Notas iniciais
Algumas coisas da categoria não estão exatamente corretas. Vocês perceberão tudo no decorrer dos capítulos.
Bom, primeiro capítulo da primeira Fic. E por favor, não me matem. Eu realmente me empolgo escrevendo. E só um detalhe: Não vou estar sempre descrevendo as roupas e características do personagem. Só quando for necessário para que a história faça sentido. Sou péssima em inícios, mas lá vai:

E aqui estou eu, deitada no peitoral do guitarrista que sempre admirei.Eu sou fã da banda em geral, mas synyster Gates é o Avenger que mais me chamou atenção desde o início. Ele usa uma calça preta, meio folgada e uma regata branca. Seu corpo tatuado estava quase todo descoberto. Eu encostada nele, com o notbook do Zacky na mão. Ele sempre me empresta quando o meu descarrega. Brian Haner... Meu ídolo... Meu melhor amigo. Ninguém nunca acreditaria. O mais estranho foi como tudo começou:

Eu andava pela rua, completamente perdida. Não conhecia ninguém... Ou melhor, não tinha ninguém para reconhecer. Haviam carros passando, mas nenhum nostalgico se quer. Mas alguém que andava atrás de mim, não sei como não o percebi, envolveu minha cintura em seus braços. Não percebi armas ou nada do tipo, mas gelei. Afinal, era um homem, não fortão, mas um homem. E eu, uma garota de 14 anos andando sozinha nas ruas da California.

O que eu fazia lá? Bom, eu estava andando sozinha e encontrei um vizinho meu, o Daniel. Aí nós começamos a conversar. Mas eu nem sou a pessoa mais distraída do mundo, certo? Não! Ele entrou na farmácia para comprar alguns remédios para seu irmão mais novo. Mas já era mais de meia noite, duas coisas de 14 anos não tinham que estar na rua.

Andando e pensando, eu me distraí. Quando me toquei, estava em uma rua onde a única iluminação era da lua e dos faróis dos carros que passavam. Estava usando uma camisa do Kiss, toda preta e com o nome da banda escrito em branco prateado, que parecia "pegar fogo" por causa do tom amerelo que ficavam ao redor e alguns riscos avermelhados espalhados.Tinha as mangas folgadas, de forma que meu ombro esquerdo ficava descoberto.

Um short jeans, não muito curto e nem muito longo, com alguns rasgões violentos. Uma meia calça preta acinzentada e quase quadriculada. Um All Star preto, com duas pulseiras punk em meu braço esquerdo, mais uma que tinha a caveira ícon de minha banda preferida e os nomes "The Rev" e "Syn Gates"

Eu tenho uma fissura inexplicável por caveiras e guitarras / guitarristas. Mas sou completamente fissurada pelo baterista Jimmy Sulivan. Era estranho ter que admitir para mim mesma que sentia algo pela morte dele, mesmo tendo virado fã depois do acontecimento. Meus cabelos lisos caíam na frente de meus ombros e atrás. Era pintado de vermelho cereja, como o do Gerard Way, mas tinha algumas mechas pretas. Sim, gosto de My Chemical Romance. Estava usando delineador leve, mas lápis forte e sombra esfumaçada. Como se estivesse voltando de um show de Metallica ou algo do tipo.

- Rockeira, é? — O cara atrás de mim perguntou retoricamente. Eu não fiz nenhum movimento ou disse nada. — Dá pra ver que é rebelde pela forma que se veste. Vamos ver no que você é boa, novinha... — Incrível como ele conseguia usar um tom de voz sinicamente sexy.

- Eu sei no que sou boa... — Respondi forçando uma voz sexy, já que estava completamente assustada. Me virou para ele, mas não me soltou. Talvez não fosse o melhor a fazer, mas não pude deixar de reparar... Ele tinha olhos acinzentados bem bonitos, cabelos loiros, cortados em "mini-moicano" e um sorriso que realmente chamava atenção.

