The Possibility That I Never Considered

25 Half of the promise (part I)


Notas iniciais
Antes de tudo, a parte dois irá demorar um bom tempinho para chegar, portanto, quando aparecer, podem ficar felizes kkkkkkkk'
Oiii *-* Então, fiquei muito feliz pelo fato de que não quiseram me matar porque aconteceu aquilo entre o Syn e o Zacky. No caso, devo falar que essa Fic seria um Synacky, mas aí eu acho que o rumo mudou muito violentamente, eu vi a oportunidade e pronto. Coloquei. kkkkk' Mas como minhas leitoras não gostam de Synacky, posso tentar fazer o Synacky ser temporário, Como, vocês já devem saber.
E eu acho que meus comentários assustam meus pais. Eu tava assistindo um filme (Caça às Bruxas, li muitas críticas ruins dele, mas mesmo que não seja assustador e nem cheio de efeitos, a história é muito boa) e no meio desse filme o crente/católico, sei lá o que é kk, fez aquela cruz de "Em nome do pai, do filho, dos espírito santo, amém". Aí eu falei que essa cruz era irônica. Se vocês pararem para pensar, é irônica sim. O caminho com os dedos deixam o formato de uma cruz de cabeça para baixo em seu corpo. E isso me parece meio irônico. Mas aí eles se assustaram quando eu falei isso e cheguei à conclusão de que era melhor ficar calada. kkkkkkk'
Miwa, teu personagem homem aparece pela primeira vez hoje, mas com muito pouca importância -q Creio que mudei algumas coisas, porque não tenho a cabeça muito boa, me desculpe =(
Sobre o cap... Sei que demorei e demorei muito. Eu não esqueci, não abandonei e nem perdi o gosto. pelo contrário, acho que nunca me dediquei tanto à um capítulo dessa Fic. Eu tive uma parada cerebral e escrevia bem que uns dois capítulos por dia para colocar aqui, mas nenhum ficava bom. Decidir colocar esse mesmo e vamos ver no que vai dar. Creio que ficou beeeeem pequeno.
E aproveitando a oportunidade... Feliz aniversário para nosso anjo, não é mesmo? *-*
Boa leitura e até lá em baixo =D

A Michelle é toda sua. Você querendo ou não. Garanto que ela não estará em condições de te recusar, se você souber mesmo enlouquecer uma mulher. Mostre-me do que é capaz e eu prometo não mostrar nem à você e nem ao Sanders qual a minha maior capacidade desde uma faca afiada em qualquer das mãos.Diga-me, Arin: Quando foi mesmo que declararam o fim a escravidão?

Ler aquilo era grandiosamente assustador. Ele já fazia idéia de que estava sendo vigiado e que seja quem fosse, tinha a maldita mania de cumprir com as palavras. Só não fazia idéia de quem era aquela letra tão engomada e bem desenhada. Em qualquer caso, resolveu que obedecer era a melhor opção, embora fosse assustador e constrangedor se sentir assim tão controlado por um outro alguém. Pior, alguém desconhecido.

Estivera sim afim da Michelle e pensou que talvez isso tivesse influenciado e dado uma idéia para esse ser de mandar o Arin levar uma mulher casada com um grande amigo, para a cama. Não tinha entendido nada, mas desde já a única opção era seguir os passos que não fora ele quem deixará ou pedira para deixar. Não era como um espelho, que repetia a ação do outro. Era como uma máquina movida à controle remoto, que fazia exatamente o que alguém mandava por apenas alguns botões. Infelizmente, não poderia "jogar o mesmo jogo", afinal, não sabe quem é.

Só não queria forçar ninguém à fazer nada e sabia que a mesma era escandalosamente apaixonada pelo Syn. Arin é o tipo de cara que não trai nunca, que ama de verdade, protege e faz o que for preciso para ajudar e garantir felicidade daquele que ele realmente considera um amigo de verdade. Assim como todos, mas Arin tinha algo de diferente. Algo que permitia que ele tratasse todo mundo muito bem, mas soubesse exatamente como reconhecer quem merece ou não ser tratado melhor. Ou pelo menos quase exatamente, ele não é nenhum adivinha. Mas isso de conseguir harmonizar com todo mundo e com tanta facilidade trazia grandes benefícios, por que isso só acontecia pelo fato de ele ser gentil e carinhoso até o ponto que sabe que pode ser. Timidez era seu último nome. Típico garotão que trata bem e é fofo, aquele que todas as garotinhas de doze anos de idade sonham em ter por perto, exatamente como a Michelle queria que o marido fosse. Atencioso, surpreendente. Coisa que Brian já não era mais com ela. Mas de certa forma, ele tinha seus motivos.

