The Power Of Love

12 Capítulo 12 The secret chambre parte 2


Notas iniciais
Oi gente bom queria dedicar este capítulo para todas que leram até aqui , eu não esperava que a fic fosse muito longe, mas pelo visto vocês gostaram e eu fico muito feliz com isso. Este capítulo é o que encerra o segundo livro e acho que por isso ficou enorme mesmo eu dividindo, tentei resumir mais não deu. Bom espero que gostem.

POV: Alice

O túnel era realmente escuro, só conseguíamos ver um pouco a frente mesmo com a luz de nossas varinhas, e as nossas sombras nas paredes molhadas pareciam monstruosas.

—Lembrem-se—Harry falou baixinho—a qualquer sinal de movimento, fechem os olhos imediatamente.

Mas o túnel estava muito silencioso, e o primeiro som que nós ouvimos foi o som de algo sendo esmagado, e quando nos viramos vimos Rony dando um suspiro ao descobrir que era apenas um crânio de rato. E não era apenas isso havia muitos outros ossos de pequenos animais espalhados por todo o chão. E mais a frente, enxergamos uma curva.

—Harry... tem alguma coisa ali—Rony disse um pouco rouco, agarrando o ombro de Harry.

Todos paramos para observar. Eu conseguia ver apenas o contorno de uma coisa enorme curvilínea deitada atravessada no túnel. Mas ela não se mexia.

—Talvez esteja dormindo—eu disse olhando para eles, e pude ver que Lockhart tampava os olhos com as mãos.

Harry que tinha virado para nos ver tornou a virar para ver melhor a coisa, e muito devagarinho ele foi chegando um pouco mais perto, sempre com a varinha erguida.

A luz deslizou pela pele de uma cobra gigantesca, colorida e venenosa, que se encontrava enroscada e oca no chão do túnel. O bicho que se desfizera dela devia ter no mínimo uns seis metros de comprimento. Era horrivelmente enorme.

—Droga—ouvi Rony xingar baixinho lá de trás.

Então ouvimos um certo movimento atrás de nós, e quando viramos para ver do que se tratava, era Lockhart que havia caído no chão, eu acho.

—Levante-se—Rony disse apontando a varinha para ele. Ao se levantar ele se jogou contra Rony o derrubando no chão.

Harry deu um salto para frente para tentar impedir mais já era tarde, Lockhart já tinha se levantado de novo e estava agora com a varinha de Rony. Ele agora tinha aquele sorriso triunfante no rosto.

—A aventura termina aqui meus caros. Irei levar um pedaço desta pele de volta a escola, dizer que cheguei tarde demais para poder salvar a garota e que vocês três enlouqueceram tragicamente ao ver o corpo dela mutilado. Bom, digam adeus as suas memórias.

Ele ergueu a varinha emendada de Rony acima da cabeça e gritou.

—Obliviate.

A varinha simplesmente explodiu, com a força de uma bomba. No momento seguinte tudo que consegui fazer foi correr para perto de Harry, tentando me proteger dos enormes pedaços de pedra que começaram a cair. Logo depois que tudo acabou eu estava sozinha com Harry, e estávamos contemplando uma parede maciça que foi formada pelos estrondos.

—Rony—Harry começou a gritar—Rony, você esta bem?

—Estou aqui—Ele respondeu com sua voz sendo abafada pelas enormes pedras—eu estou bem mais esse imprestável aqui não esta, a varinha acertou nele.

Ouvi algo batendo, e depois um sonoro “ai” acho que Rony deve ter chutado Lockhart nas canelas.

—E agora—Rony recomeçou a falar—Não podemos passar ira levar séculos.

Harry parecia que estava tentando pensar em alguma coisa para fazer. Pude ouvir outro ai lá do outro lado. A gente estava perdendo muito tempo, Gina já havia sido trazida para câmara havia horas, tínhamos que nos mexer.

—Esperem aqui—Harry parecia ter se decidido já—você e Lockhart—então ele se virou para mim—Lice fique aqui e ajude Rony a remover as pedras eu vou continuar.

Eu apenas assenti com a cabeça e me virei para poder começar a retirar as pedras do caminho para que pudéssemos passar depois.

Pude ouvir Harry se afastando, e um medo enorme foi crescendo dentro de mim e se tivéssemos perdido tempo e Gina já... bom eu não quero pensar nisso, mas também sinto medo pelo Harry, o que será que ele pode encontrar lá dentro?

