The Prophecy

18 Capítulo 18


Notas iniciais
Hey! Boa leitura.



Eu odeio viajar nas sombras. Odeio.

O-D-E-I-O.

Me senti tão mal nessa viagem, que por alguns minutos esqueci da conversa entre Thalia e Thanatos e deixei que ela me amparasse.

– Vai acabar. – ela dizia no meu ouvido – Já vai passar.

Ela apertou o abraço ao meu redor, seu perfume me dava segurança. Apesar de ter descoberto algumas coisas, a melhor decisão que já tomei foi trazê-la de volta, a minha voz a atraiu. Eu jamais deixaria ela morrer.

A escuridão foi suavizando a nossa volta, e quando olhei ao meu redor, estava no Acampamento Júpiter.

– Acho que estamos perto do refeitório. – Annabeth murmurou, quando Clarisse a ajudava a desmontar do cão infernal – Alguém tem ideia de que horas são agora?

– Acho que duas da madrugada. – Nico respondeu – Sra. O’Leary está fraca, não vai poder fazer mais nenhuma viagem.

– Onde está todo mundo? – Clarisse perguntou

– Dormindo, ou se organizando para o que quer que esteja acontecendo aqui. – Annabeth rebateu

– Você pode me soltar agora. – disse para Thalia, ela fez uma expressão confusa, mas me soltou, desmontei do cão sem a sua ajuda

–... vamos para perto dos dormitórios, ou então para a parte central do acampamento, deve ter alguém lá. – Annabeth dizia para Clarisse quando me aproximei, Thalia me seguiu

– Vamos lá então. – disse

Nico ia por último, puxava Sra. O’Leary com uma espécie de coleira gigante, Annabeth ia na frente com Clarisse logo atrás, eu caminhava lado a lado com Thalia. Cruzei meus braços na altura do peito, para evitar que ela tentasse segurar a minha mão e mantive meus olhos em Annabeth o tempo todo.

Sabia que estava agindo como uma criança birrenta, Thalia me observava pelo canto do olho, tinha uma expressão confusa e magoada. Me senti mal por aquilo, ela havia se sacrificado para nos salvar, disse que me amava enquanto morria.

Mas o que ela havia feito ainda martelava na minha cabeça, não conseguia encará-la, sem rever aquilo que seus pensamentos me mostraram.

– Rachel, você... – Thalia começou a dizer, mas foi interrompida por um barulho.

Fomos surpreendidos por um grupo de semideuses.

– Não ataquem, eles são amigos. – ouvi uma voz feminina no grupo, não conseguia distinguir ninguém ali

Pelo brilho da lanterna que Annabeth segurava, vi alguém correr por nós.

– Nico! –a garota disse e se jogou nos braços do filho de Hades

Nico a abraçou e sorriu, um sorriso tímido, mas sincero.

– Senti sua falta também, Hazel.

– Hazel? É assim que cumprimenta os velhos amigos? Passando direto por eles como se nem existissem? – Annabeth perguntou sorrindo, a outra garota deu um sorriso de desculpas

Thalia aproveitou essa distração para se aproximar de mim, ela passou os braços pela minha cintura e me puxou contra si.

– Levem-nas até a sala de comando, eu e meu irmão temos outras coisas para resolver. – Hazel ordenou para os outros Legionários romanos, três garotos e uma garota, não os reconheci

– Até mais, meninas. – Nico acenou para nós, e lançou um olhar preocupado para Thalia, Hazel o puxou pelo caminho que havíamos feito, então os dois filhos do submundo desapareceram na escuridão da noite

– Hã... Nos acompanhem. – um dos semideses pediu e os seguimos

Já tinha vindo ao Acampamento Júpiter uma vez, logo após a guerra contra os gigantes. Mas agora ele estava diferente, havia trincheiras por todos os lados. Não fui a única a perceber isso.