- Pode falar... — Ele usou o mesmo tom sexy na voz e me lançou um olhar completamente pervertido.

- Eu sou boa em atrair malucos ambulantes que atacam pessoas indefesas em uma rua escura porque não tem dinheiro para pagar nenhuma puta por aí e nem papo para que qualquer garota queira ir para a cama com ele! — Respondi séria e meio histérica. Meio! Eu sempre fui meio desafiadosa mesmo... Mas eu nunca tinha colocado minha vida em tal zona de perigo a ponto de correr risco de não sobreviver.

- Olha aqui, garota! — Ele alterou o tom de voz e me colocou contra a parede. — Chegou minha hora de esculachar um pouco... E de te mostrar no que sou bom. Parace que você não tem medo de morrer... Tu não tem nada a ver com minha vida sexual.

- Não, eu não tenho medo de morrer. — Respondi completamente calma e sem expressão nenhuma. O que provavelmente já estava irritando ele. — E se eu não tenho nada a ver com sua vida sexual... Porque você estava tentando me comer à segundos atrás? Tem algum tipo de transtorno bipolar por acaso?

Ele me puxou e me atirou contra a parede mais uma vez, falando algo que eu não entendi. Um homem alto e bem forte acertou ele de direita, fazendo nós dois caírmos no chão. Não me lembro de mais nada depois disso, só que ficou tudo escuro.

Quando acordei, estava com a visão meio turva. Mas se normalizou rapidamente, o que me fez perceber o lugar em que estava.Aquilo não era um quarto. Talvez por efeito da pancada, mas eu sentia tudo em movimento. Tentei me levantar, para olhar atrás da cortina branca, grossa e pesada, para ter noção de onde estava. Mas o meu pé prendeu em uma camiseta que estava jogada no chão, me fazendo tropeçar e tomar mais uma queda. Que fez muito barulho, até eu me assustei. Talvez tenha ficado mais lerda que o normal por causa da tontura...

Quando de repente, o locar é invadido por quatro homens. Ainda no chão, pude notar alguns curativos em mim e alguns arranhões no braço direito. Nada demais. Um dos homens me ajudou a levantar e eu me sentei rapidamente no sofá que estava antes. Nenhum dos homens se parecia com o que encontrei indesejadamente á um tempo atrás. Até que me dei ao trabalho de rearar melhor neles. Eram rostos familiares... Eu já devia estar mais acostumados com aqueles do que com o meu reflexo.

- Ok, eu devo ter me drogado. Porque eu me sinto toda dolorida e ainda te vejo como se fosse o Matt Shadows. — Falei, ainda tentando enxergar melhor.

Todos começaram a rir e eu, não entendi nada.

- Olha, deve ter se drogado mesmo. Porque só assim para andar sozinha em uma rua como aquela e vestida desse jeito. Isso, já era mais de meia noite. Se aquele cara tentou te machucar, ele conseguiu. O que se passava na sua cabeça noite passada, não sei. Tem 14 anos, não é? — Um homem se manifestou. Seria Zachary Baker? Não, não podia ser.

- Como sabe a minha idade? — Supliquei.

- Sim, tem 14 anos. Estilo próprio, coisa rara com essa idade. Muito rebelde até onde eu pude entender. A forma como está vestida diz metade da história. O que estava fazendo noite passada também. Tudo bem, você é bem bonita. Corpo quase desenvolvido para uma garota da sua idade, se olhar da cintura para baixo. Sabe dançar? Se souber, ninguém vai te segurar quando crescer... — Synyster Gates falou com uma sombrancelha arqueada... Espera, Synyster Gates? Brian Haner? Eu realmente estava drogada...

- Espera! — Parei por um tempo. — Você disse... Noite passada?

- Sim. Quando voce quase foi estrupada por um maluco que , pelo visto, gosta muito de novinhas rebeldes. — O suposto Matthew Sanders começou a falar. — Nosso carro não passava ali e ninguém sabe o que estaria acontecendo com você agora.

