The Possibility That I Never Considered
11 Nothing Is What Seems... [Part 2]
Notas iniciais
POV's Mel
Tenho que confesar, não estava muito animada com isso no início. Mas passar a noite jogando video game e assistindo filme chato com o Oliver foi algo que eu realmente gostei de fazer. Não que eu tenha achado o garoto chato. Ele é realmente muito legal. Um garoto fofo, amigável... E tem bom gosto musical. Bom, eu entendo porque o Syn teve aquele ataquesinho estranho. Mas qual é, conheço o garoto a muito pouco tempo. Se bem que já parecemos bem íntimos agora. E é claro, eu estou gostando disso.
Mas ainda tem algo que fica mertelando em minha cabeça. Quer dizer, Syn e Dani estão na mesma festa. Eu não sei se eles se encontraram, muito menos se tiveram algo. Também não sei como a Michele ainda não quebrou minha cara, quando ela descobrir isso, vou ser proibída de ver meu melhor amigo. Mas além de ter algo que me deixava curiosa, tinha algo que me deixava com medo. E o barulho de carro chegando não me ajudou muito não. O Oliver percebeu, me olha como quem tenta entender um problema matemático agora, mas talvez já esteja claro para ele também.
- MEEEEEEL! — Batidas fortes na porta e gritos de um bêbado. Pronto, fim de dúvida.
- Esse não é o quarto da Mel, seu idiota. — Reconhecendo bem a voz... Arin.
- Eu sei que ela está aqui. — Mais batidas na porta. — MEL, ABRA. EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ AÍ!
O que mais fazer? Caminhei até a porta e abri. Oliver esta tão assustado quanto eu, mas mesmo assim, enfrentamos o Synyster Gates bêbado.
- O que foi, Syn? — Falei... Preocupada. Melhor forma de escapar de mais gritos essa hora da madrugada.
- Eu quero conversar com você. Pode vir no meu quarto?
- Claro... — Olhei para trás, como quem se dispede de alguém, Oliver mais especificamente, e saí em direção ao quarto do Syn.
Entrei e ele estava sentado, com o cotovelo apoiado no joelho e as mãos no rosto, com a cabeça baixa. Sentei-me ao seu lado, a noite de alguém não foi boa.
- O que está acontecendo? — Foi tudo o que ele me perguntou. Mas a pergunta ficou sem nexo e completamente no ar. — O que está acontecendo comigo? — Depois disso, ele finalmetne me encarou.
- Se especifica.
- Você entregou as entradas para Daniele, não foi?
- Syn... Se eu fizer uma pergunta, você me responde?
- Já entendi, foi para ela mesmo... Respondo sim, .... pequena.
- O que sente pela Dani?
- Não sei, Mel. Eu realmente não sei. — Me pus a encara-lo um pouco, mas sem nenhum tipo de comentário. — Ela é diferente... Eu não sei porque, mas não gosto de pensar na possibilidade de ela estar com outro.
- Acho que já entendi tudo... Mas me responde uma coisa. Ela estava sobria?
- Não acho que estivesse sóbria. Mas também não estava fora de si.
- Talvez haja uma explicação.
- Esquece isso! — Ele aumentou o tom de voz, de forma que me assustou um pouco. Minha única reação foi abraçá-lo de lado. — O que rolou hoje?
- O que?
- O que você e o Oliver fizeram?
- Nada demais. Jogamos video game e assistimos um filme que eu peguei aqui... O que estava em baixo da tua revista pornográfica. — A piada fez ele rir. E fazer quele homem sorrir é a minha maior virtude desde que o conheci. É o que ele fez comigo, um dia depois de um quase suicídio da idiota aqui.
- Sente algo por ele?
- Na verdade, não. Mas o Oliver é um cara legal. Pelo menos foi legal comigo o dia inteiro.
O olhar de Syn ainda estava resumido em tristeza e confusão. Talvez um pouco humido demais, mas ainda assim, quente. Ele não queria chorar na minha frente, idiota.
- Você vai tentar falar com ela de novo?
- Você acha que eu devo falar?
- Não sei, Syn... Quer dizer, voltando para a vida real, você é casado.
- Você mesma ficava dizendo que isso não importava, sua boba.
- Só um bobo reconhece o outro, bobão.
- Tá assistindo muito House, garota. — Nós dois rimos, em um momento de descontração.
- Agora sério. Não importava hoje. Ou você acha que a Michele não te deu um corno naquela festa também?
- Um? — Mais uma piada para quebrar o gelo. Mas pelo menos ele estava melhorando de humor.
- Enfim, Brian. Você não pode sobreviver com um relacionamento público e um relacionamento secreto.