Embora soubesse que Syn ainda ama a Michelle e que ela é perdidamente apaixonada por ele, e que agir contra a vontade ou com a parceira fora de sua consciência poderia ser considerado estupro e que teria e fazer algo onde apenas ele queria, embora estivesse sendo forçado... Sabia também que tais ações iriam custar a vida de seu amigo mais próximo desde que entrou na banda. Faria tudo, não para se salvar, mas para manter o Matt respirando e com boas condições de saúde. De certo modo, iria valer a pena.

Levantou-se e foi para o quarto novamente. Se encarou no espelho do banheiro e a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi "Como eu tive coragem de ir para aquela festa desse jeito?". Suas olheiras estavam fundas e bem escuras. Desde que recebera o papel, escrito em finas e delicadas letras, palavras tão fortes e ameaçadores, não conseguia nem mesmo dormir. Isso tinha apenas um dia. Agora sentia na pele a mesma coisa que o Matt sentia. Todo o medo e o remorso de dormir e acordar assustado no meio da noite com alguém tentando o matar ou com qualquer sinônimo. Era aterrorizante, insuportável e importunador. Sentir-se controlado e observado fazia com que ele tivesse vontades insanas, mas ele era forte e nunca se entregaria assim. Nem nas condições que ele estava agora.

Saiu e ajeitou a roupa que usava e a touca em sua cabeça, deixando o seu cabelo mais baixo do que realmente estava. Preparou e ensaiou um sorriso que não sabia se conseguiria usar por muito tempo e concertou a sua postura. Era agora. A Michelle era um bônus da noite. Em sua mente, estava indo salvar a vida de seu amigo. Quando finalmente sentiu-se seguro de sair do lugar em que estava e ir para a festa, andou logo em direção ao bar. Quem se sente disposto à ir para cama com a mulher de seu amigo, isso porque estava sendo forçado e ainda fosse um alguém como o magrelo? Bom, ninguém. Mas tem aquele ditado que o Arin mesmo inventou como desculpa enquanto virava copos seguidos no bar, suficiente para reanimá-lo e não para tirá-lo de seu consciente. "A bebida se encarrega de ações que o homem sóbrio não seria capaz de fazer". De certa forma, o momento filósofo alcoólatra do Arin tinha feito sentido.

Parou, alí era o seu limite. ainda aguentava beber muito mais, só que aí o consciente dele iria embora junto com toda a sanidade e a normalidade de um ser que ainda não havia sido totalmente contaminado pelo Avenged Sevenfold. Ou não. Se deu ao trabalho de observar o salão e procurar pela sua vítima, que tanto queria e tanto queria manter longe. Uma loira que não aguentava o tranco de bebidas alcoólicas, uma ruiva baixinha que parecia mais personagens de desenhos animados chineses, um ogro com alguns desenhos nos braços observando uma única mulher enquanto a dona da aliança par de seu dedo tentava o distrair e beijá-lo. E ele a beijava.... De olhos abertos? Era isso? Seria realmente melhor ela se contentar em ir para um outro alguém ou simplesmente não beijar ninguém. Mas não era isso o que ela queria. Observou mais um pouco. Uma morena que chegava à ser quase do tamanho do Jimmy e incrivelmente estranha, uma garotinha conhecida com cabelos laranja quase loiros andando para fora de uma festa que não era para ela e...

BUM!

Pode ler-se como a onomatopéia referente à químicos explosivos ou simplesmente bombas.

Estava tão distraído observando tudo que não percebeu e nem escutou aquilo que chamam de contagem regressiva. Era um ano novo. Eram os primeiros segundos de ano novo. E a bebida parecia fazer efeito um segundo e no outro não, o tempo inteiro asssim. Ele estava prestes à fazer uma coisa que na verdade queria e sentia vontade, mas também estava prestes a cometer o maior erro de sua vida. Traição! E bem embaixo do nariz do Brian. Sentiu uma pequena vibração vinda do bolso de sua calça de jeans preto e pegou o celular que continha lá, lendo uma pequena mensagem de um número desconhecido. Não que desse para saber qual número era, o perfil do dono estava bloqueado. E a história se tornava cada vez mais assustadora. Ele estava sim sendo observado. Como todos.