- Minha mãe! O que ela vai pensar quando eu chegar em casa? Ela vai achar que eu passei a noite com quem mesmo? — Falei batendo a mão na testa.

- Espera, garota! — Zacky almentou sua voz, mas mesmo assim, continuou parecendo muito gentil. Estranho.

- Para começar, feliz aniversário atrasado. — Johny se manifestou caminhando até minha frente e me dando um abraço. Que foi seguidos de vário dos mesmos.

- Sua mãe já sabe que está aqui. E esse é o nosso presente. — Synyster falou com aquele sorriso mais lindo, sexy e fofo do mundo... O que já estava me deixando em dúvidas sobre o lance das drogas. Não dá para falsificar os sorrisos e olhares daqueles homens. Ou a droga é muito mais poderosa do que posso imaginar.

- Como sabem de meu aniversário? Como falaram com minha mãe? Porque se importaram em me dar um presente? Vem cá... É impressão minha ou eu estou no mesmo lugar que todos os integrantes da banda de rock mais foda do mundo? — Falei sem parar de sorrir.

- Nos demos a liberdade de olhar sua lista telefónica no celular, assim consseguimos contato com sua mãe. Que nos avisou de seu aniversário e de seu jeito de ser. Entramos em acordo com nosso presente e tudo ficou bem. — Zacky me respondeu mais um vez.

- A banda de rock mais foda do mundo é igual á Avenged Sevenfold? — Matt perguntou.

- Claro. Tem alguma que ultrapassa ela? — Respondi.

- Falei que ela tinha um ótimo gosto músical... — Syn Gates se impôs como fodão. — Não precisamos nos apresentar, gata. Já sabe nossos nomes.

Eu apenas sorri. O que mais fazer em uma situação como essas?

- Espera. Que presente? — Perguntei.

- Vai ficar com a gente agora. Pelo menos por um tempo, vai ficar com seus ídolos. — Johny finalmente falou mais uma vez.

- Eu não posso acreditar. — Me controlei muito para não surtar de tanta felicidade.

- Sua mãe entregou algumas poucas malas com suas coisas. — Zacky falou irônico. — Você não gosta muito de cores, não é?

- Gosto sim, muito! As minhas preferidas são preto e branco. — Respondi e todos rimos.

Eles saíram, me mostraram o banheiro e me entregaram algumas coisas.Tomei banho e me arrumei.Coloquei uma regata azul e um short jeans com rasgões bem fininhos. Eu realmente gosto de shorts com ragões. Coloquei uma espécie de sapatilha (Daquelas que são extremamente fácéis de tirar e colocar, além de serem abretas) preta e fui na sala em que eles estavam conversando. Me sentei em um sofá com lugar para dois, mas estava vazio. E todos ficaram em silêncio total.

- Não vai falar nada? — Johny perguntou. Olha só quem perguntava. Por causa dele, todos continuaram sua atenção para mim.

- O que tenho para falar? Ainda estou um pouco confusa... — Respondi meio sem jeito.

O ser muito inteligente que chegava no local agora, chamado Brian Haner, conseguiu tropeçar no nada e cair em cima e mim. Claro que eu me assustei, mas continuei quieta.

- Vai ficar quieta? — Ele perguntou.

- Tinha que fazer algo? Porque eu estou imóvel. — Respondi.

- Mas um homem caiu em cime de você, tinha que se assustar. Pelo menos depois do que te aconteceu na nopite passada. — Ele reclamou, como se eu tivesse seguindo um script e errasse a fala.

- Eu não to com medo de você. — Respondi ainda encarando-o.

- Você é louca. — Ele ainda tentava me vencer?

- Talvez... Mas eu não tropecei no nada! — Respondi sorrindo. Não dava para me controlar estando tão cara a cara com aquele homem.

