The Possibility That I Never Considered

12 When Reality Begins To Disrupt


Notas iniciais
Bom, aqui está mais um cap. Coloquei dois capítulos em uma semana, eu sei. Espero que gostem desse =D Bom, por problemas pessoas, minha outra Fic foi deletada. (Problemas pessoais = Entreguei minha conta á uma retardada para ela postar um cpítulo e isso aconteceu. A net aqui tá horrível). Lá em baixo tem UMA NOTÍCIA RUIM. Espero que gostem, boa leitura!

- Tá tudo bem com você? — Oliver perguntou bem baixo em meu ouvido, enquanto eu observava a cena da briga muito preocupada. Apesar de o Syn ter acertado o homem naquele momento, eu ainda estava com medo do que poderia acontecer.

- Tá sim, Oliver.

- Tem certeza? — Ele falou, apontando os arranhões que aquele homem havia deixado em meu pescoço e em meu braço. Eu apenas assenti com a cabeça, mesmo que cada um dos arranhões estivesse ardendo muito. E que unha esse homem tinha, porque os arranhões realmente sangravam.

- O que é? Porque não deixou teu amigo me bater dessa vez? Quer bancar o machão? Por acaso tá apaixonado pela sua pequena? Ou quer chamar atenção dela? — Ele falou para o Syn, levantando-se do soco que havia levado e apontando para a Daniele na última parte.

- Estou honrando meu papel de melhor amigo pela Mel. Poupando o meu amigo Matt de sujar as mãos em você mais uma vez. Tentando fazer com que Zacky, Jonhy e Arin nunca mais precisem olhar para a sua cara mais uma vez. E te obrigando a pagar com seu sangue, uma noite ruim da Mel além dos arranhões que acabou de fazer nela.

- Ah, você quer bancar o fodão daqui. Porque não quer que o Matt seja considerado o melhor que me bateu dessa vez, não é mesmo? — Ele disse, passando a mão em seu rosto e sujando-as com o sangue que saía de seu nariz.

- Obrigado mesmo por me poupar disso, meu amigo. Mas seria um prazer bater nesse homem de novo. — Matt disse, olhando para Brian e ambos estavam sorrindo maliciosamente com uma sombrancelha arqueda. Como se entrassem em um acordo. — Aliás, caro homem que eu não faço idéia de qual seja o nome... Se fala assim, é porque sabe que de uma forma ou de outra, vai apanhar. Então, porque insiste em estar aqui?

- Realmente, o provável aqui é apanhar. Sou que nem o anão, o gordo e o magrelo alí. Não sirvo para bater em ninguém.

- Eu até poderia dizer que admiro a sua sinceridade... Mas eu não posso, seu caráter estragou tudo. — Eu realmente não conhecia esse lado mais estressado do Arin. Só que é claro que ele não seria insultado e ficaria calado.

- Pelo menos o gordo arranja mulheres. Não precisa perseguir garotinhas em uma rua deserta para satisfazer os desejos sexuais. — Ok, esse lado escroto do Zacky eu já conhecia sim.

- E você, anão? Nada para dizer em sua defesa? Ah, é mesmo. Você é o único aqui que não tem coragem para insultar alguém como eu, não é mesmo?

- Não é isso. Só não to afim de desperdiçar minhas palavras com um idiota que se não sair daqui rápido vai apanhar de qualquer jeito. Quer saber? Você seria mais útil se tivesse um CD nosso. Pelo menos teria alguma coisa que preste. — A resposta indiferente do Jonhy fez com que todos ali se assustassem. Ele sempre foi um fofo louco que dá risada de tudo, nunca imaginaria de uma resposta dessas vinda dele. Apesar de soar um pouco infantil, era humilhante. Afinal, resposta infantil sempre deixa sem uma alternativa para homens daquele tamanho, a não ser, uma troca de socos novamente.

- Ah, se revelou... Se revelou, mas me estressou.

- Tanto faz, eu não me importo com o que você pensa sobre mim.

- Já deve estar acostumado, não é mesmo?

- Eu to em uma banda de rock. E você tá perseguindo garotas...

- PODE PARAR DE FALAR SOBRE ISSO?

- Não tenho culpa se tem vergonha de assumir tua personalidade. Ainda se sente em autoridade para insultar alguém por aqui?

- Eu não tenho medo de acabar com tua cara, seu...

