The Right Choice
4 I Gotcha, Girl!
Notas iniciais
Em Beverly Hills, Amy levantou-se da cama, foi até o banheiro se olhar no espelho. Para a sua alegria, a marca roxa havia sumido.
— Wohoo! Gritou Amy pulando de alegria.
Catarine estava passando pelo corredor quando ouviu Amy gritar. Ela bateu na porta e disse:
— Você está bem, filha?
— Melhor impossível mãe. Disse Amy correndo para a porta do seu quarto. Quando abriu a porta, levantou a franja e disse:
— Você está vendo alguma mancha mãe?
— Não. Que maravilha filha. Respondeu Catarine sorridente.
O celular de Amy começou a tocar e ela correu para atender.
— Alô?!
— Amiga! O que houve? Por que não veio para a escola hoje? Perguntou Britney.
— É que ontem eu caí e bati com a testa no chão. Nisso ficou uma marca roxa enorme na minha testa. Respondeu Amy.
— Então você deve está horrível. Sugeriu Britney.
— Não! Respondeu Amy.
— Não?! Como assim? Então por que não veio para a escola? Perguntou Britney.
— É que eu acordei agora e vi que a marca sumiu. Respondeu Amy.
— Ai que bom! Se liga, hoje eu e a Tiff vamos passear no shopping. Que tal?! Vamos?! Convidou Britney.
— Espere aí. Amy colocou a mão no celular e falou com a sua mãe:
— Posso ir ao shopping com as meninas?
— Pode. Respondeu sua mãe.
— Vamos amiga! Disse Amy para Britney e as duas ficaram gritando.
Naquele momento, Joe estava descendo do jato com suas malas e indo para o portão principal do colégio interno. A escola se localizava numa região próxima a uma linda reserva florestal. Joe ficou maravilhado ao ver a reserva. Ele foi entrando na escola, cheio de malas. Quando as meninas o viram, ficaram suspirando. Como ele já estava acostumando com isso, ou até mesmo coisa pior, sorriu e acenou para elas.
Alexia estava indo para o ensaio das líderes de torcida. Mas quando viu Joe, ela parou e falou:
— Eu não acredito que é ele mesmo. Ele é meu. Somente meu.
Ela foi correndo até ele e disse:
— Oi! Então você é o novato?!
— Sim, sou eu. Respondeu Joe.
— Prazer, Alexia Evans.
— Prazer, Joe Beckham e disso você já deve saber. Disse ele sorrindo.
Ela sorriu sedutoramente para ele. Ele já ia andando, ela foi atrás dele e falou:
— Ei! Eu posso te levar para você conhecer cada canto da escola, é claro, se você quiser.
— Pode ser depois? É que eu estou exausto. A viagem foi muito longa. Disse Joe se espreguiçando.
— Claro! Quando você quiser. Disse ela sorrindo para ele.
Joe foi andando para o dormitório carregando suas malas. Chegando lá, Joe jogou as suas coisas num canto e se jogou na cama. Minutos depois, entrou o seu colega de quarto dizendo:
— Bem-vindo, novato.
— Por que todos aqui me chamam de... Quando Joe viu que era o seu amigo de infância Derek, ele disse:
— Cara, eu não estou acreditando que é você — Joe se levantou e disse — Toca aqui cara.
— Quem não está acreditando sou eu. Cara, o que você está fazendo aqui? Sei que não foi opção sua vir para cá. Concluiu Derek.
— Eu acho que estava pisando muito na bola. Meus pais não aguentaram mais e aqui estou eu. Disse Joe.
— Como sempre aprontando — Derek riu — Ainda se lembra de como se joga basquete? Perguntou Derek.
— Claro! Basquete é como andar de bicicleta, depois que a gente aprende, nunca mais esquece. Respondeu Joe.
— Então bem-vindo ao time! Disse Derek.
