The Princess And The Commoner

2 Dia 18 de agosto de 2010 - Conheço um plebeu


Notas iniciais
Heeey! Não tenho nada pra falar, então vamos a fic...

FLASHBACK

Dia 18 de Agosto de 2010

– Oi Rachel! — a cumprimentei enquanto ela entrava no carro.

– Oi coisa alguma, eu estive presa no inferno que minha mãe chama de casa, pode até ser bonita e super chique, mas eu odeio aquele lugar. — ela dizia rapidamente. — Agora pisa fundo antes que minha mãe apareça me obrigando a alisar o cabelo.

Eu ri e acelerei o carro.

– Aonde nós vamos mesmo? — ela perguntou.

– Primeiro vamos buscar a Thalia na irmandade Ártemis, e depois... bem, eu não sei. — respondi.

Ela revirou os olhos.

– Idiota. — ela disse, e eu olhei para ela com cara de ofendida. — Que foi?

Dei o dedo do meio pra ela, e voltei a prestar atenção na estrada.

– E esse carro aqui, hein? — ela perguntou depois de um tempo.

– Presente por eu ter conseguido minha carteira de motorista. — eu disse.

– Interessante. — ela disse. — Eu vou fazer o teste de direção depois de amanhã.

– Legal. — eu disse. — Vai querer que carro?

– Quero um carro simples, nada muito.... isso. — ela apontou pro meu carro.

– Ei! Algum problema com a Corujinha? — perguntei fazendo bico.

– Você deu o nome de Corujinha pra um carro? — ela perguntou, incrédula.

Dei de ombros. Logo, paramos em frente a um prédio rosa claro com portas e janelas brancas.

– Chegamos. — eu disse. Peguei meu iPhone. — Vou ligar pra Thalia, para ela descer.

– Quer saber? — disse Rachel, enquanto eu discava o número de Thalia. — Eu acho MUITO estranha essa sua obsessão por corujas.

Revirei os olhos e pus o celular na orelha. Chamou uma, chamou duas, chamou três, atendeu.

– Alô — disse Thalia do outro lado.

– Oi zumbi. — eu disse, e eu ri. Pude sentir ela revirando os olhos. — Estamos aqui embaixo, desce logo, criatura.

– Tá, tô descendo. — ela disse.

Passou uns cinco minutos, e Thalia desceu, com uma mulher em seu encalço.

– Thalia Grace, volte aqui imediatamente! — a mulher gritou.

– Blá, blá, blá! — Thalia gritou e mostrou a língua pra mulher.

Eu e Rachel ríamos sem parar. Thalia pulou pra dentro do carro rapidamente, enquanto a mulher tentava correr, numa tentativa falha.

Acelerei o carro, enquanto nós ainda ríamos.

– Quem.... era aquela louca? — perguntei, depois que a minha crise de risos cessou.

– Argh, a louca que toma conta do dormitório. — Thalia respondeu. — Ainda não entendo como meu pai pode me pôr naquele droga de irmandade. — ela murmurou. — Aposto que foi só para se livrar de mim.

Ficamos em silêncio por um tempo. Até que Thalia resolveu falar.

– Aonde estamos indo? — ela perguntou.

– Um lugar. — eu disse, rindo.

– Não me diga! — ela revirou os olhos, enquanto eu ria e Rachel fuçava no meu celular.

– Não vou dizer. — eu expliquei.

Ela deu de ombros e falou para eu aumentar o som.

– Amo essa música. — comentou Rachel.

Reconheci a música. Tocava Green Day — Oh Love.

Thalia, Rachel e eu acompanhávamos a música baixinho.

Oh love, oh love Won't you rain on me tonight? Oh life, oh life Please don't pass me by

Don't stop, don't stop Don't stop when the red lights flash Oh ride, free ride Won't you take me close to you?

Far away, far away Waste away tonight I'm wearing my heart on a noose Far away, far away Waste away tonight Tonight my heart's on the loose

Oh lights, and action I just can't be satisfied Oh losers, and choosers Won't you please hold on my life?

Oh hours, and hours Like the dog years of the day Old story, same old story Won't you see the light of day?

Far away, far away Waste away tonight I'm wearing my heart on a noose Far away, far away Waste away tonight Tonight my heart's on the loose

Talk myself out of feeling Talk my way out of control Talk myself out of falling in love Falling in love with you

Oh love, oh love Won't you rain on me tonight? Oh ride, free ride Won't you take me close to you?

Far away, far away Waste away tonight I'm wearing my heart on a noose Far away, far away Waste away tonight Tonight my heart's on the loose

Far away, far away Waste away tonight I'm wearing my heart on a noose Far away, far away Waste away tonight Tonight my heart's on the loose Tonight my heart's on the loose Tonight my heart's on the loos

A música acabou, e logo chegamos. Era uma campina, com uma cachoeira logo atrás, e muitas árvores.