- ENTÃO MOSTRA! ATE AGORA VOCÊ JÁ FALOU ISSO VÁRIAS VEZES. MAS EU AINDA NÃO VI NENHUMA TENTATIVA DE MOSTRAR QUE ISSO É VERDADE!

Então, quem diria que nosso anão é valentão o suficiente para pedir um soco no rosto. Além de valente, ele é forte. Parou o soco que o homem -de nome não identificado- tentou acertar nele, com apenas uma mão. O segurança entrou no local, por chamado de Matt, e levou embora o homem. E todos ficaram encurralando o Christ de perguntas, por causa desse lado desconhecido que foi revelado hoje. E falei com ele também, afinal, se não fosse por mim, ninguém estaria enchendo o saco dos Avengers.

Mas nem a pressão da briga tinha mudado o humor de um certo alguém. E isso estava me incomodando muito. Eu gosto do sorriso daquele homem, e já deixei bem claro que devo minha vida por ele. Syn saiu de lá e foi para o ônibus em que fica, eu tenho certeza que algo ainda o incomoda. Claro que eu não vou descansar enquanto não descobrir o que é.

- Mel, você tem que colocar alguma coisa no teu braço e no seu pescoço.

- Eu sei, Zacky... Onde é que tem alguma caixa de primeiros socorros, sei lá?

- Venha comigo. — Johnny falou passando ao meu lado e me puxando levemente. — Tem uma no ônibus. — Até que nós dois saíssemos e nos nos afastassemos um pouco do local, não houve conversa. Mas depois ele começou a falar. — Mel, pode me dizer o que está rolando.

- Do que você está falando?

- Estou falando do Syn. — Eu parei e o encarei por um momento. — Estou falando de vocês. Ou acha que eu não percebi a diferença no clima de vocês hoje?

- O clima?

- E todos aqueles pedidos de desculpas. E eu sei que o Syn não fez nada que te machucou, mas tem alguma coisa acontecendo com vocês. E isso tá mudando o comportamento do Gates, porque...

- Mel! Mel, querida. — Me virei para ver porque aquela mulher ainda tinha coragem de vir falar comigo. — Ainda quer ter aquela conversa... ? De mulher para mulher. — Disse isso encarando o Johnny, mas com um tom doce em sua fala.

- Eu quero que o Johnny fique aqui, não tenho segredo com os Avengers. — Claro que se eu ficasse sozinha com aquela mulher, iria ser uma troca de patadas verbais incontrolável. E como eu não to nem um pouco afim de me estressar o johnny é minha salvação.

- Ah, tudo bem então... — Ela disse tão sem graça que eu me senti muito foda por um momento.

- Eu quero falar do Syn. Eu pensava que tava afim dele, por isso te dei as entradas da festa.

- Eu estou afim dele!

- E ficou se pegando com outro cara?

- Ele estava se pegando com outra mulher.

- Estamos falando do Synyster Gates, que pega várias para esquecer o que quer esquecer. E ele não sabia que você iria estar lá. Cara, isso não passou pela sua cabeça? — Quando eu disse isso, ela ficou quieta. Tão quieta que até parecia vítima mesmo. — Não vai falar nada?

- Você tem razão. Tem toda razão, eu fui uma idiota ciumenta. Eu não vou fazer isso de novo, mas ele nunca me daria uma segunda chence. Você acha que ele me daria?

- Mel, eu ainda quero falar com você! — Syn surgiu de trás de Daniele, na porta de entrada do ônibus em que viajamos. Me encarando, sério, deixando a Daniele completamente sem graça e sem causar nenhum tipo de reação no Johnny. — Será que podemos?

- Claro Syn. — Disse, mas a mulher não entendeu o recado e continuou ali, parada.

- Claro que eles podem, não é mesmo Daniele? — Johnny a encarou, fazendo-a andar e entrar em seu ônibus. Sorriu de leve para nós dois, de forma vitoriosa, e voltou para onde os outros Avengers estavam.

Entramos no ônibus, sem nenhum tipo de comunicação. O Syn se manteve calado e eu fiz o mesmo, não iria atrapalhar aquele momento de silêncio, até porque, o clima ainda estava meio tenso. Ele pegou a caixa de primeiros socorros e, por incrível que pareça, Synyster Gates sabe fazer curativos. Mas ainda não tinha uma conversa. Quando finalmente conseguimos fazer parar de sangrar e arrumamos o que tínhamos que ser arrumado, finalmente eu decidi falar algo.

