The Possibility That I Never Considered
26 Law of Reciprocity
Notas iniciais
Em minha defesa, eu ainda tô com aquilo de escrever milhões de vezes e nenhuma ficar, pelo menos aceitável. Mas como eu já passei muito tempo sem postar, vou postar esse assim mesmo.
Sou obrigada a dizer para ler essa capítulo com atenção, porque dentro de uns três capítulos, muitas coisas vão começar a ficar claras e aí vocês vão entender. E embora não tenho gostado da forma em que eu o escrevi, esse capítulo é de uma importância inexplicável. Muitos segredos se concentram em liga-los com alguma parte desse cap.
As aulas voltaram, eu só sou oitava série, mas mesmo assim... Eu estudo feito doida, para ver se eu viro alguém na vida, né? kkkkkkkk' E minhas aulas de redação estão puxadas... Só teve cinco dias de aula no geral até agora, eu já tenho pesquisas, atividades, trabalhos e inclusive, já fiz avaliação pontuada de produção de textos. Imaginem a situação da criança -.- kkkkk'
Eu sou viciada em "Lei da Reciprocidade", acho uma teoria muito interessante e inclusive, é a URL de meu tumblr de textos. haha Vocês vão descobrir o que é, nesse cap.
Arranjei um tempinho para postar. E espero que gostem. Nos vemos lá em baixo.
-- Matt... -- A ruiva comentou assustada, assim que entrou no quarto. Ela nem imaginava que iria encontrar aquilo ao entrar.
Na verdade, nem o próprio Matt imaginava
Matthew já caminhava rapidamente pelo corredor para chegar ao quarto. O único motivo de toda a pressa era apenas que ele estava umas meia hora atrasado. Já eram mais de duas e meia da madrugada, e duas horas foi o que ele marcou com a Miwa. Mas tentar se distanciar de uma Valary agitada e desconfiada não era um trabalho qualquer, é um caso bem complicado.
Entrou e o quarto estava vazio. Das três alternativas, uma: Ou ela também tinha se atrazado, ou ela tinha se cansado de esperar, ou ela nem mesmo tinha aparecido. Infelizmente, as hipóteses mais prováveis, eram as mais doloridas. Na verdade, sua vida inteira tem andado a maior bagunça, literalmente. Mas parando um pouco de pensar na própria vida e olhando ao redor... O que era aquilo? Talvez uma brincadeirinha de algum amigo de banda dele, mas seria impossível, já que ele não tinha revelado nada para ninguém. Se bem que se tratando dos Avengers, nem era necessário revelar, eles tinham alguma coisa que percebiam um no outro. Sem nem mesmo escutar uma palavra. O quarto dele estava totalmente arrumado. Isso não é estranho, o Hotel tinha serviço de quarto e era certamente melhor que o anterior. Até porque, eles tiveram que se vestir de Oliver por causa dos anuncios de onde eles iriam parar, encontro repentino de fãs alucinados — e com certeza, desapontados. Mas não era bem culpa deles, tinham que esconder a Mel, o que foram tentativas inválidas. E qual era o pior? Ela entraria em aula de novo dentro de três dias, ferias de verão lá são no meio do ano. Teriam de se virar, de qualquer forma. Mas voltando ao quarto... Estava arrumado, não por um quarto normal, mas para um encontro romântico. Coincidentemente, o quarto tinha uma visão quase perfeita da praia. Do quarto de trás — quarto do Zacky — dava para ver a parte de trás da praia, a que Synyster Gates se encontrava. A janela se abria por completo, toda de vidro e a única coisa que tampava a luz para dormir, eram grossas cortinas vermelhas. Haviam frutas pequenas como morangos, cerejas, framboesas, physales, além de maçãs, pêras e kiwis cortados e alguns inteiros enfeitando. Chocolates, derretidos, inteiros... Branco, preto, meio amargo. Um aquecedor que mal funcionava. Johnny era romantico, mas não à tal ponto. Descartando o fato de ter sido ele. Mas para que tanto romantismo? Chegava à ser ridículo diante essa situação. Quer dizer, ele queria conversar ou transformar ela numa baleia? Colado no espelho atrás da cama, um espelho que tomava todo o espaço da parede, um envelope pendurado. -- O que leva uma pessoa à mudar tão rápido o estilo de suas ameaças? -- Resmungou estressado, antes mesmo de pegar o papel. Nem precisava, já sabia claramente do que se tratava. Uma pena não saber quem era, mas tinha certeza que o problema era com ele. Afinal nenhum outro recebia essas ameaças. Ele nem sabia o quanto estava errado. Arrancou com força, causando um barulho que não seria tão forte assim. Era só um grande pedaço de papel sendo -violentamente- desgrudado de um espelho. Só fita adesiva. Sem pensar duas vezes, abriu o grande envelope azul, tirando um papel quase totalmente preenchido com letras bem desenhadas e nunca desiguais. E como sempre, sem nenhum vestígio de quem a escreveu.
