The Song Of The Love

44 And in the end of the day, everything will be fine


Notas iniciais
Hello sunshines! Tudo bem? Bom, eu não pretendia postar o capítulo hoje, mas devido a diversas ameaças de morte, achei que era a coisa certa a se fazer hahaha. Não vou falar muito, pois sei que vocês estão mais interessados no capítulo. Espero que gostem! Boa leitura! :D PS: A fic chegou a 499 comentários! Vocês são demais! Muito obrigada, de verdade! Eu fiquei extremamente feliz. s2

O homem abaixou sua cabeça. Estava se sentindo derrotado como médico.

— Como é que é?! Isso é algum tipo de brincadeira?!

Emma perdeu totalmente o controle e andou até ele, pegando-o pelo colarinho.

— Volta lá agora e diz para aquele bando de médicos que eu quero as duas vivas! Você está me entendendo?!

— Mas senhora, o risco...

— As duas! E ai de vocês se acontecer alguma coisa com a minha mulher e com a minha filha!

A garota o soltou e se distanciou, limpando o rosto e ajeitando seu cabelo bagunçado para trás, enquanto o médico arrumou seu jaleco, deu um aceno com a cabeça e voltou para a sala de cirurgia. Ele entendia o surto dela, não era para menos e esperava que conseguisse realizar o pedido, seria difícil, mas faria o possível. Mais uma eternidade de minutos se passou. Para falar a verdade, já fazia algumas horas. Emma chegou a pensar que iria desmaiar de tão nervosa que estava. Não aguentaria perder Regina. Algumas lágrimas escorriam por seus belos olhos verdes ao pensar naquela possibilidade, era aterrorizante demais. Foi quando de repente, a loira escutou um choro de bebê preencher o ambiente. Logo uma alegria tomou conta de seu corpo, mas ao mesmo tempo o medo a consumia e este só aumentou ao ver o médico sair da sala. Mas diferente da primeira vez, o homem tinha um sorriso em seus lábios.

— Quer ver as duas mulheres da sua vida?

O doutor perguntou de forma doce e Emma só conseguiu balançar a cabeça, sendo guiada pelo médico sala adentro. A cantora não soube explicar a mistura de sentimentos que passaram por seu coração no momento em que viu Regina, que se encontrava um pouco abatida, mas possuía um sorriso ansioso no rosto.

— Emma...

— Amor!

Emma correu até a repórter e a abraçou forte, sendo correspondida na mesma hora e na mesma intensidade.

— Eu fiquei com tanto medo de te perder!

As lágrimas corriam pelo rosto da loira.

— Eu estou aqui, amor. Eu estou bem agora.

Assim que Regina percebeu que a garota chorava, se afastou e levou suas mãos até o rosto dela, limpando as lágrimas e acariciando o local afetuosamente.

— Não chora.

A morena disse baixinho, beijando Emma de uma forma apaixonada.

— Com licença, mamãe, ou melhor, mamães.

O médico falou de um jeito divertido e as duas se separam, ambas envergonhadas e com sorrisos nos lábios, que aumentaram radicalmente de tamanho ao ver a garotinha. Ele passou a pequena criaturinha para os braços de Regina e se distanciou, deixando-as literalmente babando.

— Oi, minha princesa.

Regina sussurrou carinhosamente, tomando todo cuidado do mundo ao segurar a filha, que já não chorava mais, em compensação, ao olhar para ela, a morena não conseguiu reagir de outra maneira.

— Ela é tão linda.

Emma falou de forma doce, juntando sua emoção com a da mais velha e fazendo um carinho na garotinha. O choro alegre de Regina só se intensificou ao ver a interação da loira com a filha.

— Você conseguiu pensar em algum nome?

— Por que você não me fala um?

Regina sugeriu em um tom brincalhão.

— Eu? Isso é sério?

A loira perguntou realmente surpresa.

— É. Me fala um!

— Bom, eu não tinha nada em mente, mas diante de tudo que aconteceu, o nome da minha bisa veio na minha cabeça. A família da mãe dela tinha origem germânica e escolheram o nome por causa do significado.

— Qual?

A repórter questionou curiosa.

— Luiza.

Emma respondeu com um sorriso tímido.

— Significa lutadora, combatente gloriosa. E foi exatamente o que essa pequena teve que ser, não só ela, como você.

— Emma...isso foi...lindo! Eu gostei, ou melhor, eu adorei!

