Notas iniciais
E aí, gente? Então, esse aqui é o capítulo do reencontro do Joe e da Amy, no que será que vai dar, hein? rsrs Beijoos e boa leitura :*

No dia seguinte, em Beverly Hills, Amy acordou, foi tomar um banho e se arrumar para a viagem. Sua mãe estava escolhendo a roupa que usaria para ir até o aeroporto levá-la e o seu pai estava lendo jornal. Amy ficou pronta, desceu as escadas e foi tomar o café da manhã. Seus pais chegaram à sala de jantar e sentaram-se à mesa. O silêncio tomou conta daquela casa de tal maneira que qualquer ruído fazia um barulhão. Amy terminou de tomar seu café, levantou-se da cadeira e foi para a varanda esperar seus pais. Apesar de estarem chateados com Amy, Catarine e Robert estavam preocupados e tristes por sua única filha ter que ir para tão distante deles. Ainda que seja no mesmo país, mas é muito distante deles. Eles terminaram de tomar café, o segurança levou as malas para o carro, eles entraram e foram em destino ao aeroporto. Amy estava triste por não poder se despedir de suas amigas. Eles chegaram ao aeroporto, o pai de Amy foi até ela, deu um abraço forte nela e disse:

— Vê se te cuida, minha baixinha.

— Pode deixar pai. Respondeu Amy tentando conter-se para não chorar de novo.

— Será que eu também não mereço um abraço? Perguntou Catarine.

Amy olhou para ela com uma cara de esnobe e a ignorou. Catarine foi até Amy e falou:

— Quem deveria está magoada aqui com você sou eu, sabe por quê? Você traiu a minha confiança. Amy, eu confiei realmente em você. Você me prometeu que não fugiria mais.

— Se você não me proibisse das coisas que eu mais gosto, não é, Catarine. Respondeu Amy.

— Não se faça de vítima Amy, por favor. Vamos ser maduras por favor, até porque você não tem mais 9 anos. Sabe muito bem que eu não deixo você sair para lugares assim porque me preocupo com a sua segurança. Disse Catarine.

— Está bem, mãe. Agora você já conseguiu o que queria, me ver longe de você. Meus parabéns e faça bom proveito da minha distância. Disse Amy.

— Filha! Disse Catarine com um tom triste.

— Adeus. Respondeu Amy indo para o setor de embarque.

Seus pais ficaram lá vendo-a partir. Catarine ficou chorando e Robert a abraçou. Amy entrou no avião particular com o seu segurança e ficou vendo tudo pela janela.

Enquanto isso, em Michigan, Carly estava arrumando o quarto e Ivy estava a ajudando.

— Como que ela dever ser? Perguntou Ivy.

— Não sei, só sei que espero que sejamos grandes amigas. Respondeu Carly sorrindo.

Joe estava na quadra em seu primeiro treino no time da escola. O treinador estava satisfeito com o desempenho do novo aluno. Alexia estava arquibancada vendo o treino com suas amigas, gritando o Joe. Às vezes, Joe acenava para ela.

Enquanto isso, Amy estava no avião olhando para as nuvens, pensando em tudo o que aconteceu em sua vida. Tudo o que ela fez. E principalmente, o que mais marcou sua vida ultimamente, a dança com Joe. A aeromoça parou ao seu lado e disse:

— Deseja comer algo, senhorita?

— Não, obrigada. Eu estou bem. Respondeu Amy sorrindo.

Minutos depois, o avião foi aterrissando até chegar ao chão. A aeromoça começou a dizer:

— Senhores passageiros, o voo está sendo encerrado, desembarquem com cuidado na porta a sua esquerda e tenham todos, um bom dia. Obrigada pela preferência e volte sempre.

Amy e seu segurança desceram do avião, pegaram as bagagens, foram até a saída do aeroporto e ficaram esperando um táxi.

O treino encerrou e Joe foi até o treinador e ele disse:

— É, bem que o Derek me falou. Você tem talento, garoto. Parabéns, vocês está no time. E já está dispensado.

— Valeu. Quer dizer, obrigado treinador. Disse Joe muito feliz.

— Ok! Respondeu o treinador com sorriso no rosto.

