The Precious Blood

28 DOUTORA BLACK


Notas iniciais
Ainnnn... Solara, sua linda!!! Amei sua recomendação... e como agradecimento irei postar dois capítulos de uma vez só. Espero q te agrade tanto quando sua recomendação "team T.P.B" me agradou!!
É isto aí,.... uma recomendação, atualização dupla!!

Sarah olhava atentamente os exames de Charlie, feitos por Marlon.

_ Estamos presumindo que ele levou cerca de 30 minutos para chegar ao hospital. O lado esquerdo parece estar sendo afetado. – Dr. Marlon, seu auxiliar, lhe dizia.

_ Nós estamos na fase aguda. É um AVC isquêmico. A região afetada foi esta aqui. – Sarah fez um circulo com o dedo no monitor em que viam várias imagens do cérebro de Charlie. – Esta vaso aqui sofreu a oclusão, vai afetar a motricidade do lado esquerdo mesmo.

_ Parece um êmbolo. – Marlon disse.

_ É um êmbolo. Vamos continuar com os exames depois pra saber corretamente aonde ele foi formado. Provavelmente veio do coração. – Sarah continuava em seu diagnóstico. — A pressão arterial já foi controlada?

_ Sim, está sendo monitorada rigorosamente desde que ele chegou. A temperatura do corpo também está sobre controle. Já leu a ficha dele?

_ Já, mas ele não nos fazia muitas visitas não é? As informações de lá são quase dispensáveis.

Sarah já andava apressada com Marlon e toda a sua equipe ao lado da maca que levava Charlie para a UTI.

_ Vamos então aos medicamentos. Vamos tentar dissolver este coágulo com um trombolítico, ainda está em tempo. Preparem tudo. Vá na frente Grace. – Sarah ordenou.

_ Acha que não será necessária cirurgia para a retirada, Sarah? – Marlon perguntou.

Sarah somente negou com a cabeça e seguiu com a equipe para medicar Charlie. As primeiras 6 horas foram de monitoração intensa, por isto, era quase o por do sol quando Sarah voltou a sua sala.

_ Sente-se Sr. Morrison. Chefe Swan sofreu os primeiros sintomas no posto policial, é isto? – Sarah questionava, pela segunda vez, o policial colega de Charlie.

_ Sim doutora, nós já estávamos saindo, na verdade. Mas assim que ele caiu e começou a ficar estranho nós trouxemos ele pra cá. – Ele disse, mexendo nervosamente em seu quepe policial.

_ Fizeram muito bem. Se o tratamento especializado for ministrado nas primeiras horas, as chances de recuperação são maiores.

_ É grave doutora? Ele vai ficar bem?

_ Bom, ele vai sobreviver. Mas nestes casos a recuperação é lenta, precisa de um acompanhamento rigoroso e integral. Houve uma obstrução de um vaso sanguíneo do lado direito do cérebro de seu Chefe, a motricidade do lado esquerdo dele foi afetada. Prevemos que ele terá alguma seqüela na fala, nos movimentos e emocional também.

_ A senhora quer dizer que ele não vai voltar à ativa tão cedo, não é?

_ Isto. E, além disto, ele vai precisar de um acompanhamento muito delicado em sua recuperação. Eu vi na ficha dele que ele tem uma filha? O nome é… Isabella, Isabella Swan. – Sarah conferiu na ficha — Você tem notícias dela, Sr. Morrison?

_ Bom, até onde nós sabemos, depois que ela se casou, ela se mudou com a família do marido para o Alasca. Faz uns dez anos, mais ou menos.

_ Eles são próximos? Tem algum contato? – O policial ergueu as sobrancelhas. – Pergunto isto porque Charlie precisa de alguém da família junto dele, ele passará por uma fase complicada.

_ Bom, sim, eu sei disto. Bom, eles sempre se falam pelo telefone. Ela liga pra ele sempre, mas nunca mais ela voltou para Forks, pra visitá-lo. Uma vez, há uns cinco anos, ele foi pra casa dela, passar o Natal, mas voltou em seis dias, um tanto quanto… esquisito. Não falava muito, parecia assustado, sei lá.

_ Você acha que se a chamarmos, ela vem cuidar do pai?