Regina exclamou animada, mas a garota não pôde deixar de ficar apreensiva.

— Amor, tem certeza?

— Mais que certeza!

A morena abriu um sorriso extremamente verdadeiro e alcançou a mão de Emma, apertando forte e olhando fundo nos olhos dela, para depois passar a encarar a garotinha em seus braços.

— Vai ser Luiza.

Emma se aproximou e depositou um carinhoso beijo na testa de sua amada.

— Emma, você quer segurar a nossa filha?

— É cla...claro.

Regina passou-a para os braços da cantora, que estava totalmente nervosa. Parecia ter medo que Luiza fosse quebrar ou algo do tipo. Ela era tão pequenininha, tão frágil. Mas aos poucos Emma foi pegando o jeito e a morena não conseguiu impedir que mais algumas lágrimas deixassem seus olhos.

***

Zelena ficou vagando a tarde inteira pelas ruas de Nova York. Foi ao salão de beleza e fez diversas compras. A modelo se divertia como nunca, andando pelos lugares como se fosse a mulher mais feliz do mundo e naquele momento, ela se senti assim. Quando a noite começou a aparecer, Zelena resolveu voltou para o seu apartamento. Seu sorriso era inevitável, mas este desapareceu quando abriu a porta e deu de cara com Killian e mais três policiais sentados em seu sofá.

— Boa noite, Zelena!

— O que está acontecendo aqui?

Zelena perguntou sem entender, deixando as sacolas que segurava no chão.

— Bom, parece que acabou pra você.

Killian exclamou com um sorriso vitorioso e dois dos policias se levantaram, foram até ela e a algemaram. A ruiva estava tão surpresa com aquilo, que nem conseguiu reagir direito.

— O que você pensa que está fazendo, Jones?

Zelena perguntou com raiva, assim que pareceu voltar a si.

— O certo. Pela primeira vez na minha vida.

— Você sabe que se eu for, você vai também, não sabe?

— Eu sei, Zelena e eu não poderia estar mais feliz por isso.

O engenheiro civil respondeu sincero, com um meio sorriso no rosto e no momento em que Killian levantou, junto do terceiro policial, Zelena notou que ele também estava algemado.

— Eu não acredito! Como você pôde? Você estragou tudo, Jones! Eu vou acabar com a sua raça!

Zelena gritou em um tom sombrio e tentou ir à direção dele, mas os dois policiais a seguraram na posição em que estava, impedindo-a de tal ato.

— Já chega!

Um dos homens exclamou em um tom bravo e extremamente sério.

— A senhora está presa!

Zelena se calou com a fala do policial, que pediu para que ela colaborasse, saísse do apartamento e os seguisse, pois precisariam ir para a delegacia. A modelo foi entre os dois policias, enquanto Killian ia com o outro policial um pouco mais atrás. Assim que chegaram ao estacionamento, foram direto para o carro, que assim que começou a se locomover, teve sua sirene acionada. Foi então que a ficha de Zelena finalmente caiu. Estava indo para prisão. Não tinha como fugir. Não tinha mais volta. Sua vida estava destruída e a única culpada de tudo isso era...ela.

***

Regina e a filha teriam que passar a noite no hospital e obviamente, a cantora iria ficar lá com elas. Assim que a morena foi transferida para o quarto e pegou no sono, Emma tratou de avisar todo mundo que Luiza havia nascido, marcando um encontro em seu apartamento para que pudessem conhecer a garotinha. Depois que avisou a todos e pretendia voltar ao quarto, dois policiais foram em sua direção, com sorrisos amigáveis estampados em seus rostos.

— Boa noite, a senhora é Emma Swan?

— Sim, sou eu.

— Sou Mark Zigman e esse é meu colega Eric King.

Um homem ruivo falou em um tom educado, estendo sua mão para a garota, que tratou de aperta-la, fazendo em seguida o mesmo gesto com o outro.

— Nós somos do departamento de polícia de Nova York e precisamos que a senhora nos acompanhe até a delegacia agora.

Notas finais
Nossa, depois desse capítulo acho que mereço muitas mensagens de amor e carinho. Porque eu fui extremamente boazinha e super legal, né? Podem admitir! Hehehe. Bom, o próximo capítulo é o último e não sei quando irei postá-lo, afinal, ainda tenho que trabalhar nele. Mas prometo que vou tentar postar em breve, ok? Beijos :)