"Eu não sei se você já ouviu falar na Lei da Reciprocidade, mas mesmo assim irei contar e é bom que saibar ler entrelinhas e descobrir significados conotativos por trás das palavras mais improváveis. Eu sei que não será um problema para você.
Aquele denominado gerador de uma promessa, deverá cumpri-la. Aquela rosa jogada ao alto, voltará ao chão.Aquele que desejou morte à um próximo, terás um espelho em sua frente. Aquele que causou danos físicos, terrenalmente visível, terá um fim não exatamente da mesmo forma, mas igualmente um mundo machucado, violento e a vida tirada por dores lentas e torturantes. Isso é a Lei da Reciprocidade. Tudo o que vai, volta. Percebe como o seu temor não se resume ao fogo? Percebe como o temor do Zacky não se resume à enchentes? Percebe que tudo o que acontece, acontece por algum motivo? Percebe, Matthew? Percebe o quando a ironia persegue a humanidade de forma não só severa, como também violenta? Em coisas mínimas, as pessoas infestam mais da metade de Reciprocidade. Complicou? Bom, então vamos colocar um recurso nada básico de formação, mas contraditório à utilização, que hoje em dia é altamente popular e reciproco, apesar de inútil: Video Games! Sim, vídeo games. O famoso Mario, por exemplo. Ele é o jogo onde tudo o que eu estou falando mais aparece. Mas como em todos, não tem uma explicação exata. É um feitiche da humanidade? Saber o que é errado, mas fazer questão de não entender e fingir que não viu? Vejamos bem, se tudo o que vai, volta... Todos os nossos medos são por nossa culpa. O Mário atravessa o mar, o deserto, um mundo desconhecido inteiro e ainda tem que enfrentar um chefão perigoso quando é obrigado à passar por um castelo desconhecido. Um castelo que não é dele, que ele não deveria ter invadido, um castelo que provávelmente não tem saída, porque ele quebra o castelo quando vence o chefão. Mas porque a princesa foi presa? Porque justo o Mario (e o Luigi) tinha que ir salva-la? Porque tantos obstáculos no meio do caminho? Vamos voltar ao mundo real, aí você cria a ligação que quiser o o Super Mario. Tudo o que te trouxe até aqui, todos os movimentos que trouxeram a evolução para a vida humana... Guerras, batalhas, brigas, mortes, tudo por ocupação de terras, autoridade sobre uma raça, tudo para tentar ter um poder que não era nosso. Óbviamente, se atravessar a rua sem olhar para os lados primeiro, as chances de você ser atropelado aumenta violentamente. E se você deixar fogo e gasolina se misturarem, pode causar uma explosão. Isso é a Lei da Reciprocidade. A revolta do mundo, contra seus escravos e moradores. As reações das ações provocadas à um outro alguém. A bala saindo pela culatra. A dupla visão dos feitiços que pareciam muito simples, porém eram cheios de indiretas e de pontos negativos, que não é qualquer um que consegue entender.
