The Possibility That I Never Considered

10 Nothing Is What Seems... [Part 1]


Notas iniciais
Antes de tudo, eu não abandonei vocês. Passei uns anos louca para posstar essa Fic, mas to tendo uns problemas. Sociais, notas, família... Desculpem mesmo! Bom, espero que gostem.

POV's Oliver

Tirando o fato de que é meu primeiro dia e que eu estou completamente confuso, não há mais nada. A história é simplesmente essa. Estou tentando conhecer melhor a Mel. Apesar de ceder suas conversas, risadas e ainda a sua amizade, eu nunca conheci uma garota tão misteriosa que nem essa. Não exatametne em suas palavras... Ou não somente dessa forma. Mas também em seus atos, seu olhar e suas reações. E uma coisa estranha dela que eu percebi muito rápido. A impressionante forma como ela conseguiar entender os pensamentos de uma pessoa. Parecia que estva tudo escrito com pequenas letras no olho de quem a Mel encarava. E ela conseguia explica-los claramente, como se a pessoa tivesse contado tudo para ela. E por mais que a pessoa disesse o contrário, eu tem sempre certeza do que acha.

Claro que quem tentasse ler os pensamentos dela, iria se perder em suas próprias visões. Eu tentei olhar atravéz daqueles olhos castanhos médios — já que não é nem escuro e nem claro -, mas claramente e obviamente, foi uma tentativa em vão. A única coisa percebível é todo o mistério escondido atrás de sua córnea, tão visível, porém, tão incompreensível. Só não é mais estranho do que eu usar anatomias do olho humano para explicar sobre a minha impressão da garota.

- Então, cat... Como o seu amigo lindo, gostoso e fodão está? — Synyster Gates aparece na mesma sala em que todos estavam quando eu cheguei. A Mel já tinha terminado de se arrumar depois do show. Esatavamos eu, ela, Johnny e Mat conversando, enquanto esperávamos os outros.

- Vai, convencido. — Ela segurou corretamente os dois chepéis que ele jogou em cima dela, observando melhor o amigo. E depois sorriu, continuando sua frase. — Você está ridículo. Compra um espelho, vai.

- Estou ridículo, né? — Ele olhou para Mel com uma sombrancelha arequeada. O que me deixou um pouco assustado preciptadamente. Mas pela reação de quem estava presente na sala, esse jogo de sedução barata entre os dois era uma brincadeira bem comum.

- É. Tão feio que eu não quero que você vá para ficar aqui comigo. — Ela lançou um olhar tão extremamente sexy para Synyster, que eu acho que o efeito caiu contra mim. Mas mesmo estando bem claro que era uma brincadeira, eu continuei assustado.

- Você quer que eu fique? — Ele continuou com o olhar pervertido e sua voz acompanhando todo o clima de seu jeito. Quase se jogou em cima de Mel e chegou tão perto que eu realmente me assustei dessa vez. Mas o Matt ria descontroladamente e o Johnny... Bom, o Johnny estava tendo um ataque de risos — o que pelo visto, já era bem comum também — pior que o Matt.

- Quero sim... Mas eu não to com vontade de te seduzir hoje não. — Ela olha tão maleficamente quanto ele. Até que o silêncio predominou no local por um instante e todos entraram em crises de risos. Assustando Zacky e Arin, que chegaram cada um de um lado da sala, entrando em crises também.

Depois de se levantarem e Mel recomendar para Synyster o chapéu vermelho — que combinou exatamente com a camisa branca e com algumas "manchas" avermelhadas, a calça jeans black, o casaco de souro preto e o tênis que ele usava -, eles se despediram e saíram do local. Sendo o último a falar com ela, puder perceber os sussurros do Syn "Juízo, safada" e a resposta dela "Idiota". Além da risada dos dois.

- Então... — Eu me levantei e pude observar ela fazendo o mesmo.

- Então...? — Ela fez uma expressão de confusa e eu sorri.

- O que exatamente eu posso fazer agora? Quer dizer, você falou que podíamos ser mais amigos.

- Podemos sim... Bom, se o Brian deixou a porta aberta, eu entro lá e pego um dos filmes que ele tem para a gente assistir. Tudo bem dessa forma?

- Pode ser...

