The Shadows Reborn

9 Alguns Encontros


Notas iniciais
Oi gente, no último capítulo não anunciei os criadores dos personagens!
Ares - Alice Coutinho
Lachlan - Bikaela
Ruffus - All Ice
Aragon - Jessie
Acaton-b - eu mesmo!
Boa leitura!
Ahh, a fic passará a ser só The Shadows Reborn agora!

O coração de todos estava apreensivo, foram várias etapas do torneio, várias lutas de um mesmo aluno para chegar aos finalistas, Pudrê apenas ditaria os nomes que a população de alunos tinha em mente.

–Atenção alunos, eu sei que todo esse torneio foi cansativo, começamos às 11 da manhã e agora a hora já se estende para às 20 da noite. Sem mais delongas, vou anunciar a todos os 5 nomes escolhidos. Não pensem que aqueles que foram eliminados ou que não participaram do torneio não terão importância, aquele que pensa assim está enganado, todos vocês terão participação nessa árdua guerra que está por vim. Bem, Jeremy Ironfist, Nastya Dandelion, Irom Kound, Lachlan Ruggiero e Ruffus Heartfilia Cheney foram os escolhidos para batalhar ao lado do rei, os outros serão comandados pelos generais das vastas divisões do exêrcito.

–Cadê o sorriso Amírya? — Perguntou Nastya.

–Foi engolido ao ser atingido por meu feitiço! (Risos) — Exclamou Irom.

–Parem vocês duas! — Gritou Pudrê — Todos estão liberados, amanhã não haverá aula, aproveitem para descansar. Os escolhidos vão comigo até o Castelo de Rubi! Chispem daqui!

Ruffus Heartfilia Cheney era um garoto alto, magro, de cabelos negros levemente bagunçados, seus olhos eram de um castanho aconchegante, um tom safira, sua pele era levemente bronzeada e abaixo do seu olho esquerdo destacava-se uma cicatriz pequena, que era constantemente questionada, pois todos queriam saber de onde saíra aquela marca. Ele era um garoto calado, só falava algo quando alguém falava com ele e odiava falar muito pois achava totalmente desnecessário. Não fazia piadas e sempre achava-as sem graça, uma coisa se destacava nele além da cicatriz, era muito gentil e gostava de ajudar se alguém, até mesmo seu inimigo precisasse. Apesar de não gostar de piadas, ele ria por tudo, desde uma pedra caindo no chão a um tombo que ele mesmo tomava, as pessoas achavam ele maluco por causa dessas atitudes estranhas. Sempre fora um pouco medroso, mas gostava de se mostrar forte. Nascera em Cathalena e vivera com seu pai na loja de brinquedos da família, sua mãe morrera no parto, seu pai percebeu suas estranhas habilidades, seu dom telecinético, sua capacidade alquimista e o encaminhou para a Escola de Artes Místicas quando ele tinha apenas 10 anos. Agora ele estava com 16 e dava um importante passo para sua história, podendo se tornar um herói de guerra ou uma lenda.

Erus e a tropa montada em dragões do general Graud, seguiam viagem para Dalmyr, faltava pouco para ver o que restou da antiga cidade, mas gritos atrapalharam a viagem dos cavalheiros. Eles sobrevoavam a floresta escura, na altura da fronteira entre as províncias de Martysi e Dalmyr, quando gritos femininos foram ouvidos em meio a floresta. Erus ordenou que parassem para ver o que estava acontecendo.

Os soldados amarraram os dragões e procuraram pela primeira mulher que conseguissem encontrar.

–Socorro! Alguém pode me ajudar? Socorro! — Gritava a voz feminina.

Erus escutava os gritos, mas não via a pessoa que os propagava, ele caminhou um pouco em uma direção e pode ver uma mulher caída sobre uma grande raiz, era muito bonita, cabelos longos e castanhos, sua pele era alva como as nuvens em um dia ensolarado, seus olhos eram hora verdes e hora cinza, o vestido que usava estava rasgado e ela tinha marcas de garras por todo o corpo. Seu nome era Acaton-b.

Erus a envolveu em seus braços e perguntou preocupado:

–O que houve com você? Como veio parar aqui?

Os olhos verdes dos dois se encontraram e Erus ficou enfeitiçado pela íris do olho da bela moça.

–As pestes negras destruíram a cidade de Dalmyr cavaleiro, tentei fugir e comunicar a alguém, mas foi inútil.

–Não se canse muito, nós vamos te ajudar. — Erus concluíra a frase quando a mulher desmaiou.

Ele a levantou e a carregou até um dos soldados ordenando-o:

–Levi-a para Martysi, não deixe-a sair de lá sem antes eu ter voltado. O aconselhável é manda-la para o prédio do governo, lá eles cuidarão bem dela.

–Ok senhor.

Graud ficara calado, era seu dever obedecer ao rei, a rainha e aos cavaleiros do alvorecer, do contrário ele seria castigado por desacato.

Erus, Graud e seus soldados continuaram no lombo dos dragões, enquanto isso um dos soldados levava Acaton-b para Martysi.

Na caverna, Ádria recebia uma visita nada agradável, pelo menos para ela. A noite só avançava.

–Boa noite seres sombrios. — Disse a figura parada diante da entrada da galeria.

–Como se atreve a vir aqui? — Perguntou Ádria bufando de raiva.

–Vim para ter uma conversa civilizada Ádria! — Disse Aragon, o terceiro deus da luz, o Deus da Justiça.

Aragon era considerado pela mitologia Karsysiana como o deus justiceiro e tirano, idolatrado por soldados e temido pelas pessoas comuns. Com seus cabelos longos e castanhos , olhos azuis vibrantes e pele bronzeada é capaz de induzir qualquer um para acabar com a vida de pessoas injustas e egoístas. Seu temperamento forte da a impressão de que ele é mau-humorado, mas sua postura é nobre e disciplinada.

Em pé no meio da galeria, Ádria observava seu oponente com olhos furiosos e vermelhos como brasa, já tinha batalhado com Aragon antes e o odiava cegamente.

–Suma daqui Aragon, não me faça perder a cabeça! — Gritou ela.

–Sairei sim, mas antes conversarei com você! — Disse ele em tom baixo e educado.

O silêncio tomou conta do ambiente sombrio da galeria, Hadã, Maeve e Ares observavam quietos.

Notas finais
Ruffus
http://flogvip.net/fotos/hd2/f/e/edmundo/f/2010122222452994.jpg
Acaton-b
http://www.odiaonline.axz.in/wp-content/uploads/2012/11/mulher_bonita.jpg
Aragon
http://www.lequipeagence.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cadu-Cabral-007.jpg
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