Ele se deu por vencido e se sentou ao meu lado.

- Muito corajosa. Agora, acho que simplesmente entendo porque aquele cara escolheu você e quase tentou te matar. — Ele colocou seu braço sobre meus ombror. — Desculpe nosso jeito. Ainda não estamos acostumados a ter alguém de 14 anos por perto.

- Tudo bem. Me acostumo muito fácil quando se trata de convivência. — Continuei.

- Isso ajuda. Tem costume de andar com viados? — Matt perguntou.

- Bom. Eu não tenhum nenhum amigo ....

- Uma coisa que vai ter que se acostumar logo! — O Zacky me cortou. E ficou meio sem graça ao perceber que atrapalhava a minha fala. Mas eu sorri para ele, que sorriu de volta, e se sentiu mais confortpavel perante a situação.

- Já que vai ter que ficar do lado do Synyster, esse viadão aí do seu lado. — Matt completou dessa vez. Todos estavam rindo. Claro que eles tinham aquilo como uma brincadeira muito estranha.

- Cara, eu sei que você vive pedindo para me dar de novo desde aquele dia depois do nosso show. Mas você tem que colocar na sua cabeça que eu só gosto de mulher, aquilo não vai rolar de novo. — Syn gritou em resposta. Todos riam com a situação.

- Você tem se drogado muito, não é? Se lembrasse o que aconteceu naquela noite, nunca mais falaria nela. Não vou largar a Valary por causa de um homem sem sal como você. — Matt gostava muito daquela brincadeira pelo visto.

Syn se levantou, quase me levando junto, e pulou no pesço de Matthew. Caíram com tudo no chão e rolavam em uma briga que, estava muito estranha. Não seria tão difícil me acostumar com a diversão deles. Pareciam mais crianças enormes e muito sexys, sei lá.

- Vai ter que se acostumar com isso, é quase o tempo todo entre esses três. — Johny falou em meio de suas risadas.

- Não acho que venha a ser uma tarefa impossível... — Respondi, sorrindo ainda.

Zacky conseguiu, com muita dificuldade, chamar a atenção de todos. Parando aquela briga tosca deles.

- Espero que não tenha te assustado. — Brian se sentava novamente do meu lado, folgado como antes.

- Tenha certeza que não... — Falei me encolhendo, tentando entrar na brincadeira deles. Todos riram e ele me abraçou forte.

- Vai ter que se acostumar a dormir em um ônibus, sabia? Não há muita privacidade por aqui. O local onde dormimos é um só. MAs não se preocupe... Quer dizer, o único tarado aqui é o Synyster. Mas ele não faria nada com você. Eu mataria ele. — Matt falou sorrindo. Tentando me mostrar a verdade e fazer com que eu me sentisse mais confiável de ficar com eles.

Eles se empolgaram em uma conversa na qual eu apenas dava risada dos comentários e ficava quieta. Apenas isso. Nunca fui muito de falar mesmo. Quando congelo por perceber que o Brian olhava diretamente para meu braço esquerdo... O que chamava atenção em minhas pulseiras? Eu sempre estou com elas, fato. Mas eles parou, assim que viu que eu o encarava.

- Quer me contar algo? — Ele perguntou.

- Como assim? — Respondi, completamente confusa e assustada.

- Sei lá... Eu estou disposto a te ajudar em qualquer coisa. — Ele continuou.

- Obrigado... Mas você tá me assustando. — Eu respondi.

Estava bem claro que nós dois cochichávamos enquanto todos conversavam em tom alto. Eles pareciam ter engolido microfones ou algo do tipo.

Mas eu estava gostando! Não tinha como não gostar daqueles caras.

Notas finais
Eu não me empolguei. A história não tá grande. Eu to me controlando muito. Então, considerem essa parte. Espero que alguém goste, né. Foi a primeira vez que fiz isso. Vou me costumar ao estilo de Fanfics... =D