The Possibility That I Never Considered
19 Who's the crazy?
Notas iniciais
Volteei *-* Então, esse capítulo aqui tem BASTANTE diálogo e pra quem pensa que isso aqui já está no Natal... É um capítulo melhor. Com a resposta de uma pergunta que a maioria devia querer saber. Então, leiam com atenção que tem muitas pegadinhas aí no meio que vão valer lá na frente.
A Quel Gates Malfoy me chamou pra escrever uma Fic com ela e eu, é claro, aceitei. Gosto quando me chamam para escrever uma Fic comigo. Já postamos o início. https://www.fanfiction.com.br/historia/185941/Friends_Friends_Sex_Apart
Tá aí o link, pra quem quiser conferir... E fico feliz de já ter encontrado leitoras conhecidas daqui por lá... A campeã que ganhou uma personagem da Fic tem lido o meu perfil que eu sei u-u kkkkk' É bem fácil perceber, acho...
MissNandaMoon e MayShadows, novas recomendações, obrigada *---* Só não coloquei isso no outro, porque não era bem um capítulo. Esse cap é em homenagem à vocês.
Bom, vamos ao que interessa. Beijos e nos vemos lá em baixo.
Okay, agora... Em que diabos de lugar eu vou passar o Natal? quer dizer, eles tinham que saber disso, porque puta merda, passar o Natal sozinha no ônibus dos Avengers... O motorista pode ser um estuprador anônimo, sei lá. Mas é é bem bonitinho também, né... Para Mel, para de pensar merda, você não pode ser tão pevertida assim. É a convivência com o Gates, fazer o que né? Enfim, eu poderia voltar para casa, não é mesmo? Ou pelo menos, posso assustá-los para que esclareçam essa porra de vez.
Já tinhamos voltado pro ônibus, uma parte que eu não curto muito. Ninguém curte quando tem que passar dias e dias inteiros com três ogros, um anão de jardim (que mais parece uma cadela no cil, pelo menos ultimamente) e um Gilbert Grissom e ainda dormir quase sendo esmagada. Ralmente não é a situação mais agradável, muito menos se tratando de uma garota de 14 anos que tenta fugir da mídia que corre atrás de uma das bandas de rock mais faladas que existe. Posers malditos, fudendo a minha vida mais uma vez. Mas enfim, o simples fato de estar com cinco crianções mais altos e mais fortes que eu já compensa tudo isso, afinal, quem consegue não amar aqueles garotos? Aqueles idiotas. Abestalhados, sempre dão um jeito de se meter em encrenca. Quer dizer, as cartas não estão vindo à toa, tem um idiota tentando correr atrás de uma mulher que tanto "humilhou" quando eram pequenos, embora eu saiba que ele faça isso mais contra a sua vontade do que pelo fato de que realmente esteja afim dela, um anão de jardim que ultimamente tomou o cargo do pegador possessivo, este resolveu pensar que estava afim de uma mulher, quando na verdade não estava e ainda só não sente nada pela (ex?) mulher porque pensa que ela matou o melhor amigo e o outro... Bom, eu nem consigo entender a vida do Arin, puta merda.
Pois é, Avenged Sevenfold é um caso complicado.
– Brian, eu quero falar com você.
Claro que não é a opção mais educada escutar a conversa dos outros, eu nunca fui dessas coisas. Mas quem liga pra educação quando sabe que seu melhor amigo está conversando com um alguém que só falta engolir ele e que pelo menos parece deixar vestígios de que não teria medo de mata-lo à qualquer momento? Ou pelo menos à mim, ou qualquer outro Avenger.
–- Michele, finalmente...
–- Não me provoque, seu idiota! Eu não vim falar com você antes, porque a Valary tava me vigiando e evitando contato à sós entre nóis dois.
–- Desculpa estragar sua felicidade, mas eu não sou adivinha, não posso dizer do nada porque você pede pra conversar comigo e meses depois ainda não falou o que queria e muito menos saber se essa desculpa é verdade. Mas você não veio aqui para discutir sobre isso, estou certo?
Às vezes, o sarcasmo do Brian é tão forte que me dá vontade de rir. Quer dizer, ele consegue provocar e ainda sair na melhor por causa disso. Tá vendo porque alguém pode se orgulhar de chamar ele de melhor amigo?