POV: Autora

Já havia se passado um bom tempo Alice se perguntava como Harry estava se saindo, se já havia encontrado Gina, torcia para que ela estivesse viva e para que Harry não tenha dado de cara com o Basilisco. Tentava ao máximo conversar com Rony para manter os maus pensamentos longe, e lá de vez em quando podia ouvir Lockhart falando, “quem é você? Quem sou eu.”, de fato acontecera o mesmo com Rony, o feitiço ricocheteou e ele tinha perdido a memoria.

As pedras aos poucos foram sendo retiradas e agora Alice já podia enxergar do outro lado. Então cansada ela resolveu parar um pouco para poder descansar.

(...)

Harry estava ao lado de Gina encarrando Tom Riddle que lhe contou que há algum tempo o alvo dele era o próprio Harry, e descobriu o pior, Voldemort era o passado, presente e futuro dele. Descobriu que Tom Riddle era o Lord Voldemort, o herdeiro de Salazar Sonserina.

POV: Alice

Bom estava de saco cheio levantei e segui pelo mesmo lugar que Harry foi, deixando Rony, tinha lhe tido para esperar que iria ver se não tinha outra saída, ou seja apenas o enrolei, estava ficando muito nervosa e não adiantava de nada ficar ali parada sem fazer nada sabendo que seus amigos estão correndo perigo. Eu andei muito achei que o túnel não fosse acabar nunca até que cheguei a uma câmara muito comprida e mal iluminada. Havia altas colunas de pedra entrelaçadas com cobras em relevo que sustentavam um teto que se perdia na escuridão, projetando longas sombras negras na luz estranha e esverdeada que iluminava o lugar. Era realmente sombrio. E lá estava Harry perto de Gina que estava desacordada no chão, e tinha mais uma pessoa lá , um menino bem mais velho que eu não fazia ideia de quem era. Fui me aproximando muito silenciosamente, torcendo para que Gina estivesse bem.

Quando consegui chegar perto o bastante pude ver que o tal menino conversava com Harry, e eu não gostei nem um pouco do tom de voz que o garoto usava, era sombrio e ao mesmo tempo debochado

Nem um dos dois tinha notado a minha presença até agora então eu resolvi ficar ali escondida entre uma das colunas, observando e pronta para que se qualquer coisa acontecesse sair dali para ajudar Harry.

Não conseguia pegar muitas partes da conversa por que não eu não parava de ficar olhando atentamente para o corpo de Gina, estava me certificando de que ela estava respirando, e de fato estava, mais ela estava muito branca, o meu medo só ia aumentando.

Mas minha atenção fugiu quando ouvi uma música vinda de algum lugar. O garoto que agora eu descobri que era Tom Riddle o dono do diário se virou para percorrer com os olhos a câmara vazia. A música se tornava cada vez mais alta. Era misteriosa, de dar arrepios, sobrenatural. Então a música atingiu um volume muito mais alto, e chamas irromperam no alto da coluna mais próxima.

Um pássaro vermelho do tamanho de um cisne apareceu, cantando aquela música esquisita para a abóbada do teto. Tinha uma cauda dourada e faiscante, comprida como a de um pavio e garras douradas e reluzentes que seguravam um embrulho esfarrapado. Eu sabia que pássaro era aquele, era Fawkes, a fênix de Dumbledore.

O pássaro deixou cair aos pés de Harry o embrulho que carregava. Ele tinha parado de cantar e agora estava no ombro de Harry.

—É uma fênix—disse Riddle.

—Fawkes—ouvi Harry dizer baixinho.

—E isso ai, por acaso seria o velho chapéu seletor...—Riddle examinado o embrulho nas mãos de Harry.

Harry desenrolou o embrulho e realmente era o velho chapéu seletor pelo qual eu tinha passado no início do ano. Então quando viu que era mesmo o chapéu, Riddle começou a rir, e sua risada ecoou por toda a câmara.

