The Power Of Love

25 Capitulo 25 Estou cansada de tudo.


Notas iniciais
Então gente capítulo chatinho mais necessário okay? Não me matem sei que a fic deve estar meio chata ou não, mas eu ando ocupada ultimamente. Boa leitura meus fofos.

POV: Alice

O professor Dumbledore mandou todos os alunos da Grifinória voltarem ao Salão Principal, onde dez minutos depois, os alunos da Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina também foram mandados para lá.

— Os professores e eu precisamos fazer uma busca meticulosa no castelo — disse o diretor quando os professores McGonagall e Flitwick fecharam as portas do salão que davam para o saguão. — Receio que, para sua própria segurança, vocês terão que passar a noite aqui. Quero que os monitores montem guarda nas saídas para o saguão e vou encarregar o monitor e a monitora chefes de cuidarem disso. Eles devem me informar imediatamente qualquer perturbação que haja — acrescentou Dumbledore dirigindo-se a Percy, que assumiu um ar de enorme orgulho e importância. — Mande um dos fantasmas me avisar.

Dumbledore parou, quando ia deixando o salão, e disse:

— Ah, sim, vocês vão precisar...

Com um gesto displicente da varinha, as longas mesas se deslocaram para junto das paredes e, com um outro toque, o chão ficou coberto por centenas de fofos sacos de dormir de cor roxa. Eu adoro roxo, mais isso não vem ao caso quer dizer vamos todos nós vamos dormir no Salão principal e isso quer dizer que, eu vou dormir no mesmo cômodo que Malfoy, eca eu tenho que dar um jeito d ficar bem longe dele. Não que eu me importe muito mais é por minha dignidade.

— Durmam bem — disse o professor Dumbledore, fechando a porta ao passar—será que eu estava ficando louca? Eu estava com vontade sair de onde estava dar um chute no Draco só de sacanagem, e sair correndo para os braços do meu pai, eu acho que comi demais.

— Todos dentro dos sacos de dormir! — gritou Percy. — Andem logo e chega de conversa! As luzes vão ser apagadas dentro de dez minutos!

— Vamos, gente — disse Rony, e nós apanhamos quatro sacos de dormir e os arrastamos para um canto para que pudéssemos conversar em paz.

— Vocês acham que Black ainda está no castelo? — cochichou Hermione, ansiosa.

— É óbvio que Dumbledore acha que ele ainda pode estar — respondeu Rony.

— É uma sorte ele ter escolhido esta noite, sabem — comentou Hermione quando entravamos completamente vestidos, nos sacos de dormir e nos ajeitávamos para conversar. — A única noite em que não estávamos na Torre...

— Calculo que ele tenha perdido a noção do tempo, já que está fugindo — disse Rony. — Não percebeu que era Dia das Bruxas. Do contrário teria invadido o salão.

Hermione estremeceu. Eu não estava prestando muito atenção no que diziam, estava com muitos pensamentos na cabeça, mas ao mesmo tempo minha mente estava vazia.

A toda volta dava para ouvir algumas suposições que os outros faziam de como Black pode ter entrado.

— Vai ver ele sabe "aparatar" — sugeriu uma garota da Corvinal— Aparece de repente, sabe, sem ninguém ver de onde.

— Provavelmente se disfarçou disse um quintanista da Lufa-Lufa.

— Vai ver ele voou — sugeriu Dino Thomas.

— Francamente, será que eu fui a única pessoa que se deu ao trabalho de ler Hogwarts, uma História? — perguntou Hermione, zangada, a Rony, Harry e a mim.

— Provavelmente — disse Rony. — Por quê?

—Ei eu li só que no momento não me lembro de nada, não me julgue. —falei bocejando—estou muito cansada.

— Porque o castelo não está protegido só por paredes, sabem. Recebeu todo o tipo de feitiço, para impedir as pessoas de entrarem escondidas. Ninguém pode simplesmente aparatar aqui. E eu gostaria de ver qual é o disfarce que é capaz de enganar os dementadores. Eles estão guardando todas as entradas da propriedade. Teriam visto se Black entrasse voando. E Filch conhece todas as passagens secretas e os funcionários terão coberto todas...

— As luzes vão ser apagadas agora! — anunciou Percy. — Quero todo mundo dentro dos sacos de dormir, de boca calada!

Todas as velas se apagaram ao mesmo tempo. A única luz agora vinha dos fantasmas prateados, que flutuavam no ar em sérias conversas com os monitores, e do teto encantado, que reproduzia o céu estrelado lá fora, é agora sei o que estava me distraindo era o céu que estava lindo, era como se estivéssemos dormindo lá fora .

