The Score
19 Capitulo 19- O trabalho e mais uma viagem.
Notas iniciais
O chuveiro ainda estava ligado e a água caia nas costas dele, o deixando completamente molhado como eu. Mas eu estava gostando daquela situação, os toques dele me excitavam cada vez mais.
E ele não parava, parecia tão empolgado com aquilo quanto eu. Gradativamente, ele deslizou a mão que estava na minha barriga, até a minha buceta, apertando-a com força, e puxando meu cabelo cada mais mais forte, e eu comecei a gemer:
– Diz pra mim que você sentiu falta disso diz.
Ele continuava a me tocar, mais e mais, seus dedos molhados antes por causa da água, agora estavam molhados por conta da minha excitação.
Eu abri as pernas levemente, para que ele continuasse com os toques, e assim ele fez, com um único dedo, ele penetrou minha buceta lentamente, sem agressividade, e eu soltei um gemido mais alto:
–Eu sabia que você tinha se guardado pra mim, Anastásia!
Ele soltou um sorriso maldoso, e continuou com aquilo, tocando minha buceta mais rápido, fazendo um carinhoso tão delicioso dentro dela, que eu chegava a colocar minha mão sobre a dele, para que ele penetrasse com mais força. Mas ele não o fazia, era calmo, paciente e cada vez mais excitando, continuava puxando meu cabelo, me fazendo erguer a cabeça e gemer mais e mais pra ele.
Eu já podia sentir o pau dele, bem duro atrás de mim, roçando enquanto ele continuava a me masturbar. E ele enfiava cada mais rápido o dedo e segurava lá dentro, me fazendo soltar alguns gritinhos bem abafados:
– Pede, Anastásia.
Eu não ia me render, não ia me entregar pra ele, assim de bandeja. Mas eu não negava que ele era bom naquilo, ele movimentava o dedo dentro da minha buceta, socando o dedinho lá dentro, me deixando mais louca de tesão ainda. Mas ainda era eu quem estava no controle, então eu rapidamente, troquei as posições, o encostando com força na parede do Box, e encostando meu corpo no dele, o olhando fixamente, e por incrível que pareça, era quase impossível estar com ele, sem querer dar pra ele, seja o jeito com que ele me olhava, apertando os olhos em cima de mim, ou o toque gostoso que ele tinha.
Eu encostei minha boca na nele, roçando a pontinha da minha língua nos lábios dele, e ele não resistiu, segurou minha cintura com as duas mãos, e colou meu corpo com força em cima dele:
– Porque você faz isso comigo?
Ele sussurrou e eu dei de ombros, continuando com o que estava fazendo, dando beijos na boca dele, mordendo bem devagar, sentindo a respiração acelerar a cada movimento meu.
Mas ele também não se continha, deslizou as mãos até minha bunda, a apertando com força, deixando seu pau bem encaixado entre minhas pernas, roçando na minha buceta, bem duro, e começou a fazer pequenos movimentos de vai e vem, o que me
deixou mais excitada ainda:
– Me fode vai, Christian.
– Não precisa pedir duas vezes.
E antes que eu pensasse demais, ele trocou de posição comigo, me encostando na parede e levantou uma de minhas pernas, até a cintura dele, enfiando o pau de uma vez só, com tanta força e que soltei um grito alto e longo.
Ele socava cada vez mais forte, empurrando o pau até o talo, e quanto mais eu arranhava as costas dele, mais forte ele me fudia, Não demorou muito para eu finalmente gozar, e logo depois ele também se junto a mim e também gozou.
– Uma esposa fogosa desse jeito ainda pode me dar muito trabalho.
Nós rimos e ele me abraçou com força, me puxando para debaixo do chuveiro com ele. Eu já não podia mais dizer que não. Eu realmente estava afim daquilo, eu queria sim viver aquela vida com ele. Eu não sabia dizer o que ele tinha feito comigo, mas realmente tinha mudado meu modo de vê-lo. Não era mais o assassino, era só... Meu marido!
– Obrigada por ter ido comigo, ontem a noite!
– Não há de quê, senhor! E pelo o que eu soube, há muitas garotas interessadas em você lá, não é? – disse, me lembrando do que Victoria tinha comentado.