Joe foi para o vestiário tomar um banho com seus colegas. No vestiário, os garotos só sabiam falar que Joe era demais e que deveria ser o capitão do time, apesar do time já ter um capitão, que era o Raymond.

Raymond era um garoto rebelde, o seu maior prazer é quebrar regras. Ele é um tipo de bad boy e não gosta de ser passado para trás. Se alguém o enfrentar, ele faz de tudo para acabar com a pessoa. Ele só ficava ouvindo os garotos elogiarem Joe, cheio de raiva por não ser mais considerado o melhor jogador da escola. Joe queria conhecer todos os seus colegas de time. Quando foi falar com Raymond, ele estendeu a mão e Raymond disse:

— Se você pensa que só porque sabe jogar bem vai roubar meu lugar, está muito enganado.

— Mas eu não quero roubar nada. Eu só quero jogar. Respondeu Joe.

— Eu já não fui com a tua cara, e você ainda fica fazendo esses trouxas ficarem te elogiando o tempo todo. Disse Raymond cheio de inveja.

— O quê?! Eu não obriguei ninguém a falar nada. E já que não foi com a minha cara, não sou eu que vou querer mudar isso. Disse Joe.

Raymond foi partir para cima de Joe, mas todos o seguraram e falaram:

— Você tá maluco cara? Ele não fez nada com você!

— Dane-se, o aviso foi dado. Disse Raymond indo embora.

Joe tirou o seu uniforme e foi tomar banho.

Amy entrou no táxi, o segurança informou o endereço ao motorista e eles seguiram viagem. Amy ficou olhando a estrada pela janela observando a diferença do lugar onde estava acostumada a viver.

Joe terminou de tomar banho, se secou, vestiu sua roupa e foi para a escola.

Amy chegou à faixada da escola, e ia saindo do carro, o segurança estava pegando as bagagens. E ele disse:

— Senhorita Amy, teria como você me ajudar, é claro se não for um incomodo, pelo menos com uma de suas malas. É que são muitas para que eu possa carregá-las sozinho, sei que sou pago para isso, mas tudo bem?

— Tudo bem, eu te ajudo. Respondeu ela pegando duas bolsinhas e uma mala média de rodinhas que estava leve.

Eles entraram na escola e foram andando até o dormitório onde Amy ficaria. Numa curva de um corredor, Amy estava puxando sua mala olhando para trás. Quando olhou para frente viu Joe e disse:

— Ai não!

Quando ele olhou para frente e a viu sorriu e disse:

— Eu não acredito...

E eles começaram a dizer juntos:

— Você?! O que faz aqui?! Aposto que me seguiu.

— Por que eu seguiria você, garoto?! Disse Amy com cara de esnobe.

— Porque você está apaixonada por mim. Respondeu ele.

Amy começou a ter um ataque de risos e disse:

— Você só pode está ficando louco. Então você que deve ter armado com a minha mãe. É claro! Droga!

— O quê?! Armado com quem?! Você só pode estar surtando. Disse Joe meio espantado não entendendo nada.

Alexia estava procurando Joe com suas amigas. Quando o encontrou, viu que estava conversando com uma garota loira.

— Quem é aquela garota? Perguntou ela.

— Eu não sei Alex. Ela só pode ser novata. Está cheia de malas e tem um segurança. Chique ela. Comentou uma das garotas.

— Que seja. Eu mesma vou descobrir. Disse Alexia indo até eles.

— Amor?! Eu estava te procurando. Disse Alexia com a mão no ombro de Joe.

Joe se virou e disse meio desanimado:

— Ah, Alexia.

Ela o abraçou e perguntou:

— Quem é a sua amiga?

— Essa é a... Amy. Respondeu Joe totalmente sem graça.

— Amy?! Amy... Disse Alexia olhando para o Joe e a Amy totalmente séria.

— Sim, sou a Amy e estou muito cansada. Vou indo para o meu quarto, que na verdade nem sei onde é, mas eu o encontro. Até mais. Vamos Tounner. Disse Amy indo embora.

— Então é ela a tal Amy?! Bradou Alexia.

—. Mas, Alexia, eu não tenho culpa. Não fui eu quem a trouxe. Eu nem a conheço direito. Explicou-se Joe.

— Não, tudo bem. Mas vocês já ficaram? Perguntou Alexia.