–- Não, mas...
–- Ótimo, eu estou certo. Agora me diz o que queria me falar.
Uma pausa desconfiante por um tempo, talvez uma troca de agressão pelo olhar, sei lá. É bem a cara deles.
–- Eu não matei o Jimmy.
–- Ah, ótimo. Lá vem mais alguém falar do Jimmy. Pior, você vem falar do Jimmy.
–- Você vai me deixar explicar, Brian?
–- Mas o que? Você matou o meu melhor amigo, teve a cara de pau de matar o melhor amigo do seu marido, você sabe o que é isso?
–- Eu to perdendo meu marido e não posso fazer absolutamente nada, Brian. Infelizmente. A gente até tenta quando ama, mas...
–- Mas você não me ama, você nunca me amou.
–- Do que você está falando?
–- Acha que eu não sei?
–- Do que?
–- Sempre gostou do Matt. Desde a sexta série. Era o Matt quem você queria estar beijando agora, era com o Matt que você queria ter ído pra cama pela primeira vez. Você lembra, Michelle? Lembra da sua primeira vez? Pois é, foi a minha também. Larguei o posto de pegador na sétima série.
–- E resolve voltar para ele depois de adulto? Só porque tem uma banda de rock famosinha? Só por isso?
–- Não venha pagar a santa pra cima de mim, que eu sei muito bem o que você faz quando o idiota aqui não vai pra cama contigo. Mas agora me fala. Teria coragem de fazer alguma coisa com a Valary?
–- Claro que não, ela é a minha irmã e a minha melhor amiga. Eu não conto com mais ninguém além dela, Brian. Porque você resolve se virar contra mim.
–- Cala a boca e me deixa terminar de explicar. Larguei o posto de pegador porque me apaixonei pela primeira vez. Me apaixonei pela garota que sempre gostou do namorado da irmã gêmea, que por acaso é um dos meus melhores amigos. Enquanto eu, não tinha percebido nada, estava como um idiota atrás de uma garota que só ficava comigo para tentar esquecer a paixãozinha que tinha pelo namorado da irmã. Qual é a graça disso, Michelle? Você brincou com meus sentimentos durante anos. E o Rev sempre me alertou, sempre me disse todas as verdades sobre você. E eu sempre ignorei, tudo isso porque eu te amava.
–- Você não está falando nada com nada.
–- Não? Você acha que eu não sei de uma vez que você resolveu pegar o Matt às escondidas? Eu nem sei o porque dele ter feito isso. Ele é sempre muito atencioso com a Valary, sempre cuidando bem dela, eu não costumo ver ele se agarrando com uma outra mulher...
–- Você não consegue perceber nada de ruim em seus amigos, não é?
–- Não.
–- Pois fique sabendo que eu e o Matt não foi só uma vez.
–- E quantas dessas vezes ele estava bêbado? -- São exatamente essas pausas que me matam, puta merda.–- Devia ter vergonha, Michelle.
–- Brian, eu admito, eu realmente só fiquei contigo desde o início pra tentar esquecer o Matt, mas eu não consegui.
–- E ama ele até hoje. -- Se eu pudesse jogar uma pedra nos dois em cada pausa que fizessem, acho que iriam me odiar. Mas pena que dentro de um ônibus não tem pedra. Bom, o ônibus tava paradinho já que os outros não estavam alí, mas eu não iria descer dali do nada.–- Porque me enganou, Michelle? Eu te amei de verdade. Eu deixei várias coisas de lado por você e até agora que estamos em uma banda notória, você continua por perto. Eu consegui arranjar lugar para você e a Val trabalharem perto de nós, fui eu quem dei a idéia. Porque eu não queria ficar longe de ti, porque eu acreditei em cada "eu te amo" que escutei da tua boca. Todos os meus eram verdadeiros, Michelle. Mas e os seus?
–- Brian, eu te amo. Eu te amo, de verdade.
–- Mas não da mesma forma que eu te amei todos esses anos.
–- Desculpa, não podemos mandar em nossos corações. Se eu pudesse, não amaria alguém tão proibido como o Matt.