- Ou não. — Ela se virou para mim e, por um momento, pensei que ela estava com o mesmo que eu em mente. Synyster Gates iria tentar me atirar pela janela se me visse em um quarto sozinho com ela, mesmo que sem segundas intenções. — Os filmes dele sempre são horríveis. — Ela não está com o mesmo que eu em mente. Então, não tenho porque me importar.

- Bom, no meu quarto tem um video-game. A gente podia jogar e depois... Assistir um desses filmes chatos dele mesmo.

- É, essa é uma boa idéia. — Ela sorriu, se virou e continuou andando.

Invadiu sem medo ou receio, o quarto do Synyster. Fez sinal para que eu entrasse e eu parei bem ao seu lado. Mexeu em algumas coisas em cima da mesa que fica embaixo da televisão — que essa fica presa na parede — proucurando algum DVD. Riu ao encontrar algumas revistas pornográficas e voltou ao seu objetivo. Pegou um DVD qualquer que encontrou e me puxou para fora do quarto. Fomos em direção ao meu e entramos.

- O que foi? — Perguntei ao perceber que ela estava parada na porta.

- Não tenho costume de passar a noite no quarto de alguém a não ser o Syn... — Confesso que essa frase me assustou, e muito. — Pelo amor, nós nunca tivemos nada. — Ela começou a rir levemente, me explicando. — Ele é meu melhor amigo. Somos íntimos, mas nunca passamos disso.

- Tudo bem, me desculpe. — Eu sorri de lado. — Não tenho costume de escutar isso. — Fiz sinal com a mão para que ela se sentasse na minha cama e ela foi. — Sabe jogar?

- Não. — Ela falou e riu fraco.

- Então tá... — Eu falei sorrindo, coloquei o jogo e entreguei para ela um dos controles.

Sabe, passar um bom tempo jogando com uma garota que acabei de conhecer foi uma experiência na qual gostei de passar. Na verdade, nunca passei a noite junto com uma garota desse jeito. Além de minha prima — que agora deu para ficar insuportável -, com nenhuma. Nunca fui muito aceito, elas não gostam de meu estilo. Mas a Mel gosta, ela é como eu. Eu tinha que encontrar essa garota de qualquer forma.

Mas apesar do pouco tempo que passamos juntos, já sentia como se fossemos íntimos. Rimos, conversamos e "jogamos". Ela não me venceu nenhuma vez, nem com as tecnicas dela. — Ficar se jogando na minha frente, batendo no controle, essas coisas estranhas — ! E sempre fechava minha visão com as mãos, mas eu — Totalmente viciado — , sempre sabia o que fazer. A Mel deve ser a garota mais perfeita que eu já conheci. Mesmo bancando a durona ela consegue ser fofa e gentil, essa é a personalidade dela. Não sei como tanta gente acreditou, durante tando tempo, que ela é uma revoltada estressada. Ela não consegue fingir que está estressada. Ela tem uma expressão gentil, faz com que quem esteja por perto se sinta confortável. Tenho que admitir, agora eu estou morrendo de inveja do Syn. Ele passa muito tempo com a pequena dele. Tempo que eu quero passar também.

Paramos de jogar, já umas três e vintre da madrugada, e fomos assistir a um filme que ela pegou no quarto do Syn. A garota estava claramente certa, o filme era horrível. Nunca vi um filme de terror mais estranho e sem graça que aquele. Na verdade, tinha graça até demais. Parecia filme de comédia. Já estava no final e a gente não tinha falado nada ainda. Até parecia que estávamos gostando daquela porcaria de filme. Se ela está gostando, tem um péssimo gosto.

- Mel, você tá gostando desse filme?

- Lembra que eu falei que o Syn só tinha filme ruim? Eu não tava brincando com sua cara. — Rimos.

- Sabe, eu fico pensando... O que será que o Synyster, o Matt, o Jonhy, o Zacky e o Arin estão fazendo agora?

- Na verdade, eu não faço idéia. Espero que tenha ído tudo como eu planejei...

POV's Synyster

Já dee fazer umas três horas que chegamos nessa festa. E eu já peguei — mas perdi de vista — três mulheres aí. Uma morena baixinha, com o corpo tão modelado que parecia um holograma de photoshop. Uma loira visivelmente falsificada, pouco mais baixa que eu. E uma ruiva, do mesmo tamanho da loira, mas sem nada de especial. Problema: Quem disse que lembro o nome de alguma? Enfim, com toda a bebida que já tá na minha cabeça e toda a loucura que já me domina, só não esqueço meu nome porque não se esquece o próprio nome.