— Como assim? Eu mal cheguei e não conheço ninguém, ninguém me conhece. Pelo menos pessoalmente. Não cara, eu não posso aceitar. Valeu mesmo, mas não posso, não agora. Disse Joe.
— Você já está no time, cara. Não é uma opção sua. Todos os garotos que entram na escola, automaticamente terão que fazer um teste para o time, e isso é obrigatório. Como eu sei que você joga super bem, você já está no time. Explicou Derek.
— Se é assim, então está bem. Disse Joe.
— No shopping, Amy e suas amigas estavam passeando, até que Britney disse:
— Amigas, que tal nós irmos no play?! Com certeza tem algum gatinho para a gente conhecermos lá.
_ Vamos! Respondeu Amy e Tiff.
Chegando lá, elas foram direto para o brinquedo de dança de rua, que como Britney disse, tinha não só um, mas três gatinhos na fila. Elas ficavam conversando e não tiravam os olhos deles. E eles retribuíam os olhares. Elas ficavam falando quantas vezes já ganharam esse jogo. Amy é claro, era a que mais se sentia. Até que um dos garotos virou-se e perguntou:
— Já que vocês jogam tão bem esse jogo, quem vai me desafiar?
Elas ficaram uma olhando para a outra e Amy falou:
— Eu.
— Se eu ganhar, qual vai se o meu prêmio? Perguntou ele olhando fixamente para Amy.
— Que tal, direito a três desejos?! E isso e só porque sou muito boazinha. Disse Amy.
— Só isso?! Disse ele.
— O quê?! — Bradou ela — Querido, eu transformei um “prêmio” em três, quer mais o quê?
— Brincadeira. Disse ele sorrindo.
— Sem graça. Disse ela revirando os olhos com cara de tédio.
— Você está parecendo uma gênia da lâmpada, com essa de três desejos. Disse ele rindo.
— Ridículo — revirou novamente os olhos — Mas vamos a o que interessa. Qual é o seu nome?
— Jason, e o seu? Perguntou ele.
— Amy. Respondeu ela.
— Se você ganhar, o que vai escolher? Perguntou Jason.
— Surpresinha... Não posso dizer. Disse Amy com um olhar meio perverso.
— O meu não vou fazer questão de surpresas. Pelo menos, não para os dois primeiros. Disse ele.
— Então me diz, quais são eles? Perguntou ela.
— Vai ter que me acompanhar para dois lugares. Primeiro para o cinema e depois para uma balada. Respondeu ele.
Chegou a vez deles. Amy subiu no brinquedo e ficou se alongando. Enquanto Jason escolhia as músicas.
— Boa sorte, gatinha. Disse Jason.
— Fique com ela para você, porque eu não vou precisar disso, gatinho. Respondeu Amy.
O jogo começou com a música dos Black Eyed Pears “Pump it”. Os dois estavam jogando sério. Quando a Fergie começou a cantar, Amy é claro começou a se soltar mais ainda, rebolando com o maior charme hipnotizando Jason. Ele perdeu completamente a noção do jogo e Amy ganhou.
— Eu te avisei que não ia precisar de sorte, querido. Disse Amy cheia de si.
Britney e Tiffany ficaram comemorando.
— O jogo ainda não acabou. Disse ele colocando no segundo round.
— Está bem. Disse ela com um sorrisinho sínico.
O segundo round iniciou com a música do Usher. Como Amy não a conhecia, ficou toda perdida e Jason ganhou.
— Isso não vai ficar assim. Disse Amy meio irritada.
O terceiro round começou com a música do Chris Brown. E dessa vez, Amy arrasou mais que na primeira, porque ela ficou soltinha do início da música até o fim.
— Ha! Ha! Ha! Venci. Disse Amy feliz da vida.
— Diz logo, o que quer que eu faça? Perguntou Jason.
— Vem comigo. Disse Amy chamando ele com o dedo.
— Eles foram até os seus amigos. Enquanto isso, Britney e Tiffany estavam ficando os amigos de Jason.