– O que está acontecendo aqui? – Clarisse perguntou, os semideuses se entreolharam

– Logo vão saber. – a garota respondeu

Seguimos pelo Acampamento, estava tudo silencioso, pelo chão vi vários destroços, como se uma luta tivesse acontecido ali. Thalia me apertou mais contra si, e quando segui seu olhar vi um elmo grego jogado no chão, Annabeth também viu e iluminou o local com sua lanterna. O elmo estava todo queimado, como se alguém tivesse resolvido decora-lo com um maçarico.

– Tivemos um dia difícil. – um dos semideuses disse em tom sombrio

Continuamos até pararmos em uma construção, era a mais bonita ali. Haviam matos com a inscrição “S.P.Q.R” na entrada, eles estavam intactos. O que gerava um contraste com o resto do Acampamento. Aquele local estava escuro, andamos por alguns corredores até pararmos em uma porta.

A garota que nos guiou bateu na porta.

– Não temos autorização para entrar aqui, até logo. – ela disse e fiz sinal para seus companheiros se retirarem

Clarisse deu de ombros e bateu mais uma vez na porta.

– Entrem. – uma voz abafada ordenou

Annabeth abriu a porta, a luz da sala iluminou o corredor era o local do meu sonho.

– Vocês estão vivas! – alguém exclamou, reconheci o dono da voz, Jason – Thalia!

O garoto se levantou da cadeira e veio em direção da irmã, Thalia me soltou para abraçá-lo. Percy estava ali e abraçava Annabeth, mas vi a loira desviar o rosto para evitar um beijo do garoto. Clarisse cruzou os braços ao meu lado e resmungou algo em grego, conhecia pouco sobre a língua, mas consegui entender algo como “Sereia idiota”.

Me apoiei contra uma das estantes ali, cruzei os braços e esperei aquela euforia do reencontro acabar. Piper estava ali, mas a garota estava debruçada sobre a mesa, então deduzi que ela estava dormindo. Quirón estava em sua cadeira de rodas na ponta da mesa, ao lado da filha de Belona, eles discutiam algo que não consegui ouvir daquela distância, Frank estava perto deles, mas o garoto parecia estar tão cansado que nem sei se ele notou nossa chegada. Clarisse conversava com um irmão dela, que estava a substituindo ali, ouvi ela dispensar o garoto, que se retirou da sala.

Thalia veio do meu lado e me puxou para a mesa, nos sentamos ali e esperamos eles falarem.

– Onde está Nico? – foi a primeira coisa que Reyna perguntou, vi a preocupação no seu olhar

– Está com a irmã dele, foram resolver algumas coisas. – Thalia respondeu

– Que coisas? – Quirón perguntou e Thalia deu de ombros

– Temos coisas mais importantes agora, o que aconteceu aqui? – Clarisse se intrometeu

– Antes eu preciso falar com uma de vocês. – Quirón olhou em minha direção, mas ele encarava Thalia ao meu lado – Vamos ali fora, Thalia, você pode vir também, Jason.

Thalia engoliu em seco e se levantou, Quirón guiou sua cadeira de rodas até a porta, Jaosn os acompanhou, mas antes de fechar a porta Quirón mandou um olhar sério para mim.

Ele sabia o que Thalia tinha feito.

Frank que estava ao lado de Piper, cutucou a garota até ela acordar, ela se assuntou com nossa presença, mas conseguiu mandar um sorriso para Annabeth.

– Vou ser direta, não temos muito tempo. Ella, a harpia, disse que sofreríamos três ataques. Por isso chamamos os gregos, para aumentar a defesa. – Reyna murmurou

– A harpia também disse que o terceiro ataque seria mortal. Já sofremos dois, um no início da tarde e outro no pôr do sol. Estamos esperando o outro, mas no último ataque nossa segurança do lado oeste do Acampamento foi dizimada, achamos que vão entrar por lá. – Frank completou

– Mas quem está atacando? – Clarisse perguntou

– Monstros. De algum jeito eles estão mais fortes, e demoram mais para morrer. – Percy respondeu

– Tem algum padrão ou apenas ataques esporádicos? – a filha de Ares perguntou

– Olha, fica meio difícil analisar isso com dezenas de monstros sobre a sua cabeça. – Percy respondeu, tentando fazer piada, mas Clarisse se ofendeu

– É, fica difícil mesmo com algas no lugar do cérebro. – concordou, todos na sala sentiram a provocação na voz dela

– Isso não importa! – Reyna disse em tom firme, e todos se calaram – Só temos que nos organizar para o próximo ataque.

