The Sexy Neighbor
13 Lift Shit
Enquanto Josh entrava em pânico, as outras mulheres ficaram apreensivas. O exame mais eficiente demorava alguns minutos para ficar pronto e parecia que todos iam dar a luz naquela farmácia.
Isadore e Melissa conversavam com a farmacêutica e logo Cecille se juntou à elas. Josh tomava um pouco de água e pensava no que iria fazer se tivesse um filho naquela altura do campeonato.
***
Dentro do banheiro, Libby mordia o dedinho e ficava olhando para o bastão ansiosa. E se estivesse grávida? O que seria daquela criança? Como criaria uma criança sem o pai? E o pior: ela nem sabia quem era o pai! Como explicaria isso para seu filho quando ele fosse mais velho? Porém, uma criança sempre traz alegria e ela adoraria ter um filho para comprar blusas ou vestidos da Chanel, caso fosse uma menina, ou até mini jeans da Calvin Klein se fosse um garoto. Seria tão bom....!
Presa em seus devaneios, ela nem percebeu que o tempo tinha passado. Com as mãos tremendo, ela pegou o teste e não acreditou no que viu. Olhou para as instruções na caixinha conferindo se estava certa. E então deu um berro.
***
Dan entrava na drogaria, onde marcara de se encontrar com a esposa. Encontrou Josh em pânico. Conversou com ele e descobriu coisas chocantes e várias coincidências.
-Então, talvez, seremos dois papais? – brincou Richards e Devine ficou mais pálido do que já estava.
-Não brinca com isso, Daniel! Eu não sei o que faria se ela estivesse grávida! Estou torcendo para que seja... – ele foi interrompido por um berro vindo de dentro do banheiro. Todos se viraram no mesmo instante em que Libby saía do banheiro com um sorriso enorme no rosto – Fudeu.
***
-E aí? – todas as mulheres que estavam no balcão perguntaram, até a farmacêutica.
-Vai ser uma mamãe também? – Cecille se inclinou para a frente. O destino de Josh estava ali, a uma frase de distância. Que drama!
-Ah, não sei... – ela sorriu misteriosa. — O que significa um pontinho vermelho?
-Negativo? – Isadore questionou e seu rosto se iluminou.
Libby assentiu, com o rosto demonstrando o alivio.
-Eu nunca pensei que ficaria desse jeito, mas poxa, eu tenho só dezoito, quase dezenove, mas não é momento para ter um filho!
Cecille assentiu, impressionada com a maturidade da menina.
-E o que você vai fazer? – a única casada ali perguntou.
-E os sintomas? – Melissa ainda tinha as suas duvidas.
-Os sintomas podem ser de outros problemas, não sei. Mas eu vou marcar uma consulta no médico, para ver o que eu tenho. Aliás, foi uma atitude muito precipitada achar que eu estava grávida! Eu tomo anticoncepcional!
***
-Você precisa saber, cara! – Dan encorajou Josh a ir falar com Libby – Vai lá.
-Você vai comigo.
-Vou.
-E vai perguntar.
-Vou... peraí, eu vou?
-Vai.
O guitarrista deu de ombros enquanto era arrastado para o grupo de conversa feminino.
-Bom dia, amor! – deu um beijo na bochecha de Cecille.
-Bom dia, Danny!
Ele sorriu e se virou para as outras, que se apresentaram.
-Então, deixa eu ver, a Libby que saiu berrando do banheiro? – a dita cuja riu sem graça – E por que isso?
-Ela estava com um teste de gravidez, amor!
-E será uma mamãe como Cecille?
-Ah, não! – Libs sorriu aliviada, mal notando Josh ali. Ou fingindo que não. – Foi um alarme falso.
-Negativo?
-Negativíssimo. Eu estou cuidando de mim mesma e só! Aliás, garotas, eu vou para casa. Vocês vem junto?
-Não, não iremos. – Isadore sorriu – Vamos fazer umas comprinhas. Vá descansar, Libs!
-Ei, espere um pouco. – Dan raciocinou — Você era a minha vizinha, né?
-Isso.