_ Bom, pelo que dizem e pelo o que eu me lembro dela… sim, eu acho que ela vem sim.

_ Ótimo! Você tem algum contato para que eu possa falar com ela?

_ Sim. Não, quer dizer, está lá na delegacia. Posso telefonar pra lá? Eles podem me passar.

Sarah lhe apontou o telefone e esperou pacientemente que ele telefonasse para a delegacia. Anotou o número que Morrison repetia, apesar de não ser necessário, pois ela ouvia perfeitamente o outro policial no telefone.

_ Este é o numero doutora.

_ Obrigada, Morrison. Vou telefonar eu mesma, ela precisa estar aqui o mais rápido possível e a viagem é longa.

_ Obrigado à senhora, doutora. Bem que diziam que a senhora era uma médica dedicada. Em nome de todos os colegas da delegacia, eu lhe agradeço por cuidar do Charlie, ele é um homem excelente.

Sarah sorriu, se levantando e pegando a mão estendida do policial.

_ É só a minha profissão. Faço o que todos deveriam fazer. Agora o senhor e seus amigos podem ir pra casa. A noite foi longa e Charlie terá as visitas muito controladas por enquanto. Mas ele ficará bem, eu garanto.

Assim que o policial saiu, Sarah se prostou na cadeira e bufou cansada.

_ Olha quem veio parar em minhas mãos. Charlie Swan! – Ela reclinou a cabeça no encosto da poltrona e fechou os olhos. Jacob havia tirado boa parte de seu extremado senso de controle quando estava trabalhando. Eram sempre tão mecânicas suas ações quando agia no atendimento de um paciente, mas durante toda aquela noite ela teve que se esforçar para afastar a lembrança de Jacob de seu pensamento… e de seu corpo. – E olha o que você está fazendo comigo Black! – Ela sorriu.

Logo se levantou e pegou ao telefone.

_ Chega de pensar bobagens! Vamos ao trabalho. – Ela disse a si mesma, discando o numero da casa da filha de Charlie.

Ao primeiro toque uma voz extremamente macia e cadenciada atendeu ao telefone.

_ Residência dos Cullens.

_ Pois não, com quem falo?

_ Rosálie, Rosálie Cullen. – Voz perfeita demais, parecia uma voz de gravação.

_ Rosálie, eu gostaria de falar com Isabella Swan. É da casa dela?

_ Você quer dizer Isabella Cullen? – A tal Rosálie perguntou.

_ Quem é Alice? Como você não pode ver? – Uma voz feminina, também muito bonita e afinada, perguntou em uma velocidade incomum, ao fundo da linha. Sarah percebeu que a outra mulher falava muito baixo, parecia estar ao lado do telefone. Não pode entender a resposta àquela pergunta, somente um zumbido veloz. Estranhou.

_ Sim. Creio que sim. Eu preciso falar com ela.

_ E quem gostaria? – A mulher de voz perfeita perguntou prepotente.

_ Diga que é do Hospital de Forks, sou a doutora… — Em menos de um segundo outra voz lhe questionou.

_ Sim? Isabella sou eu, pode falar. – Tinha sido tão rápido que Sarah considerou que esta Isabella estaria com uma extensão do telefone.

_ Filha de Charlie Swan? – Sarah questionou, apenas para ter certeza. O telefone ficou mudo por alguns instantes, depois a voz cristalina lhe perguntou um tanto alterada.

_ O que aconteceu com meu pai?

_ Esta noite, por volta da meia-noite, o seu pai deu entrada no hospital vítima de um Acidente Vascular Cerebral, o comum AVC. Ele já foi devidamente atendido e medicado, mas sua recuperação…

_ O que você disse? – Ela perguntou, sua voz ficando mais aguda e brilhante. Sarah ouviu um silvo de vento do outro lado da linha.

_Calma meu amor. – Alguém disse.

_ Como calma Edward!? É meu pai! Meu pai! … Oi, quem tá falando? Como meu pai está? Como ele está? – Ela lhe perguntava rápido demais, histérica demais.