– Temos muitos feridos, e algumas baixas, vai ser impossível sobrevivermos. – Piper sussurrou, como se já tivesse perdido as esperanças – Pelo menos vocês completaram a missão.

– O quer dizer com isso? – perguntei, ela me intrigava, agia como se soubesse mais coisas do que gostaria

– Com Gaia entre nós ficaria mais difícil, vocês conseguiram derrotá-la, não conseguiram? – aquela pergunta foi feita totalmente para mim assenti hesitando

– Então quer dizer que esse exército de monstros não é de Gaia? – Clarisse perguntou franzindo o cenho

– Não é de algo muito pior. – Frank respondeu

– Quem está liderando esses ataques é o semideus grego Aaron, mas ele está sendo manipulado. – Reyna respondeu

– Ele está o hospedando o Tártaro. – Piper concluiu

O ar na sala ficou mais pesado, algo começou a me sufocar. Clarisse ficou boquiaberta, mas Annabeth permaneceu de cabeça baixa, como se aquilo não fosse novidade.

O Tártaro. Personificação da escuridão, para onde iam os monstros.

Então o fato de eu estar passando mal em viagens da sombra, e sonhar com vozes sussurrando na escuridão fizeram sentido, o Tártaro era totalmente o oposto de que Apolo representava.

Gaia e Tártaro queriam se erguer para destruir os semideuses, Gaia foi derrotada, mas Tártaro ainda tinha o objetivo.

Estávamos ferrados.

– ... Annabeth lidera os filhos de Atena e de Hermes. Clarisse e Frank atuam com filhos de Ares e Marte. Eu, Percy, Thalia e Jaosn podemos ir na frente de batalha, lutar contra Aaron caso ele esteja presente neste ataque. – Reyna começou a traçar os planos – Piper lidera os filhos de Afrodite e Vênus.

– Vamos separar os demais semideuses gregos entre as coortes romanas. Assim cada líder de coorte comanda o resto. – Annabeth opinou

– Boa ideia. – Frank analisou

– Rachel, você fica nos telhados. Os filhos de Apolo tanto gregos quanto romanos preferem esse posto, você vai ajudá-los. – Reyna disse para mim, assenti sem dizer nada

– Então vamos fazer uma contagem de quantos semideuses temos, os feridos que quiserem lutar vão, mas os outros vamos deixar dentro do perímetro de Nova Roma. – Piper opinou, e Reyna assentiu

– Você faz isso? Encontre mais alguns semideuses de guarda e façam a contagem dos que estão dormindo. Já os separem nas coortes, vamos deixar tudo pronto, depois vão descansar.

Piper assentiu, e se levantou da mesa, partiu depois de lançar um olhar para mim.

– Frank e Clarisse, vocês checam o depósito de armas? – os dois assentiram e também se retiraram

Reyna suspirou.

– Você está muito cansada. – Percy observou

– Tenho muita coisa para fazer. Annabeth, preciso de uma estrategista. – a Pretora se levantou, foi até uma estante e retornou com um mapa – Esses pontos são onde sofremos os dois ataques. Consegue deduzir onde vai ser o terceiro e onde devemos colocar as tropas?

– Isso vai dar trabalho. – a filha de Atena disse – Mas consigo sim.

– Já imaginava. Percy e Rachel, não há necessidade de vocês ficarem aqui, vão descansar, precisam estar dispostos amanhã. A leve até um dos quartos. – Reyna pediu para Percy

Nós dois saímos da sala, Annabeth nem olhou para Percy quando ele bateu a porta. Caminhamos lado a lado no escuro.

