The Possibility That I Never Considered

2 Because the unrealistic it's reality


Notas iniciais
Eu sempre crio nomes meio estranhos, como: Porque o irreal é a realidade. Só eu entendo minha linguagem mesmo... haha'
Bom, como eu sou uma pessoa muito atacada, não consegui esperar uma semana para postar o segundo capítulo. A maioria que eu li é assim. Mas eu realmente não consigo. Eu fui dormir querendo continuar a história. Mais um capítulo da aprendiz de escritora de Fanfics.
PS.: O Rock in Rio tá muito foda hoje!! Sim, sou metaleira que gosta de gritos. haha'
Eu citei que o nome da garota é Melissa no primeiro capítulo? :s haha' Sim, esse é o nome dela.

O tempo passa muito mais rápido quando a gente não quer. E isso não é legal. Uma semana já tinha se passado, eu já estava convencida daquilo tudo. Não acho muito importante dar detalhes desse tempo. Não teve nada de muito interessante. Eu já tinha me acostumado com tudo e inclusive já estava em meio das briguinhas estranhas deles. Claro que eu sempre acabava em baixo e perdendo a luta. Eles eram uns ogros... Mas eu estava adorando aquilo. As coisas estavam de um jeito que pareciamos ter muito mais tempo de convivência. Eles resolviam problemas na minha frente e tudo mais. Eu sabia muito dos "meninos".

A Valary era muito gente boa comigo. A Michelle não tinha nada contra, mas não falava muito. Na verdade, eu só tinha conseguido falar com elas até agora. E quase nunca nos víamos. Eu chamava os Fuckin Avengers de "Meus meninos" e eles me chamavam de Mel. Syn me chamava de "Minha pequena" e só faltava bater em quem mais me chamasse assim. Nos estavamos muito próximos. Ele fazia com que eu me sentisse bem melhor e mais perto da banda. Inclusive, eu podia até dar palpites sobre algumas coisas da banda. Imagina, que autoridade.

Mas voltando ao dia que eu estou contando... Eu estava sentada, sozinha, na sata de Tv. Que, por um acaso, foi a que eu dormi no dia que eles me encontraram. Eu estava sentada, quieta. Gostava de fazer isso, ficar sozinha ás vezes. Mas eu estava sempre com os fones de ouvido. Quando eles saem do nada e eu percebo que meus quatro avengers estavam parados em minha frente.

- Tem que parar de se distrair tanto, garota. — Zacky falou sorrindo e me entregando os fones que tinha puxado. Eu parei a música e eles se sentaram em alguns "bancos" que tinham lá.

- Temos algumas coisas para conversar. — Matt finalmente quebrou o estranho silêncio que predominava o local.

- Como assim? — Sorri confusa.

- Olha, pequena. A gente tem se aproximado muito desde quando chegou aqui. Eu percebi seus comportamentos estranhos. — Syn falou, me encarando e sorrindo de lado. Forçado, melhor dizendo.

- Comportamente estranho? — Meu sorriso confuso sumiu. Eu estava com a expressão completamente confusa.

- Você não age como uma criança... De 14 anos. — Zacky falou devagar.

- Algumas pessoas tem chances de ter uma vida que dá um privilégio para que elas ainda possam agir como crianças. Ou pelo menos pensar... — Respondi olhando para o chão. Não conseguiria encara ninguém.

- Ei... — Syn colocou a mão em meu queixo e levantou meu rosto para que eu o encarasse. — Você quer contar alguma coisa agora?

Então eu me lembrei de uma semana atrás. Quando ele perguntou se eu tinha algum problema, de forma indireta. Eu não sabia o que falar. Como eles sabiam que tinha alguma coisa? Eu continuei calada.

- Pelo menos conta porque estava na rua aquele dia. Andando sozinha, em um lugar perigoso. — Johny falou.

- Eu fui parar alí por pura dispersão. Eu me distraí. Eu encontrei um amigo meu na rua, que tinha ido comprar remédio para o irmão mais novo dele. E quando ele entrou na farmácia, continuei caminhando sozinha. Até parar ali. — Respondi.

- Mas porque encontrou seu amigo na rua? Porque saiu de casa tão tarde? — Johny era o único que sabia fazer perguntas ali? Todos me encaravam, eu estava agoniada.