-Não é só a Daniele, não é mesmo?

- O que?

- Não é só por causa da Daniele que você está assim. Tem mais alguma coisa acontecendo, nem tente negar. Rolou mais alguma coisa na noite passada para te deixar assim?

- Como posso ser tão transparente? — Ele riu de lado, mas eu ainda o encarava com o sorriso muito leve. — Na verdade, aconteceu sim pequena.

- Quer falar alguma coisa sobre isso?

- Você nem sabe do que eu to falando...

- Se quiser contar, eu to aqui.

Ele se manteve calado por mais um tempo, e mais uma vez, eu não quis estragar esse silêncio. Apesar de continuar com o clima tenso, é sempre confortável estar do lado de Brian. Este me encarava com os olhos tão brilhantes que eu podia jurar que ele queria chorar. Mas não era bem isso. Ele se manteve calmo, e eu sei que nada disso era motivo suficientemente capaz de arrancar uma lágrima do Synyster Gates. Mas de acordo com todas as minha hipóteses, o Brian Haner e o Synyster Gates são duas pessoas misteriosamente diferentes. Tenho que admitir, é uma boa hipótese. E eu confio muito nela, independente do que imaginem sobre isso.

- Eu beijei minha melhor amiga. — Tenho que confesar, fico muito sem graça quando esse assunto é formado entre nós dois. Não pelo fato de ter sido ele que eu beijei, simplesmente pelo fato de que eu não parei quando ele fez isso.

- E porque isso te estressa tanto?

- Porque... Eu... Não sei. — Ele falou, confuso o suficiente para me fazer ficar com pena dele. — Eu não sei, é estranho.

- Eu acho que te entendo...

- Não, pequena. Você não me entende. Eu to falando que isso mecheu comigo. Muito mais do que eu esperava.

- E eu to falando que te entendo. Mecheu muito comigo também, acredita em mim.

- Você... Gostou?

- Como?

A pergunta me assustou. Como não me assustar? Óbvio que agora estava bem claro porque que o acontecimento mecheu tanto com ele, mas eu nunca iria imaginar isso. Também nunca iria imaginar que iria ter efeito parecido em mim. Afinal, aquele não foi um beijo que eu quis parar.

- Me desculpa, me desculpa pequena. Acho que te assustei.

- Porque tem sempre que ficar pedindo desculpa? Só me explica tudo isso, Syn. Só me diz o que está acontecendo.

- Bom, eu não tenho nada a esconder de você mesmo... Olha, ontem eu te beijei, mas eu estava ciente das coisas. Claro que o efeito do alcool ainda dominava, caso contrário, não teria feito aquilo. Mas mecheu comigo e eu ainda não decidi se isso é bom ou não. Eu tenho que admitir, não foi um momento que eu queria que acabasse logo. Queria voltar, reviver ele. Porque eu gostei. Mas eu não sei porque eu gostei, você é bem mais nova, claro que não vai querer um adulto casado e idiota que nem eu. Que estava afim de uma mulher, mas na verdade não estava. E aí veio beijar a melhor amiga do nada. Eu não vou fazer isso de novo, prometo. Eu não quero que fique com medo de mim e se afaste, porque...

- BRIAN! Cala a boca. Para de se perdoar por ter me beijado. Tá falando como se tivesse sido ruim.

- O que exatamente isso quer dizer, Mel?

- Brian, quando diz que vou ficar assustada por ter me agarrado, é porque ficaria assustado por eu ter te agarrado?

- Não.

- Então pronto, tire isso da cabeça.

- Mas você ainda não respondeu minha pergunta. O que você ter falado que pareço falar como se tivesse sido ruim quer dizer?

Não era exatamente eu. Estava confusa, estressada e nunca ppensei que passaria por isso um dia. Apenas selei nossos lábios mais uma vez. qual é, era o que ele queria e o que eu queria também. Eu tinha certeza de que não poderia ser assim sempre, teria que acabar. Somos um casal proibído, tanto pela idade, quanto pelo fato de que ele era casado. além do mais, se essa história passasse na cabeça do Matt, o Syn iria morrer a socos. Mas era só mais um momento. Não tinha ninguém por perto, era apenas a vontade que tínhamos que satisfazer. Como se o beijo fosse ficar parado...

