The Prophecy
11 Capítulo 11
Notas iniciais
– Você?! – Annabeth gritou incrédula
– Olá, irmã. – a voz sussurrou e o rosto foi iluminado pelo feixe de luz
Arquejei reconhecendo quem era. Não havia reconhecido a voz, pois só tinha escutado ela uma vez. Cabelos loiros, olhos claros, o rosto estava sujo e suado, não usava uma camiseta do Acampamento, era uma normal, mas era Aaron. O irmão de Annabeth que apareceu em algumas reuniões e que acabou discutindo com Thalia. Apenas não entendi porque o garoto causava aquela sensação em mim.
– Aaron... – Annabeth sussurrou tão surpresa quanto eu, ela fitava o garoto incrédula, o feixe de luz tremia na mão dela, com isso consegui ver nossos captores, eram ciclopes, por isso eram tão altos
Decidi parar de lutar.
– O que você está fazendo aqui? Essa missão é nossa. – falei partindo para a diplomacia
– Não tenho nenhum interesse na missão de vocês. Muito menos em você, Oráculo. Eu só preciso da minha irmã para completar minha missão.
– Que missão? – Annabeth interrompeu usando um tom ríspido e Aaron deu um sorriso maldoso
– Você vai saber.
– Não! Você é o traidor! Como pôde?! – Annabeth gritou e se debateu nos braços do ciclope que a segurava – Você desonra nossa mãe...
– Nossa mãe nem se importa conosco! Os deuses permitiram que Gaia voltasse, não ligam para nós. Nos colocam para lutar enquanto observam os próprios filhos sendo destruídos! É a chance que temos de nos vingar... Gaia é apenas o início, algo muito maior está vindo!
Aaron gritou essa última parte, a sensação ruim que eu sentia ficou ainda pior, como se me sufocasse, arquejei e busquei por ar. Annabeth encarava o irmão, ela segurava as lágrimas, erra horrível se sentir traída. Encarei o garoto e ele me olhou com nojo, não entendi o motivo de tanto ódio, nunca fiz nada a ele.
– Você vai tentar estragar tudo, mas isso vai te destruir. – ele riu sarcasticamente – Sabe que não pode mudar o futuro.
– Palavras de um traidor não causam nenhum efeito em mim. – menti e o ciclope me apertou ainda mais, Aaron só sorriu ainda mais
– Levem minha irmã, sabem o que fazer. – ele ordenou para os ciclopes
Annabeth começou a desferir uma série de pragas em grego antigo para o garoto que nem se abalou, derrubou a lanterna no chão, a deixando ali. Enquanto o ciclope se afastava apenas consegui a ouvir gritar “Desculpa, Rachel.”. Minha visão escurecia, a sufocação aumentava e meu medo também.
– Pode ir também. – ordenou para o ciclope que me segurava
– Senhor...
– Ela é o Oráculo. – disse com desprezo – Não oferece perigo.
O ciclope o obedeceu, me jogou no chão, caí e usei os braços para sustentar meu corpo. Tentei alcançar o arco no chão, mas Aaron tinha se aproximado e pisou na minha mão, chutando meu arco pra longe. Não consegui conter o gemido de dor enquanto sentia meus dedos sendo esmagados sob o tênis dele.
Aaron me forçou a levantar, tentei desferir um golpe que Thalia havia me ensinado, mas o semideus foi mais rápido e me imobilizou, me jogando contra a parede.
– Rachel Dare. Porta voz de Delfos, queridinha de Apolo e dos filhos dele, o que vem de tão especial em você? – ele perguntou se aproximando de mim, seu corpo me prendia na parede, virei o rosto para não encara-lo, sentia nojo – Talvez eles veem esse rosto bonitinho...
Senti a mão dele no meu rosto, não hesitei em dar uma joelhada mais ou menos na altura do estômago dele. Gemeu de dor e retirou as mãos do meu rosto, mas prendeu meus pulsos contra a parede, me imobilizando ainda mais, ele não se deixou abalar pelo golpe.
