The Real Renesmee

12 Capítulo 12 "Passeio"


Notas iniciais
Gente, eu estou postando agora por dois motivos 1(e mais importante) eu tive um tempo de sobre e entrei aqui no Nyah! e vi que o cap passado já tinha três comentários
2 tem dois novos favoritos e isso significa duas leitoras novas
Parando com a encheção de linguiça; aqui vai:

Logo que Nate deixou o quarto, eu olhei para Alec, mas este mal me olhou e me dispensou com um simples “Vou sair agora, pode se trocar em paz.”. Me cabeça, (como sempre) começou a fazer suposições estúpidas do tipo “Será que Alec sente alguma coisa por mim?” “Sempre quando Nate está por perto ele começa á agir de um jeito estranho...”.

Mas acabei por deixar essas ideias ridículas de lado e comecei a pensar no que vestir para o... encontro com Nate? Primeiro fui até a sacada (é assim que retardados como eu se preparam para sair) para checar o clima. Mais frio do que quente, mas não tão frio assim.

Decidi vestir um short jeans claro e rasgado (adoro), meia calça preta, All Star de couro, cano médio, branco e uma camiseta da minha banda favorita; Avenged Sevenfold. (nota: MINHA banda favorita, tipo, para o caso de alguém querer me comprar um presente (brinks)). Lembrei que Nate não havia estipulado um horário, por isso, mesmo sem conhecer o castelo direito (Isso mesmo Alec! Nosso “tour” não me ajudou em nada!), resolvi ir á procura de Nate.

Sorte a minha que não tive de andar muito, pois quando abri a porta, Nate está encostado no batente, segurando um buquê de rosas vermelhas.

- Dizem que rosas vermelhas significam paixão – eu soltei essa sem pensar.

- Está insinuando que estou apaixonado por você – ele ergue uma sobrancelha. Tudo bem. Eu fiquei meio ofendida.

- Eu sou TÃO feia assim?

- Pelo contrário. Eres a criatura mais bela com a qual já me deparei.

Quando ele disse isso, eu fiquei tão vermelha quanto uma pimenta.

- Você também é tão quente quanto uma – foi quando notei que Nate estava repousando uma das mãos na minha bochecha direita.

Corei ainda mais e dei um pequeno passo para trás, quebrando nossa conexão.

- Aonde nós vamos?

- Você vai ver...

~~ O ~~

- Onde estamos – perguntei confusa.

- Num point vampiresco – ele disso isso MESMO???

- Não me diga.

O tal “point vampiresco” era como uma boate, só que macabra. As luzes refletiam na pele pálida de todos os presentes, dando um efeito sinistro á pista de dança; as “garçonetes”, vestidas com roupas extremamente curtas, não carregavam bandeja, mas também nem precisavam. Quando alguém ficava com vontade, ia até uma das garotas e tascava-lhe uma mordida.

Foi ai que eu percebi que havia alguma coisa errada.

- Nate, aquelas meninas não deviam estar se debatendo de dor?

Ele fez um careta do tipo: “não era pra você estar prestando atenção NISSO.”.

- Está vendo aquele cara ali – ele apontou para uma sombra, que estava no canto, ao lado do DJ.

- Mais ou menos – ele me ignorou.

-O nome dele é Renato. Ele hipnotizou as meninas.

- Isso é possível – Nate não parecia muito confortável.

- Para ele sim.

A noite se sucedeu em várias conversa curtas, eu estava relativamente entediada e às vezes me pegava encarando a beleza de Nate. Foi quando vi Alec. Preferia não ter visto, ele estava com uma loira “dançando”. Percebi que ele notou meu olhar, nesse momento, depositou um beijo nos lábios da outra.

Corei. De raiva.

Não sei o que deu em mim, mas tirei Nate pra dançar uma dança que faria meu me botar de castigo até os mil anos. Continuamos numa espécie de guerrinha, inovando os movimentos, tentando superar o outro.

Mas quando Nate me beijou, foi como se nada mais existisse.

Notas finais
É possível que eu poste mais essa semana (se eu tiver tempo), mas vai depender, como vocês já sabem dos comentários. Eu sei que é meio chato ficar pedindo, mas como vocês não comentam espontâneamente... Agora são quatro por cap, gente eu sei que tem bem mais que 5 leitoras, então, vamos combinar que eu estou entretendo de graça, vocês podem, tipo, NO MÍNIMO passar e dizer que tá uma bosta (ou podem dizer que tá foda :))