— Não. E eu tentei avisar a você que não isso não daria certo. Disse Joe.

— Confie em mim. Vai dar tudo certo, meu Joe. Disse ela colocando os braços nos ombros de Joe e o beijando.

Amy foi chegando até o seu quarto. Quando chegou, ficou olhando a decoração e perguntou a Tounner:

— Você tem certeza que tenho que ficar aqui?

— Sim, senhorita. Respondeu ele.

— Tenho que ligar agora para o meu designer. Disse ela pegando o celular e discando o número dele.

— R. Mayer designers, quem deseja? Disse a secretária do decorador da família de Amy.

— Amy Schneider. Então querida, eu desejo que vocês venham o mais rápido o possível para... Esse fim de mundo em que minha mãe me jogou e deem um jeito nesse lugar. Refiro-me ao lugar onde terei que dormir. Disse Amy.

— A que horas deseja que nossa equipe vá até aí querida? Perguntou a secretária.

— Agora! Respondeu Amy.

— Estou solicitando a presença de nossa equipe até o local. Mas, aonde se localiza esse lugar que você denomina "fim de mundo"? Perguntou a secretária.

— Michigan. Um colégio interno em Michigan. Por favor, sejam rápidos que eu quero voltar ao meu quarto e vê-lo lindo e decorado do meu jeito. Beijinhos. Disse Amy desligando o telefone.

Amy foi até a porta para ir conhecer a escola, quando abriu a porta deu de cara com uma garota e disse:

— Pois não.

— Oi! Então você é a minha nova colega de quarto. Disse Carly sorrindo.

— O quê?! Ninguém me falou nada de colega de quarto. Tounner! Bradou Amy.

— Eu não sei de nada. Disse Tounner.

— Então você vem para um colégio interno e não sabe que tem colega de quarto? Em que mundo você vive? Perguntou Carly rindo.

— No mesmo que você, garota que não sei o nome. Disse Amy.

— Ah, prazer! Meu nome é Carly Sparks. Eu também não sei o seu nome. Disse Carly.

— Amy Sophie. Mas me chame de Amy, colega. Disse Amy sorrindo.

— Sabe, gostei de você. Vejo que seremos grandes amigas. Disse Carly sorrindo.

— É, eu também gostei de você e assim espero. Disse Amy.

— Você já conhece a escola toda? Perguntou Carly.

— Não. Eu cheguei agora. Respondeu Amy.

— Então vem comigo. Disse Carly puxando Amy pela mão.

Elas foram conversando até as salas, no refeitório, na quadra, no campo, no jardim, no auditório... Resumindo, fizeram um turismo dentro da escola. Quando elas estavam perto da piscina, Carly viu Drake e disse:

— Amy, você tem que conhecer uma pessoa.

— Quem? Perguntou Amy.

— Um amigo muito legal, acredito que vai gostar dele. Drake! Respondeu Carly o chamando.

Ele olhou para elas duas e disse:

— Fala Carly.

— Eu quero que você conheça uma amiga nova. Esta é a Amy, e Amy este é o Drake. Disse Carly os apresentando.

— Prazer. Disse Amy.

— Prazer. Respondeu Drake.

— Eu tinha esquecido me esquecido que, eu tinha marcado com o Derek, meu namorado que eu ia assistir ao treino dele e já deve estar começando. Eu vou lá e vocês podem conversar à vontade. Beijinhos. Disse Carly indo embora. Drake e Amy estavam meio sem jeito. E Drake disse:

— É, só a Carly para fazer essas coisas.

— É. Você também é do segundo ano? Perguntou Amy.

— Sou sim. Que bom, somos da mesma turma. Disse Drake.

— É. Você mora aonde? Perguntou Drake.

E assim eles ficaram conversando e andando pela escola juntos durante aquela manhã, quase tarde. Eles foram para o refeitório almoçar. Quando chegaram lá, Joe e Alexia estavam na fila. Alexia ficava olhando para Amy fazendo caretas e gestos enquanto Joe não via e Amy por não levar desaforo para casa revidava enquanto Drake não via. Quando Drake viu Amy fazendo caretas, ele se assustou e falou:

— Você está bem, Amy?

