar de novo?

Entrei no clima romântico da Cailin, e já tinha um plano em mente, após salvar a Jane da "morte", como ela mesma disse de forma exagerada, menti dizendo q ia ao banheiro retocar a maquiagem e interceptei a Ananda antes q ela saísse do banheiro.

—Você pode me ajudar com algo?

—Si, diga-me Chica.

—Aquela morena teimosa e sarcástica naquela mesa é o amor da minha vida e eu sei que também sou o dela, acontece q passamos por um monte de coisas q não daria pra explicar agora e a Jane não acredita que eu estou comprometida...Eu quero dar carona a ela, quero estender a noite e pra isso preciso...

—Que eu invente algo pra deixar vocês a sós.

—Sim _Disse esperando pela resposta dela como uma criança espera ganhar algo q quer.

—Claro que sim! Eu senti o clima entre vocês desde o escritório, direi qualquer coisa e sairei antes q ela peça carona, se é q ela fosse pedir, aquela italiana está claramente com ciúmes de mim.

—Muito obrigada Ananda, vai na frente, eu vou retocar a maquiagem.

Quando voltei pra mesa Jane estava brincando com os palitos de dente no bar.

—Onde está a Ananda?

—Sei lá, ela veio toda apressada, deixou a parte dela da conta e pegou a bolsa, acho q foi resolver algum problema.

—Tomara q não seja algo sério...Bom, vamos pedir a conta e eu te dou uma carona até o seu apartamento.

—Ok, pra mim parece bom.

Dirigimos pelas ruas de Boston a noite, alguns trechos parados do trânsito nos permitiram conversar um pouco, Jane cantarolou uma música da Lady Gaga que tocou no rádio.

Eu passei da rua da casa dela e Jane nem percebeu, um tempo depois ela achou estranho a demora.

—Ô Maura, acho que você errou o caminho estamos bem longe da minha casa.

—Eu sei.

—Como assim você sabe?! Então porque não me deixou em casa?

—Porque precisamos conversar e eu moro só, então vamos pra minha casa.

Jane não disse nada, permaneceu calada até chegarmos na minha casa.

Deixei o carro na garagem, abri a porta e ela entrou, ficou parada igual um poste, com os braços cruzados e uma expressão que eu não conseguia decifrar.

—Então...Porque estou aqui?

—Porque eu não posso mais...Eu sei que disse q eu iria conseguir, que tudo bem só sexo, mas você me conhece, eu não sou assim,posso ser racional com muitas coisas, menos com o amor, sexo pra mim não é só uma troca de fluídos, eu esperava que você voltasse atrás, mas não estou bem certa q isso vá acontecer, então essa conversa é pra decidir se somos algo, ou se devemos seguir em frente.

(Narrador)

Enquanto de um lado da cidade um casal era pura entrega o outro estava decidindo o futuro da sua relação e muitos outros se encontravam assim.

“Eu prometo que um dia estarei do seu lado
Te protegerei, te manterei viva
No momento, está tudo muito louco
E eu não sei como parar ou ir mais devagar

Ei
Eu sei que há algumas coisas sobre as quais precisamos falar
E eu não posso ficar
Só me deixe abraçá-la mais um pouco agora

Pegue um pedaço do meu coração
E torne-o todo seu
Assim, quando estivermos separados
Você nunca estará só
Nunca estará só

Você nunca estará só
Quando sentir minha falta, feche os olhos
Posso estar longe, mas nunca fui embora
Quando você cair no sono hoje à noite
Só se lembre que nos deitamos sob as mesmas estrelas”

Shawn Mendes — Never Be Alone

Nina abriu o vestido de Cailin beijando todo o seu pescoço e viu a peça cair ao chão lentamente, Cailin virou passando seus braços pelo pescoço de Nina, as duas com as testas coladas, aos poucos ela soltou o laço q prendia o vestido da outra e esse também veio ao chão, Cailin permaneceu com as mãos enlaçadas no pescoço da outra, segurou o rosto de Nina e as duas se beijaram, um beijo doce inicialmente que depois evoluiu para um mais erótico com as línguas brigando por dominância, Nina beijou a pele alva do pescoço de Cailin, fazendo a outra deixar pequenos suspiros escaparem, depois a olhou novamente nos olhos, espalhou beijos pelo seus rosto e foi guiando a mais nova até a cama, quando estava sobre ela olhou ao redor e viu toda a decoração preparada pela outra.

—Você fez um bom trabalho aqui _Nina sussurrou sedutoramente no ouvido de Cailin.

—Eu esperei muito por essa noite...

—Então farei ela ser inesquecível.

Nina beijou Cailin com volúpia, o melhor beijo q a outra já recebeu, com direito a uma mordida no lábio inferior no final que deixou Cailin acesa, Nina então tirou o sutiã da outra e pediu ajuda pra retirar os seu, deitou novamente sobre Cailin fazendo os mamilos rosa e marrom se tocarem excitando ambas, ela massageou e beijou o seio da amada e fez um caminho descendo até onde Cailin mais desejava ser beijada.

Do outro lado da cidade Maura esperava a resposta da Jane, a loira sentou no sofá já desesperada.

—Você não sabe o que eu senti quando te reencontrei em Nova York, tudo voltou, tudo q eu enterrei lá fundo, e então eu cheguei em casa e tinha o Jack, então eu me desesperei porque eu sabia que não podia, não podia mais ficar com ele, e sabe o que eu fiz quando ele quis sexo aquela noite? Eu disse q estava cansada, porque a partir do momento que eu te vi naquela cena do crime, se eu dormisse com o meu namorado seria como te trair, mas pra você tudo isso não importa, porque eu sou o monstro que te deixou pra você não ser presa, que te deixou porque um cara disse q estava com câncer, o que eu poderia fazer? Me diz o que eu deveria ter feito?! Só me diz algo!