_ Ele está fora de risco agora, mas como eu ia dizendo, precisará de alguém da família junto dele por uns tempos. Telefonei pra você, por ser, aparentemente, a parente mais próxima. Como médica, julgo necessária sua presença durante a recuperação do seu pai. Penso que para que eu possa lhe explicar o caso de Charlie mais detalhadamente será necessário que venha até aqui. Pode fazer isto?

Um instante de silêncio novamente.

_ Eu vou! – Ela disse, firme e decidida.

_Bella, não é prudente…

_ Esme, eu vou! – Isabella respondeu à outra voz em um sussurro.

_ Alô? – Sarah perguntou, só pra chamar a atenção novamente.

_ Oi doutora. Chego aí em cerca de quatro horas. Pode me esperar? Digo, quem devo procurar… e-eu falo com quem? – Disse ela, nervosa.

_ Sim, bom, eu sou a neurologista do Hospital. Sou a médica responsável por seu pai. Quando chegar pode procurar pela Doutora Black.

Sarah ouviu um suspiro de espasmo do outro lado, um sussurro de “o quê?” e de Isabella somente silêncio, nem respiração parecia vir dela.

_ Vou… procurar… — Finalmente Isabella respondeu, lenta demais. Logo depois a ligação foi interrompida.

Sarah desligou sem entender a reação de espanto que pareceu ser conseqüente de seu nome. Olhou pra cima para receber Sharon em sua sala.

_ Precisa de algo doutora? – A secretária interpelou.

_ Sharon, eu vou voltar pra casa. Comer e tomar um banho. A filha do ultimo paciente deve chegar em quatro horas ou mais. Se eu não estiver aqui a encaminhe a minha sala, peça para esperar e me telefone. Se ela estiver muito alterada, chame Marlon e peça pra ele esclarecer a situação do Sr. Swan, ok?

_ Sim, doutora.

Sarah pegou suas coisas e saiu rumo a sua casa. Não queria sentir aquilo, mas ansiava para reencontrar Jacob, ou melhor: Jake!

*****************

_ Bella, não! Você não pode fazer isto! Como você vai voltar assim pra Forks? Me diz? Com esta carinha exatamente como era há dez anos… quer dizer, muito mais perfeita, não é?

_ Rose, você quer o que? Que eu deixe meu pai ao relento numa hora destas? Nunca! Eu vou e…

_ Coloca em risco o segredo de nós vampiros e coloca os olhos dos Volturi sobre nós mais do que eles já estão? Ora…!

_ Rosálie, quer calar a boca, por favor! – Edward disse nervoso, enquanto olhava Bella arrumar as malas como um relâmpago.

_ Eu vou sozinha, se os Volturi resolverem punir alguém será a mim, não a vocês.

_ Vai nessa! – Rosálie bufou mais uma vez.

_ Bella, o perigo em Forks não é só com os Volturi. Eu acho que não seremos muito bem recebidos pelos lobos. – Edward disse, fazendo Bella parar, lhe segurando os ombros. Ela enrijeceu, fechando os olhos.

_ Eu vou Edward. Nada pode me impedir.

_Enquanto vocês estão aí perdendo tempo tentando convencer a Bella a deixar de ser teimosa, eu fui fazer o que realmente é necessário. – Alice chegou saltitante pelo quarto, jogou uma série de produtos que pareciam cosméticos em cima da mesa do quarto de Edward e Bella e olhou para o casal com um semblante sério.

_ Ora Alice! Pelo amor de Deus! O que é tudo isto? – Bella já estava pronta a reclamar.

_ É para a produção sua e do meu querido irmão para a viagem! Eu sabia desde o começo que você não ia desistir e como Edward não desgruda de você, arrumei tudo para os dois. Faz tempo que eu estava desenvolvendo estes produtos e eu sabia que ia ter uma utilidade… — Alice falava como uma tagarela, empurrando Bella sentada em uma cadeira ao lado da mesa.

_ Chega Alice! Como você acha que eu vou ter cabeça pra me arrumar com meu pai em um hospital? Enlouqueceu? – Bella saltou da cadeira exasperada, mas a vampira baixinha só bufou olhando para Edward, como se dissesse um: “explique!”

_ Bella, Alice realmente vai fazer algo útil! Se nós vamos voltar pra Forks é bom que ela faça isto.

_ Isto o que? – Bella perguntou confusa.