Vai para o quarto da Michelle e termina seu trabalho lá. Mas nunca deixe-a saber quem foi que fez isso. Vamos ver como anda o seu caráter.

"Se é o que realmente quer saber, meu caráter ligou um carro e correu para frente dele", foi tudo o que Arin pensou. Estava fazendo o que te mandavam fazer, contra a tua vontade e para ele, isso já não era mais nenhum tipo de caráter. E logo ele, que era tão estratégico. Chegando em sinceras conclusões, tinha pensado na possilidade de ter medo de conseguir uma escapatória. Afinal, não tem pouco tempo que ele tem reparado bastante na Michelle e não se perdoando nunca pela atração por alguém comprometida com um grande amigo. Mas mesmo assim, era um humano, ser de cabeça mais imbecil e devastadora. Quando se trata de ter o que quer e não poder escolher, o homem apenas aproveita, acaba esquecendo fidelidade, lealdade, juramentos e qualquer outra coisa.

Ajeitou-se mais uma vez, se certificando de que estava tudo correto, apenas para ter que adiar mais o futuro acontecimento. Mas mesmo assim, aquela seria a sua noite. Definitivamente. A sua noite de salvar uma vida, a sua noite de cair na conversa de um alguém que nem conhecia, a sua noite... A sua noite com a Michelle, a mulher de um grande amigo dele. Mas se tinha morte no meio, era melhor nem cogitar em arriscar. Tentou enfatizar que iria salvar alguém e diminuir o fato de que teria de trair um outro alguém para isso. Repetiu diversas vezes para si mesmo, em um som que apenas ele podia escutar, tentou se convencer que seria pelo bem e ainda forçado. Talvez não viesse à ser algo tão ruim. Parecia dar certo. Andava com convicção e certeza do que estava fazendo, o que provava que Arin além de bom baterista é um bom ator. Mas ainda assim, perdido em seus pensamentos.

E sabe uma coisa muito engraçada e muito comum nessas histórias de andar todo convencido e distraído por um corredor vazio? Sempre aparece alguém andando do lado oposto, tão distraído quanto você e se bate contigo, estragando o seu momento e geralmente, sua pose de fodão vai junto. E foi nessa hora que Arin se perguntou porque preferiu ir para o bar de cima ao invéz do que tinha na festa. Além do mais, aquele com certeza estaria mais farto.

–- Me desculpa.... -- Parou de fazer aí. Arin já tinha dois anos com a banda, mas estavam sempre mudando de motorista. Esse já estava com ele à uns três meses e Arin nem mesmo fazia idéia do negro gigante, que não escondia a natureza de tarado e muito menos aquela coisa cheia de gomos que as mulheres costumam chamar de barriga de tanquinho. Aquilo não é nem um pouco sexy para Arin, mesmo que com Vodka escorrendo por alí, Vodka que o Arin derramou quando se bateram.

–- Tá tudo bem. -- Ele sorriu. E antes que o menor pudesse pronunciar mais algo, acelerou o passo e virou em um dos lados do corredor, tomando seu caminho. Tinha escutado a voz daquele homem pela primeira vez. Em três meses, ele se mantia silencioso, quieto, sozinho... Parecia estar sempre chateado com alguma coisa. Mas prefiriu ignorar o que tinha terminado de acontecer e ir terminar o que ele tinha começado por falta de opção.

Foram os cinco minutos mais longos de sua vida até agora. Continuou caminhando até se encontrar com a sua presa, coberta em um vestido não tão longo e um pouco solto, com um casaco e um salto que ele nem sabia que um ser humano conseguiria usar. Seu cabelo estava diferente. Tinham umas luzes em grandes quatidades nos fios de cabelo, entravam em um contraste bem forte com o restande, rapidamente. E do nada, não havia uma troca de cores em degradê. E por incrivel que pareça... Ela estava linda. Linda e bêbada, completamente bêbada. Parecia dançar com um cara, mas nem perto eles estavam, a história ficou tão clara para Arin quanto ficará para qualquer um de seus colegas. O Syn dispensou ela. De novo. Se ele ainda a ama, qual seria o tal motivo para larga-la em uma festa cheia de homens atrás de um presa, sendo que tal presa geralmente era ela? Bom... Está aí uma coisa que nenhum Avenger irá entender até que Brian se dê ao trabalho de explicar.