– Porque não acendem as luzes? – perguntei

– Poderia chamar atenção dos monstros. – Percy respondeu – A escuridão te incomoda?

– Bastante.

– Sinto muito. – Percy disse como se tivesse culpa – Você está bem?

– Mais ou menos. – respondi, ele assentiu, sabia que eu não diria mais nada

– Este é seu quarto, agradeça pelo prestígio, a maioria das pessoas está empilhada nos beliches nos dormitórios.

Consegui sorrir e me despedi dele.

O quarto tinha uma sacada, com vista para os templos do Acampamento. Abri minha mochila e coloquei uma roupa mais confortável para dormir, precisava de um banho, mas não queria ir até a Casa de banhos, então decidi dormir assim mesmo.

Deitei na cama, sentindo meu corpo relaxar. A luz da lua iluminava o meu quarto, mas mesmo assim era agonizante. Não conseguia dormir, a notícia que tive naquela sala foi impactante demais, nunca esperaria aquilo. E tinha outra situação, Thalia.

Minha cabeça ia explodir.

Não sabia o que fazer, tudo tinha virado de cabeça para baixo agora.

Meu pulso estava vazio sem o bracelete, havia me acostumado com ele ali, agora era estranha a sua ausência. Por que aquele artefato estava no Acampamento? Era o destino?

Decidi parar de pensar naquilo e tentar pelo menos dormir por algumas horas.

Me virei de bruços, uma brisa entrava pela janela, fiquei olhando o brilho da aliança de prata no meu dedo.

– Por que você fez isso, Thalia? – perguntei pra mim mesma

Parei de me lamentar, fechei os olhos e tentei dormir, pedindo para não ter pesadelos.

Consegui cochilar, mas ouvi o barulho da porta e despertei, mas não me virei e nem dei sinais que acordei.

– Rachel? – Thalia sussurrou

Não respondi, e continuei na mesma posição. Ouvi um suspiro e o barulho de zíper de mochila, uma movimentação no quarto e depois de um minuto senti o peso na cama ao meu lado.

– Sabia que é menos doloroso para mim, você me encarar sem dizer nada do que me ignorar desse jeito? – ela perguntou, senti a irritação em sua voz

– Sabia que é menos doloroso para mim, você confiar em mim e me contar os seus segredos do que confiar isso a outra pessoa? Eu estava lá, Thalia, como não sentiu minha presença? – perguntei, minha voz estava embargando

Ela não respondeu, sentia sua respiração na minha nuca, causado arrepios.

– Você sabe? – ela perguntou

– Sim.

– Rachel, eu posso explicar...

– Não explique. Temos outras preocupações agora. – murmurei

Fechei meus olhos novamente, meu corpo estava tencionado, não conseguiria dormir agora.

Então senti seus braços me envolvendo, ia pedir para ela me soltar, mas minha voz não saiu.

– Desculpa! Me desculpa! – ela pediu, escondendo o rosto nas minhas costas – Rachel, me perdoa.

Deixei que ela me abraçasse. Mas não respondi, e nem retribui aquele abraço, dormi quando já estava cansada daqueles pedidos.

– x-

– Rachel, acorda! – ouvi uma batida na porta

Me virei assustada, a cama estava vazia ao meu lado, Thalia saiu sem me avisar. Levantei e abri a porta, dando de cara com Annabeth.

– Vai se arrumar, agora! – ela pediu, empurrando para mim uma espécie de colete de couro, igual aos que arqueiros usavam

– Estão atacando? – perguntei

– Quase. – ela respondeu – Alguns semideuses que faziam ronda viram aglomerações de monstros e mandaram um viso, anda Rachel! Te espero no corredor.