_ Alice vai nos deixar mais velhos. – Edward disse, pegando um frasco dos produtos milagrosos de Alice nas mãos. – E sim, não adianta fazer esta cara Isabella, eu vou junto com você!

Bella rolou os olhos e se sentou na cadeira.

_ Ande logo com isto Alice. Tenho pouco tempo! – Foi só o que ela disse.

Edward prestava atenção no que Alice fazia enquanto escutava o pensamento preocupado de Esme, que queria que Carlisle chegasse logo com Renesmee, Jasper e Emmett da caça. Escutava os resmungos de Rosálie que, no fundo, desejava voltar para Forks também, só para se vingar de Jacob.

Enquanto Alice trabalhava em Bella, seus pensamentos estavam tensos e culposos. Edward acompanhava o sentimento da irmã há algum tempo e sabia das mentiras que ela contou a Bella, torcendo para que fossem verdade, mas que no fundo, ela sentia que não era.

_ Você pode ver Charlie, Alice? Sabe como ele está? – Bella perguntava. Eram naturais aquelas perguntas de Bella à cunhada desde que eles se mudaram de Forks. Mas nos últimos tempos Alice não via tão bem como antes.

_ Ele está bem Bella. Está tudo certo em Forks. – Alice respondia, com um recado silencioso a Edward para que ele não a desmentisse.

Além disto, aquela médica dizendo “Doutora Black” ao telefone, despertou em Alice, uma vez mais, um trecho da visão turva que estava tendo nos últimos tempos.

Bella ficou pronta em cinco minutos.

Ed, preciso falar com você. Longe da Bella.” Alice lhe disse em pensamento. Edward não demonstrou sinal algum que tivesse ouvido, nem sequer olhou para a vampirinha.

_ Bella, amor. Vá encontrar Renesmee no caminho. Carlisle disse no telefone que eles estão chegando. Explique a ela que vamos nos ausentar, vamos para Forks e diga que queremos que ela fique. Não admito ela naquelas terras… é perigoso. – Bella olhou para Edward, entendendo que o perigo consistia em Jacob. Ele poderia tentar matá-la novamente, se a visse. Saiu como um vulto do quarto, queria ser breve.

Edward tomou a posição de Bella enquanto Rosálie e Esme foram atrás dela. Esme parou no andar de baixo. Ele pegou outro pote de Alice na mão, perguntando:

_ O que é? – Ele não queria saber do produto, queria saber da visão de Alice.

“Eu não conseguia ver Charlie, ele aparecia pra mim quando estava na casa dele, só. Eu só, meio que sentia que ele estava estabelecendo uma nova relação, não sei exatamente com quem. As minhas visões dele começaram a ficar confusas quando ele apreendeu uma mulher que corria na estrada de La Push, há alguns meses. Aquela que eu não consegui ver o rosto, lembra? As minhas visões de Forks estão ficando cada vez mais confusas e superficiais. Não vejo nada claramente e está ficando cada vez pior.”

Alice parou e pensou na visão que teve quando ouviu a médica dizer seu nome a Bella. Alice viu um vulto correndo ao lado de dois animais grandes, apenas borrões. Eles chegavam à mansão branca que os Cullens possuíam em Forks. O vulto tinha cabelos grandes e escuros.

_ E isto? – Edward perguntou, apontando para uma espécie de tinta viscosa que estava na mesa. Mas Alice sabia que ele se referia a sua visão.

“Não sei. Vejo isto há algum tempo. As criaturas eu sei que são os lobos, mas a coisa que os acompanha eu… eu não sei… Mas Edward, eu acho que é a medica! Só pode ser ela e o sobrenome? Black! Isto pode ser uma armadilha pra nós, não pensou? E se alguém quiser atrair Isabella? Eu não vi Charlie passar mal, e não o vejo no hospital de forma alguma… nem o hospital eu vejo! Tem algo grande me bloqueando e está lá, em Forks. Preciso saber o que é!”

Alice pensava em desespero. Edward colocou as mãos sobre as dela.

_ Estive pensando em não ir só, completamente. Não vou conseguir fazer esta coisa de maquiagem vampírica como você e é importante que fique igual.

