The Precious Blood

4 MINHA VERDADE SOBRENATURAL




“Tuas verdades se escondem onde as lendas se constroem...

...Em um mundo oculto de magia! ”

Antes que ela pudesse piscar eles a rodearam, fazendo-a parar bruscamente. Ela não acreditava no que via. Apertou os olhos e abriu de novo se deparando com a mesma visão. Se beliscou, também não adiantou.

Eles eram cerca de trinta, belos, assustadoramente belos e anormais. Suas peles pareciam ter desenhos coloridos que emanava uma luz efêmera. Era uma coloração e desenhos únicos. Os corpos eram esguios, altos, magros retesados. Tinham longos fios prateados na cabeça. Os cílios eram mais longos que os de humanos, azuis; os olhos, castanhos, um castanho familiar demais. E então ela se lembrou de seus próprios olhos refletidos no espelho.

O estranho é que mesmo encurralada no meio daquelas estranhas criaturas, não tinha medo, se sentia até... segura? Uma figura mais altiva que todas saiu de trás dos demais. Pela postura, a criatura, que parecia feminina, só poderia ser a dona da voz que a mandara parar. Ela lhe sorriu, Sarah arfou. Dentes lindos. Achou que aquilo foi a inspiração de Deus para criar o sorriso humano, era perfeito! Tinha o mesmo efeito de uma lua cheia e clara: iluminava qualquer escuridão.

Ela continuava a deslizar pra perto. Sarah não movia um músculo. Ela só podia estar sonhando.

_ Não anjo você não está sonhando – a criatura ainda respondia a pensamentos? Só em sonho mesmo! Mas a criatura continuou a falar. – Meu nome é Quendra, Rainha Quendra. Estes – ela apontou para os outros – são meu povo, somos os elfos.

Rainha Quendra ­­>>http://www.r3veblog.com/wp-content/uploads/2009/04/bertram2.jpg

_ O que? – ela sussurrou. De repente começou a rir descontrolada. Sim ela era louca, uma esquizofrênica, que agora deu pra ver coisas. Seu corpo se sacudia em gargalhadas, que foram se diminuindo enquanto ela observava as criaturas serenas olhando seu ataque, só esperando ela se acalmar. Parou assim que sentiu o toque suave e terno em seus ombros. Os dedos finos e aparentemente delicados de Quendra lhe acariciava os cabelos. – Lairon!

O sussurro deste nome fez a menina despertar, ela se afastou se virando para o ser que dissera este nome. Sim ela sabia quem era, era seu pai. O nome tantas vezes dito por Laura. Todas de forma saudosa, descrevendo características que a mãe manteve guardada em memória para reviver o seu amor para sua filha. Lairon...

_Meu pai!

_ Sim criança, seu pai. Preste a atenção ao que vou dizer: seu pai era um de nós, ele era um elfo.

_ Não, é claro que não, que loucura é esta? Não pode ser. Meu pai era normal, um humano normal e bonito, branco, alto, olhos castanhos iguais aos meus... olhos castanhos....

Ela parou, olhou para a Rainha, mas especificamente pra seus olhos. Era praticamente a visão do que a sua mão descrevera detalhadamente como os castanhos olhos de seu pai. Os olhos que ficavam mais claros quando o sol batia neles, que tinham uma força assombrosa que prendia as pessoas, desconsertava, emanavam luz, misteriosos...

_ Sim, os olhos. Todos nós temos a mesma cor: simplesmente castanhos, afinal já temos cor demais não é mesmo? – aquilo não parecia uma piada, mas sim uma constatação feita pela voz baixa da rainha.

_ São fascinantes! – escapou-lhe dos lábios o pensamento. Quendra só riu, parecia um tilintar cristalino de águas em pedras.

_ Creio que você está elogiando a si mesma então? Seus olhos são os nossos Sarah, são a herança de seu pai. – sim, ela já tinha ouvido isto da mãe.

_ Se vocês forem parte do meu sonho podem ter a cor de olhos que for. O que você me diz não existe, é ilusão, é...