É quem tem o certo em mãos e o improvável em mente. É quem sabe que a história pode se revoltar contra o escritor. Ainda não sabe do que eu tô falando, Sanders? Porque eu sei o seu segredinho. Posso até permitir, pode até ser o nosso segredinho. Você já não tem mais escolhas mesmo. Mas você vai ficar me devendo alguns favores. Não sabe do que eu tô falando? Tira a fotografia de dentro desse mesmo envelope."
Sem opção e ainda totalmente confuso, ele tirou a fotografia de dentro do envelope azul. Não que era bem uma surpresa o que ele viu. Uma foto de ninguém mais, ninguém menos que a sua mulher. Na verdade, era uma foto deles dois, na praia. E por mais um momento, sua mente resolveu que embolar as coisas seria o correto.
Irônico!
Matt não sabia mais o que se passava em sua cabeça, tão pouco o que se passava em sua vida. Ele ama a Valary e todo mundo sabe disso, só que não faz ideia de porque a Miwa faz com que ele se sinta realmente confuso. Como se nada mais fizesse sentido. Talvez as memórias estivessem fazendo isso com ele, mas mesmo assim, não haveria explicação para tudo. Tudo o que estar acontecendo, o porque... Deve ter algum motivo e algum objetivo, mas qual? Aliás, porque ele ama a Valary e se sente confuso com a Miwa? Ficar se perguntando um milhão de coisas só complica a situação. -- Matt? -- continuou Miwa, já no quarto e fechando a porta. Por incrível que pareça, o amigo não tinha escutado nada. -- Matt! -- Ela tocou suas costas, fazendo o mesmo reconhecer o toque suave. Apesar de só ter chegado a conclusão por estar esperando ela. -- Miwa? -- Como alguém conseguia manter a calma tão bem? Inirespondível, só o Matt mesmo. Guardou rapida e discretamente a fotografia e a carta dentro do envelope. -- Eu não escutei você. -- Ah, é que a porta estava aberta e eu decidi entrar... -- Sentiu seu rosto começar a corar, não era da personalidade dela invedir quartos, mesmo que tenha alguém à esperando lá dentro. -- Me desculpa se eu atrapalhei.
-- Não, não. Está tudo bem. -- Apesar de não estar olhando para ela, Matt sorriu e fez questão de virar o lado do envelope quando viu os dizeres no lado em que ele tinha deixado visível. "Desvende o mistério de sete letras, um número e uma palavra. Próxima parada, boa sorte." -Claro, agora eu sou adivinha- pensava, ainda sorrindo, enquando ajeitava a mesa apenas porque não tinha coragem de encarar a mulher.
-- Me responde... Seu quarto é sempre assim? -- Assim como? -- Virou para encara-la, se fazendo de desentendido. Como se as flores, chocolates, frutas, incensos ou pétalas de rosa pelo chão não dessem nenhuma ideia de sobre o que ela estava falando. Mas para a surpresa de Sanders, ela mudou a expressão para uma mais sarcástica e divertida ao mesmo tempo. -- Ah, a arrumação do quarto. Não, na verdade não é assim não. Normalmente a cortina fica... Fechando a passagem da luz pela janela. -- Tá bom... Vamos fazer de conta que eu acredito que teu apartamento é a prova de formigas. -- Riu, indefinivelmente dentre irônica e divertida, caminhando até a janela. -- A vista daqui é linda, mesmo com a praia movimentada. Acho um desperdício deixar a cortina cobrindo isso enquanto ainda está acordado. -- É, eu também. -- Respondeu, se aproximando da janeja e se colocando ao lado da mais baixa, ainda sem encará-la. A cabeça de ambos ainda estava latejando de dúvidas, medo, tensão. Só era complicado demais entender o porque de tantas sensações. Porque Matt ama a Valary, de uma forma que ninguém conseguiria imaginar.
-- Me chamou aqui para falar alguma coisa, estou certa?