— Oi gente! Gritou Amy com intenção de assustá-los.
Eles levaram um susto tão grande que chegaram a pular.
— Ai Amy, que droga! Quase que nos mata de susto. Disse Tiff.
— Ha! Ha! Me desculpe, gente. Vocês vão querer ir ao cinema? Aproveitem que o Jason prometeu pagar a entrada de todo mundo. Disse Amy rindo e olhando para o Jason.
— Prometi? Perguntou ele.
— A aposta, esqueceu? Perguntou Amy arqueando a sobrancelha.
— Ah, é claro. Legal. Disse ele com uma cara nada boa, até porque não tinha grana o suficiente para pagar para todos.
E o amigo dele Billy que estava ficando com Britney, disse:
— Cara, eu não sabia que estava podendo tanto, se não...
— Não, eu não vou pagar de todos. Só vai dar para pagar duas entradas. Disse Jason irritado.
— Ai, está bem. Então cada um paga a sua e fica tudo certo. Vamos então? Perguntou Britney.
— Vamos! Disseram todos juntos.
Em Michigan, Joe estava andando pelo colégio sozinho e pensativo. Quando Alexia o viu, correu até ele e disse:
— Por que não me avisou que queria conhecer a escola agora?
— Foi mal, é que acabei me esquecendo. E também você tem ocupação na escola. Pelo o que vi, você é líder de torcida. Mas se ainda quiser me apresentar, fique a vontade. Respondeu ele.
Alexia sorriu para ele e disse:
— Vem comigo.
Eles ficaram andando pela escola, ela mostrando cada ponto, o apresentando para o pessoal mais popular da escola e depois ficaram conversando sobre vários assuntos.
— Eu tenho que te levar num lugar. Mas, que fique entre nós dois, porque ele é secreto. Disse ela o puxando pelo braço.
Em um dos corredores da escola havia uma porta que era meio que escondida. Eles entraram, ela fechou a porta e falou:
— Pode ir descendo.
Ele desceu, mas quando viu os instrumentos, ficou feliz, pegou o violão, sentou num Puff e começou a cantar e tocar. Alexia sentou do lado dele e ficou admirando ele cantar. Quando ele terminou, Alexia pegou o violão das mãos dele, colocou num canto e foi se aproximando dele. Joe, ele percebeu logo a intenção dela, pegou no pescoço dela e a beijou.
— Consegui! Pensou ela.
Quando Joe se lembrou de Amy, parou o beijo, se levantou e disse:
— É... Então... Eu acho que a gente está indo rápido demais, não?!
— Você tem razão. Ai, que vergonha. Agora você vai ficar pensando que eu sou uma atirada. Desculpe-me. Disse ela fingindo está envergonhada e arrependida, abaixando a cabeça e apoiando-a com a mão.
— Não, que isso! Eu não penso isso de você não, Amy. Disse ele.
— O quê?! Meu nome é Alexia, esqueceu?! Quem é Amy? Perguntou Alexia indignada.
— Foi mal. É só uma amiga aí. Respondeu ele sem graça coçando a nuca.
— Ah tá... Não, está tudo bem. Isso acontece mesmo. Disse ela.
— Eu vou indo então. Valeu por tudo e a gente se ver por ai. Disse Joe subindo as escadas.
— Até mais. Disse ela acenando para ele.
Quando ele subiu e fechou a porta, ela com um tom eufórico, disse:
— Enfim, dei o primeiro passo.
Na fila do cinema, Amy e Jason ficaram conversando, enquanto seus amigos não paravam de se beijar.
— Será que não mereço nem um prêmio de consolação? Perguntou ele.
— E por que deveria? Perguntou Amy.
— Ah... Disse ele desanimado.
Amy sorriu para ele. A fila andou, eles entraram na sala de cinema e sentaram nas últimas poltronas e ficaram assistindo ao filme. Jason ficava o tempo todo olhando para Amy, ela percebia, mas fingia que não via.