–- Porque fala assim agora? Traiu a tua irmã várias vezes se aproveitando de um Matt bêbado. E ainda vinha beijar a mim depois. Eu nem mesmo sonhava que antes dos meus, seus lábios tinham passado pelos do meu amigo. E mesmo assim, era bem fácil não me iludir, me deixar sozinho e bancando o pegador o tempo todo. Não poderia ser tão difícil assim, Michele.
–- Brian, eu te amo. Mas apenas como bons amigos.
–- Bons amigos? Você está esquecendo do primeiro assunto em que tocamos?
–- Eu já disse que não matei o Jimmy!
–- Mas que provas tem? Você ainda não me fez acreditar. Eu descobri que o Jimmy resolveu se apaixonar por você e ele escondeu de mim, porque ele sim me amava, não queria contar tudo e me magoar, ele sabia o que eu sentia por você. Se eu soubesse, juro que iria ajudar ele. Mas eu também sei de quando ele resolveu perceber em você assim pela primeira vez. Vem cá, você está sempre se aproveitando de homens bêbados? Você filma todas as suas transas e faz coleção? Me fala, Michelle, quantos homens você levou pra cama naqueles tempos em que eu era apenas um Brian apaixonado imcapáz de tentar qualquer outra coisa com qualquer outra mulher?
–- Brian...
–- Não, Michelle. Eu nunca fui mais que o Synyster Gates pra você. Eu fiquei cego contigo, achando que assim como meus amigos, você me amava mais que isso, me amava como o Brian Haner Jr. Enquanto você amava o Matt. E mesmo assim, ía pra cama com qualquer um que aparecesse.
–- Eu tava magoada, Syn. Você nem tem noção de nada.
–- Tenho noção de que a mulher que eu sempre amei nunca me amou de verdade, mas sempre fez questão de me agarrar na frente de todos pra fazer ciuminho no Matt, mesmo sabendo que nada iria funcionar.
–- Tá vendo?
–- Agora me fala, porque desgraça você matou o Jimmy?
–- JÁ FALEI QUE AQUELE MALUCO E MATOU, QUE PORRA!
–- Ô SUA NINFOMANÍACA DOS INFERNOS, NÃO FALE ASSIM DE MEU AMIGO. PODE PARAR DE BANCAR A VADIA, PRA MIM JÁ CHEGA.
–- ME SOLTA, SEU IDIOTA. EU POSSO MUITO BEM ESCOLHER O QUE FALAR. E SOLTA, SYNYSTER GATES.
Espera. Para tudo. "Me solta"? Puta que pariu, Brian tá passando dos limites. O que ele está fazendo com ela, o que? Caralho, não posso ficar parada também, né? Eu sinto que talvez não devesse fazer isso, porque eu sinto?
–- BRIAN, SOLTA ELA AGORA. -- Eu realmente não devia ter feito isso. Essa cena é, no mínimo, confusa.
Michelle na parede, expressão de medo, Brian segurando ela pelo pulso, eu podia sentir ele tremendo de tanto ódio e apesar de toda a raiva no olhar, seu rosto estava... Molhado? É isso, o Brian tava chorando de tanta raiva? Nossa.
–- Brian, por favor. Solta a Michelle.
Por um momento eu achei que ele não iria soltar antes de esmagar os pulsos dela.
–- Michelle, por favor, vai embora.
–- Mas Mel, eu... -- Ela estava falando em tom doce comigo. Nossa. Eu fiquei até com pena de interrompe-la, mas é o melhor a fazer.
–- Por favor, Mii... Deixa o Brian raciocinar um pouco e faça o mesmo.
Eu realmente ficava na dúvida de se ela iria embora, se ele iria pular em cima dela de novo como um selvagem, ou se ambos iriam me matar depois. Mas a Michelle saiu enquanto o Brian se jogava no sofá(zinho) abaixando o rosto o colocando por entre as mãos, igualzinho como uma criança orgulhosa que acha que homem não pode chorar. Mas é besta mesmo aquele homem viu, nossa.
–- Brian? -- Dói muito ver ele assim, sério.
–- O quanto você escutou?
–- Comecei a escutar quando ela disse "Brian, preciso falar com você".
