The Power Of Love

11 Capítulo 11 The secret chambre Parte 1


Notas iniciais
Oi gente, então passamos uns dias sem o Nyah que para mim foram muito deprimentes. Mas agora que esta tudo de volta, estou com um capítulo novo para vocês e espero que gostem.

POV: Alice

Quando chegamos paramos em frente à porta da sala que se encontrava fechada, e pelo que dava para ouvir parecia ter muita atividade dentro da sala, como coisas sendo arrastados, baques surdos e passos apressados. Bati na porta e no mesmo instante fez-se um enorme silencio e alguns segundos depois apenas uma frestinha da porta foi aberta e vimos o olho de Lockhart espiando.

—Ah senhorita Johnson, s.r. Potter s.r. Weasleys—ele disse abrindo um pouco mais a porta- estou meio ocupado no momento, se puderem ser rápidos.

—Professor nós temos umas informações para o senhor, e acho que podem ajuda-lo—eu disse.

—Hum... bem...não é tão—a parte do rosto do professor que aparecia se mostrava um pouco constrangida—Quero dizer...bem...muito bem então.

Ele então abriu a porta e nos deixou entrar. A sala tinha sido quase que completamente desmontada. Havia dois malões abertos no chão. Vestes verde-jade, lilás, azul-meia-noite, tinham sido dobradas apressadamente e guardadas em um deles; livros tinham sido enfiados de qualquer jeito no outro. Todas as fotografias que cobriam as paredes agora estavam comprimidas em caixas sobre a escrivaninha.

—O senhor vai a algum lugar—perguntou Harry ao ver as coisas.

—Hum bem, vou—ele respondeu, e ao mesmo tempo arrancou um pôster dele em tamanho natural das costas da porta e começou a enrola-lo—Chamado urgente...inevitável...tenho que partir.

—E a minha irmã?—perguntou Rony de supetão.

—Bem sobre isso... foi muito azar-ele respondeu evitando nos olhar, enquanto puxava uma gaveta com força e começava a esvaziar o conteúdo em uma mochila—ninguém lamenta mais do que eu.

—Ah, mas o senhor é professor de Defesa Contar as Artes das Trevas—eu disse meio com raiva—não pode simplesmente partir com todas as trevas em ação.

—Bom devo dizer que quando aceitei o emprego—ele respondeu agora amontoando meias por cima das vestes—nada na descrição da função...não era de esperar.

—O senhor esta dizendo que esta fugindo?-começou Harry—depois de tudo o que disse que fez nos seus livros...

—Os livros podem ser enganosos—disse Lockhart gentilmente.

—Há eu sabia que “o senhor” não era de nada—eu disse.

–Mas foi o senhor quem os escreveu- Harry gritou.

—Meu caro rapaz—Lockhart começou se endireitando e amarando a cara para Harry—Use o bom senso. Meus livros não teriam vendido nem a metade se se as pessoas não achassem que eu fiz todas aquelas coisas. Ninguém queria historias de um bruxo feio da Armênia, mesmo que tenha salvado uma cidade dos lobisomens. Ele ficaria medonho na capa, nem sabe se vestir. E a bruxa que afugentou o espirito agourento tinha lábio leporino. Quero dizer, convenhamos...

—Então o senhor só esta recebendo credito pelo que ouros bruxos e bruxas fizeram?—perguntei incrédula.

—A minha cara Alice—ele disse sacudindo a cabeça com impaciência—a coisa não é tão simples assim. Há muito trabalho envolvido, eu tive que procurar estas pessoas. Perguntar exatamente como conseguiram fazer o que fizeram. E depois tive que lançar um feitiço da memoria para que elas se esquecessem o que fizeram. Se há uma coisa que me orgulho é o feitiço da memoria. Não foi muito trabalhoso, Alice. Não é só autografar livros e tirar fotos de publicidade, sabe. Se você quer ser famoso tem que estra preparado para dar duro—ele fechou os mações e trancou—os- bom vejamos. Acho que é só. Só falta uma coisa—e tirou a varinha e se virou novamente para nós.

—Oque pensa que vai fazer?—perguntei.

—Lamento muito mas, tenho que lançar um feitiço da memoria em vocês agora. Não posso permitir que saiam espalhando os meus segredos por ai, eu jamais venderia outro livro...

Eu que já estava com minha varinha na mão a um bom tempo, não dei tempo para ele ergui a varinha e berrei.

—Expelliarmus!

Lockhart foi atirado para trás, caio por cima de um malão, e sua varinha voou pela sala, Rony foi rápido pegou-a e a jogou pela janela.

—O senhor não deveria ter deixado o professor Snape nos ensinar isso—disse Harry furioso chutando o malão para o lado. Lockhart ficou olhando para ele, parecia frágil novamente. Eu e Harry apontávamos a varinha em sua direção.

—O que querem que eu faça?—perguntou Lockhart—Não sei onde é que fica a câmara secreta. Não há nada que eu possa fazer.