-- Nada em específico. Só... Chamei.
-- Nesse caso... -- Caminhou até a cama tendo um controle em mãos, se ajeitando no grande e confortável colchão. -- Televisão não deve ser tão ruim.
-- Não estou muito afim de assistir televisão. Prefiro continuar olhando a praia e esses montes de... Casais. Ficou por um tempo observando a visão que tinha da janela. Olhando todos que estavam na praia em frente à suíte. Casais felizes, se beijando ou abraçados. Lembrava ele e a Valray. Em ano ele nunca traiu ela e ela também nunca o traiu, era um relacionamento maduro e confiante, chegava à ser confortável até de se assistir, era fácil sentir o amor apenas no olhar deles. E nada tinha acabado. De certa forma, Miwa apenas tinho o confundido, aparecido do nada e bagunçando mais uma vez a sua cabeça. O que era estranho, tudo estava acontecendo muito do nada e muito de repente, Matt já não sabia mais o que fazer e muito menos como. Sentiu a presença da ruiva ao seu lado, voltando a visão para ela. Tão linda, tão delicada, tão diferente, mas mesmo assim, alguma coisa ainda não parecia estar nem um pouco certo. -- Sabe Matt, eu não gosto de conversar com você. -- E será que eu posso me informar do porque? -- Me sinto confusa. Como se só você tivesse a peça para completar algo que eu não quero terminar de montar, mesmo que já tenha começado. -- Acho que conseguir entender. -- Riram juntos, como bons e velhos amigos fazem. -- Eu também me sinto mais confuso do que realmente deveria. O silêncio voltou por um tempo, que apesar de bem curto, foi o suficiente para Miwa se tocar de tudo o que estava acontecendo. Afinal, ninguém é bobo e o Sanders não sabe esconder as emoções muito bem. -- Você ama mesmo a Valary, não é? -- Ao escutar isso o mais velho apenas fechou os olhos com força e colocou aas mãos nada cabeça. Como assim ela tinha entendido? -- Olha, você não é o meu homem, nunca vai ser. Vamos tentar fingir que nada disso está acontecendo e voltar ao início, tudo bem? Fazer de conta que nunca sentimos nada um pelo outro, até porque, eu tô mais próxima da Val. -- Está mais próxima da Val? -- Sim, dela e da May. Não da Michi, ela tem andado estranha. Quer fazer tudo sozinha, sem ninguém ver nada... Um dia desses eu segui ela até a praia e percebi melhor no rosto dela. Seus olhos estavam muito avermelhados e o rosto, inchado. Até demais para ela, que é tão magrinha. Sinceramente, eu nunca vi a Michelle chorando antes, mas aquele dia foi como se ela chorando fosse uma coisa muito comum. -- E o que ela te falou? -- Matthew já estava começando à ficar preocupado. O Syn e a Michi já pareciam estar normal mais uma vez, não estavam mais brigando, pelo menos não na frente de todo mundo. Sabia que seria perigoso guardar qualquer segreo naquele momento, então porque Brian estaria fazendo isso? Ou melhor, ele estava ou não fazendo isso? -- Eu não falei com ela. Algumas vezes, parece que ela não gosta de mim. E se eu tivesse falado com ela, seria mais um problema porque eu estava a seguindo. -- Realmente... -- A história ainda parecia muito mal contada para Shadows, mas não havia nada a ser feito. Nada, se não esperar. -- Matthew.. -- a menor chamou a atenção dele, fazendo-o a encarar. -- Sabe, está tudo confuso demais para mim também. E eu nunca pensei que acabaria frente a frente contigo de novo, mesmo depois de tantos anos. Eu nunca entendi porque ficavamos sempre escondidos, você me dizia que era porque sua religião não permitia beijo antes de namoro. Mas você nunca foi rígido com religião, embora fosse o mais certinho. E eu era uma série mais nova, nem sabia da Valary. -- Miwa, não precisamos ficar falando sobre isso, né? -- Precisamos sim. Quem você pensa que é? -- Você sofre de transtorno bipolar, ou algo do tipo? -- Eu estou sendo só mais uma peça repetida. Você quer, eu quero. Mas mesmo assim, você prefere a Valary. Você sempre preferiu a Valary. Porque arrumou o quarto assim para nada? É legal brincar de casinha comigo? Pois eu tenho uma novidade para você: Eu tô cansada. Caminhou em passos longos e rápidos, além de fortes, até a saída. Sua expressão estava, nada mais que estressada. Em um movimento rápido e desnecessário, Matt a parou em meio ao caminho, empurrando-a contra a porta antes que ela conseguisse sair. Ela tinha conseguido fazer ele se sentir ainda mais culpado. Apesar de ele ser muito previsível, parecia que Miwa não sabia o que aconteceria caso ela fizesse isso. E apenas os confundiria mais ainda.
