The Real Renesmee
11 Capítulo 11 Uau
Notas iniciais
ps: se os pontos de interrogação estiverem de cabeça para baixo, ignorem, que eh bulgue do meu PC.
Quarto não era bem a palavra para descrever o cômodo. O pé direito era alto, o chão de madeira, uma das paredes era uma estante completamente repleta de livros e as outras quatro possuíam um papel de parede de vários tons de verde embaçado; o que deixava o quarto parecendo uma floresta. Havia quatro portas, uma na parede norte, outra na sul e uma no lado oeste, que era a de entrada e a outra, na parede leste, era de vidro e dava para uma sacada. Perto da mesma, estava um piano de cauda preto.
Entre a sacada e a parede sul, estava um sofá enorme de couro branco e uma TV de não sei quantas polegadas estava em cima de um móvel. Havia uma mesa de escritório entre outros objetos aqui e ali. A impressão geral que tive do quarto era de que uma pessoa MUITO organizada morava lá. E, ao que parecia, eu não estava erada.
- Uau.
- Gosta¿
- Uau – eu não consegui dizer nada além disso, principalmente porque foi nessa hora que percebi que estava com a cabeça apoiada no peito de Alec, seu braço esquerdo me circundando.
- Desculpe – ele disse, notando minha expressão.
- Não se preocupe, a culpa foi minha.
Nos minutos seguintes houve um silêncio desagradável, e foi por isso que eu agradeci (eu sei; penso coisas bizarras) por não beijado Alec, e nós estarmos naquele momento estranho e sem assunto pós-beijo. No caminho que minhas reflexões seguiam, me peguei pensando em como seria beijá-lo e... E para piorar, noite um riso baixo vindo de Alec.
- O que foi¿
- Você estava fazendo uma cara engraçada.
Corei violentamente e dei as costas para ele, esperando que a terra me engolisse.
- Desculpe se te ofendi, pequena.
- Que nada – desvencilhei-me de suas mãos, que estavam em minha cintura, a fim de evitar mais constrangimento – Mas então, eu esperava um pouco mais do famoso castelo Volturi. Pelo que eu vi, ele parece meio... xoxo.
- O que disse¿
Corei novamente, percebendo que Alec provavelmente não deveria estar acostumado á esse tipo de vocabulário.
- Nada.
- Achou o castelo pequeno¿
- Na verdade sim.
Ele sorriu malicioso.
- Venha comigo.
~~ O ~~
Depois do “tour” que fiz pelo castelo com Alec, não conseguia mais sentir minhas pernas. Se antes achava o prédio pequeno, agora preferia ter aceitado o benefício da ignorância.
- E amanhã veremos muito mais...
- Não Alec, por favor, eu não aguento mais andar, faço o que você quiser, mas chega de “passear” pelo castelo.
- O que eu quiser...¿
Antes que eu pudesse responder, alguém bateu na porta do quarto de Alec.
- Espere um minuto, pequena – ele se dirigiu á mim e foi abrir a porta do quarto numa velocidade inumana. Nate estava lá.
- Boa noite, Alec – ele foi cordial – se importa de me deixar ter uma palavra com Carlie¿
Algo me dizia que Alec não tinha escolha.
- Oi, Nate – eu corri até ele e o mesmo pôs os braços em volta da minha cintura.
- Boa noite, Carlie...
- Noite¿
- Sim, Anjo, são quase oito horas.
Eu gelei. Não acreditava que Alec me fizera andar por mais de cinco horas.
- Alec!
- Bom – Nate interrompeu – eu pedi á Aro permissão para acompanha-la num passeio pela cidade, aceita¿
- Ele concedeu – essa pergunta veio de Alec.
- Claro – Nate sorriu para mim. Ele era lindo e... Calma Carlie, pensei, é só um passeio.
- Então será uma honra acompanha-lo.
Notas finais
Amo vocês patinhas, até os próximos.
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