- Eu sei, pequena. — Depois disso, o silêncio voltou. Por pouco tempo, mas que pareceu muito mesmo. — Hey... — Ele colocou a sua mão em meu queixo, virando meu rosto para que eu o encarasse. Por um momento, eu tremi internamente. O seu olhar estava muito profundo ao meu. O que me lembrou, mais uma vez, o dia em que quase pulei do quinto andar. Foi exatamente assim que ele me olhou. Só que com menos firmeza e com mais palavras. O que me deixou com um pouco mais de medo no momento. Era muito silêncio para pouca vontade de ficar calada.
- Syn... — Foi tudo o que a idiota aqui conseguiu falar. Pelo menos, quebrou o silêncio constrangedor que estava antes.
- Não sei se to muito afim de conversar agora... — Mas eu também não estava afim de ficar calada. E muito menos agora, com faces tão próximas. Quer dizer, eu confio muito no Brian. De olhos fechados e em uma corda bamba. Mas ele está chateado, agindo por impulso. E fui eu quem entrei no quarto e permiti que este fechasse a porta. Não podia, nem queria, culpa-lo por nada.
- Brian, só me diz o que está fazendo.
- Eu não sei, pequena. Eu realmente não sei o que estou fazendo. O que está acontecendo. Eu já não sei de nada... — E era exatamente o que aconteceu depois, que eu estava temendo. Agora eu me encontro com lábios selados aos do meu melhor amigo, que é muito mais velho que eu. Não apenas isso, o beijo "desesperado" do Syn já não era apenas uma junção da parte externa dos lábios. Talvez uma sensação muito estranha, troca de salivas com um alguém muito mais velho. Muito mais forte. E muito mais experiente, em caso de vida mesmo, do que eu. E eu não parei. Eu não queria parar. Sou mais uma maluca que faz qualquer coisa para que um amigo esqueça a dor, por pelo menos um momento. E embora as mão dele já me assustassem um pouco, tenho que admitir que estava gostando daquilo. Mas não queria gostar. Nunca me imaginei beijando o Synyster Gates, agora isso estava acontecendo. — Você é louca.
- Você me agarra e eu sou louca? — Ambos sem ar, a conversa estava bem estranha e arfante. Lentamente, as palavras saíam de nossas bocas e se transformavam em frases na mente do ouvinte.
- Você não podia ter deixado. — O gosto do alcool e o álito dele estavam bem perceptiveis. E eu realmente me toquei que estava completamente louca com o que estava fazendo. — Eu podia ter te machucado. Tem noção de como me sentiria depois? — Já estávamos no meio da enorme cama, ele finalmente saiu de cima de mim. Antes disso, sua mão envolvia minha cintura e nossos corpos estavam bem juntos.
- Eu confio em você, Gates. Tenho certeza que não me machucaria. — O movimento dele me assustou mais uma vez. Claro que o alcool não estava sem efeito na mente e nem no corpo dele. Suas mão, passaram lentamente pela cama, até que estavam logo em minha perna. E seu rosto já estava bem próximo de novo. — Brian!!!
- Falou que não tinha medo de mim.
- Não tenho. — Toda a reação que tive foi colocar minha mão em seu rosto, passando um pouco de confiança, talvez. — Mas você é um homem, eu sou só uma garota.
- Você tem a mentalidade de uma mulher.
- Uma mulher suicida. — Falei, chateada agora, pelo visto deixei isso bem claro, virei de lado para ele e me deitei no travesseiro, observando apenas o teto.
- Hey, Mel... — Dito isso, ele se jogou na cama também, mas pôs os braços por cima de mim e ficou curvado me encarando. — Você é uma mulher com alguns problemas, só isso.
- Não é isso, Syn. — Ele passou um tempo me encarando calado depois que falei isso. Claro que queria que eu continuasse. — Você está bêbado, Brian.
- Agora eu realmente não entendi, pequena. Eu estou ciente das coisas.
- E está ciente de que amanhã não vai se lembrar de mais nada?
- Talvez eu lembre.
- Não é melhor conversarmos quando você estiver exatamente sóbrio?
- Você é teimosa. Gosto de você, sua rebelde. — Ele colocou suas mãos em meu rosto de novo, em um toque e carinho tão suave, que nem parecia ser de um homem como aquele. — Mel, desculpa.
- O que você fez?
- Na verdade, eu estou com medo de fazer algo.
- Ja falei que confio em você, Syn. — Foi eu dizer isso que ele juntou nossos lábios de novo. Certo que ele não ficou com a Dani na festa, mas tenho certeza que esta não se passou em branco para Synyster Gates. Então qual era a necessidade dele em fazer isso mesmo? Quer dizer, a mão dele assusta muito nessas horas. Principalmente quando ela invade a tua blusa e acaricia suas costas violentamente, porém com um toque reconfortante e delicado. Agora a camisa já não estava mais no mesmo lugar, estava meio acima do normal. — Synyster, por favor.