Amy ficou sem jeito e respondeu com um sorriso amarelo:

— Sim, é... Estou.

— É que parecia que você estava em outro mundo conversando com um E.T. Explicou ele rindo.

— Mas eu estou no mesmo mundo em que você. Sabe aquela garota, ela está fazendo caretas e gestos para mim e eu só estou revidando. Disse Amy apontando para Alexia.

— Quem, Alexia? Eu não sabia que ela era tão infantil, e nem você de ficar dando confiança para ela. Disse Drake.

— Mas foi ela que começou. Mas quer saber? Eu não vou me rebaixar ao tipo dela. Disse Amy fazendo pose.

Drake ficou rindo. A fila andou, eles pegaram suas bandejas e sentaram numa mesa. Enquanto eles almoçavam, Drake falava coisas sem sentido para fazer Amy sorrir, e até que ele conseguia. Enquanto na outra mesa Joe não tirava os olhos deles. Quando Alexia percebeu disse:

— Joe!

— O quê? Ah, oi. Disse ele despertando.

— Você está com a cabeça aonde? Perguntou ela.

— No mesmo lugar em que está o restante do corpo. Respondeu ele rindo.

— Já que sua cabeça está aqui, será que você poderia parar de olhar para aquela mesa. Você está me constrangendo na frente de toda escola secando outra garota. Disse Alexia.

— Mas eu não estava olhando para ninguém. Alexia, isso já está virando paranoia e eu não vou aturar isso. Não por muito tempo. Disse Joe.

— Me desculpe meu amor. Disse ela querendo beijá-lo.

Mas quando Alexia tentou beija Joe, ele virou o rosto e continuou a almoçar. Amy olhava para eles no momento em que isso acontecia, e disse:

— Drake, eu já estou satisfeita. Podemos ir?

— Claro. Disse Drake após beber o suco.

Eles se levantaram da mesa em que estavam, levaram as bandejas até o lugar onde tinham que colocá-las e saíram do refeitório. Quando eles estavam andando no corredor Drake virou-se para Amy e perguntou:

— A Carly te falou, ou te levou no porão? Disse ele olhando para os lados.

— O quê?! Não falou e nem levou. Disse Amy.

— Então vamos, eu vou te levar lá. Mas você vai ter que me prometer que vai guardar isso em segredo. Disse Drake.

E Amy cruzou os dedos e deu beijos neles prometendo segredo. Drake levou ela até lá. Quando Amy viu, ficou fascinada e falou:

— Quando as pessoas me falam de porão, eu imagino um lugar feio, cheio de coisas velhas e sujas. Já aqui é totalmente o contrário, é incrível. Acho que estou começando a gostar deste lugar.

— Bem-vinda ao Instituto! Disse Drake sorrindo para Amy.

Amy foi até os microfones, e Drake perguntou:

— Você sabe cantar?

— Que pergunta, hein. Cantar todo mundo sabe, baby. Disse Amy rindo.

— Eu quero dizer, se você sabe cantar bem. Tem a voz bonita, de destaque. Explicou ele.

— Ah, para mim a minha voz dá para o gasto. Apesar das minhas amigas dizerem que ela é horrível, eu até que gosto dela. Respondeu Amy rindo.

— Então canta aí. Quero ver se dá para o gasto mesmo.

— Já que você insiste, eu vou cantar "I'm with you" da Avril Lavigne. Disse Amy rindo.

Drake ficou rindo também, pegou o violão, começou a tocar e a Amy a cantar:

"It's a damn cold night

Trying to figure out this life

Won't you take me by the hand?

Take me somewhere new?

I don't know who you are

But I, I'm with you

I'm with you..."

Eles terminaram de tocar e cantar. Drake colocou o violão num canto, eles sentaram no sofá e Drake disse:

— E eu que achei que toda patricinha se achava em tudo. Acho que me enganei com você.

— O que isso significa... Perguntou Amy.

— Você manda bem cantando. Disse Drake.

— Ah, obrigada. Disse Amy sorrindo.

— Acho não manda bem só nisso. Disse Drake ficando sério e olhando nos olhos de Amy.

— O que você quer dizer com isso? Perguntou Amy se fazendo de boba, até porque tinha entendido muito bem o que ele queria.

