The Power Of Love

24 Capitulo 24 Minha pequena vingança


Notas iniciais
Oi gente demorei né? Bom aqui esta um capítulo que acho que iram gostar, na minha humilde opinião ;) Sábado ou domingo eu apareço por aqui com mais um para vocês tudo bem meus lindos. Boa leitura.

POV: Alice

Depois que meu amado pai me tirou da enrascada que eu inventei de me meter, nós tivemos uma boa tarde pai e filha, foi legal ficar perto do lago apenas conversando com meu pai, foi como se fossemos pessoas normais, apenas um pai e uma filha curtindo uma tarde juntos, confesso que eu amei.

Mais tarde me despedi de meu pai e fui à procura de Harry, ele estava na sala comunal, eu contei para ele que não estava muito confortável com a conversa e por isso tinha ido com meu pai e ele entendeu isso que é o bom do Harry ele não fica fazendo muitas perguntas bobas. Logo depois Rony e Hermione chegaram.

—Pega ai—disse Rony dando para Harry todos os tipos de doces que ele e Mione trouxeram para ele da Dedosdemel—compramos tudo que conseguimos carregar.

—Obrigado—disse Harry—Como foi Hogsmeade? Aonde é que vocês foram?

Eles contaram tudo o que tinham feito, e assim eu fui ficando um pouquinho triste de não ter ido, mas foi perfeita à tarde que passei com papai, é irei falar disso por séculos.

— Gostaria que a gente pudesse ter trazido cerveja amanteigada para você, esquenta para valer...

—E Alice por que ficou?—Perguntou Hermione, abrindo um sapo de chocolate.

—Ah eu pensei que o Harry não iria gostar de ficar sozinho, então resolvi ficar—falei, enquanto comia uma varinha de alcaçuz—vocês ficaram preocupados comigo é.

—Primeiro achamos que você estava com Simas, então até ele ir perguntar por você não tínhamos ligado—Rony disse como se fosse normal esquecer-se da amiga.

— Que foi que vocês ficaram fazendo? — perguntou Hermione, com ar preocupado. — Terminaram algum dever?

— Não — respondeu Harry. — Lupin preparou uma xícara de chá para nó na sala dele. Então Snape entrou...

E Harry contou tudo sobre o cálice com a poção que meu pai levou ao professor Lupin, e Rony ficou de boca aberta.

— E Lupin bebeu? Ele é maluco?

Hermione consultou o relógio de pulso.

— É melhor descermos, sabe, a festa vai começar dentro de cinco minutos...—Mione sempre ajudando a não brigarmos, por que se falassem algo sobre meu pai, não seria quem nem ano passado que aguentei calada.

— Mas se ele... Sabe... — Hermione baixou a voz, olhando, nervosa, para os lados — se ele estivesse tentando... Envenenar Lupin... Não teria feito isso na frente de Harry, e não sei Alice saberia de algo não é—ela disse me olhando.

—Olha só eu não vou falar nada, mas se continuarem a falar assim do meu pai a coisa vai ficar feia, eu sei que não gostam dele, mas tem que lhe dar pelo menos uma chance.

O Salão principal estava lindo, fora decorado com centenas de abóboras iluminadas por dentro com velas, uma nuvem de morcegos, muitas serpentinas laranja-vivo que esvoaçavam lentamente pelo teto tempestuoso como parecendo luzidias cobras de água. Eu senti que eu não devia arranjar briga aquela noite ainda mais com meus amigos, decidi que era melhor esquecer de tentar convencer eles a gostar do meu pai.

A comida estava deliciosa eu não sei como meu estomago aguentou tanta coisa, com certeza acho que sou um poço sem fundo, até Rony e Hermione que já estavam cheios, encontraram um lugar para repetir.