_ Não ouse se agarrar a ciência humana como se fosse uma verdade absoluta Sarah, como se fosse a única coisa válida do universo pequena – Sarah se encolheu, apesar da voz continuar inalterável, aquelas palavras mexeram com algo dentro de si, algo que insistia em acreditar no que via e ouvia. – Você mesma não tem explicação para suas habilidades... como você pensa?.. Ah sim: anormais. Você mesma viu que a frágil ciência humana, que ainda tem muito a descobrir e explicar, não considera possível o que você mesma constatou! Usa-se agora do que ela lhe diz pra contestar este fato? Pra catalogá-lo como impossível, uma ilusão? Sarah, não são só os humanos que compartilham este mundo, existem muito mais coisas.

Sim, aquilo começava a ganhar corpo e coerência dentro da cabeça confusa da jovem. Mas ela precisava saber mais, as coisas ainda estavam soltas.

_ Mais coisas? Que tipo de coisas?

_ Calma, vamos por parte. Primeiro quem nós somos.

_ Sim, o que são vocês?

Quendra voltou a sorrir. – Os elfos são criaturas do mundo que os humanos costumam chamar de sobrenatural. Vivemos isolados na Terra, poucos ou quase nenhum ser sabem de nós, se inclua nestes poucos agora. – Sarah sacudiu a cabeça, olhou pra rainha e fez um sinal afirmativo, ela podia continuar – Por enquanto as coisas continuam assim, mas podem ser que mudem. Temos uma função particular, que gostamos de chamar de missão. Nós, com o poder que nos foi concedido, representamos o equilíbrio entre o humano e o sobrenatural. Vocês não sabem a importância que tem para Aquele que lhes criou criança, e sim, vocês tiveram um Criador.

Sarah respirou fundo, seus estudos apontavam para o contrário, mas se o que ela estava vivendo era real, significava que a ciência era limitada para algumas coisas.

_ Se permitíssemos, os seres sobrenaturais teriam força e poder suficientes para se sobrepor a vocês. É claro, não controlamos todos eles, afinal somos só nós – ela apontou para os cerca de trinta elfos que estavam agora sentados eretos em um grande circulo naquela clareira – mas eles não chegaram a dizimar nenhuma raça de humanos, uma correu sérios riscos, mas nós conseguimos reverter o caso a tempo. Mas você representa um perigo ou uma grande ajuda pra nós. Depende de quão habilidosa você for, das escolhas que você fizer.

Sarah olhou pra ela e sentiu as pernas bambas. “Perigo? Ajuda?”. Caiu sentada no chão úmido da mata.

_ Como assim? Perigosa por quê?

_ Os olhos não são as únicas coisas que você possui de seu pai minha linda. Acho que você sabe o que mais você tem dele, pense, está claro!

Sim estava. Só podia ser herança paterna as estranhices que tinha....

_ A força? A inteligência acima da média? Os reflexos, a velocidade, a resistência, a boa visão, o bom olfato? O... o...

_ Sim o mais importante Sarah, você está chegando lá.

Ela engoliu em seco, pensou e de repente parecia obvio demais, real e incontestável demais afinal não havia explicação para o que ela constatara em...

_ Meu sangue! – ela se levantou, agora ela tinha certeza que aquilo era real, absurdamente real. Só aquilo poderia explicar a sua estranha composição sanguínea. Nessa hora iniciou uma caminhada de um lado a outro no meio do círculo de elfos.

_ Espera! O cheiro... o cheiro é do meu sangue? Por quê?

Quendra sorriu em sua perfeição, afirmando com um sinal de cabeça. – Seu sangue trás uma parte da magia que nós somos constituídos e por isto é mágico. Sim, o cheiro é de seu sangue, sinta...

Pra espanto da garota, a bela rainha se arranhou, perfurando a pele distinta, fazendo sair dela um líquido azul prateado, mas o mais intrigante era o perfume, um perfume delicioso que a menina não tinha sentido até então. Lembrava o cheiro que ela mesma possuía, mas era diferente, muito mais forte. Quendra passou a mão pelo ferimento que se fechou imediatamente. O cheiro desapareceu com ele. Era como se não estivesse banhando o lugar há segundos atrás, não havia vestígio. O queixo de Sarah caiu.