Ele respirou fundo e passou a mão no meu rosto, tirando o excesso de água antes de finalizar:
– Eu não vejo mais ninguém. Pra mim, só existe você Sra. Grey.
E assim ele desenhou um sorriso no rosto e me deu um selinho demorado, que fez com que eu acreditasse que aquilo era realmente verdade!
Quando eu finalmente estava pronta para ir trabalhar, já era 8:40 da manhã e obviamente eu chegaria atrasada no trabalho. Eu vestida uma calça social azul escuro, uma camisa de botões rosa claro, e salto alto preto. Christian também estava vestido socialmente, com seu terno, como de costume, e enquanto atravessávamos juntos o jardim até o carro, eu lhe pedi:
– Me dá uma carona?
– Hoje, não! – ele disse, grosso.
– Mas, porque? Você ta atrasado?
Ele colocou a mão no bolso imediatamente, e me entregou uma chave, e eu não acreditei:
– Porque você dirige O carro é seu!
Eu parei, e o olhei fixamente;
– Você vai me dar o seu carro?
– Não. Eu vou lhe dar o ‘seu’ carro.
– Eu não acredito!
Eu pulei em cima dele de alegria, dando um abraço forte e um beijo demorado.
– Eu ia lhe dar ontem a noite, mas ... estávamos meio ocupados. – ele riu.
Eu peguei a chave e entrei no carro, o ligando, sentindo o motor daquela máquina que não custava menos de 60 mil dólares, com certeza. Pela janela do carro, ele parecia feliz, vendo a minha felicidade e completou;
– Tem mais um presente pra você!
Ele disse, fazendo referencia a uma caixa pequena que tinha no banco do carona, eu a peguei e olhei pra ele:
– O que é?
– Abra!
Eu abri imediatamente:
– Não acredito. É um celular?
E não era um simples celular, era daqueles modernos, caros, que entra na internet, tv, e quase te leva pra jantar no espaço.
– Estava mais do que na hora de você ter um, não é? – ele riu. – Agora saia daí e vem dar um beijo de bom dia no seu marido!
Ele sorriu, e eu saí do carro imediatamente, lhe dando um abraço apertado:
– Obrigada!
– Não há de quê, madame! – ele concluiu.- Eu posso lhe dar o céu, Anastásia. Só basta você querer!
Eu cheguei no escritório as 9 e vinte, e para o meu azar, todos já estavam lá, inclusive o Jake, que logo veio falar comigo, assim que eu me sentei na minha mesa:
– Bom dia, flor do dia! Dormiu mais que a cama hoje?
Ele era tão bonitinho, e era tão fácil conversar com ele:
– Ér, pois é. Nossa, eu to morrendo de fome!
– Eu trouxe café e donuts, você quer?
– Porque você trouxe donuts pra cá?
– O pessoal pediu, e eu fui comprar. Aceita?
– Claro que sim!
Eu sorri, simpática.
Com a manhã...Turbulenta que eu tive, eu acabei não tomando café da manha em casa. Comi uns donuts, e imediatamente liguei o computador:
– Então, como está o caso Billy Jones?
– Complicado. Você sabia que ele batia na mulher?
– Era de se imaginar. Ela é uma ex garota de programa, deu um golpe quando engravidou dele.
– É mesmo? Eu não sabia disso...
– Mas ela não é má pessoa, não acredito que tenha sido ela.
– Como você sabe disso tudo?
– Eu ia pegar esse caso antes de você, mas o chefe me deu outro: Tyler Bowson. Garoto de 8 anos, estuprado e morto.
– Uau! Já tem suspeitos?
– Eu desconfio de um serial killer, mas não tenho certeza. Já to nesse caso a 2 meses, ta me deixando louco. – ele disse, passando a mão no cabelo e voltando a olhar pro computador.
Mas antes que eu pudesse continuar conversando, uma mulher parou na frente da minha mesa e disse:
– Aquela mulher da recepção disse que você é a det. Grey.
– Sim, sou eu, e você é....?
– Joanne Parker, eu trabalho na casa do falecido Billy Jones!
– Oh! Sente-se, querida!
E lá estava a principal suspeita de assassinato de Billy Jones.