– Sabia que tem coisas sobre o futuro que nem você sabe? Delfos também não. Mas meus senhores sabem, eles me mostraram algumas coisas. – Aaron sorriu – Vocês morrem no final disso.
– O futuro que você viu pode não ser o futuro real, você sabe Aaron, eles manipulam nossas mentes e – fui interrompida por um tapa no meu rosto, mas não dei o prazer que ele queria, que era ver a minha dor
Permaneci com o rosto neutro, embora sentisse mais medo que nunca, e lutava para me manter consciente. Tudo o que eu queria era Thalia ali comigo, tive medo do que Aaron fosse capaz de fazer. Mesmo tendo noção do meu sonho, não sabia até que ponto ele era confiável.
– O que a profecia diz? Pela mão do traidor a vingança mortal será completada. E com, isso toda a raça semi mortal será castigada. – Aaron riu – Não se pode mudar o que foi escrito Rachel, você vai tentar inutilmente evitar isso, eu vi o futuro, sei o que vai acontecer com você. Sei o que acontece com todos vocês. Minha irmã vai estar morta em menos de dois dias, ela é essencial para eu concluir minha missão, meus senhores pediram isso. Nico? Aquele lá vai acabar sufocado com todas as aflições que passam por ele. Clarisse eu não faço questão de saber, mas do jeito que a conheço, a arrogância dela vai causa a própria morte. Thalia... – ele riu mais uma vez, tentava não demonstrar nada, estava juntando a raiva que estava sentindo, talvez aquilo me desse forças para lutar – Ela não vai conseguir fazer aquilo que mais tenta, te proteger, assim que você vai morrer, Rachel. Por um erro totalmente dela. E sabe por que tudo isso vai acontecer? Por minhas mãos, sabe o Receptáculo que tanto procuram? Eu encontrei primeiro, com isso posso erguer meu Senhor.
– Senhor? – perguntei, talvez fosse útil arrancar informações dali
– Eu disse que Gaia foi só o início, ela já está entre nós, aguardando o tempo certo para se revelar. Agora falta a segunda parte do plano, com o Receptáculo vou despertar meu senhor, a missão vai estar completa. Eles querem o Olimpo, mas para isso vamos ter que passar pelos filhos dos deuses primeiro.
– Você quer destruir os Acampamentos?! – gritei – É a sua raça! Vai destruir seus irmãos?!
– Alguns se juntaram a nós, o resto, são inimigos agora. Assim como você, Rachel. – ele disse calmamente
Então eu agi, ergui minha perna direita acertando uma joelhada na virilha dele. Aaron gemeu e o empurrei para trás, juntei toda minha força e dei um soco em seu rosto. Ele virou o rosto na direção oposta ao soco e aproveitei essa distração para correr. Não tinha visto para onde meu arco foi chutado, estava desarmada, correndo na escuridão, bati em uma parede, e tateei até encontrar o caminho livre. Então vi um feixe de luz me seguindo, tentei correr mais rápido, mas já estava cansada.
Senti algo envolvendo meus pés, isso me derrubou. “Ótimo momento para tropeçar.”, pensei irônica. Gritei quando senti algo na minha perna, na altura da canela, como se estivesse esmagando meu osso. Me debati então Aaron me virou, forçando-me a encara-lo.
– Por que insiste em dificultar as coisas?! – ele berrou e estremeci
Havia perdido qualquer esperança, me senti fraca por desistir tão fácil. O pé dele ainda esmagava minha perna, pelo feixe que a lanterna emanava vi o brilho de uma adaga de bronze. Me debati, temendo o que aconteceria.
Senti a adaga deslizando pelo meu rosto, mas não me cortava.
– Isso vai atrasar vocês, até lá, já vou ter completado minha missão. Vocês falharam. – ele disse e fincou a adaga mais ou menos até a metade na minha barriga, retirando logo em seguida, não consegui gritar, a voz me faltou. Senti a adaga novamente em mim, dessa vez ele deslizava pelo meu rosto de novo, o manchando com meu sangue.