O Jonhy já tinha sumido da festa, depois da segunda mulher. Uma loira — essa era realmente loira — com cabelos lisos e olhos azuis. A mais bonita que tinha visto até agora, o anão é foda. O Zacky... Já tinha passado por umas cinco e sumiu do nada com a morena alta e de cabelos cacheados, perfeitamente caídos e corpo tão bem modelado que parecia de atriz pornõ. O Matt... Nem sei o que ele e a Val estão fazendo agora... Arin se agarra com uma mulher de cabelos vermelhos no meio de um salão onde todo mundo dança quase que se comendo de tão bêbados. Ela combina mesmo com ele. E eu aqui, com cara de idiota, pensando em uma única pessoa. Eu e o Arin somos os únicos que ainda não "sumimos" da festa.

Sentado, relaxado, e escolhendo bem qual seria a próxima em que eu iria tentar algo, com um copo de uma bedida na qual não faço idéia qual seja... Então me levantei e caminhei em direção a uma mulher que, não sabia nem que poderia ser feita um dia. Sua pele cor de chocolate e seu cabelo com o cheiro do mesmo. Seus olhos em um castanho tão profundo que, quem os viu, com certeza não achará um olho azul mais intenso que aquele olhar escuro e tão cheio de realidade paralela no qual ninguém entenderia. E como aquele corpo tão perfeitamente "desenhado" consegue entrar em sincronia com a música em cada movimento feito. Mudo de opnião sobre a gata do anão, essa é muito mais bonita.

Dançando bêbado e discontraído com uma gata que chama atenção de todos... E nada poderia tirar minha distração daquele corpo perfeito. Nada... Será? Porque foi só alguns cachos amarelos dourados com cheiro bem reconhecível passar do meu lado para eu não olhar mais a mulher na minha frente — a qual não me dei nem ao trabalho de perguntar o nome -. Mas aquele perfume feminino com o cheiro de um certo alguém, estava misturado com um perfume masculino não identificado. E aquele corpo, perfeitamente desenhado e conhecido, coberto por um vestido vermelho tão colado que, nem parecia ser ela, esatava colado ao de um homem, sei lá quem ele é. Me assustei ao perceber que a mulher usava um salto preto e não um All Star velho e sua maquiagem está incrivelmente sexy. MAs justo hoje, ela resolve me aparecer com um cara qualquer por aí.

Acho que meia festa — mesmo só tendo uns bêbados se agarrando — já tinha percebido que estavamos no maior encara-encara. Ela se esfregando com o idiota lá e eu dançando com a mulher aqui. Amobs companheiros já estavam ficando com raiva. Ele a puxou para um outro canto da festa e eu, me distraí, deixei a mulher que estava comigo lá — na verdade, ela já estava com raiva e tinha se afastado — e peguei a chave do carro no meu bolso. Caminhei em direção ao carro que estava usando e, não faço idéia de como iria dirigir parea casa naquele estado.

- Para agora, cara!

- Arin? Quem é essa? — Minha voz estava embolada, mas com tamanha raiva, metade do efeito do álcool já não dava resultados.

- Essa é a Kate... A gente tava indo pro hotel, eu te dou uma carona.

- É meu carro... — Falei em um tom de obviedade depois de um tempo encarando-o.

- Qual é, Syn. Você tá bêbado, mas não é idiota. Acha que consegue chear lá nesse estado?

O garotão tinha razão, como sempre. Entreguei a chave do carro a ele, me sentei no banco de trás, perto da janela.

- Você está sóbrio?

- Não preciso de cerveja para me animar não, meu filho. — O censo de humor dele amenizou minha raiva momentâneamente. Mas mesmo assim, só tinha uma coisa em mente. Então foi para a Dani que Mel entregou a estrada de festa dela. E ela estava se agarrando com outro. Se a pequena sabia bem que eu estaria lá, porque fez isso? O fato é, teremos uma conversa quando chegarmos em casa, não quero saber o que ela está fazendo com o Oliver. Tenho certeza que estão juntos.

Notas finais
Tentarei não demorar de novo, mas qunado voltar, darei prioridade para a outra Fic. Bom, obrigada para quem ler e espero que tenham gostado. Beijos, até depois!! ♥