_ Como?... Não, não! Por que isto explica o “perigosa”?

­_ Nosso sangue carrega toda a nossa essência mágica. Ele é poder e força, a nossa pura magia, em toda a sua excelência. Quando um elfo tem um filho com uma humana parte considerável disto é passado à criança. Ela não perde a sua essência humana, não se torna uma de nós. Mas se torna singular entre os humanos. Agora pense Sarah, agora que você já tem consciência do mundo sobrenatural que lhe rodeia. O que ou que criatura das suas .... lendas acha que tornaria você, enquanto fonte de poder e magia, em seu sangue, perigosa para nossa missão?

Ela parou, forçou a mente a se lembrar de algo, de lendas que fossem relacionadas a sangue... Oh! céus ela não se ligava neste tipo de coisas.

_ Você conhece querida, a resposta é simples – a elfo suspirou – os vampiros!

_ Como é que é? – Sarah esboçou um sorriso incrédulo que se desvaneceu rapidamente ao olhar o semblante sério e pesaroso a sua frente.

_Eles são poderosos e, como nas lendas que você conhece, se alimentam de sangue humano. São as criaturas que mais nos dão trabalho sabia? São os mais difíceis pra nós, o nosso maior desafio, a principal ameaça sobrenatural aos humanos!

Essa não era a voz de Quendra, era mais grave, mais profunda, embora soasse calma e cadenciada como a da rainha. Sarah se virou lentamente para seu interlocutor e levou um susto. Ela o conhecia, sim ela se lembrava dele, do seu olhar triste pra ela naquele dia... naquele dia horrível... na paz da inconsciência que ele lhe dera. Então não era ilusão? A criatura existia? Estava com ela naquele dia, ela não ouviu coisas demais?

_ Vocês estavam lá! – não era uma indagação, ela só falou em voz alta o que tinha certeza. O peito da menina começou a se descontrolar, a se sacudir. Eles viram? Se são tão poderosos, por que não impediram? Por que suas habilidades não se desenvolveram naquela hora? Ela se agachou no chão, segurando os cabelos, respirando fundo, tentando dar ordem ao caos que estava em sua cabeça.

_ Sim nós estávamos e infelizmente não podíamos fazer nada naquele momento. Não estava ao nosso alcance, nos perdoe!

_ E por que não estava ao alcance? – a voz de Sarah não estava triste ou angustiada. Estava raivosa, seus olhos duros, rígidos. Ela se levantou em uma postura ereta, de punhos fechados. – Por quê?

Koraíny olhou pra jovem a sua frente com pesar. Não havia nela a suave pureza da idade, para vencer o sofrimento ela enrijecera. Ele escutou sua rainha dizê-la quase as mesmas palavras que disse a ele naquela noite de horror: eles tinham poder para fazer coisas pelos humanos e não contra eles, fossem eles quem fossem! Sarah riu.

_ Que coisa mais irônica não é? – ela suspirou – mas não vamos chorar por coisas passadas porque não vale à pena. Continuem o que falavam antes. Então eu posso ser perigosa se os vampiros sugarem meu sangue? – ela disse a frase coberta de sarcasmo.

_ Sim. Diferente dos outros humanos, você é imune ao veneno que transforma os vampiros. Se eles te morderem você só ira enfraquecer, porém o poder deles irá se duplicar. Será a nossa força neles. Sarah eles são absolutamente letais, como Koraíny disse, nós quase não podemos conte-los, se muitos deles tiverem esta força....

_ Mas meu sangue não dura pra sempre não é? Uma hora eu morro. Então vocês não venceriam dois ou três?

Koraíny olhou pra Quendra de uma forma que pareceu sugestiva demais para a garota.

_ O que foi?