- O que foi? — O beijo parou, mas os rostos ainda se encontravam frente a frente, bem perto.
- Eu confio em você, não muda isso. — Ele se afastou mais e me deu um beijo na bochecha.
- Vaí embora!
- O que?
- Vai! Não quero te machucar.
- Olha, eu confio em você, eu não to brincando. Só precisa se acalmar. Deita, Syn. Vai dormir. Só isso.
- Me sinto uma criança. — Ele disse, se deitando.
- Você é uma criança. — Falei, encarando-o. — A minha criança.
- Poxa, minha pequena. Você confia em mim mais do que eu.
- Normalmente é assim, Syn... — E então ficamos calados e quietos. Até que eu finalmetne consegui dormir, e acho que Brian também...
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- Caralho, eu proucurei vocês um tempão lá no hotel. — Syn chegou já gritando com a galera, mesmo que ainda parecesse triste demais e que estava se esforçando muito para mostrar o contrário.
- Porque não pensou em vir aqui?
- Mel, você me deixou sozinho com cara de idiota lá.
Dei risada da situação. Havia sido verdade, eu me levantei sem fazer barulho e vim direto para cá, onde eles se apresentaram ontem. Todos chegaram juntos depois, apenas ele demorou. E esse estava com olheiras bem fundas e os olhos levementes avermelhados. Como quem não dormiu direito. E ele, concerteza, não dormiu muito bem.
Depois de um tempo, todos já tinhamos desarrumado os instrumentos e colocado eles no ônibus, que sairia dali em cerca de duas horas, exatamente as três da tarde. Todos conversavam e o Brian estava sentado no canto, completamente inaudível. Apenas quieto e pensativo, nem precisei de esforço para saber o que se passava nos pensamentos daquele homem que usava um gorro escuro na cabeça, de forma que prendia a franja na frente, dificultando a visão de seus olhos. Olhos que apesar de serem castanhos chocolate em cor tão intensa, estavam transparente o suficiente para esclarecer qualquer dúvida sobre o que Syn estava sentindo. Pena que nem todo mundo reparava naquilo, ou ele não estaria tão quieto.
- Hey, quer me contar algo agora que está mais calmo?
- Desculpa, pequena.- Pelo que?
- Por ontem á noite... Eu não devia ter feito aquilo, não sei como não tem medo de mim agora. Mas mesmo assim, me desculpa. só para previnir.
- Então você realmente estava ciente das coisas... Olha, tá tudo bem. Esqueçe o que aconteceu.
- É exatamente onde eu queria chegar. Não vou esquecer não. Não dá. Quer dizer, eu realmente não sei o que aconteceu comigo, tive que me libertar de algo... De algo estranho que estava escondido. Eu não sei, to ficando louco.
- Ok, eu também não vou esquecer, né?!! Tipo, foi bem estranho, tudo aquilo. Nem sei explicar, mas não é o que eu quero saber agora. — Ele parou e me encarou um pouco. Percebi que apesar de disfarçarem, as pessoas dali á tinham percebi algo estranho entre minha conversa com o Syn. Sem nem mesmo imaginar que havia algo estranho em nossa relação. — Pode me dizer o que está te chateando tanto?
- A Daniele. Meus sentimentos. Tá tudo confuso demais. Eu não to me entendendo mais.
- Seus... sentimentos... ? — Foi o que me deixou curiosa na fala dele. Quer dizer, se a Daniele estava separado dos sentimentos dele, o que estava querendo dizer? Ele me olhou estranhamente diferente e curioso agora. Passou um tempo me encarando assim, meio que com indiferença. O que estava me preocupando um pouco.
- Eu sou casado. Mas o que a Daniele tem que me confunde tanto?
- Eu não posso responder isso. Só você, mas não agora.
- Parece que meu problema acabou de chegar.
Bom, já está claro que foi exatamente a hora em que a Daniele passou pela porta. Afinal, ela trabalhava para todos eles, tinha que estar lá. Para a sorte de Syn, o ônibus que ela ficava era o segundo, que estava com a ajuda tecnica. Ele nem se deu ao trabalho de reparar a cor da roupa da mulher, se levantou e foi parao fundo do palco. No caso, o camarim. Enquanto ele tomava seu caminho, ela o observava. Não havia uma expressão exata, mas seu olhar definia raiva. Talvez um pouco de tristeza, mas eu não estava convencida por ainda faltar o sentimento de arrependimento, tanto no ar em que ela trazia consigo quanto no que ela deixava claro.
- Eu posso ajudar? — Ela foi sínica o suficiente para falar isso sorrindo e encarando o local que o Brian tinha ido. Fazendo todo mundo olhar.