- Desde que eu virei rockeira... Tenho tido alguns problemas em casa. Minha família inteira é anti-rock. E eu não tenho amigos na escola. Até falam comigo, mas me chamam de coisas horríveis que eu sei e ainda me deixam falando sozinha. Eu sento mais isolada, ando mais isolada. As pessoas não gostam de mim lá. E onde eu moro, só o Daniel fala comigo. Mas ele é bem conhecido e todo mundo gosta dele. Só por causa do estilo "sou fodinha" e o cabelo pro lado... E ele é bonioto. Eu, particularmente, gosto mais de garotos com cabelos bagunçados, garotos mais loucos. Ele tinha cara de bonequinha. Não gosto muito. E eu ando sozinha na maioria das vezes, mas meus pais não sabem. Mesmo assim, a gente tem brigado muito desde meu estilo de vida mudar. Eles não me aceitam e me tratam como se eu fosse uma louca. — respondi, com os olhos enchendo de lágrimas.

- Como assim... Tratando como uma louca? — Syn continuou o interrogatório.

- Psiquiátras, psicólogos... Eles acham que eu sou um tipo de animal ou doente. Me tratam como se eu fosse uma. E me levavam nos médicos. Eram tentativas em vão, eu nunca contava nada. Eu só estressava os psicólogos e psiquiátras, que só faltavam ficar loucos de tanto perguntar. Nunca contei tudo como estou fazendo agora. Ou quase tudo. Foi por causa de mais uma das brigas que eu estava fora de casa naquele dia. — Continuei, deixando uma lágrima escorrer. Idiota eu.

- Hey, não precisa chorar. — Syn passou a mão em meu rosto, enchugando minha lágrima. — Desculpa.

- Não, eu que sou muito emotiva mesmo. — Falei rindo de lado.

- Tá, não vamos continuar com isso. Não queremos que se sinta desconfortável. — Matt me abraçou... Ou melhor, me engoliu. Também, com aquele tamanho.

- Não se preocupem, sério. — Respondi.

- Foi porque achamos meio estranho... A sua mãe deixar você ir embora do nada. Nem esperou você acordar para se dispedir. O mesmo seu pai. E ainda nos entregou as suas malas na boa e bem rápido. — Zacky continuou. — Desculpe voltar ao assunto.

- Vocês tem o direito de saber... — Eu sorri de lado. — Eu acho que sempre vou ser a diferente. A aberração da família, que não sai nunca, se veste muito de preto e se maqueia muito diferente. Eles queriam se livrar de mim. Quer dizer... Eles tem religião, devem odiar meu estilo de vida.

- Você é satânica? — Syn perguntou com a voz muito suave. Ele já tinha empurrado Matt e me abraçado em seu lugar. Amava fazer isso.

- Não. — Eu respondi. — Apenas não acredito. Em nenhum dos dois. É coisa demais para mim. Eu já não sei o que é verdade. Mas eu não acredito em nenhum dos dois.

Continuamos conversando e acabamos mudando totalmente de assunto. E então, todos saíram da sala, me deixando sozinha com o Syn. Peguei meu notbook e sentei ao seu lado. Que olhava o que eu estava fazendo. Minha conversa com o Daniel estava sendo claramente observada.

Daniel diz: Cara, onde você está? Eu vi uma notícia de que você está com os Avenged Sevenfold que tanto ama. A ponto de enjoar.

Melissa diz: Puts, já estão em notícias? --'

Daniel diz: Ah, vai. Para de me zoar e me diz onde você realmente está. Você sumiu naquela noite.

Melissa diz: Cara, é verdade. Eu to com os Avenged Sevenfold. Eu fui atacada por um louca naquela noite e eles me salvaram. E aí meu presente de aniversário foi passar um tempo com eles.

Daniel diz: Garota, para com isso. Olha, tenho que sair. Depois você vai me dizer onde está. Tchau!

Melissa diz: Tchau!

Daniel está offline

- Quem é? — Synyster perguntou.

- Um amigo. — Respondi.

- O que faziam? — Ele falava sério. Escondendo o riso, o que me fazia rir. Ele sabia disso. Estava bancando o amigo ciúmento.

- A gente ficava dando a louca. Ele não gosta de rock, só de algumas músicas. A gente ficava cantando lá na minha casa ou na dele.

- Ele canta bem?

- Não! — Nós dois rimos.

- Cantavam o que de Avenged?