Preferia não encarar ele de novo. Era apenas umas três ou quatro lágrimas que tinham molhado o rosto dele, não estava nem com o olho vermelho, pelo menos isso. Mas eu podia sentir a raiva e a dor dele, apenas em um olhar. Isso não é tão bom. Maldito ser sentimental e com instintos maternos, que não deveriam existir, chamada Mel. Depois eu quero chamar o Syn de idiota.
–- Escutou o bastante...
–- Syn, agrssão à mulher dá cadeia, independente de sua profissão.
–- Eu... Eu estava fora de mim.
Eu acredito, afinal, o Brian pode ser meio maluco, mas bater em uma mulher, eu tenho certeza que isso, ele não faria nunca.
–- Não acreditou no que o Rev disse?
–- É, eu acho que amor cega um pouco.
–- Tenha certeza... -- Pelo menos consegui fazer ele sorrir de volta, mas um sorriso tão sem graça que eu tive vontade de fazer ele engolir um celular. -- Por isso se sente culpado?
–- Pelo Rev? -- Assenti com a cabeça. -- É. Eu devia ter acreditado naquele gordo com colápso de idiotice.
–- Olha só quem fala. -- Paramos por um momento e eu não sabia como encarar ele. Não sabia nem mesmo como consolar ele, não tinha idéia do que fazer. Odeio quando isso acontece. -- Como foi que ela matou ele?
–- Emocional. -- Encarei ele com um olhar um tanto fuzilador e ele apenas sorriu e olhou para baixo. -- Ele ficou completamente apaixonado pela Michelle um tempo depois e não me falou nada. Mas ele mesmo sabia que era só desejo, ela conseguiu fazer ele ficar louco, exatamente como ela disse um dia que não faria com mais ninguém além de mim. Na nossa primeira vez. Ele estava bêbado e ele tentou evitar, mas porra, ele estava bêbado, qualquer mulher pode deixar um homem bêbado excitado.
–- Como sabe tudo isso, Haner?
–- Eu me lembro perfeitamente. Eles estavam conversando e eu escutei a conversa sem querer, exatamente como você fez agora à pouco. -- Me senti corar diante dessa fala, o nome disso é invasão de privacidade. Idiota, ele gosta de me ver envergonhada. Sorriu. Mas aquele sorriso sim era bonito, aquele sim valia a pena. -- Não precisa ter vergonha não, acho que você salvou a vida dela.
–- Seu bobo... Me permite perguntar da conversa dela com o Jimmy?
–- Claro...
~Fala do Syn~
Eu lembro que eu estava indo até o quanto do Jimmy para pegar alguma coisa que ele me pediu para ir pegar alguma coisa. Era época de gravação do Nightmare, mas ainda faltavam umas duas ou três músicas para escrevermos e aí, iríamos gravar. Mas não tinhamos mais que isso, apenas letras e ritmo de pouco mais que metade do albúm prontos. E então eu começei a escutar a conversa deles, sem querer, mas não pude evitar.
–- Michelle, o que você tá fazendo aqui?
–- Vim te ver... Ou você já esqueceu de mim?
–- Não me esqueci de você, é a namorada de meu melhor amigo.
–- Para de ser bobo, Jimmy. Eu sei que você amou a noite em que passamos juntos.
–- Eu estava bêbado.
–- Eu sei, mas ainda lembra. Sinal de que gostou.
–- Pare de falar merda e se mantenha longe de mim, por favor.
–- Que foi? tem medo de mulher agora?
–- Não, tenho orgulho e conciência e não vou trair meu melhor amigo mais uma vez.
–- Então é isso... Teu melhor amigo é mais importante que eu.
–- Injustamente eu trai meu melhor amigo uma vez e não vou fazer isso de novo.
–- ENTÃO MATA ELE, PORRA!
–- NUNCA. ELE É O MEU MELHOR AMIGO, TEM NOÇÃO DO QUE É ISSO? ELE ME ESCUTA, SÓ ELE SABE DE TODOS OS MEUS PROBLEMAS, FALOU?
–- Tem certeza, Jimmy?
–- Vai embora, Michelle!
–- Ah, é isso? Ele é mais importante que eu?
–- Tenha certeza.
–- Ele é mais importante que você?
–- Tenha certeza...
–- Porque? Só porque ele é o guitarrista e você é o baterista?
–- Porque ele é aquele que se importa e que conhece pelo menos metade de meus problemas.