– Annabeth, que lugar lindo! — Rachel dizia, boquiaberta.

– Pois é, como conheceu esse lugar? — perguntou Thalia, também boquiaberta.

– Meu.... pai.... me trouxe aqui. — eu disse, tropeçando nas palavras.

Elas assentiram, e não perguntaram mais nada, elas sabem que doía falar sobre ele.

Peguei a toalha que eu trouxe do palácio, a cesta com a comida e meu iPhone.

Procurei uma boa árvore, logo avistei uma macieira. Arrumei a toalha embaixo da árvore, pus a cesta em cima. Depois peguei as cadeiras que trouxera, e pus envolta da toalha.

– Sentem-se, miladys. — disse, fazendo uma voz grossa.

– Miladys? — Thalia, perguntou incrédula.

– Estou imitando o Alfred. — eu disse, rindo.

Thalia revirou os olhos, e sentou-se em uma cadeira. Rachel estava olhando para alguma coisa, igual uma idiota.

– Rachel? — perguntei. Ela não me respondeu. Andei até perto dela e gritei: — RACHEL!

Ela deu um pulo e caiu no rio.

Thalia e eu caímos na gargalhada.

– Cacete, Annabeth! — ela gritou, saindo do rio. E vindo até mim. — Eu estava olhando para aquela flor, para poder pintá-la, sua inútil.

Ela começou a correr até mim, e eu percebendo o que ela ia fazer, corri e subi na macieira.

– Sua inútil! — ela gritou, lá de baixo. — Só porque eu não sei subir em árvore.

Eu ri, e subi mais um pouco.

– Desce logo daí, retardada. — disse Thalia, já abrindo a cesta de comida e comendo um pedaço do bolo de laranja com as mãos.

– Sua vadia! — eu gritei lá de cima. — Come igual gente!

– Tá. — ela disse, dando de ombros.- Só tem um problema: eu não sou gente.

Rachel riu e eu revirei os olhos.

– O quê que a princesa Annabeth Katherine Chase faz em uma cachoeira de plebeus? — perguntou uma voz.

Logo vi dois garotos se aproximando. Um tinha cabelos pretos e olhos verdes, e era alto e magro. O outro tinha cabelos cor de areia e olhos claros, era alto também e parecia mais velho que o outro.

– Quem são vocês? — perguntei, descendo da árvore.

– Eu sou Percy Jackson. — ele disse.

– E eu sou Luke James Castellan. — disse o outro. — O príncipe do reino vizinho.

– Cara, você tem que falar quem é cada vez que se apresenta? — Percy disse, e eu ri. Ele me olhou surpreso.

– E podemos saber quem são as senhoritas? — perguntou Luke.

– Eu sou Thalia Grace. — Thalia se apresentou. Pude ver que ela chamou a atenção de Luke.

– Eu sou Rachel Elizabeth Dare. — Rachel se apresentou.

– E eu preciso mesmo me apresentar? — ergui a sobrancelha.

– Acredito que não. — disse Percy.

– Ok. — concordei.

– O que nos leva a pergunta anterior. — Percy falou. — O que uma princesa faz aqui?

– Passeando. — eu disse seca. Esse garoto está começando a me irritar. Que intrometido! — Algo contra?

– Não! — ele disse. — Muito pelo contrário.

– E vocês? O que estão fazendo aqui? — perguntei.

– Passeando. — ele disse.

Revirei os olhos.

– Outra coisa, quando estávamos chegando, vimos que você jogou sua amiga no rio. — ele disse, e eu assenti. Era verdade, e daí? — Então, terei que fazer isso, porque eu gosto de justiça.

Ele disse e eu o olhei sem entender. Senti alguém se aproximando por trás de mim. E uma mão me empurrando para o rio. Caí na água, e pude ver Luke, Percy, Thalia e Rachel gargalhando.

– A vingança é um prato que se come frio. — disse Rachel.

Saí do rio pingando dos pés a cabeça. Corri até Percy e o empurrei no rio.

– Quem está rindo agora? — eu disse, entre gargalhadas.

Ele saiu do rio furioso, e me empurrou de novo, mas eu prevendo o que ele iria fazer, o puxei comigo. E caímos nós dois. Pude ouvir as gargalhadas de Luke, Thalia e Rachel.

Saímos do rio, e já estava anoitecendo.

***

– Então, Luke, vamos? — perguntou Percy, depois de comer. — Seu querido pai quer você em casa as oito. — ele revirou os olhos.

Luke assentiu.

Percy se virou para mim.

– Vamos nos ver de novo? — ele perguntou.

– Desde que você não me empurre em um rio, claro! Vamos nos ver de novo. — eu disse.

Ele riu, e se despediu de nós.

Notas finais
Ok, quem gostar, eu quero reviews, hein!