– Adeus, Rachel. – ele disse e desapareceu na escuridão, levando a lanterna com ele
Não sei o que mais causava dor, o corte profundo na minha barriga, a minha perna, a sensação que sentia quando estava nas sombras ou o pensamento que eu podia morrer ali.
Tentei levantar, mas a dor era insuportável, fui me apoiando na parede e consegui ficar de joelhos, me arrastei por alguns metros, mas desabei novamente.
Não sei por que, mas algo trouxe a lembrança de quando Percy me atravessou com a espada quando nos conhecemos anos atrás. Não havia me ferido, então Aaron usou alguma adaga normal para me ferir, armas de semideuses não feriam mortais.
Não faria diferença alguma, eu estava perdida, Annabeth havia sido levada e poderia morrer logo nas mãos do irmão psicopata, estava sozinha. A base era enorme, algum monstro me encontraria antes dos meus amigos. Antes de Thalia. Estava desarmada, não conseguiria lutar mesmo que estivesse em condições.
– Apolo... – pedi – Me ajude.
Não consegui fazer uma prece descente, minha mente se esvaziava aos poucos. Perdi a noção do tempo ali, ainda tinha esperança que as trevas me levassem em direção dos outros, então torci para que Nico estivesse bem, pois esse salto só seria possível com ele consciente.
Quando já tinha perdido totalmente as esperanças senti algo se debatendo no meu pulso. O bracelete. Ele andara tão quieto nesses últimos dias que até havia esquecido dele. Com as forças que ainda tinha o retirei do meu pulso, não conseguia enxergá-lo, mas sabia que as assas dele estavam batendo.
– Procure Thalia, e a traga aqui. – pedi, não sabia se ele obedeceria, muito menos se havia entendido e o soltei
Torci para que o bracelete fosse até ela, e não apenas estivesse aproveitando a liberdade. Coloquei minhas últimas esperanças nisso, usei as últimas forças para pensar em Thalia, em todas as lembranças que tinha com ela. Talvez aquilo me mantivesse viva. Então a inconsciência me levou.
– x---
– Rachel... Desculpa. – ouvi uma voz distante, como se fosse um sonho
– Ela não consegue te ouvir, idiota! – alguém respondeu
–Não podemos carregá-la por toda a base, isso pode machucá-la ainda mais. – rebateu
– Merda! Eles estão chegando, vai, tem uma sala ali na frente. Já estou chegando lá.
Queria continuar ali, ouvindo aquela conversa, mas a inconsciência me puxou mais uma vez, e ela foi mais forte do que eu.
Não sei por quanto tempo fiquei apagada, mas quando retornei a dor que sentia estava ainda mais forte. Meu ouvindo tinha um chiado, mas mesmo assim consegui ouvir a conversa ao meu redor, mas não tinha forças para abrir os olhos.
– Está diferente da visão dela! – alguém sussurrou, senti a dor na voz – E se ela não voltar?
– Ela vai voltar! Agora me deixe pensar em como vamos sair daqui! – alguém respondeu
Senti uma mão afagando meus cabelos, aquilo estava me forçando a permanecer consciente, me dava vontade de lutar contra aquilo que queria me deixar dormindo.
– Volta. Não me deixa. – Thalia pediu – Estou com medo Rachel, sua visão não era assim...
– O que deu errado? Já era pra Nico ter nos transportado. – Clarisse murmurou
– Ele disse que tinha que estar consciente para o salto nas sombras acontecer. Algo o pegou... – Thalia respondeu e mais uma vez senti a dor na sua voz, tive vontade de abrir os olhos e dizer que tudo ia ficar bem
– E Annabeth... – Clarisse sussurrou – Devíamos ter traçado um plano melhor, eu sabia que esse tinha furos. Annabeth pagou o preço.... – ela deixou a frase morrer, nunca a tinha visto tão abalada
– Rachel também. Olhe a perna dela, algo muito forte a atingiu. Ah meu amor... Isso é minha culpa.