De hora em hora, um professor aparecia no salão para verificar se estava tudo calmo. Por volta das três horas da manhã, quando muitos já tinham finalmente adormecido, o professor Dumbledore entrou no salão. Observamos ele procurar por Percy, que estivera fazendo a ronda entre os sacos de dormir, ralhando com as pessoas que continuavam a conversar. Ele estava a uma pequena distância da gente, que depressa fingimos estar, já que o professor Dumbledore também estava se aproximando.

— Algum sinal dele, professor? — perguntou Percy num cochicho.

— Não. Está tudo bem aqui?

— Tudo sob controle, diretor.

— Ótimo. Não tem sentido transferir os alunos agora. Arranjei um guardião temporário para o buraco do retrato na Grifinória. Você poderá levá-los de volta amanhã.

— E a Mulher Gorda, diretor?

— Escondida em um mapa de Argyllshire no segundo andar. Aparentemente se recusou a deixar Black entrar sem a senha, então o bandido a atacou. Ela ainda está muito perturbada, mas assim que se acalmar, vou mandar Filch restaurá-la.

Ouvimos a porta do salão se abrir mais uma vez, rangendo, e novos passos.

— Diretor? — Era papai. Harry ficou de repente muito quieto, estava prestando a maior atenção. — Todo o terceiro andar foi revistado. Ele não está lá. E Filch verificou as masmorras; não há ninguém, tampouco.

— E a torre da Astronomia? A sala da professora Trelawney? O corujal?

— Tudo revistado...

— Muito bem, Severo. Eu não esperava realmente que Black se demorasse.

— O senhor tem alguma teoria sobre o modo com que ele entrou, professor? — perguntou papai, digo a vocês que eu estava com vontade pular nos braços do meu pai, estava ficando sei lá medrosa, ou muito melosa?

Harry levantou a cabeça , acho que para ouvir melhor.

— Muitas, Severo, cada uma mais improvável do que a outra.

— O senhor se lembra da conversa que tivemos, diretor, antes... Ah... Do começo do ano letivo? — papai perguntou.

— Lembro, Severo — disse Dumbledore, e sua voz tinha um tom de aviso.

— Parece... Quase impossível... Que Black possa ter entrado na escola sem ajuda de alguém aqui dentro. Expressei minhas preocupações quando o senhor nomeou...

— Não acredito que uma única pessoa no castelo tenha ajudado Black a entrar — disse Dumbledore, e seu tom deixou tão claro que o assunto estava encerrado que meu pai se calou. — Preciso descer para falar com os dementadores — disse Dumbledore. — Prometi que avisaria quando a nossa busca estivesse terminada.

— Eles não quiseram ajudar, diretor? — perguntou Percy.

— Ah, claro — disse Dumbledore com frieza. — Mas receio que nenhum dementador irá cruzar a soleira deste castelo enquanto eu for diretor.

Percy pareceu ligeiramente desconcertado. Dumbledore saiu do salão rápida e silenciosamente. Papai continuou parado um instante observando o diretor com uma expressão de profundo rancor no rosto; em seguida quando parecia que ele iria sair ele se virou bem para onde estávamos e deu alguns passos. Quando ele estava bem perto do meu saco ele se agachou.

—Alice você esta bem?—ele cochichou.

Levantei um pouco a cabeça.

—Estou pai—de uma pausa para tomar coragem—sobre oque o senhor estava falando?

—Alice falamos nisso depois agora trate de dormir tudo bem, boa noite para você—nisso ele se levantou e se foi.

Olhei para os outros tinham os olhos abertos nos quais se refletia o teto estrelado.

— De que é que eles estavam falando? — perguntou Rony, apenas com o movimento dos lábios.

Nos dias que se seguiram não se falou de mais nada na escola senão de Sirius Black.

A tela rasgada da Mulher Gorda fora retirada da parede e substituída pela pintura de Sir Cadogan e seu gordo pônei cinzento. Ninguém ficou muito feliz com a troca. Ele inventava senhas ridiculamente complicadas, que ele trocava no mínimo duas vezes por dia.

As coisas estavam estranhas, pelo menos para mim, sabe talvez eu estivesse esperando que Black invadisse o castelo e veríamos uma luta um duelo ou algo do tipo, mas eu preciso de ação as coisas estão muito paradas, e meu pai tinha se afastado de mim. Eu estava ficando triste.

Notas finais
Gente eu quero fazer uma pergunta e quero que me respondam ok. Quando o livro o Prisioneiro de Azkaban acabar oque vocês acham de ter eu fazer uma segunda temporada para a fic não ficar muito grande ? Ou vocês acham que da para colocar mais um livro aqui, não vai ficar exagerado demais? Bom é isso bjss Alice