— Isto é o que Dumbledore manda ao seu defensor! Um pássaro e um velho chapéu! Você se sente cheio de coragem, Harry Potter? Sente-se seguro agora? —ele era muito arrogante. — Duas vezes, no seu passado, ou no meu futuro, nós nos encontramos. E duas vezes não consegui matá-lo. Como foi que você sobreviveu? Conte-me tudo. Quanto mais tempo falar — acrescentou brandamente — mais tempo continuará vivo—e só neste momento que eu fui me tocar, de que Tom era Voldemort, isso é horrível ele estava de volta não era possível.

(...)

O pior já estava acontecendo Riddle tinha chamado o Basilisco que agora estava atrás de Harry, eu entrei em desespero não sabia o que fazer Riddle tinha dado ordens para que a cobra mata-se Harry, me sentia muito mal sem poder ajudar então quando vi uma oportunidade focalizei exatamente onde Gina se encontrava fechei os olhos e sai da trás da coluna e fui até ela, virada de costas para a grande cobra eu tentei reanima-la, mas foi sem sucesso, ela estava muito fria porem ainda respirava.

Naquele momento Fawkes sobrevoava perto do Basilisco que tentava abocanhá-la, furioso, com as presas finas como sabres...

Fawkes mergulhou. Seu longo bico dourado desapareceu de vista e uma chuva repentina de sangue escuro salpicou o chão. O rabo da cobra chicoteou, errando Harry por pouco e no mesmo instante a cobra se virou para ele eu soltei um grito de pavor temi o pior, mas nada aconteceu a não ser Riddle que tinha notado minha presença, mas ele não se importou.

—NÃO DEIXE O PASSARO, DEIXE ELE—Riddle gritava para cobra—O GAROTO ESTA ATRÁS DE VOCÊ!VOCÊ AINDA PODE FAREJA-LO. MATE-O.

Tudo aconteceu muito depressa Harry tinha conseguido uma espada que de alguma forma tinha vindo junto com o chapéu, e o Basilisco mesmo com os olhos perfurados tentava ataca-lo. Eu arrastei Gina um pouco mais para longe de Riddle, e fiquei ali.

Tudo aconteceu em um piscar de olhos a cobra atacou Harry, que por sua vez perfurou-a com a espada e a enfiou-o até a bainha no céu da boca da cobra que caiu morta. E Harry tinha sido ferido com uma das presas do Basilisco, e agora estava no chão com o braço coberto de sangue. Não podia ser o fim. Não.

Eu tinha deixado Gina, e sai correndo em direção a Harry, chegando logo depois de mim Fawkes voou ao lado de Harry.

—Você foi incrível Fawkes—Harry disse com a voz rouca, e o pássaro deitou a cabeça no lugar onde a presa tinha perfurado.

Ouvi passos e Tom vinha em nossa direção.

— Você está morto, Harry Potter — disse a voz de Riddle do alto. — Morto. Até o pássaro de Dumbledore sabe disso. Você está vendo o que ele está fazendo, Potter? Está chorando.

Era verdade Fawkes realmente estava chorando bem em cima do ferimento de Harry, que agora olhava para o pássaro e ele estava parecendo que iria desmaiar a qualquer minuto.

Harry começou a ficar um pouco melhor agora parecia bem mais disposto e quando eu olhei para seu braço não havia mais nem um ferimento.

— Afaste-se dele, pássaro — disse a voz de Riddle inesperadamente. — Afaste-se dele, eu falei, afaste-se...

—È claro... lagrimas de fênix, elas tem poder curativo—eu disse olhando para Harry que deu um leve sorriso para mim.

Riddle estava com a varinha apontada para Harry que agora estava se levantando, e Fawkes levantou vôo outra vez num redemoinho dourado e vermelho. E por enquanto Harry e Riddle se encaravam o pássaro voltou e deixou cair uma coisa no meu colo, o diário de Tom. Os dois ficaram olhando o diário em meu colo, e então eu não sei da onde veio a ideia, mas a única coisa que eu fiz foi pegar a presa do Basilisco e perfurar o centro do diário.

Tinta começou a escorrer do livro e Riddle deu um grito longo e cortante. Ele estrebuchava e se contorcia, gritando e se debatendo e então, ele simplesmente desapareceu, e a varinha do Harry que estava com ele caiu no chão fazendo um barulho e depois tudo ficou silencioso. Gina agora tinha acordado e estava apavorada tentando explicar as coisas para gente.

—Calma Gina, a gente conversa depois, tudo bem! Temos que sair daqui agora—eu falei para acalma-la.

(...)