Queria abrir os olhos, dizer que ela estava errada, dizer que era para ela parar de se culpar, mas a dor não permitia que eu me mexesse. Era agonizante.
– Pelo menos destruímos o Receptáculo. – Clarisse murmurou
Se conseguisse me mexer, teria feito uma expressão confusa, mas agora só pude pensar, e isso aumentou mais ainda a dor na minha mente. Aaron havia dito que o Receptáculo estava com ele, eu havia sido enganada? Ou as meninas destruíram um Receptáculo falso?
– Thalia, não vai ter outro jeito. A porta de metal não pode segurar aqueles monstros para sempre. Vamos ter que lutar pra sair.
– Como?! Como vamos lutar? Isso e suicídio..
– Thalia nós duas conseguimos...
– E Rachel? — interrompeu
– Não podemos carregá-la, isso vai nos atrasar. Vamos ter que deixa-la aqui. Rançamos a porta, os monstros vão nos seguir e ela vai estar segura. – Clarisse respondeu sem nenhuma emoção na voz, Thalia nunca permitiria aquilo
– O que você tem na cabeça? Acha que vou deixar minha namorada aqui? Tenho que cuidar dela, não ligo para missão alguma agora. O que me preocupa é Rachel, ela nem devia estar aqui, está assim por minha culpa. Não vou abandoná-la. Você abandonaria Annabeth?! – perguntou com a voz embargada
Senti uma pontada de orgulho de Thalia. Clarisse não respondeu, não entendi a menção de Annabeth ali, e nem o que aquilo causou na filha de Ares.
– Annabeth não está na mesma situação que Rachel. Pelo menos você sabe que sua namorada está viva. Já eu não sei nada de Annabeth, por isso quero sair, para ir atrás dela. – Clarisse respondeu firme
– Vá sozinha. – Thalia respondeu sem se abalar – Annabeth é minha amiga, eu a amo. Mas tenho outra preocupação agora.
Senti a mão de Thalia segurando a minha fortemente, apertei a mão dela de leve, mas o suficiente para chamar sua atenção.
– Rachel?
Apertei a mão novamente. Lutei para abrir meus olhos, quando a visão tomou foco, vi seu rosto iluminado por um feixe de luz. Ela respirou fundo, parecendo se acalmar, seu rosto estava cansado e suado. Os olhos azuis estavam tristes, e ela segurou meu rosto entre as mãos. Quando tentei erguer meu corpo, gemi de dor, pude ver a tristeza que ela sentiu ao me ver assim.
– Rachel eu pensei que você não ia acordar, está diferente do seu sonho. Mudamos alguma coisa... – ela continuou o desabafo, olhei ao redor, era uma sala com prateleiras, tipo uma despensa
Estava diferente mesmo, no meu sonho eu havia permanecido no corredor, não entendi porque havia mudado, visões não mudam. Clarisse apareceu no meu campo de visão, ela não estava com a tradicional máscara de raiva no rosto, mas sim com uma expressão de preocupação.
– Cade Annabeth? O que aconteceu? Onde ela está? – ela perguntou se ajoelhando perto de mim
Encarei Thalia em busca de apoio e ela apertou minha mão, dando um beijo na minha testa.
– Conte o que aconteceu. – pediu, mas quando abri a boca pra falar algo, uma batida ecoou na porta da sala
– Está assim há um tempão. Fale logo o que aconteceu. – Clarisse exigiu
Senti irritação, ela nem ao menos perguntou como eu estava. Afastei esse ressentimento e respirei fundo, causando dor em minhas costelas.