– Como sabe, eu te chamei aqui para uma conversa, nada mais que isso. Bom, a quanto tempo você trabalha na casa dos Jones?
Eu perguntei enquanto pegava meu bloco de notas dentro da bolsa.
– A uns 2 anos.
Ela parecia calma, vestia uma roupa toda preta, com o cabelo cortado bem curto, exibia um estilo meio roqueiro.
– Você pode me contar o que aconteceu na noite em que seu patrão foi assassinado?
–Bom, a senhora Jones tinha ido viajar, e dispensou todos os empregados, me deixando sozinha com o Benjamin, o filho dela de 7 anos. A noite, estávamos na sala de estar quando o senhor Jones recebeu uma ligação no celular e sai de casa, meio transtornado sem dizer para onde ia. Quando fomos dormir, por volta das 11 da noite, o senhor Jones ainda não tinha voltado, e de madrugada, Benjamin apareceu no meu quarto, as 2 e pouca da madrugada dizendo que o pai dele estava dormindo perto da piscina. Eu me levantei da cama e fui ver se aquilo era mesmo verdade...Foi aí que eu o vi, caído no chão com um ferimento na cabeça, e imediatamente eu liguei para a polícia e para a ambulância.
– Espere...Você está me dizendo que quem achou o corpo do senhor Jones foi o Benjamin? O filho do casal...de 7 anos de idade? – eu fiquei perplexa.
– Sim. Por isso eu fiquei tão mal essas duas semanas. Benjamin não é um menino ruim, é até muito carinhoso, mas com a morte do pai ele quase não come mais.
– E o celular do senhor Jones, você achou?
– Não. Todos os pertences que estavam com o senhor Jones, a policia levou.
– É claro. – eu sussurrei. – Bom, muito obrigada, Joanne. Você ajudou muito!
A garota foi embora, e eu fiquei perdida. Se ela não era a culpada, quem era? O cara recebe uma ligação e é assassinado dentro de casa...eu realmente tinha um caso grande nas mãos e não fazia ideia de quem poderia ser meu assassino. Se bem que eu não descartava a ideia de um assalto planejado, mas quem quer que tenha sido, sabia muito bem como entrar na casa e como agir.
Eu estava nunca encruzilhada, definitivamente de mãos atadas:
– Hey, Grey? – ele me chamou.
– Hã, Oi? ...desculpa, eu tava distraída.
– Topa um almoço? Tem um barzinho ótimo a duas quadras daqui e a comida dela é incrível.
– Claro, claro! Eu to morrendo de fome!
Eu sorri, já esperando ansiosa para a hora do almoço que demoraria umas 3 horas ainda.
Desde que eu comecei a trabalhar lá, o Jake foi o primeiro com quem eu imediatamente tive um contato maior, logicamente porque ele foi meu tutor, mas algumas pessoas vieram me dar as boas vindas, tipo o Harry Clevent e a Nancy Bellmont que também são detetives. Mas todos ali era muito, muito ocupados, mas como o Jake era meu vizinho de mesa, era bem mais fácil manter um contato maior com ele.
– Bora comer?
Ele rodou a cadeira giratória para mim, sorrindo e já vestindo seu paletó.
As horas tinham voado e quando eu menos percebi, já era a hora do almoço. Eu peguei minha bolsa nós saímos, com um pessoal que também ia almoçar. Como ele mesmo tinha falado, o lugar não era tão longe do escritório, e tinha mesmo a aparência de um barzinho.
Nós nos sentamos em uma mesa, e o resto do pessoal ficou no balcão mesmo. Pedimos o almoço, e começamos a bater um papo bem descontraído:
– Então, eu soube que você é casa com o milionário da Califórnia: Christian Grey, é verdade?
– Pelo visto é difícil guardar segredo por aqui, não é? – brinquei.
– Qual foi, Annie. Todo mundo aqui é detetive, a gente tem que saber um pouco da sua vida. – ele riu.
– Bom, sendo assim: Sim, eu sou casada com Christian. E agora me fale de você, senhor Jake Lewis...tem esposa?
– Sem esposa e sem filhos.
– Sério?