Logo Syn decidiu que lábios com lábios era muito pouco para tudo aquilo e eu me rendi mais uma vez. Realmente não era o suficiente. E também, era muito fácil evitar, se eu não tivesse tentado dessa vez... Mas aquela era a única forma de calar a boca de Brian e deixar claro o que eu tava tentando explicar. Tudo o que ele havia sentido, era exatamente o que podia me definir no momento. A única coisa que realmente me dava medoo era a forma como o Synyster e suas mãos reagiam toda vez que isso acontecia. Mas mesmo assim, eu estava com um medo maior ainda. Ele é casado e bem mais velho, além de tudo, é um guitarrista solo, um dos ícons que mais atraem fãs de uma das bandas de rock mais conhecida mundialmente.

Eu estava em pé, na sua frente e ele se encontrava sentado. Segurei com força a mão dele a mudei sua posição, voltando-a para minha cintura. Até que eu percebi que não aguentaria mais aquilo, então afastei nossos rostos. Ainda sem coragem de encara-lo, deitei minha cabeça em seu ombro e só assim abri os olhos. Ele me abraçou e parecia ter entendido o recado.

- Me desculpa, Syn.

- Tá tudo bem, Mel. Tá tudo bem. — Depois de um tempo, eu finalmente consegui encarar ele. Seus olhos não tinham expressão. Ou isso, ou eu apenas não tinha concentração e censo para perceber qualquer tipo de informação no olhar de alguém. O que era bem mais provável. Aquilo tudo já estava me confundindo demais, mesmo com tão pouco tempo. — Só me conta o que falou para a Daniele.

- Nada de mias. Eu percebi que você não queria que eu falasse o que tinha em mente. Não tem nada a ver com aquilo.

- Então obrigada. — Ele sorriu. Realmente nunca me imaginei em uma situação como essa com o Synyster Gates, era tudo muito estranho para mim.

- Syn... Você sabe que não pode ser assim não é?

- Do que está faladno?

- Não podemos ficar nos agarrando as escondidas toda vez que tivermos uma crise de realidade. Você é casado e eu sou mais nova. Além de perder a mulher, iria ganhar fama de pedófilo caso alguém desconfiasse.

- Eu sei... Perderia meus olhos assim que os outros caras descobrissem também. — Ele riu. Claro que sempre tinha uma piada para quebrar o clima tenso. — Mas pequena... E se eu for um louco? Como fica?

- Você é um louco, entenda. Mas eu te amo, não quero problemas para você. Afinal, é o meu melhor amigo.

- Porque sempre tenta fugir do assunto quando falamos sobre nós e não impomos apenas a mizade? Porque parece ter tanto medo.

- Synyster Gates, eu não posso te oferecer tudo o que você quiser. E sabe muito bem do que estou falando. Então vamos tentar agir naturalmente, porque o Johnny já está percebendo.

- Johnny já está percebendo o que? — Arin entrou no ônibus, perguntando. Por sorte, já não estávamos tão próximos e eu estava colocando um remédio estranho, que havia encontrado na caixa, sobre os arranhões.

- Que estamos escondendo a festa surpresa dele. — Falei rápido, inventando qualquer coisa para livrar a mim e ao Syn daquela ituação. Apesar de o Arin ser um bom cara, sempre compreensivo.

- O aniversário do Johnny é daqui á dois meses. — Ele falou, com um tom descontraído, como quem quer dizer que estamos nos adiantando demais. De fato, parecia.

- O baixinho merece mais que uma pequena festa, não acha?

- Acho sim, Gates. Mas porque só entre vocês dois?

- Ainda estamos vendo se vai dar tudo certo. Você pode comunicar aos outros Avengers?

- Claro, claro. Vamos ver o que podemos fazer.

Então ele saiu do ônibus. E é claro que eu e o Syn começamos a rir logo depois. Arin entrava um minutinho antes e nós dois iriamos morrer pendurados em uma forca.

- Ótimo! Agora você me arranja de fazer uma festa de aniversário que só vai rolar daqui á dois meses.

- Desculpa se foi a única coisa que eu consegui inventar. Pelo menos livrei a gente dessa.

Notas finais
Bom, gostaram? Ainda to do lado das taradas, tudo bem. kkkk' Gente, não garanto Fic por umas duas semanas, sei lá. Mas eu vou fazer o máximo para que isso não aconteça. To com alguns problemas, tenho que melhorar tudo por aqui. Beijos, espero que tenham gostado do capítulo.