Nós conseguimos chegar a Rony e sair da câmara com a ajudinha de Fawkes.

Quando conseguimos chegar ao banheiro da Murta novamente, fomos direto para sala da professora McGonagall e lá encontramos a senhora Weasley mãe de Gina, ela ficou muito feliz de nos ver era uma pessoa realmente legal assim como Hermione tinha me contado certa vez. E tinha ficado muito agradecida por nós nos arriscarmos para salvar Gina.

Depois Dumbledore chegou e pediu para que professora Minerva, Gina e a senhora Weasley se retirassem. Deixando apenas nós três e Lockhart na sala junto com ele, contamos que ele foi atingido com um feitiço da memoria.

— Importa-se de levar o professor Lockhart à enfermaria, também? — pediu Dumbledore a Rony. — Gostaria de dar mais uma palavrinha com o Harry.

—É... bom eu vou acompanha-lo eu acho... eh nos vemos depois Harry—eu disse meio sem jeito.

—Senhorita Johnson eu gostaria que ficasse, por favor—ele disse fazendo um gesto para que eu me sentasse na cadeira ao lado de Harry.

Ele conversou com a gente sobre Tom Riddle e nos agradeceu, bom eu não sabia por que tinha que ficar ali por que praticamente a conversa era entre ele e Harry eu só estava ali para ouvir? Eu não sei vai ver o professor Dumbledore queria que eu soubesse das coisas, talvez mais não era uma boa hora para ficar fazendo essas perguntas.

Quando a conversa tinha acabado abrimos a porta e nos deparamos com Lucio Malfoy pai de Draco, tínhamos uma sorte...

Para resumir a história Lucio estava furioso, estava acompanhado por seu elfo domestico que pelo que pude ver era Dobby o elfo que visitara Harry antes, e Lucio parecia que iria pular nos pescoço de Harry, para minha grande sorte ele notou pouco em mim.

Ah e depois Harry ainda libertou o elfo que salvou ele de ser atacado por Lucio no corredor da escola.

(...)

A festa foi extremamente perfeita durou a noite toda, todos estavam de pijama e muito animados.

Mas com certeza a melhor parte foi ver Mione vindo correndo em nossa direção gritando “vocês solucionaram o mistério, vocês conseguiram, eu sabia”, e depois nos abraçando foi tão bom vê-la novamente, assim como foi ver Hagrid voltar aos aplausos pelo salão.

POV: Autora

O dia de voltar para casa tinha chegado. A viagem no expresso havia sido muito tranquila passaram o tempo todo se divertindo e aproveitando o resto do tempo juntos.

Até que o trem foi reduzindo a velocidade e eles já tinham chegado a estação de King Cross. Depois de desembarcarem Harry tirou um pedaço de pergaminho do bolso.

—Olha, isso aqui se chama numero de telefone—ele dividiu o papel em três e deu para Rony, Hermione e para Alice—No verão passado eu contei ao seu pai como que se usa um telefone, ele vai saber. Me liguem na casa dos Dursley, está bem? Não vou suportar outros dois meses tendo só o Duda para conversar...

— Mas os seus tios vão se sentir orgulhosos, não vão? — perguntou Mione quando desembarcaram do trem e se juntaram à multidão de alunos que se dirigia à barreira encantada. — Quando você contar o que fez este ano?

— Orgulhosos? — falou Harry. — Você enlouqueceu? Depois de todas aquelas vezes que eu podia ter morrido e não morri? Eles vão ficar furiosos...

E juntos eles atravessaram a barreira para o mundo dos trouxas.

POV: Alice

E lá estava eu na estação vendo Harry ir embora com os tios e o primo, Rony se juntar a família e Hermione me puxando para me apresentar aos pais.

—Você tem que me visitar, vai Lice, por favor, vaaai—Mione insistia, eu acabei aceitando e depois assim como os outros ela e os pais foram embora.

É eu vou sentir muita saudade, começo desde agora a contar os dias para vê-los novamente.

Notas finais
Então, estão ansiosos para o terceiro ano do nosso quarteto aqui :D Prometo que vão ter coisas bem mais legais, não vejo a hora de começar. E eu estava pensando oque acham de dividir a fic em duas temporadas, a primeira com as histórias dos três livros seguintes e a segunda com o resto? Bom é isso bjss Alice