_ Você também poderá se regenerar conforme seus poderes continuarem a evoluir. Quando sua evolução mágica terminar, quando você tiver alcançado a idade adulta, daqui a poucos anos, seu sangue também ira se regenerar na mesma medida que ele lhe for retirado. Além disto, você não pode morrer tão facilmente quanto os humanos querida. Haverá um tempo, nós não sabemos ao certo quando, você não irá mais envelhecer. É uma maneira que a magia encontra pra permanecer forte. Quando o corpo alcança sua maior capacidade ele assim permanece.

Sarah ergueu as sobrancelhas para tudo que a rainha acabou de falar. Mas algo a intrigava:

_ Por que então nenhum vampiro cruzou meu caminho até agora?

Quendra se aproximou dela, alisou-lhe a face, fazendo Sarah fechar os olhos com o toque macio. _ Por que nós matamos todos que tentaram! – o sussurro da rainha serviu apenas pra deixar suas palavras ainda mais macabras. Sarah arregalou os olhos, seu coração acelerou.

_ Eles... eles já chegaram perto?

_ Sim. Conforme você foi crescendo, suas características especiais foram se tornando mais latentes. O seu cheiro também. Ah querida, o seu cheiro é irresistível pra eles, único. É uma verdadeira isca, eles ficam fora de si com ele, verdadeiras bestas feras.

_ Existem mais como eu? – ela tentou desviar do assunto, para controlar os batimentos, mas esse assunto também não parecia muito bom. Ela viu novamente a troca de olhares entre rainha e súdito.

_ Existem? – ela arfou – eles foram pegos?!

_ Não anjo, eles não foram pegos.

_ Então tem mais como eu?

Quendra suspirou _ Existiram, mas morreram.

_ Mas vocês não disseram que...

_ Nós não podíamos deixá-los viver querida. Por isto nós pedíamos que eles se fossem enquanto ainda eram frágeis, enquanto ainda não sofriam. Os pais deles, elfos como Lairon, levavam as almas de seus filhos para o lugar oculto que nos é reservado quando morremos.

Agora sim, a cabeça de Sarah girava. Koraíny lhe segurou nos braços, mantendo-a de pé.

_ Por quê? Por que vocês me deixaram viva?

_ Lairon me pediu! – Quendra disse simplesmente.

_ Como assim? Um pedido dele fez vocês mudarem de opinião?

_ Não foi um mero pedido, foi uma vontade dele. Nenhum de nossos mortos se manifestou daquela forma. Por alguma razão ele sabia que você resistiria, por alguma razão, conhecida só dele, ele me pediu pra que te deixasse viver, que ele não poderia levá-la consigo. Ele me disse que sua vida era importante. Nós, todos nós – ela novamente apontou para os outros elfos silenciosos — nos reunimos e decidimos que deixaríamos você viver. Que pela primeira vez tentaríamos, porque se Lairon, em um nível superior ao nosso, pediu, nós não poderíamos desconsiderar isto. Também porque foi a primeira vez que algum dos pais fez algo como isso. Nada é por acaso e nós, elfos, não somos levianos em nossas decisões. Acreditamos em Lairon, era não iria ir contra a nossa missão. Decidimos cuidar de você enquanto podíamos, ou seja, até quando você não for capaz de se defender sozinha.

_ Mas se meu pai estava morto, como ele lhe pediu isto? – Sarah perguntou confusa.

_ Ele apareceu pra mim, no que vocês chamariam de sonho. Mas nós não dormimos, portanto não temos sonhos. Quando algo assim acontece, nós entramos em uma espécie de transe caótico, o tempo real se mistura com o que estamos vendo de outro lugar, outro tempo. Pude sentir Lairon, ver seus olhos. Nós sabemos que é verdade.

A cabeça de Sarah tentava processar as informações ditas tão calmamente pela criatura sobrenatural a sua frente. Mas inúmeras duvidas lhe povoavam a mente.

_ E agora? – A menina pensou alto, imaginando como seria a sua vida com tudo aquilo, como ela ia viver com suas habilidades extras? Como ia se defender dos vampiros se nunca tinha visto ou estado com um antes? Se eles eram tão poderosos, como ela poderia vencê-los? E o pior, o pior de tudo, ela teria de viver por quanto tempo? Que motivação acharia para isso?