— Que porcaria de filme! Você tem uma ideia boa de distração até o final disso? Perguntou Amy olhando para Jason.
— Eu tenho uma ideia muito boa. Respondeu Jason se aproximando de Amy.
Amy também queria beijá-lo e foi se aproximando dele. E eles ficaram até o final do filme se beijando.
As luzes do cinema acenderam, as pessoas saíram e eles continuaram lá ainda se beijando. O lanterninha foi até eles e disse:
— A sessão já acabou. Será que vocês poderiam se retirar, por gentileza?
Eles pararam de se beijar e Jason disse:
— Claro.
Eles se levantaram de mãos dadas e foram saindo. Amy estava vermelha de tão constrangida que ficou.
— Você fica tão linda vermelhinha de vergonha. Disse Jason sorrindo para Amy.
— Eu estou toda vermelha? Perguntou Amy assustada.
— É... Um pouco. Mas está linda do mesmo jeito. Respondeu ele.
— Eu sei disso. Disse ela tentando esconder sua timidez.
Britney e Billy chegaram dizendo:
— Onde vocês estavam? Ficamos procurando vocês no shopping todo e não achamos.
— É que lá dentro estava tão bom que ficamos mais um pouco. Disse Jason olhando para Amy.
Amy olhou para ele sorrindo e disse:
— Onde fica essa boate que você quer levar a gente?
— Boate? Perguntou Jason sem entender nada.
— Alô?! Balada?! Aquela que você falou que se ganhasse iria me levar. Disse Amy.
— Ah! Claro, a balada. É aqui perto. Você quer ir agora? Perguntou ele.
— Claro que sim! Vamos? Perguntou ela.
— Vou dar um toque para o Chad. Ele está com a outra garota, não é?! Disse Billy.
— A Tiffany?! Perguntou Britney.
— É essa mesma. Disse Billy discando o número de Chad.
— Cara, vocês estão aonde? Perguntou Billy.
— Comprando sorvete para a Tiffany, por quê? Perguntou Chad.
— Olha só, nós achamos o Jason e estamos indo para o estacionamento do shopping, se estiver mais próximo, espere a gente lá. Ok? Perguntou Billy.
— Pode deixar. Disse Chad desligando o celular.
Eles foram até o estacionamento, Tiffany e Chad já estavam os esperando. Eles entraram no carro e foram para a balada.
Chegando lá, todos ficavam estranhando Amy e suas amigas, até porque era uma balada Haven. Elas nem ligaram e foram para o meio da pista com eles. Eles ficaram lá dançando a noite toda.
— Vem comigo. Disse Jason puxando Amy pela mão.
Ele a levou para um canto e eles ficaram lá se beijando. Todos estavam curtindo o som, uns dançando, outros bebendo e o DJ só soltando o som.
Enquanto isso, a mãe de Amy entrou na boate, subiu as escadas que iam para a cabine do DJ e falou:
— Pare o som agora!
— O quê?! Quem deixou você entrar aqui, coroa? Perguntou o DJ.
— O quê?! Além de estranho, ainda é sem educação. Sai daí, antes que eu acabe com a "curtição" de vocês. Bradou ela.
— Está bem, mas o que você está fazendo aqui? Perguntou ele.
— Vim buscar a minha fugitiva. Respondeu ela com ironia.
— Então você quer levá-la para casa?! Vai até ela então. Disse ele fazendo gestos.
— É mais fácil a fazer passar vergonha, até porque tem muita gente aqui e não vou encontrá-la. Ande, me passe o microfone. Disse ela estendendo a mão.
Ele parou a música e deixou-a ficar numa parte da cabine que dava para ver tudo. Ela achou a Amy aos beijos com o Jason, pegou o microfone e começou a dizer:
— Amy Sophie Schneider, trate de sair agora dessa boate. Antes que eu te arraste pelos cabelos até em casa.