-E agora é vizinha do Josh. – ele indicou o amigo que estava ao seu lado.
-Sim. – ela torceu a boca.
-Ele também estava indo para casa. Por que vocês não vão juntos?
-Eu não sei... – ela mordeu o lábio e ele decidiu ir para a casa naquele mesmo tempo.
-Ah, vamos? – ele deu um passo a frente e ela um para trás – Calma! Eu não mordo! E vamos para o mesmo destino, podemos ir juntos.
-Tudo bem. – ela cedeu. Talvez até pudesse fazer amizade com o novo vizinho – Vamos?
Josh assentiu e os dois saíram para o vento frio de Londres. Ela abraçou a si mesma, usava apenas um tricô já que saíra de casa às pressas.
-Está de carro? – ele perguntou.
-Estou. Mas vou deixar para as meninas. Elas vão fazer compras, então... E você?
-Vim de carona com Cecille. Vamos a pé, mesmo. Fazer um exercício é bom.
Caminharam calmamente, conversando sobre banalidades. E quem olhava de longe, poderia até pensar que eles eram amigos, ou até algo mais. No meio do caminho, Josh percebeu que ela tinha leves tremores e os lábios estavam um pouco arroxeados. Então, fez algo que nunca pensou que faria: tirou o seu casaco e colocou sobre seus ombros.
-O que está fazendo?
-Você está com frio.
-Mas você vai ficar com frio.
-Sou maior que você e tenho mais massa muscular, ou seja, sinto menos frio.
Ela revirou os olhos.
-Obrigada.
-Não há de que.
Ficaram em silêncio a partir de então.
Entraram no prédio e cumprimentaram o Sr Collins que estranhou ao ver os dois. Pararam em frente ao elevador e Devine o chamou. O mesmo clima silencioso prevaleceu até dentro do elevador.
Eles moravam no 30º andar, e estavam entre o 13º e 14º quando ele se virou para devolver a jaqueta e o elevador parou com um tranco.
O rosto de Libby foi tomado pelo pânico. Ela tinha pavor de elevador exatamente por essa razão. Se agarrou as barras de metal que estavam presas as paredes de vidro e Josh percebeu como ela estava. Imediatamente, ele pegou o telefone que tinha ali e discou como louco para o térreo.
-Collins? O elevador parou. Parou e Srta Gray está passando mal. Você já sabe disso e ainda não chamou ajuda? Se apresse homem! – desligou brutalmente e se agachou até estar no nível de Libby. Sua feição mudou quase que imediatamente – Posso te chamar de Libby? – ela assentiu – Fique calma, Libby. O porteiro já está chamando o socorro e logo a gente vai estar em casa. Se quiser até te faço um chocolate quente. Garanto que o meu vai ser o melhor que você já provou!
-Melhor do que o da cafeteria da esquina?
-Muito melhor! – ela sorriu – E se não for, te levo para tomar um lá!
O telefone tocou e ele atendeu.
-Uma hora? – Josh sussurrou – Uma hora aqui? Porra, Collins, não tem como chamar, sei lá, os bombeiros? Tudo bem, tudo. – ele desligou e se sentou ao lado de Elizabeth – Tenho más noticias. Iremos ficar uma hora presos aqui.
-Uma hora? – os olhos dela se encheram de lágrimas.
-É, mas vai passar rápido.
-Não vai, não!
-Eu faço passar. – ele sorriu e ela retribuiu.
E ele cumpriu a promessa. Conversaram por um tempo, até que virou um flerte. E logo eles já se aproximavam. Estavam um do lado do outro, com os rostos virados, que aos pouco se aproximando mais e mais e logo os lábios se uniram. Libby colocou a mão na nuca dele e Josh envolveu seu quadril, puxando-a para seu colo. Estava tudo calmo, com beijos lentos e doces. Até que ele desceu a mão, espalmando-a no bumbum dela e apertando-o. Libby entrou no clima, puxando-lhe os cabelos. Ele tirou a própria jaqueta dela e jogou do outro lado do elevador. Elizabeth tirou o suéter dele e avançou para o pescoço do homem. Josh tirou a malha da menina que teve o mesmo destino da jaqueta. As camisetas vieram em seguida e ela arranhou o peitoral dele enquanto Josh beijava-lhe os seios por cima do sutiã vermelho. Libby soltou um gemido e ele arrancou o sutiã sugando o mamilo esquerdo e massageando o direito. Ela gemeu mais alto e ele se sentiu motivado.