Começou a caminhar cada vez mais rápido para o meio de todo mundo. Não era uma coisa que Arin estava acostumado à fazer. Na verdade, teria de fazer duas coisas que definitivamente odeia: Trair um amigo e se enfiar no meio de um monte de bêbados que tentam se comer em público. E é muito raro encontrar arin assim. Ele não gostava de tumulto, não tinha se acostumado ainda, mesmo trabalhando com o Avenged Sevenfold. Já de bebida alcóolica...

"É pelo Matt, é pelo Matt. Nunca será para trair o Syn, será sempre para ajudar o Matt." Repetia para si mesmo, seguida e desesperadamente, enquanto caminhava perdido até Michelle. Não foi fácil mante-la perto de sua visão e muito menos chegar perto dela para começar a dançar. Era fato que um dos homens daquela multidão estava dançando com ela e reagiu confuso quando Arin chegou e ela começou a quase se agarrar a ele. O tal homem ficou constrangido, mas preferiu não reagir, afinal, ele conhecia muito bem aquele homem. Quem ousaria arranjar briga com o mais novo baterista de Avenged Sevenfold?

O que estava com a Michelle antes era mais alto e mais malhado que o magrelo do Arin. Cabelos negros, percebívelmente naturais, mesmo não puxando mais para o castanho escuro que para o preto. Pele nem tão clara e nem tão escura, na verdade, parecia o tom de pele clássica de um cidadão da Califórnia. Olhos castanhos, não expressavam definitivamente nada. Mas o homem não o interessava. Apenas a mulher que estava dançando com ele antes.

Algum tempo daçando, tempo que nenhum se importou em cronometrar. Na verdade, a Michelle não estava se importando com nada. O coração de uma mulher partido é a chave daquela portinha da ignorância, frieza, infidelidade... Enfim, a mulher pode ser delicada, mas toda regra tem sua excessão, e o sexo feminino é, com certeza, o mais vingativo. E Arin sabia disso por experiência. Ela estava se jogando toda para Arin por pura vingança... E talvez, por efeito de tantas bebidas que ela misturou. Michelle estava inquieta. Parecia nem conseguir respirar direito, nem mesmo ficar em pé, ela simplesmente não estava mais parecendo uma bêbada, a situação já tinha saído do normal.

Percebendo isso, o menor resolveu que se retirar do local com ela. Aquela mulher 'vivia de TPM', era capaz de chorar ou de sair querendo matar todo mundo que estivesse alí. Com certeza, era melhor não arriscar. Quase a arrastava, mas conseguisa fazer parecer que eles estavam realmente juntos, porque passar vergonha e depois não lembrar de nada seria algo realmente estranho e talvez para Michelle, um tanto assustador.

Fato é que ela simplesmente não aguentava mais. Syn andava cada dia pior. Ela preferia que ele gritasse com ela, não que a tratasse normalmente irônico, porque era assim que ele estava a tratando, indiferente. Ou no caso, a maltratando. Se sentir recusada dessa forma era dolorido demais para ela, que sempre fora sentimental demais e muito bobinha, se enganava fácil e queria sempre um amor daqueles de filmes. Assistir filmes em um quarto só deles ou apenas sentar em um lugar aberto bem vazio e apreciar a paizagem, um esquentando o outro da brisa gelada levando seus cabelos... Sabia que Syn não poderia dar nada disso para ela, conhecia muito bem o homem com quem se casou. Problema é que nunca imaginaria que um dia, as coisas chegariam à tal ponto.

Arin, já querendo fugir daquele corredor, abriu rapidamente a porta de seu quarto, a colocando lá dentro junto à ele. As condições daquela mulher eram deploráveis. Ele nem tinha ideia de como ela ainda não tinha começado a colocar todo o sangue para fora pela boca. Definitivamente, uma maldade pode até ser sexy e tornar qualquer um um pouco mais pervertido, mas esse estado da mulher fazia qualquer um perder o ritmo de qualquer coisa. De verdade.

Tentou deitar ela na cama e ela colocava força para cima. Até que começou à ter um ataque de risadas compulsivas deixando Arin confuso, sem saber se dava risada junto ou se dava um calmante para ela dormir de vez. Ela não seria dele aquela noite. Mas teria que ser, ou isso, ou Matt sofreria consequencias. "Porque não eu sofrer as consequências do que eu não fiz?" pensava em voz alta já começando á se alterar, mesmo precisando manter o controle pela Michi. "Miserável."