Ao ouvir o discurso de sua mãe, Amy parou de beijar o Jason e falou:
— Ai não! Ela me achou. Eu não acredito.
— Quem te achou? Perguntou Jason.
— Minha mãe. Ela vai me arrastar para aquele colégio brega. Droga! Eu tenho que ir. Disse Amy indo embora.
— Você acha que eu não estou te vendo aí se pegando num canto com um garoto? Ha! Ha! Te peguei, mocinha! Disse sua mãe sarcasticamente.
— Espere ai. Disse Jason segurando no braço de Amy.
— Não dá. Você vai ter que ficar se não vai ser pior. Respondeu Amy soltando-se e indo na direção da multidão.
— Muito obrigada, garoto esquisito! Agora você pode continuar com a tal “curtição”. Disse Catarine indo até a saída da cabine.
— De nada coroa. Vê se volta mais vezes. Respondeu o DJ.
— Sério? Perguntou Catarine surpresa.
— É claro que não. Respondeu o DJ secamente empurrando ela para fora da cabine, em seguida fechando a porta em sua cara.
— Mas que insolente! Bradou Catarine descendo as escadas.
Amy saiu da boate correndo. Mas quando chegou à rua seu pai estava a esperando. Ela começou a chorar desesperadamente e falou:
— Por favor, pai, me perdoe! Mas eu não quero ir para aquela jaula.
— Eu sinto muito, Amy. Mas eu não posso. Esse assunto é com a sua mãe. Vamos, entre no carro. Disse Robert indo até o carro.
— Isso não pode está acontecendo. Disse Amy indo até o carro com as lágrimas rolando em seu rosto.
Do outro lado da rua, estava Catarine saindo da boate. Ela atravessou a rua e entrou no carro dizendo:
— É gatinha, Michigan te espera. Fique sabendo que suas malas estão prontas. Onde já se viu? Uma moça de classe enfiada nesse moquifo. Poupe-me em, Amy.
— Ah! Está bem, mãe. Poupe-me você! Bradou Amy brava.
— É por isso Robert que essa garota tem mesmo é que ir para aquele fim de mundo. Espero que pelo menos lá, você aprenda a ter bons modos, não se misturar com quem não presta e a não fugir. Disse Catarine.
Robert deu partida no carro e eles foram para casa. Amy correu para o seu quarto chorando, bateu a porta e pulou na cama. Ela chorou tanto que até dormiu cedo.
Enquanto isso, em Michigan, ao saber que teria uma colega de quarto, Carly ficou feliz.
— Até que enfim terei uma companhia. Disse ela.
— Mas, e eu amor? Perguntou Derek.
— Ah amor, você é meu namorado, então não é a mesma coisa que uma amiga. Respondeu ela o abraçando e dando beijos eu sua bochecha.
— E a Ivy? Ela não é sua amiga? Perguntou ele confuso.
— É diferente, amor. Vem cá. Mas fica tranquilo, porque não vai ser uma amiga nova que vai nos afastar e acabar com o que sinto por você, amor — Beijou-o.
— Hm... Acho bom! Disse ele entre beijos.
A Ivy foi até a porta do quarto de Carly e falou:
— Mana, ops... — ela viu que os interrompeu — enfim, você já está sabendo da sua colega de quarto?
— É, já estou sim. Respondeu Carly sorrindo.
— Que bom, mais uma amiga para você. Estou tão feliz por você, mana. Disse Ivy sorrindo.
— É, eu também. Disse Carly.
— É... Vocês estão ocupados aí, não é?! Então eu vou indo. Disse Ivy indo embora.
Ela ia andando pelo corredor com a cabeça baixa tentando decorar a música que está compondo. Quando ela chegou na curva do corredor, bateu de frente com o Coddy.
— Ai meu Deus! Me desculpe! Disse ela olhando para ele.
— Que isso, está tudo bem! E você? Perguntou ele.
— O que é que tem eu? Perguntou ela.