Seu tom era urgente, fui até a minha mochila e encontrei a minha camiseta do Acampamento, a vesti, colocando o colete por cima, peguei a primeira calça jeans que vi e vesti, correndo para calçar um par de botas de couro que Annabeth também tinha trazido.

Peguei o arco, minha aljava estava vazia, tentaria encontrar outra.

– Pronto. – disse fechando a porta do quarto

– Temos oito minutos, dez no máximo, então corre, vou te deixar com o Will Solace. E depois vou supervisionar o meu grupo.

Lutei para acompanhar seus passos apressados, mal tive tempo para acordar. Quando chegamos até a porta do lugar, que deduzi ser o mesmo que a nossa Casa Grande no Acampamento, era o prédio principal do Acampamento, vi um número enorme de semideuses correndo para lá e para cá.

Quirón também estava lá, com alguns centauros. Por extinto procurei uma semideusa naquela multidão, mas não vi Thalia em nenhum lugar.

– Ela está com Reyna, convocou Percy também agora a pouco, já que eles vão na frente de batalha. – Annabeth respondeu a minha pergunta silenciosa – Vai ficar tudo bem, Rachel.

Quantas vezes já tinha ouvido aquela frase só essa semana?

– Olha, naquela direção é posto dos arqueiros, vocês vão ficar no alto de uma das construções, sabemos que eles vão atacar com todas as forças ali, nos últimos ataques os monstros só se preocuparam em destruir aquela entrada. O prédio fica no meio de duas ruas, uma vai ser coberta pela minha equipe e a outra pela equipe da Clarisse, os demais semideuses vão estar distribuídos na frente do prédio, que é um enorme gramado, perfeito para um campo de batalha. No lado oposto vão estar a equipe de Piper, a área deles já vai ser difícil para vocês cobrirem por causa da distância, veja com Will se dá para dividir vocês, tipo Gregos para um prédio e Romanos para outro, isso não é uma ordem, diga para ele fazer o que seu conhecimento sobre arcos achar melhor.

Tentei acompanhar o que ela dizia, mas os gritos e conversas dos outros semideuses atrapalhavam, assenti quando ela terminou e fui surpreendida por um abraço.

– Vamos matar uns monstros aí. – ela sorriu para mim e então desapareceu na multidão de semideuses

Corri na direção em que ela tinha apontado, cuidando para não tropeçar nos meus próprios pés e nem para derrubar ninguém. Encontrei a construção que ela tinha falado, na verdade eram três construções, formando quatro ruas paralelas. Fui para a construção do meio, na lateral dela havia uma escadaria, comecei a subir, olhando para o chão e nem vi quando esbarrei com um garoto, ele nos segurou para não cairmos.

A camiseta do Acampamento, os cabelos loiros e o olho claro quase me fizeram dar um grito, mas não era Aaron. E sim Will.

– Rachel! – ele exclamou – Estava quase mandando uma irmã minha atrás de você.

– Acho que dormi demais. – consegui dar um sorriso

Subimos os degraus que faltavam, ali tinha em média trinta semideuses, todos vestiam coletes de couro como o meu, mas alguns estavam com a camiseta roxa do Acampamento Júpiter.

– Olha, acho que esse serve em você. – ele me passou um elmo prateado, recusei lembrando do elmo que encontramos na noite anterior

– Prefiro ficar assim.

– Você é quem sabe. – ele sorriu e chamou atenção de todos os semideuses que estavam ali – O Oráculo está vivo!

Ele gritou, me fazendo querer esconder o rosto de vergonha, mas os semideuses que estavam ali aplaudiram.

– Fique na amurada de frente para o campo de batalha, vou buscar uma aljava para você e já volto. – ele disse e desceu as escadas novamente

Alguns semideuses me cumprimentaram, alguns estavam com medo e outros ansiosos e empolgados. Eu sentia um misto de tudo.

Agora ficara cara a cara com o Tártaro, com tantas pessoas para atormentar eu não sentia porque ele escolhera justo eu.

A luta estava prestes a começar.

Notas finais
Comentem, por favor.