-- O que você está falando?
-- Que não quero mais estar sozinha com você em algum lugar.
-- E porque?
-- Porque... Porque...
-- Porque...? -- Apressou. Não gostava de ser desafiado e esse, com certeza, era o seu maior defeito. -- Porque você quer me beijar, estou certo?
-- Não.
-- Não? -- Riu irônico. Sabia que era mentira, dava para ver pela expressão dela. -- Então porque você ainda não se afastou? Podia se dizer que era uma pergunta retórica. Mas parecia mais desafiadora. A distancia entre eles era mínima, definitivamente. Eles podiam sentir o calor da fala um do outro, o naris deles se tocavam bem levemente. As mãos de Sanders se colocaram em movimento, descendo pela porta e tocando a cintura da mulher em sua frente. Que apesar de ser totalmente meiga e ter o corpo definitivamente agradável, não era a que estava em sua mente. Um beijo naquele momento seria doloroso, para ambos. Matt só conseguia pensar em Valary. Já tinha traido ela antes, com essa mesma garota. Ele a amava, não tinha um alguém para substitui-la. E Miwa sabia disso. Sabia que qualquer beijo seria como se ela tivesse beijado o Matt e como se ele tivesse beijado a Valary. De certa forma, Miwa tinha usado os pontos fracos do mais velho. Emocional, psicológico. Aquele homem era perfeito, mas ele não a amava como ela amava ele. -- Sanders, para. -- Ela pediu exatamente baixo. Ele tinha escutado, apenas não tinha obedescido. E estava indo bem devagar, como quem não tinha decidido se iria ou não beija-la. E isso já estava chateando demais a ruiva. -- MATT, ME SOLTA. Finalmente eu estou conseguindo ser amiga da Valary, não posso estragar tudo. -- Como você consegue fazer isso? Como consegue me confundir? Em anos, eu nunca tive dúvidas se beijava ou não uma mulher, porque a única que tenho beijado tem sido a minha mulher. Aí você me aparece e me confunde. Isso é normal? -- Não. E é por isso que temos que ficar quietos, pelo menos por enquanto.
Ficou parado, na porta do quarto, observando a baixinha ir embora. Enquanto andava, surgiu um sorriso em seu rosto. De certa forma, ela tinha gostado de escutar aquilo. Afinal, mulher apaixonada é boba, sencível, detalhista, louca. Incrivelmente louca, algums vezes, até de forma que todos achariam impossível.
Louca a ponto de se recusar a beijar o seu 'principe proibido'? Talvez.
Notas finais
bom, queria divulgar duas Fics de amigas minhas... Eu não estou ajudando em absolutamente nada, mas vou divulgar mesmo assim ashaus.
https://www.fanfiction.com.br/historia/200772/Unwanted/ageconsent_ok
https://www.fanfiction.com.br/historia/198038/My_Grammatical_Problem
São essas duas aí. Espero que tenham gostado desse cap e prometo que tentarei fazer algo melhor no próximo. É que eu tô com essa coisa de não conseguir escrever direito e tals kkkkkkk' Beeijos *-*
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