– Aaron. Ele é o traidor. – disse e me surpreendi com o tom da minha própria voz, saiu rouco e doente – Ele nos surpreendeu em um dos túneis e a levou. Disse coisas horríveis para mim, falou que Annabeth pode estar morta daqui dois dias, tentei escapar, mas ele foi mais rápido e me feriu. Mandei o bracelete atrás de vocês e desmaiei. – resumi e outro estrondo na porta nos surpreendeu
– Tem certeza que ele é o traidor? – Thalia perguntou
– Foi ele que fez isso comigo. – murmurei, não foi minha intenção soar dramática, mas foi o que aconteceu, Clarisse estava perdida em pensamentos
– Temos que sair daqui. – a filha de Ares disse por fim
Então lembrei da nossa missão ali.
– O Receptáculo... – comecei
– Nós o destruímos. – Thalia interrompeu, no fundo pude ouvir o orgulho na voz dela
– Por isso esses monstros estão atrás de nós. Seu bracelete chegou voando até a gente e atraiu a atenção dos monstros quando conseguimos o Receptáculo, Thalia o destruiu com a espada e seguimos o bracelete o mais depressa possível, ele só parou quieto quando o colocamos em você. Como conseguiu treinar essa coisa? – Clarisse disse tudo de uma vez, as palavras ainda faziam eco na minha mente
Não sabia como o bracelete tinha me obedecido, não era minha maior preocupação. Elas estavam tão confiantes que haviam completado a missão ali que não consegui mencionar o que Aaron havia me dito.
Apertei o local do corte e estremeci ao sentir a dor ali, tentei disfarçar um pouco, mas Thalia já tinha visto minha expressão. Me olhou com culpa, não suportaria ver aquela expressão o tempo todo nela.
– Consegue levantar? – Clarisse perguntou e neguei – Onde está seu arco?
– Aaron me desarmou.
Respondi e senti os braços de Thalia na parte de trás dos meus joelhos, e na minha coluna.
– Vai comprimir sua barriga, vai doer, mas é o único jeito de sairmos daqui. Temos quer ser rápidas, e não vamos conseguir isso se você for mancando. – Thalia explicou e assenti
Ela me ergueu, aquilo doeu, muito, mas contive toda aquela dor, precisava ser forte. Thalia cambaleou, mas conseguiu se manter em pé comigo no colo, devíamos ter mais ou menos o mesmo peso, ela não aguentaria aquilo para sempre.
– Você vai abrindo caminho. – pediu para Clarisse, a filha de Ares não respondeu, mas se colocou mais próxima da porta
As batidas ali aumentavam, se fosse uma porta simples já teria sido arrombada, era uma porta forte de metal, com isso o barulho aumentava. Escondi o rosto no pescoço de Thalia. Quando Clarisse foi abrir a porta, a sala se iluminou por completo, e uma força nos puxou.
Era como viajar nas sombras, só que em vez de trevas, luzes nos envolvia. Não tive tempo de sentir medo, foi rápido. Thalia não aguentou nosso peso quando aterrissamos na grama e caiu, comigo por cima dela. Clarisse caiu ao nosso lado. Olhei ao redor e estávamos numa espécie de parque, minha visão demorou para acostumar com a claridade. Ainda estava de dia, devia ser fim de tarde. Havia árvores nos margeando e um lago a nossa frente.
Olhei para outro lado, tinha um Maserati Spyder conversível da cor vermelha, duas cadeiras dobráveis de praia estavam ao lado do carro. Em uma delas havia um Nico Di Angelo inconsciente. Na outra havia um adolescente de dezessete anos, por um segundo jurei que era Aaron. Mas não, quem estava ali era um deus. O cabelo loiro estava despenteado vestia até uma camiseta do Acampamento Meio Sangue, usava uma bermuda e tênis comuns. Ele tocava um ukulele animadamente.
– Tudo. – Thalia murmurou – Menos ele.
O deus parou de tocar quando nos viu e acenou entusiasmado.
– E aí meninas! – Apolo gritou – Gostaram de apartar?
Sorri, mesmo estando fraca e sentindo uma imensa vontade de dormir.
Ele havia atendido minhas preces.
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