— Acho que você entendeu o que eu quis dizer. Disse ele se aproximando dela.

Amy se levantou do sofá dizendo:

— Acho que está acontecendo um mal entendido aqui. Me desculpe, Dray. Posso te chamar assim?

— Pode. Disse ele.

— Então, você fofo, lindo, engraçado e tal... Mas eu não estou afim de você, entende?! E eu não sou de ficar com garotos que estudam no mesmo colégio que eu... Eu também não quero arrumar relacionamentos sérios ou não. Se eu estou aqui para estudar, eu vou estudar, ou pelo menos tentar... Me desculpe. Disse Amy.

— Que isso, eu é quem devo desculpas à você, eu me empolguei demais. Disse ele.

— Não, tudo bem. Nós podemos subir? É que eu estou exausta. Disse Amy.

— Claro. Mandei mal te prendendo a mim, não é? Perguntou Drake.

— Claro que não, Dray. O meu quarto está em reforma. E também você não me prendeu, eu fiquei esse tempo todo contigo porque eu gostei de você. Disse Amy sorrindo para ele.

— Ah. Disse ele sorrindo.

— Vamos?! Disse Amy subindo as escadas.

Eles saíram do porão e Drake levou Amy até a porta de seu quarto.

— Obrigada por tudo, viu Dray. Eu amei te conhecer. Disse Amy dando um abraço em Drake.

— Eu também amei te conhecer. Disse Drake dando um beijo na bochecha de Amy.

Eles se soltaram e ficaram um olhando para o rosto do outro durante um tempo sem falar nada, até que Amy disse:

— O que foi, Dray? Por que está me olhando tanto?

— É que eu queria fazer uma coisa que eu só ia poder fazer se você quisesse. Mas deixe para lá. Até mais. Disse ele indo embora.

— Até. Disse Amy parada na porta de seu quarto o vendo ir embora.

Ela abriu a porta de seu quarto, quando viu a nova decoração ficou maravilhada.

— Agora sim, esse é um quarto digno de ser chamado de meu. Pensou Amy indo até sua cama e se jogando nela.

Enquanto isso, Alexia estava andando sozinha na beira da piscina, quando Raymond pegou em seu braço e ela disse:

— Está me machucando. Me solte, por favor.

— Você não dizia que machucava antes de conhecer aquele gayzinho. Disse Raymond.

— Quem? Joe? Ele não é gay. Ele é melhor que você e tem mais qualidades que você. Disse Alexia.

— Me diga uma, pelo menos. Disse ele.

— Grana, meu amor. Disse ela erguendo uma das sobrancelhas com um sorriso malvado no rosto.

— Essa sim é a minha Alexia. Disse ele puxando ela e a beijando.

Alexia o afastou e disse:

— Você só pode está ficando maluco. Ray, ninguém pode ver a gente assim, eu estou namorando o Joe agora.

— Ah é. Esqueci que agora você é a namoradinha dele de faixada. Já que a gente não pode mais ficar, eu vou indo. Disse ele virando para ir embora.

— Não! Espere. Você sabe que eu gosto mesmo é de você, não é Ray?! A gente pode... Sei lá, se encontrar num lugar mais reservado, aí sim, poderemos fazer o que quisermos. Disse ela beijando o pescoço dele.

Ele se virou e puxou ela de novo e falou:

— Então vamos pro meu quarto.

— Que parte do ninguém pode ver a gente junto você não entendeu? A gente tem que marcar um dia, uma hora em que ninguém esteja acordado, no mínimo. Disse ela.

— É, boa ideia.

Na biblioteca, Carly, Ivy e Zoey estavam pegando livros e conversando:

— Por que você e o Coddy não param logo com essa infantilidade e se declaram logo um para o outro? Todo mundo já sacou que vocês se gostam. Disse Zoey.

— Verdade mana. Disse Carly.

— Mas não pegaria bem eu me declarar para ele, para mim deveria ser o contrário. Sei lá... Aí gente, vocês estão me confundindo, eu não sei se eu gosto dele e nem se ele gosta de mim de verdade. Disse Ivy.

— Porque você não descobre isso agora? Perguntou Carly sorrindo.

— O quê?! Perguntou Ivy.

— Oi Ivy! Podemos conversar? Perguntou Coddy atrás dela.