–- Se ele é mais do que você, então se mata.
Nessa hora, exatamente nessa hora, eu me escondi, epserei um tempo e só depois entrei no quarto. E eu pedi uma explicação. Ele me contou tudo, com tanta tristeza nos olhos...
~Syn off~
–- Foi por isso que ele se matou?
–- Não exatamente dessa forma, ela veio fazendo mais drama emocional em cima dele depois. Ela só queria sexo.
–- Ou talvez se livrar do Matt. -- ele parou e me encarou um pouco. Óbvio que não estava compreensível o bastante para perceber isso. -- Nossa, como ele era lindo... Desistiu de tudo, e por você.
Ele sorriu e me abraçou, alguém não quer mais falar disso. Mas tudo bem, eu tava com saudades daquele abraço. Um idiota como aquele é mais sentimental do que eu podia imaginar e vivia em um grande furacão. Quem imaginaria? Aí a mamãe aqui tem que dar um jeito de ajudar. Mas não agora. É véspera de Natal e eu tenho que arranjar onde ficar... Porra! Eu tinha esquecido disso. Onde vou passar o Natal?
–- HEEEEEEY PESSOAS... -- Um Matt todo feliz acompanhado de... Uma bola de gorduras saltitante, um power ranger kids, Um Gill Grissom e uma... Uma... Ah, a prima de um ogro feliz. Tanto faz.
–- O que as duas crianças fizeram enquanto não estávamos aqui? -- Espera, só eu que ví malícia no olhar do Johnny?
–- Nada de mais, estavamos só conversando mesmo...
–- Novidade, Mel e Brian conversando. -- Sorriso vitórioso do Brian. Ponto pra Arin, por ter chamado ele pelo nome real.
–- Hey, será que vocês podem me dar... Um pouquinho só de atenção?
–- Fala, Mel... -- Pelo menos a May tinha me escutado e tinha feito eles me escutarem.
–- Eu vou voltar pra casa.
–- MAS O QUE? -- Porque o susto tão repentino do Matt? E porque o Arin tentando fazer ele quietar o faixo?
–- Qual é o problema?
–- O prazo de nosso presente ainda não acabou.
–- Sim Arin, mas eu vou passar o Natal aonde? -- Finalmente eles caíram na real e começaram a se entreolhar. -- Já é vinte e três de Dezembro. E Natal é época de se passar com a família.
–- Vai com o Syn pra casa dele...
–- Não mesmo, Matt -- Ri junto com o Syn. -- O pai dele me odeia.
–- Porque? -- As dúvidas não eram do Matt, Johnny?
–- Porque ele sabe que estamos bem próximos e ele cismou com a minha cara.
–- Pode vir comigo e com a May, se quiser.
–- Ou ela pode evitar vergonha e ficar aqui com o Zacky.
Todo mundo encarando um Zacky... Pensativo? Sim, pensativo e com cara de sono, mas isso é apenas um detalhe. O gordo demorou um tempo pra perceber que todos estavam com a atenção virada para ele. Rimos da situação, afinal, não é sempre que o Vengeance está pensativo.
–- Qual foi?
–- Onde vai passar o Natal?
–- Cara... -- Ele começou a responder a pergunta do Brian — Aqui dentro do ônibus mesmo.
–- Não vai passar com a família?
–- Esse ano não, Mel. -- Rimos. Mas porque diabos?
–- Ótimo, vamos passar o Natal juntos.
–- Sério isso?
–- Porque o espanto, vengeance?
–- Às vezes, você me parece um tanto que... Perigosa.
–- Pode ter medo que eu deixo -- Rimos. Mas estava faltando alguma coisa. Ah, claro. -- Mas espera, onde está o Oliver?
–- Mel, você tá bem?
–- Não. -- Respondi bem claro a pergunta do Arin.
–- O Oliver foi pra casa ontem de noite, sua drogada.
–- Não me chama de drogada não, gelatina ambulante... -- Ele já está acostumado com essas brincadeiras, o Zacky sempre leva uma dessas. Mas aceita na boa, é tudo brincadeira mesmo.