Jane olhou uma última vez para Maura e saiu da casa batendo a porta deixando a outra chorando, Maura levantou lentamente e foi até a porta, tocou com os dedos e já ia dando as costas quando a morena entrou, bateu a porta com toda a força e beijou a loira com todo o desejo que estava guardado.

—Eu não quero me afastar de você nunca mais Maura Isles, agora eu quero tudo, gato, planta, quero morar com você.

Jane levantou Maura q enganchou as pernas na morena e saíram cambaleantes até Jane acertar o quarto da outra.

Quando chegaram no quarto da loira Jane deitou ela na cama, Maura se apoiou nos cotovelos pra ver a outra tirar a roupa, Jane tirou a calça e a blusa, ficando de top e calcinha box, sua excitação já era visível o que deixou Maura com água na boca.

Jane andou até ela e segurou seu rosto beijando a loira de forma carinhosa.

—Hoje eu quero de um jeito diferente, se vamos começar de novo, merecemos uma noite especial, vamos fazer amor em vez de sexo.

O coração da loira bateu mais forte ao ouvir essas palavras, dessa vez ela que beijou Jane e as línguas de ambas começaram uma dança, Jane espalhava vários beijos pelo pescoço e ombro de Maura, massageou o seio da outra por cima do sutiã vermelho, e sentiu o volume em suas mãos.

—Lembra que você sempre quis ter muito peito? _ Jane abriu o sutiã da outra sentindo o bico endurecer com o seu toque, depois pegando todo o volume nas mãos _Agora você tem _Jane sugou o mamilo de Maura, depois lambeu-o todo contornando e depois agitou a língua passando pelo bico, o que fez Maura se contorcer.

Maura suspirava olhando a amada sugando seus seios, a língua se apoderando do seu mamilo e os lábios sugando deixando uma ardência gostosa, depois a morena seguiu para o outro, lambendo e sugando, voltou novamente pra boca de Maura, passando a língua pelos lábios dela, que abriu um pouco esperando a língua entrar, mas não entrou, Jane se afastou sorrindo enquanto a loira soltou o ar frustrada, dessa vez Jane colocou sua língua na boca da outra e chupou várias vezes, desceu distribuindo os beijos pela barriga da loira que já imaginava a onde ela ia, Jane beijou as coxas de Maura fazendo ela se arrepiar, depois passou a língua na sua virilha e cheirou todo o sexo da outra, olhou para Maura e passou a língua por todo o sexo da outra que já estava encharcado, cada dobra quente a fazia querer mais.

E Maura gemia alto, segurava o lençol e olhava pra Jane sugando o clitóris dela devagar e firme, segurou os cabelos da morena quando a língua de Jane começou a se movimentar mais rápido.

—Huuum Jane, isso...aí...

Esses gemidos só incentivavam a morena a chupar o sexo da outra com mais intensidade, então ela parou um pouco, masturbou Maura e introduziu dois dedos dentro dela, Maura gemeu e se contorceu, Jane começou os movimentos de vai e vem e chupava o clitóris enquanto penetrava a loira com os dedos, não demorou muito pra Maura gozar na boca de Jane, que lambeu tudo é só parou quando percebeu que Maura precisava descansar.

Jane trouxe ela pra deitar no seu peito, ambas estavam suadas.

—Meu Deus!

Meu Deus foi...Pensei que o meu coração não fosse aguentar!

Jane riu e a beijou.

—Foi tão bom assim?

—Eu nunca tive isso, não tive muitas pessoas na minha vida Jane e o...

—Jack.

—Ele não tinha ideia nenhuma de como fazer isso _Maura escondeu o rosto no meu pescoço.

—Esses caras que só querem receber prazer e não satisfazem as parceiras são uns idiotas.

—Mas agora eu estou com você.

—Mas agora você está comigo.

Jane a beijou novamente, entrelaçou seus dedos ao da Maura e levantou bem alto.

—Quero que me diga, se algo te ameaçar, se quiser fugir, se achar q tem q ir pra me proteger,me diz antes, eu enfrento tudo junto com você.

—Eu direi Jane,sem mais segredos.

Elas ficaram alguns segundos caladas...

Até que Jane sentiu a mão de Maura entrando na sua calcinha, masturbando ela, e o seu pênis já estava duro como pedra.

—Sabe, eu nunca fiz oral, você me ensina?

E as mãos de Maura tiraram a calcinha branca de Jane, seus lábios foram direto pra o pênis de Jane, depois ela sugou toda extensão que conseguiu.

—Assim Maura, continua.

Do outro lado da cidade Cailin dominava Nina que estava vendada, ela passava a língua do queixo até o umbigo da outra, depois Nina enlaçou suas pernas nela deixando-as bem abertas e Cailin começou uns movimentos de vai e vem esfregando os sexos já molhados de prazer, Nina passou as mãos no rosto dela, que pôs os dedos da outra na boca e sugou.

—Me deixa te ver.

Cailin tirou a faixa é o olhar excitado de Nina a deixou louca, Nina levou suas mãos a bunda dura de Cailin e apertou.

O amor e o desejo estavam nos dois lados de Boston.

" E há certas coisas que eu adoro e há certas coisas que eu ignoro, mas estou certa de que sou sua, certa de que sou sua, certa de que sou sua".

Certain Things — James Arthur