Notei que Harry olhava constantemente para a mesa dos professores. Acho que estava vendo se o professor Lupin parecia bem, ele conversava animadamente com o miúdo do professor Flitwick. A festa terminou com um espetáculo apresentado pelos fantasmas de Hogwarts. Eles saltavam de repente das paredes e dos tampos das mesas e voavam em formação;

Nick Quase Sem Cabeça, o fantasma da Grifinória, fez grande sucesso com uma encenação de sua própria decapitação incompleta. A noite estava sendo perfeita acho que nada nem ninguém poderiam estragar aquele momento. Eu dei uma olhada em volta, meus amigos meu pai, as pessoas que eu mais gostava estavam lá dentro todos felizes, não tive como não pensar na sorte que eu tenho de tê-los por perto.

Bom eu disse que ninguém ia estragar minha noite, então eu falei serio. Eu sei que disse que não ira arranjar briga, mas ocorreu uma coisa que acho que vocês até gostaram de saber.

Malfoy que por um infortúnio da vida ficou perto da gente e não parava de largar indiretas da mesa da Sonserina.

“Os dementadores mandaram lembranças, Potter!”, “O que você e sua amiguinha ficaram fazendo hoje sozinhos por aqui?”. Não sei o que me deu com a maior naturalidade do mundo eu peguei o meu copo com o meu delicioso suco de abobora, e parei a frente de Draco com um sorriso no rosto, ele me olhou e quando abriu a boca para soltar mais uma de suas bobagens, eu despejei o suco em cima dele, foi triste ver o meu precioso suco ser desperdiçado em algo tão inútil como ele, mas eu acho que valeu muito apena.

Todos me olharam como se eu fosse louca, e quando digo todos falo os da mesa da Sonserina é claro por que os outros me olharam como se eu fosse uma pessoa muito corajosa.

Meu pai que até então estava encarrando o professor Lupin apenas olhou para mim e sorriu de canto, professora Minerva? Não sei se gostei da cara dela, sei que vou levar alguma detenção, mas vai valer. Achei que era um bom jeito de terminar a noite.

Eu, Harry, Rony e Hermione acompanhamos todos da Grifinória pelo caminho habitual para a Torre, mas quando chegamos ao corredor que terminava no retrato da Mulher Gorda, encontrarmos um engarrafamento.

— Por que ninguém está entrando? — perguntou Rony, curioso. Harry espiou por cima das cabeças à sua frente.

Aparentemente o retrato estava fechado. Eu acho.

— Me deixem passar — ouviu-se a voz de Percy, que passou cheio de importância e eficiência pelo ajuntamento. — Qual é o motivo da retenção aqui? Não é possível que todos tenham esquecido a senha, com licença, sou o monitor-chefe...—metido.

E então todos ficaram em silêncio. Ouvimos Percy dizer, numa voz repentinamente alta e esganiçada.

— Alguém vai chamar o professor Dumbledore. Depressa.

— Que é que está acontecendo? — perguntou Gina, que acabara de chegar.

Instantes depois o professor Dumbledore chegou deslizando, imponente, em direção ao retrato; todos se comprimiram para deixá-lo passar, nós nos aproximamos para ver qual era o problema.

— Essa, não... — Mione agarrou o braço de Harry.

A Mulher Gorda desaparecera do retrato, que fora cortado com tanta violência que as tiras de tela se amontoavam no chão; grandes pedaços do retrato haviam sido completamente arrancados. Isso era horrível.

Dumbledore deu uma olhada rápida no retrato destruído, virou-se, o olhar sombrio e viu os professores McGonagall, Lupin e papai que vinham apressados ao seu encontro.

— Precisamos encontrá-la — disse Dumbledore. — professora McGonagall, por favor localize o Sr. Filch imediatamente e diga-lhe que procure a Mulher Gorda em todos os quadros do castelo.

Acabou que não precisou procurar muito ela estava em outro retrato perto dali, e estava assustada.

—Senhora quem foi que lhe fez isso?—perguntou o professor Dumbledore.

—Tem olhos do demônio tem sim, e uma alma tão sombria quanto seu nome—ela parou para respirar—foi ele diretor, os de que todos estão falando. Sirius Black. Ele esta em algum lugar do castelo.

Notas finais
Foi isso pessoal espero que tenham gostado e até bjss com gostinho de suco de abobora hummm :D kkkk