–- Michi. -- Ele chamava e a balançava como se fosse um boneco. A reação da Michelle? Rir. Cada vez mais. E de certa forma, isso já estava estressando Arin cada vez mais. Se acotecesse algo com Matt, seria culpa dele. Sentiu o celular vibrando em seu bolso, mas resolveu ignorar.

O plano era: Colocar a Michelle para dormir. Sair de dentro do quarto. E passar o resto dos seus dias do lado de Matt. Pronto, Iria dar certo? Provavelmente não. Mas ele não podia estuprar a mulher do syn. Talvez se ele descobrisse à tempo, tudo ficasse bem.O problema era: Ele iria mesmo descobrir tudo à tempo? Pelo que tem sido, mas provável que não.

Aos poucos foi conseguindo seu objetivo. Conseguiu acalmar Michelle e fazê-la parar de rir feito uma louca e fazê-la deitar. Preferiu se apoiar em seu braço e deixou o travesseiro totalmente à disposição dela. Enquando mexia nos cabelos castanhos e loiros da mulher, que tinha um sorrisinho no rosto como uma criança sonhando com o que queria, não parava de observar cada canto do quarto. quem tanto sabia, tanto fazia e tanto descobria... Tinha que ter alguma forma disso ser possível. Só que qual seria essa maldita forma tão invisível? Qual?

Lembrou-se que uma pequena criação tecnológica tinha vibrado em seu bolso da calça. Dava medo até mesmo de olhar o que tinha escrito em seu celular. E olhar realmente não ajudou, mas foi a melhor opção.

Um passarinho verde me contou da idiota da Mcihelle. Mas conseguiu o que eu queria, tirou ela da festa. Creio que conseguiu pelo menos metade do que eu queria. Então, cumprirei apenas metade da minha promessa. Matt ficará bem.

Ele não tinha entendido nada. Mas a parte do "Matt ficará bem" o deixou aliviado. Aliviado o suficiente para deitar e dormir alí mesmo, o peso que foi tirado de suas costas o mostrou como ele estava cansado sem perceber. Mas mesmo assim, essa história ainda parecia estranha demais para ele. Arin só não conseguia decifar o que.

Notas finais
Então... Também achei um pouco estranho, mas eu tava sem cabeça para escrever uma cena de sexo explícita, aí substituí por isso. Na verdade, eu já sou péssima para esse tipo e cena, imagine na situação que eu estava. Eu não gosto de escrever em terceira pessoa, mas preferi escrever esses capítulos assim mesmo. Logo voltará ao ritmo normal.
Eu prometo que tentarei (leia bem isso), prometo que TENTAREI postar mais um capítulo no sábado ou no domingo, não só nessa Fic como na outra também (que está me causando ainda mais dor de cabeça) kkkkkkkkkkkk'
E galera... Eu prometi para mim mesma que iria parar de falar sobre isso aqui, mas a galera exagera. Dois altos, né? (Todo mundo dá risada quando eu falo assim -q) Tudo bem eu estar recebendo pouco reviews, porque os poucos que recebo são com atenciosidade e animados, não há números que superem isso para me ser tão inspirador. Mas eu entenderia perfeitamente se o número de leitores estivesse diminuindo. Não Só aumente, aumenta, aumenta... Só acho que fica meio chato também. Acredito que a maioria nem ligue para as atualizações -.- Mas enfim, só queria avisar mesmo.
Aviso muito ruim: HOUSE ESTÁ ACABANDO D= (para quem não sabe, a titia aqui tem uma grande fissura por House, sendo esse meu seriado preferido -q)
E lembrem-se: Não é uma dat triste, só porque o aniversariante não está mais vivo em carne e osso. Jimmy nunca iria querer ver as pessoas tristes em seu aniversário, muito menos tristes por algo com ligação à ele. Vamos sorrir pela alma de Jimmy, tá bem? Ele agora é o nosso anjo e está vivo em nossos corações. Isso o deixa feliz. Portanto, não vamos parar. Fique feliz, hoje é uma data feliz.
Eu estive pensando... Essa Fic não vai sair muito pequenininha. Vocês querem que eu imponha um limite e comece em outra Fic ou preferem que eu escreva uma Fic bem grande mesmo? (Acho assim mais prático, mas nesse caso, vocês quem mandam u-u)
Beijos meus amoress, nos falamos nos reviews *-*