Um tempinho conversando e eu, só percebendo tudo. Os olhares do Zacky para o Brian e os que esse usava para devolver... Raiva, tristeza, ódio, temor... Tudo misturado. Porque isso entre eles dois? Quer dizer, eu nunca poderia imaginar. Até onde eu sabia, eles se amam e vivem andando juntos desde que o Rev morreu. Mas não, eles só faltam se matar, é exatamente isso que acontece. E os olhares do Johnny, para... Mim? O que o Johnny tanto olha com essa cara de tenso? Às vezes o Johnny me assusta um pouco e me faz pensar que... Não. É minha imaginação, é tudo doidice minha, calma Mel, tá tudo bem, Johnny não tem nada à ver com isso...
Terceira Pessoa
Ela chegou naquele lugar... Estranho e sombrio. Mais uma vez, na verdade. Ela odiava aquele lugar, mas era o único que eles tinham para conversar.
–- Pensei que fosse demorar mais, minha razão... -- Ele falou em um tom... Sedutor. E ele sabia faze-lo muito bem. A outra mulher, que já estava com ele, bufou ao escutar o que o homem falou.
–- Não me chame assim, eu não tenho nada com você e muito menos pretendo ter. -- A mulher retrucou, colocando uma de suas mãos no peitoral do homem, impedindo que ele chegasse perto demais dela.
–- Você ainda irá preferir à mim...
–- E jogar todo meu trabalho fora por um homem que... Que eu nem conheço direito? Desista, meu caro.
–- Vocês dois, eu ainda estou aqui. -- Disse a segunda mulher, que não suportava ver o amigo cantando a amiga e levando fora, pra ela, era um filme repetitivo e isso à estressava muito, mas... O que não a estressa?
–- Estamos agindo cada vez melhor... -- A primeira falou. — Cada vez mais impercebível. Mas...
–- Mas?
–- Sim querido, "mas". Temos duas ameaças lá dentro. O Arin e um tal de Oliver.
–- E a garota? -- O único homem e mais velho dali perguntou.
–- A garota... Tá quase tudo bem na cabeça dela e ela não percebeu.
–- Mas se está quase tudo na cabeça dela e ela ainda não percebeu — A mais nova, segunda mulher, comentou. -- Pode ser pior. -- Os outros dois amigos se entreolharam confusos. -- Ela pode acabar percebendo tudo de vez. O que nos deixaria sem escapatória alguma.
–- Ela vai perceber tudo de uma vez sim -- A do meio disse risonha. -- Assim que tudo cair sobre ela e esmagá-la.
–- Você falando, parece uma criminosa.
–- Então pode ter medo de mim, meu caro.
–- Criminosas me excitam.
–- Criminosas te querem, mas eu não.
–- Isso te inclui como uma criminosa?
–- Minha amiga, eu não te devo muitas satisfações de minha vida.
–- Vamos voltar para o assunto, tudo bem? Precisamos de uma isca.
–- Ja temos, querida... -- O homem respondeu a mais nova, com certa malícia e maldade em expressão facial.
–- Temos?
–- Sim amiga. -- A do meio respondeu, quase que vitoriosa. -- E ela tem nome, um nome muito bonito por acaso... Daniel.
Notas finais
Gostaram do capítulo? Perceberam bem as pegadinhas? Não? Tudo bem, elas ainda não fazem sentido de qualquer forma... ushuhsuds Mereço reviews? Porque tipo, tem leitoras que mandam uma vez em nunca... Podem acreditar, reviwes incentivam um escritos e inspiram também, mesmo que digam apenas "Ah, gostei desse". E críticas também, afinal, é assim que crescemos =D
Bom, o acesso liberado de me mandar por mensagem privada fazem algumas leitoras mandarem as respostas e não mandarem reviews. Vou castigar vocês... kkk' Precisarei de uma nova personanem. Não direi se a personagem é homem ou mulher e muito menos, que idade terá. Todas que comentarem esse capítulo ganharam a mensagem privada e poderão participar. O tempo acaba quando eu postar o próximo (provavelmente, sábado). kkkkk' E aí, vocês vão saber quem venceu um pouquinho depois, mas eu preciso da personagem logo.
Enfim, espero que tenham gostado. E se não quiser participar do concurso(inho) aí, tudo bem, ok? Mas vai ser uma personagem importante e... Não posso falar mais, né? Vai ser uma que vai entrar bem depois e vai marcar importância. =D
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