Libby desceu as mãos para o cós da calça de Josh, desabotoando-a e sem tirar, enfiou a mão e pressionou o membro dele, por cima da boxer, apenas para provocá-lo. O cara gemeu contra seus seios e ela sorriu. Foi pressionando mais e mais, até que ele estava tão excitado a ponto de estar apertado dentro da cueca.
Josh tirou os próprios sapatos e os dela com os pés e ela arrancou-lhe a calça, subindo por cima dele e o masturbando. Os movimentos eram lentos e suaves, levando-o a loucura. Ele gemeu e Libs sorriu, indo mais devagar.
-Mais rápido.. – gemeu mais alta.
Ela fez o que ele pediu e aumentou os movimentos. Josh sentia-se quase nas nuvens, ela era tão boa no que fazia. Estava prestes a ter um orgasmo, mas decidiu que não seria assim. Deitou-a no carpete do elevador e tirou-lhe os jeans. A calcinha era vermelha, assim como o sutiã. Sem tirar, ele a penetrou com dois dedos, se movimentando devagar, bem devagar. Fez um movimento que parecia que estava a chamando, assim, acariciando-lhe o clitóris. Ela gemeu...
-Josh....mais...
Ele aumentou o movimento e ela gemia cada vez mais rápido. Libby arranhou-lhe os braços e ele se lembrou da primeira noite deles. Pena que ela não o fazia. Josh sorriu perverso e aumentou os estímulos, como se a estivesse penetrando. Libby soltou um gemido tão alto que ele teve que tapar a boca e os dois riram.
Josh queria vê-la ter um orgasmo apenas com seus dedos, e o seu desejo se concretizou. Sua face se contorceu em uma careta de prazer e ele sentiu os músculos de sua intimidade se contraírem. Ela gozou em sua mão. Ele chupou o liquido branco e beijou. E em meio a beijos e caricias pelo corpo, tirou-lhe o último pedaço de roupa e a penetrou, forte e de uma vez só. Ela soltou um berro e ele começou a se movimentar. Rápido, devagar, bruto, delicado. Estava revezando. Ela gemia cada vez mais alto, e ele lhe acompanhava. Libby arranhava as costas e os braços de Josh. Já ele, assaltava o pescoço dela, revezando entre beijos, mordidas e sugadas. Iriam ficar marcas ali. E ele queria que ela se lembrasse de cada um de seus toques.
Libby abriu os lábios em um perfeito ó e soltou um último gemido antes de chegar ao ápice. Josh chegou logo depois dela, e lhe deu um selinho, dando risada.
Os dois se levantaram e ouviram barulhos. Estavam tentando abrir o elevador. Se vestiram sorrindo um para o outro. Libby finalmente pode entender os ruídos que as garotas que ele levava para casa. Deram um último beijo antes de abrirem as portas e eles puderem sair. Subiram pelas escadas enquanto o elevador era consertado.
Pararam no corredor e os dois ficaram no centro da distância entre os dois apartamentos. Mais um beijo e foram cada um para seu canto.
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Fala xuxus! Tudo bem com vcs? Percebi que vcs ficaram bem na duvida se Libby estava grávida ou nao? E aí? Alivio ou decepção?Achei que o Joshy nao estava pronto para ser papai, e nem a Libby para ser mamãe. Por isso, eu fiz a ceninha safada do elevador para compensar voces. E se preparem, que a partir dessa, eles vao virar tipo... ninfomaniacos. HAHAHAAH
Brinks... ou nao... Enfim, se tiver bastante reviews posto mais um antes da meia noite. Nossa, pareceu historia da cinderella...
Anyway,
Beijoos
Até amanha ou até mais tarde..
Agora vou assistir Senhor dos Aneis....
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