- Costumávamos cantar Danger Line, Nightmare... Ele é muito viciado em Nightmare. Welcome to The Family. E Scream, que na verdade, só eu cantava. — Ele colocou ela para tocar.

Caught up in this madness too blind to see

Woke animal feelings in me

Took over my sense and I lost control

I'll taste your blood tonight


- Ótimo. — Nós rimos. — Essa música me lembra ele.

You know I make you wanna scream

You know I make you wanna run from me baby

but know it's too late you've wasted all your time

- Mas você falou que só você cantava essa múscia...

- Exatamente.

- Porque?

- Ele não sabe a letra.

- E você cantava sozinha... Ela fazia o que?

Relax while you're closing your eyes to me

So warm as I'm setting you free

With your arms by your side there's no struggling

- Ele ficava lá, sentado e assistindo meu show.

- Show? — Synyster estava confuso, perverso, sei lá.

Eu me levantei enquanto a última frase antes do segundo refrãos passava.

Pleasure's all mine this time

You know I make you wanna scream

You know I make you wanna run from me baby

but know it's too late you've wasted all your time


Eu conhecei minha sessão dança sexy para Synyster Gates. Ele ficava parado, me olhando e sorrindo leve. E eu dançava mesmo, colocava minha perna em seu lado no sofá, rebolava e ainda lançava aqueles olhares bem tentadores. O puxava pela camisa, deixava meu rosto próximo ao dele e empurrava. momento ataque de Melissa.

Até que ele parou a música e eu, consequentemente, parei de dançar.

- Poxa, minha pequena. Faz isso de novo e eu sou preso. — Ele tinha um sorriso malicioso e muito lindo.

- Abuso sexual? — Eu me sentei ao seu lado.

- Pedofilia e estupro. — Ele me agarrou sorrindo. Mas era só um abraça, ele vivia subindo em mim e fazendo isso. Não passa de uma brincadeira nossa. — Porque essa ança toda?

- Essa música é meio sexy. — Respondi, tentando sair de baixo dele.

- É, eu sei. — Ele tinha uma facilidade incrível em me prender. — Quero que cante para mim.

- O que? — Perguntei, conseguindo sair de baixo dele, finalmente.

- Se eu tocar Welcome To The Family, você canta?

- Canto...

Ele pegou a sua guitarra, que estava ali, e começou a tocar. E eu, cantando.

Hey kid! Do I have your attention?

I know the way you've been living

Life's so reckless, tragedy endless

Welcome to the family


Hey! There's something missing

Only time will alter your vision

Never in question, lethal injection

Welcome to the family


Not long ago you'd find the answers were so crystal clear

Within a day you'll find yourself living in constant fear

Can you look at yourself now? Can you look at yourself?

You can't win this fight!


And in a way it seems there's no one to call when our thoughts are so numb

And our feelings unsure

We all have emptiness inside, we all have answers to find

But you can't win this fight!


Hey! I have to question

What's with the violent aggression?

Details blurry, lost him too early

Welcome to the family


Hey! why won't you listen?

Can't help the people you're missing

It's been done a casualty rerun

Welcome to the family


I'll try and help you with the things that can't be justified

I need to warn you that there is no way to rationalize

So have you figured it out now? So have you figured it out?

You can't win this fight!


And in a way it seems there's no one to call when our thoughts are so numb

And our feelings unsure

We all have emptiness inside, we all have answers to find

But you can't win this fight!

Eu gostava de cantar... E principalmente ao som da guitarra do Syn Gates.

Gunning for you, and all mankind, I've lost my mind

Psychotic — rabid dimentia, I won't be fine

Abafei o celular que usava de microfone perto da boca com a mão, cochichando para que soasse mais alto. Como a voz do Matt. Eu fazia isso sempre. Ele parou de tocar.

- Que medo de você e sua mudança de voz malígna. — Começamos a rir. — Aposto que o Jimmy gostaria de lapidar mais um diamante...

- O que? — Eu fiquei completamente confusa.

- Esquece... — Ele me puxou para o sofá. O Johny chegou e ficamos nós três conversando, como três idiotas. Mas a fla do Syn não saía da minha cabeça. "Aposto que o Jimmy gostaria de lapidar mais um diamante..." O que ele queria dizer com isso mesmo?

Notas finais
Revelações gerais da Melissa!! E danças também. haha' Bom, espero que tenham gostado! Eu tentei, neah. =D