- Claro que pode! — Eu usei um tom tão sínico e ameaçador que, todos se viraram e me olharam, completamente confusos. — Pode começar saindo pela porta em que entrou. Tenho que falar com você.
- Mel, o que está fazendo? — Matt deu dois passou para perto de mim, tão assustado quanto todos ali.
- Nada demais. É muito estranho pedir para ter uma conversa de mulher para mulher?
- Você ainda é uma criança. Precisa crescer para se colocar como mulher. — Depois dessa fala e da expressão completamente normal, porém desafiadora de Daniele, Johnny já não estava com medo de mim. O seu olhar me encorajou mais do que eu parecia estar, porque eu vivo agindo sem pensar e deixando parecer que nada me definia mais que a certeza.
- A Mel? Uma criança? — Pelos olhares e fala, o Zacky também já tinha percebido tudo. Eo Matt também.
- Sou mulher o suficiente para não brincar com os sentimentos dos outros, agora sai logo daqui e me espera lá fora!
Depois dessa fala e da percebivel insegurança da mulher, percebi o comportamente estranho de Matt. Mesmo que tivesse encarando de volta a Daniele, que ainda nem tinha dado um passo para outro lugar.
- HEY! — Ele gritou do nada, assustando a todos, por parar o clima tenso e parado dali. — PARE AGORA.
Quando ele disse isso, o homem parou bem ali onde estava. Entrou e parecia proucurar por alguém, olhadno para um lado e para o outro. Então parou seu olhar em mim. Assustado e desintendido. e é claro que eu reconheci aquele cabelo espetado e olhos azuis acinzentados que se encontraram aos meus mais uma vez.
- O que está fazendo aqui? — Foi tudo o que eu falei.
- Tá me desafiando?
- Não, porra. Perguntei o que está fazendo aqui.
- Daniele, por acaso está com ele? — Foi tudo o que Matt disse. Todos estavam confusos, talvez nem todos. O Brian apareceu novamente, não imagino porque. Mas veio em passos desesperados para o meu lado.
- É melhor você sair logo daqui! — Ele falou, me colocando para trás dele.
- O que é? Não foi você quem me bateu naquela noite.
- Mas fui eu quem vi você perseguindo minha pequena. E agarrando ela quase depois. — Ele respondeu, ainda sem me deixar passar.
- E já que lembra que não foi ele quem te bateu, deve se lembrar de mim, não? — Matt exclamou, colocando-se ao lado do Synyster.
- Pequena? Quer dizer então que a pirralha rebelde virou amiguinha de astros do rock? Por acaso você fugiu de casa, minha pequena? — O tom daquele homem era tão sarcástico que dava medo. Não para Matt, que não prescisa ter medo de ninguém. E nem para Brian, que parecia completamente estressado no momento.
- Desculpa, necessitado que persegue garotas na rua. MAS SÓ UMA PESSOA PODE CHAMAR ESSA GAROTA DE PEQUENA. E essa pessoa não tem medo de acabar com seu rosto e arrancar seus olhos como lembrança. — As falas que Syn me assustaram um pouco, tenho que admitir. Mas mesmo assim, fizeram com que um sorriso aparecesse repentinamente em meu rosto. Enquanto ria da cara deles, o homem andava ao redor de nós três. Parando exatamente em minha frente. Mas sem dar chances de ninguém reagir, me puxou e colocou o seu braço ao redor do meu pescoço. O filho da puta cismou comigo, só pode.
- Solta ela! — Impressionante foi como todos falaram na mesma hora e só não deram passos sincronizados porque cada um colocou um pé diferente na frente.
- Mais um passo... — Ele puxou minha cabeça com tanta força que eu achei que fosse arracar ela com suas próprias mãos. — ... E ela não vai sair inteira de meus braços.
Todos se mantiveram calados e quietos. E Syn encarava apenas a mim. Com um olhar de preocupação tamanha. O que me relaxou um pouco, falando a verdade. Eu tentei me soltar, mas isso fez com que alguns se movimentassem e entre eu e o homem no qual eu nem sei o nome não deu certo. Senti suas unhas passando por meu pescoço e meu braço que estava preso em uma de suas mãos.
- Briga como um homem. Não foi a garota que te bateu naquele dia! — Zacky gritou, encarando o que estava atrás de mim.
- Tem razão. — Ele disse depois de um tempo. — Tem toda razão. Foi um certo ogro tatuado que me bateu. — Dito isso, ele não apenas me soltou, como me arremessou para cima do Oliver. Que me abraçou com força, porém deixando meus movimentos livres. Antes que ele pudesse parar de me encarar e se virar, alguém acertou ele com tanta força, que esta não conseguiu ficar em pé.
- Mas o ogro não vai se divertir sozinho. Você mecheu com minha pequena. — Nem preciso dizer quem era, certo?
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