— Você está bem? Perguntou ele olhando nos olhos dela.
— Ah... Estou sim. Respondeu ela com um tom meio bobo.
Eles ficaram um tempo olhando um nos olhos do outro, até que Coddy disse:
— É... Eu preciso ir. Até mais. E foi andando coçando a nuca.
Ivy ficou suspirando ao vê-lo ir embora meio decepcionada de não ter acontecido nada do que esperava e foi até o seu quarto.
Joe estava no jardim, sentando na grama, lembrando-se de sua dança com Amy.
— Será que eu ainda vou te ver um dia garota? Pensou ele.
Enquanto isso, Alexia estava olhando ele de longe com algumas garotas e ela disse:
— Eu queria saber quem é essa tal de Amy que ele falou lá no porão.
— Deve ser uma fã que ele se apaixonou. Disse uma das garotas.
— O quê?! Não! Ele me disse que era só uma amiga dele. Mas... Ele pode está apaixonado por ela. Ele não pode. Ele tem que ser meu. Disse Alexia andando.
— Aonde vai Alex? Perguntou uma das garotas.
— Fazê-lo se apaixonar por mim. Respondeu Alexia indo até o Joe.
Ele estava sentando de costas para ela. Ela ajeitou o cabelo e falou:
— A noite está tão linda.
— Verdade. É você de novo, não é Alexia? Perguntou ele de costas para ela.
— É, sou eu. Acho que eu não consigo mais ficar longe de você. Respondeu ela.
— Hum! Disse ele entendendo tudo.
— Posso sentar aí com você? Perguntou ela.
— Claro! Respondeu ele sem olhar para ela.
Ela sentou-se ao lado dele e ele falou:
— Olha Alexia. É que eu quero que você saiba que eu...
Nisso que ele ia dizendo isso, ela o beijou. Ele ficou sem reação até que ela parou o beijo e falou:
— Eu estava sentindo falta disso.
— É... Então Alexia, eu não posso ficar com você. Isso não é certo, até porque eu estaria te iludindo, e eu não quero te iludir. Disse Joe olhando para ela.
— Então você tem namorada... Concluiu Alexia olhando para outro lado.
— Não, não é isso. É que eu acho que estou afim de outra pessoa e seria maldade eu ficar com você, não gostando de você. Entende? Disse Joe.
— Ah! Então é isso?! É a Amy? Perguntou ela.
— Não quero falar mais sobre isso. Disse ele.
— Qual a possibilidade de vocês ficarem juntos? Joe, você está aqui e ela... Ela está em algum outro lugar muito longe daqui. Joe, eu não me importo que não me ame, não agora. Mas eu posso te fazer me amar, é só você deixar. Disse Alexia colocando a mão no rosto de Joe.
— Você não se importa mesmo? Perguntou ele.
— Não. Eu te amo, Joe. Disse Alexia.
— Como você pode dizer isso para alguém que mal conhece? Perguntou ele.
— Eu te conheço muito mais do que imagina, eu vou te mostrar isso. E ela foi para cima dele de novo.
Joe olhou para trás e viu as amigas delas os olhando, elas acenaram para ele e ele para elas. Alexia olhou para trás, sorriu forçadamente e virou-se para Joe. Ele mesmo a beijou e falou:
— Já que você quer tanto, então vamos tentar.
— Você não vai se arrepender. E disso eu tenho certeza. Disse Alexia dando outro beijo nele.
— Ela conseguiu. Disse uma das garotas.
— Filha da mãe! Ela sempre consegue o que quer. Disse outra garota.
A noite estava indo embora e Joe começou a bocejar dizendo:
— Então, eu acho que já está na hora de eu ir. Até amanhã.
— Até, Joe. Respondeu Alexia dando um abraço nele.
Ele se levantou e foi indo para o seu quarto. Ele entrou, fechou a porta, deitou na cama e pensou:
— Que doideira essa que fui me meter. Em seguida ele dormiu.
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