The Second Chance
3 End Of The Dream
Notas iniciais
Depois dessa eu esperava uma noite de sono tranquila, mas não tenho um pingo de sorte. Assim que fechei a porta, abri a mala para ver se encontrava algum pijama ou coisa do tipo. Assim que abri a mala me deparei com um bilhete, nele dizia:
Se você esta lendo isso é porque ainda não morreu, isso é bom. As forças de Gaia estão crescendo cada vez mais, ela vai despertar em breve, e sua ajuda é essencial. Aqui estão algumas roupas que eu separei e uma espada de ferro estígio, apesar de seus poderes você precisará de uma. Em breve você saberá do que estou falando.
Atenciosamente, Seu pai.
Mas de que poderes ele esta falando? Por que ao invés dele dizer que eu vou saber em breve ele não me diz logo? Hazel tinha razão, isso é muita informação para uma madrugada só.
Botei o pijama que encontrei e deitei. Não tinha percebido o quanto estava cansada até deitar. Fechei os olhos e cai no sono. É ai que os pesadelos começam.
Eu estava em uma espécie de cemitério abandonado. Não tinha nenhuma outra construção por perto e era apenas um campo cheio de lapides e túmulos. O lugar estava bem calmo, havia uma chuva gelada e fina, mas não me incomodei. Fui caminhando em meio as lapides até uma voz aparecer.
– Ora, o que temos aqui? Uma filha de Hades sem memória? – a voz era algo difícil de explicar, não é humana – Está fácil até demais – demorei um pouco até perceber que a voz vinha da montanha, e que tinha um rosto na montanha.
Todo o desespero tomou conta de mim, um rosto na montanha falando comigo, até pra um sonho isso é estranho. Quem era ela?
– Perdão, ainda nem me apresentei – ela disse, como se lesse minha mente – sou Gaia, deusa da terra, filha do próprio Caos. Não tema querida, você não precisa morrer. É só se juntar a mim.
Alguma coisa me dizia que isso não era boa ideia. Eu podia estar sem memória, mas sei que não se devem aceitar propostas de deuses com cara de montanha em pleno cemitério.
De repente, uma névoa apareceu, fazendo com que eu não enxergasse nada a meus pés. Quando ela se extinguiu percebi uma lapide que não estava ali antes. E nela estava escrito meu nome.
– Eu não posso te matar em seus sonhos, ainda não estou tão forte. Mas fique calma, não vou me esquecer de deixar uma morte bem dolorosa. Aguarde-me.
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