—O senhor esta com sorte—Harry disse fazendo ele se levantar com a varinha.

—Achamos que sabemos onde fica, e o que há lá dentro. Vamos—eu completei o puxado.

Saímos os quatro da sala, descemos as escadas mais próximas e seguimos pelo corredor escuro em que as mensagens brilhavam na parede até a porta do banheiro da Murta- que-geme.

Empurramos Lockhart na frente e eu particularmente fique satisfeita em ver que o professor tremia. A Murta estava sentada na caixa de água do ultimo box.

—Quem esta ai?—perguntou Murta quando entramos no banheiro—ah é você Harry—ela deu um sorrisinho-o que você quer agora?

—Quero saber, como você morreu.

—Aah, foi terrível, aconteceu bem aqui neste box mesmo—ela disse apontando o lugar onde estava, ela continuou- eu tinha me escondido por que Olivia Hornby estava caçoando dos meus óculos. E eu estava chorando, e ai eu ouvi alguém entrar.

—Quem era Murta?—Perguntei.

—Eu não sei, eu estava distraída—disse ela parecendo incomodada—Mas a pessoa falou alguma coisa estranha, um tipo de língua diferente. E eu percebi que era um garoto que falava então eu abria a porta para dizer para ele ir embora e ai... morri.

—Foi só isso—perguntou Harry—como?

—Eu só me lembro de ter visto dois olhos muito grandes e amarelos, bem ali ó, perto da pia—ela disse e saiu de perto da gente.

Então nós corremos para perto da pia e Lockhart ficou parado atrás com uma expressão de medo no rosto.

A pia parecia comum, examinamos todos os detalhes tudo cada centímetro, por dentro e por fora incluindo os canos abaixo. E então vi uma cobra gravada na torneira ”ela nunca funcionou” comentou Murta.

—Harry—exclamei.

—Fala alguma coisa—Rony completou—alguma coisa em língua de cobra.

E Harry pareceu se concentrar bastante até que disse uma palavra em língua de cobra que é bastante estranha se querem saber, e deu certo. A torneira brilhou com uma luz branca e começou a girar. No segundo seguinte, a pia começou a se deslocar; a pia, na realidade, sumiu de vista, deixando um grande cano exposto, um cano largo o suficiente para um homem escorregar por dentro dele.

Pude ouvir Harry soltando uma exclamação, e então ele levantou a cabeça e eu já sabia o que ele diria.

—Vou descer—ele avisou.

Eu sabia que não podíamos deixar de descer, agora que tínhamos descoberto a entrada para câmara, e tinha com certeza uma grande chance de Gina ainda estar viva e não íamos deixa-la.

Eu e Rony nos entreolhamos, ele assentiu com cabeça.

—Nós também vamos—eu disse decidida.

—Bom, parece que vocês não precisam mais de mim—disse Lockhart, que começava a mostrar a sombra do seu antigo sorriso—eu vou...

Ele já ia levando a mão a maçaneta da porta mas nós fomos mais rápidos apontando nossa varinhas todas ao mesmo tempo.

—Você pode descer primeiro—disse Rony.

Encurralado e sem varinha, Lockhart se aproximou da abertura.

—Pessoal—ele começou a disser com voz fraca—pessoal que bem isso vai trazer?

Harry cutucou-o nas costas com a varinha, e ele escorregou as pernas para dentro do cano.

—Eu não acho...—começou ele mais eu lhe dei outro empurrão e ele desapareceu de vista. Harry o seguiu em silencio, comigo e Rony logo atrás.

Foi como estra em um escorrega escuro, viscoso e sem fim. Existiam outros canos que saiam para todas as direções, mas, nenhum deles eram tão largo quanto o que estávamos escorregando. Percebi que estávamos descendo cada vez mais fundo sob a escola para além das masmorras, logo atrás de mim dava para ouvir Rony batendo nas curvas do cano.

Quando eu já estava começando a ficar preocupada com o que aconteceria quando chegássemos ao chão o cano nivelou e nós fomos atirados pela extremidade com um baque surdo. Era o chão úmido de um túnel de pedra às escuras, era suficientemente amplo era possível que uma pessoa ficasse de pé. Lockhart estava levantando logo adiante, estava coberto de limo e branco como um fantasma.

—Nós devemos estar quilômetros abaixo da escola—Harry disse, e sua voz ecoou pelo túnel.

—Provavelmente embaixo do lago—Rony disse apertando os olhos.

—É com toda certeza—falei.

Nós quatro nos viramos para encarrar a escuridão que tinha á frente.

—Lumu—eu e Harry sussurramos juntos e nossas varinhas se acenderam.

—Vamos—Rony chamou Lockhart, e lá fomos nós quatro, com os nossos passos ecoando pelo chão molhado da câmara.

Notas finais
Bom este era para ser o capítulo em que o segundo livro acabaria, mas eu decidi dividir em dois para não acabar em um numero impar por que sou muito supersticiosa com isso, então até o próximo bjss Alice.