Alice ponderou sobre o que Edward disse. Era uma indireta, ele queria lhe falar outra coisa.

“Quer dizer que nós devemos ir atrás de vocês?”. Ela questionou em pensamento.Edward colocou o dedo na tampa com tinta e rabiscou:

Não todos. Nos siga, invisíveis aos lobos.

“Vamos tentar. Nos ligue quando chegarem, vamos ficar a menos de 20 minutos atrás de vocês, de carro. É o que dá pra ser sem que os lobos percebam. Se houver problemas nos ligue e agente se encontra. Podem aguentar isto? Só você e Bella?”

­_ Então, você pode vir conosco? Afinal Charlie continua gostando mais de você do que de mim. – Edward soltou. Bella já conversava com Renesmee na frente da casa.

_ Vovô está bem mesmo? Mãe, eu quero vê-lo!

_ Não querida. Vamos só eu e seu pai e talvez Alice. – Disse Bella, atenta ao que o marido dizia no andar de cima.

“Quer que eu vá? Mas e os outros? É melhor que eu fique, pois se algo der errado eu posso ver e…

_ Com a gente em Forks? – Edward sussurrou rápido demais. Ele tinha razão. Ela não via Forks tão bem.

_ Bom, eu posso ir depois que vocês forem. Assim eu ajeito algumas coisas por aqui antes e encontro vocês lá logo depois. – Alice respondeu a primeira pergunta de Edward, para que Bella ouvisse.

“Converso com Emmett, Jasper pra ficarem nas redondezas de Forks. Esme e Rosálie podem ficar com Renesmee.”

_Mas eu acho importante que Carlisle vá junto com vocês agora, caso seja necessário reconversar o trato com os lobos. Ele é o melhor pra fazer isto. – Esme sugeriu, do andar de baixo da casa.

_ Pois que seja. Vamos então e logo! Já perdemos tempo demais. – Bella falou, aparecendo pela entrada do quarto.

_ Sim, eu posso ir junto. – Carlisle disse, logo atrás de Bella. – E Bella, filha, se acalme. Se o seu pai já foi medicado e está no hospital, não precisa ficar tão apavorada. Se foi ontem a noite, como você me disse, o quadro já deve estar estabilizado. – Carlisle disse cordato, sendo puxado por Alice para ocupar o lugar de Edward em uma seção de envelhecimento.

_ Caraca! A gente deixa a casa com um bando de mortos apáticos e volta no meio de um furacão? – Emmett disse, flexionando seus músculos revigorados pelo sangue de um belo urso.

_ Emmett, meu tio querido: … FICA QUIETO! – Renesmee ralhou.

_ Às vezes eu acho que você é mais parecida com sua tia Rose do que com seus pais, monstrinha. – Emmett responde.

Carlisle se levanta, já pronto depois de poucos minutos, e segue Bella e Edward para fora.

_Renesmee, nos espere aqui que nós mandaremos notícias. – Edward abraçou a filha, lhe depositando o sempre carinhoso beijo gelado em sua testa. Renesmee já havia se acostumado com a temperatura de seus familiares.

_ Pai, por favor. Tente conversar com os lobos, eu quero ir ver Charlie!

_ Se tudo ficar bem querida, nós o trazemos pra cá e você o vê, certo? Assim que ele se recuperar. – Bella disse, também se despedindo da filha.

_ Mãe, é um AVC! A recuperação não é tão rápida e eu já ajudei Carlisle no hospital daqui e eu posso ajudar você a cuidar dele! Nós não nos vemos há cinco anos e ele ficou muito assustado quando me viu. Quando ele se acostumou comigo, ele foi embora. Mãe, você sabe que eu gostei dele e eu só queria ir vê-lo! – Renesmee disse.

_ Renesmee, não! Fique! Tchau querida, eu ligo! – Bella beijou a filha, logo depois entrou no carro em que Carlisle e Edward lhe aguardavam.

Edward deu uma última olhada para Alice e partiu veloz rumo a Forks.

Que Alice não estivesse certa, que aquilo não fosse uma armadilha! Era o que Edward ansiava em pensamento.

Notas finais
POUTZ.... E num é que a Sarah chama o inimigo pra perto sem saber??? No q vai dar hein?? No próx. vamos ver...