– Sim. Ando muito focado no meu trabalho, eu lutei muito pra chegar aqui sabe, e gosto do que eu faço, quero continuar assim por mais uns 2 anos pelo menos.
– Entendi. Mas você não tem uma namorada, ou sei lá...
– Você está me cantando, senhora Grey? – ele brincou.
– Não, bobo. Mas é que você é um rapaz simpático, me ajudou muito quando eu cheguei e é bonito também. – finalizei, sem graça.
– Bom, devo dizer que você também é linda. – ele me olhou fixamente. – Antes de te conhecer eu já gostei de você sabia?
– Corta essa, Jake. – eu ri.
– Não, estou falando sério. Você é casada com um dos caras mais ricos do país, e poderia ficar muito bem em casa pagando de dondoca o dia todo, mas não, você trabalha, e se importa de verdade com o que faz...pude perceber isso pela sua vontade de fazer tudo certo lá na adaptação. – ele comentou entre uma garfada e outra.
– Bom, eu diria que a vida me ensinou muita coisa, e uma delas era que eu devia correr atrás de tudo o que eu quisesse.
– Concordo. Então, proponho um brinde á vida... – ele sorriu e levantou o copo de suco. — e pelas novas amizades!
– Às novas amizades! – eu sorri e brindei com ele!
O dia passou tranquilamente, depois que Joanne foi lá eu fiquei ainda mais perdida no meu caso, mas continuei investigando, lendo e relendo o depoimento de Joanne e Violet, sem chegar a um suspeito em si.
Quando chegou o fim do meu expediente chegou, tudo o que eu queria fazer era finalmente ir pra casa e tomar um bom e demorado banho.
Eu me despedi do pessoal e deixei o escritório rapidamente.
Mas antes que eu pudesse chegar no meu novo carro, o celular que Christian havia me dado naquela manhã toca, e no visor aparecia uma ligação do próprio:
– Oi, querido!
– Oi, querida...
– Estou indo pra casa, onde você está?
– Me desculpe, tenho que viajar, não posso falar muito agora...
–Viajar? – interrompi. – Mas pra onde?
– É uma viajem de negócios, me desculpe, também fui pego de surpresa, volto em 3 dias, ok?
– 3 dias? – eu repeti. – Não me diga que aquela piranha está com você...
– É claro que sim, Anastásia...
– Ah é? Ótimo, faça bom provei...
Tu-tu-tu. Sim, ele desligou na minha cara! Mas que porra, quem será que ele tava pensando que era? Eu entendi que ele tinha que ir viajar a trabalho e isso não era problema, mas logo com aquela mau-carater da Elena? E onde será que eles iam dormir...em um hotel? Abraçados? Sei lá....e agora que eu não ia saber de nada mesmo! Mas isso não ia ficar assim, ele se engana se pensou mesmo que eu ia ficar por baixo. Eu entrei dentro do carro com raiva e disquei o único número que eu sabia de cabeça:
–José, dorme lá em casa hoje?
Ta bom, eu confesso que fiquei muito puta da vida porque a Elena ia viajar com ele, mas eu não podia fazer muita coisa a respeito, e esse era o problema: Eu teria que ficar sentada em casa sabendo de que a cobra da secretária dele faria de tudo pra roubar o meu marido de mim, e provavelmente ela deveria conseguir alguma coisa, porque eles iam ficar 3 dias fora e Elena é uma mulher muito bonita, eu reconhecia isso, enfim, eu não ia ficar de Amélia chifruda em casa, e para isso eu chamei o José:
– Hoje? – ele pareceu surpreso.
– Sim, o Christian foi viajar.
– Ah...mas, só pode ser hoje?
– Porque? O que aconteceu?
– Não é nada..mas é que...
– Fala logo, José.
– Eu conheci uma gata muito gostosa, Annie...E ela vou dormir aqui hoje...você sabe...
– Ah! – eu exclamei, triste. – Não, deixa pra lá, então. – eu sorri, disfarçando.- Tudo bem!
– Mas você não vai ficar triste comigo, não?
– Relaxa, ta tudo bem. Hey, e vê se usa camisinha, ouviu?
– Eu sempre uso, gatinha. – Ele sorriu e desligou.
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