Ivy olhou para trás e disse:

— Claro.

E eles foram andando juntos. Carly e Zoey ficaram falando:

— Acho que agora rola. Será?

E Coddy disse:

— É que... Tem como você... Ajudar-me com o dever da aula passada?

— É claro que sim. Disse Ivy sorrindo.

Eles foram até a mesa de estudos da biblioteca fazer o dever. Enquanto Ivy o ajudava, Coddy a admirava e nem prestava atenção no que ela dizia.

— Então é isso. Entendeu? Disse Ivy.

— Sim, perfeitamente. Disse ele olhando para ela.

Ivy foi ficando corada de tão sem graça que ficou ao ver que ele a olhava, e ele colocou a mão no rosto dela e perguntou:

— Por que você está assim?

— A-assim como? Perguntou ela totalmente sem graça.

— Vermelha. Disse ele rindo.

— Ah, eu realmente não sei. Disse ela sorrindo.

Eles ficaram se olhando durante um tempo em silêncio. Carly e Zoey ficaram olhando escondidas atrás das prateleiras. Eles foram se aproximando para se beijar, quando a bibliotecária foi até eles e falou:

— Vocês já sabem que não é permitido namoro na escola, não é?!

Eles se afastaram e Carly e Zoey bradaram:

— Droga!

A bibliotecária ouviu e disse:

— Que coisa feia, duas mocinhas falando essa palavra horrível.

E elas sussurraram:

— Ferrou!

Em seguida, as duas saíram correndo da biblioteca. Quando chegaram do lado de fora se acabaram de tanto rir.

— A Sr.ª Judith é muito chata, cara. Logo na hora em que ia rolar o primeiro e tão sofrido e esperado beijo ela vai e fala "não é permitido namoro na escola". Ah, que saco. Disse Zoey revirando os olhos de braços cruzados.

— Verdade, pequena. Filha da mãe. Disse Carly cruzando os braços.

Ivy e Coddy saíram da biblioteca juntos, Carly e Zoey estavam na porta e disseram:

— Ivy, tem como você vir aqui?

— Claro. Disse ela indo.

— Então, eu sei um lugar perfeito para você e o Coddy ficarem sozinhos e ninguém atrapalhar nada. Disse Carly.

— O quê?! Então vocês estavam vendo, não é?! Fofoqueiras. Disse Ivy.

— Poxa Ivy, somos suas amigas, temos que ficar por dentro dos babados da sua vida. Disse Zoey.

— Ivy, eu vou levar os meus livros lá no meu armário. Qualquer hora a gente se ver por aí, ok?! Disse Coddy.

— Não! Disseram Carly e Zoey com voz desanimada.

— O quê?! Disse Coddy.

— O quê?! É que a Ivy falou de uma coisa aqui que nós duas não acreditamos, não é Ivy?! Disse Carly meio nervosa.

— Falei? Ah, falei sim. Mas é verdade, meninas. Disse Ivy tentando disfarçar.

— Ah, até mais então meninas, e até mais Ivy. Disse ele acenando e indo embora.

— Até mais. Disseram as três juntas.

Joe estava deitado em sua cama sem conseguir pensar em outra coisa, senão em Amy. Ela não saia de sua mente de tal forma, que deu até inspiração para ele. Joe se levantou, pegou um caderno e um lápis e foi até o porão compor uma nova música. Por maior que fosse sua inspiração, o seu cansaço a vencia. Quando Joe estava quase terminando de compor o refrão, ele caiu no sono.

Conforme a regra da escola, todos os alunos devem estar em seus quartos às 23 horas. Neste horário, excepcionalmente, todos os alunos estavam em seus quartos, dormindo para valer.

Notas finais
Drake: http://www2.pictures.gi.zimbio.com/Nick+Jonas+2008+American+Music+Awards+Silver+HvLEb73BmJFl.jpg Zoey: http://extra.globo.com/incoming/18258027-318-44d/w448h673-PROP/emma-watson-cabelo-curto.jpg Raymond: http://vignette3.wikia.nocookie.net/fallingskies/images/d/d2/Falling-skies-drew-roy.jpg/revision/latest?cb=20130506162634 Comentem, comentem, comentem!! :*