_ Calma Sarah! – Koraíny lhe disse, sentindo sua tensão, ainda mantendo-a amparada nele.

_ Sim se acalme Sarah, nós vamos lhe ensinar a lhe dar com tudo isso. Nós não deixaremos de nos ver por enquanto, todos nós lhe treinaremos para que aprenda a lutar e, o mais importante: ocultar, esconder seu cheiro o máximo possível!

Só então Sarah se atentou para isto, eles não exalavam o cheiro forte que ela sabia possuir o sangue deles. Assim que a rainha quis, o cheiro dela desapareceu. Ela respondeu a rainha apenas com um aceno de cabeça, tendo ainda a esperança de que aquilo era um sonho.

_ Nos veremos regularmente, assim suas dúvidas sobre nós e sobre si mesma também poderão se esclarecer. Por hoje já basta, Koraíny vai lhe levar ao seu quarto mais rapidamente agora.

_ Rapidamente? – Sarah indagou em um murmúrio.

_ Sim, somos mais rápidos, é sem correr. Você verá – Quendra não explicou mais nada. – Até breve anjo!

Koraíny murmurou um “segure em mim” para Sarah, mas antes, ela tinha que esclarecer mais uma dúvida. Olhou para Quendra.

_ E se eu não conseguir fugir? E se eu for pega por vampiros? E se eu lhes der mais poder?

Os olhos da rainha de repente se escureceram. Ela andou levemente para perto de Sarah. Um andar lento demais para a criatura, deixando uma tensão enquanto demorava-se para desfazer aquela curta distância. Sarah tinha a garganta seca. A rainha agora parecia uma criatura extremamente perigosa.

Quendra, mais uma vez, passou os dedos suavemente pelo rosto da jovem, segurando-o em seguida com as duas mãos de algodão. Aproximou os lábios do ouvido de Sarah, lentamente. Esta sentiu um frio na espinha com o sussurro que saiu dos lábios da rainha.

_ Temo que para que nossa missão continue firme, você terá de ser destruída se houver possibilidade de isso acontecer.

Um vento soprou a nuca da menina, ela deixou de sentir as mãos de Quendra, seus olhos ficaram turvos. Quando deu por si, Koraíny a deitava na cama de seu dormitório.

**************************

Na mesma noite, em Forks…

… o jovem índio sentia seu coração comprimir. Sabia que não adiantava mais lutar para mantê-la viva. Ele morreria agora. Seu único amor, aquela por quem ele tudo fizera, que havia confessado seu amor por ele, que o beijara tão intensamente. Ah! seu primeiro beijo…

Não havia mais como negar, ela morrera. Bella Swan estava morta. Ele não tinha mais pelo que lutar, pelo que acreditar. O coração dela parara de bater!

Ele não iria suportar aquilo, nunca imaginou sentir tal dor. Mas antes de tudo ele precisava fazer uma última coisa, que morresse depois, não importava. Ele tinha que matar. Matar o monstro maldito que tirara completamente a esperança de ele ainda poder amar…

Ele desceu as escadas da mansão branca, se distanciando do cadáver daquela que amou, seu corpo se sacudindo em fúria e sede de morte, de vingança.

Não, a aberração não escaparia dele

Notas finais
Às meninas fiéis e fofas que deixam seus comentários aki e que me acompanham lá no TFI, um grande, gigantesco beijo! É por garotas lindas como vcs que uma autora tem o prazer em escrever cada vez mais!
Sobre o cap., muita coisa se esclarece nele sob as características da nossa jovem PP e a partir daí as coisas esquentammmm.... No próximo cap. teremos só Jake, mas será um Jake diferente de todos os que vcs costumam ver por aí... não se assustem hein?
E que tal me alegrarem, me proporcionar uma crítica construtiva, me inspirar com sua opinião em um comentário?
Ficarei honrada! Mary Pink, seja bem vinda a fic, comente mais vezes! Bjokas da Déh!