The Possibility That I Never Considered

4 Because Every Time Have A Possibility


Notas iniciais
Minhas leitoras, poucas, mas maravilhosas que eu amo demais. Por favor, se tiver algo que esteja ruim, podem falar. Eu gosto de críticas quando são bem colocadas, é uma forma de me mostrarem no que eu posso melhorar. Vai ver que com as dicas do que vocês não gostam, meus capítulos fiquem melhores? Aí eu posso ter mais inspiração e ainda vou agradar as minhas leitoras *--* O que acham? Bom, aqui vai mais um capítulo. Aliás, o que vocês pensam sobre tamanhos de capítulos e dos meus? Eu juro que sempre me controlo para não ficar muito grande. haha'

Eu já tinha levantado, tomado banho, me arrumado... Fui para o teatro, tentando não chegar atrasada por lá, já que os meninos não tinham me falado nada. Eles devem ter acordado bem cedo, porque são oito agora.

- Melissa. — O segurança do teatro falou, sério. — Porque veio sozinha?

- Vim encontrar meus meninos, para tentar ajudar mais na opnião do show. — Falei sorrindo.

- Seus meninos? — Ele se mostrou completamente confuso.

- Sim, eles são meus. E são meninos. Não de altura ou fisionomia. Mas eles brincam como crianças, então são os meus meninos. E meus meninos vivem tentando me matar sufocada. — Falei com um sorriso forte no rosto.

- Ah, tá. — Ele não sorri nunca? Cara, ele só fica sério o tempo todo. Eu parei de sorrir e começei a encarar ele. — Então os seus meninos dão muito mais trabalho do que você pode imaginar. — Ele entrou na brincadeira, mas não sorria nunca.

- Do que você está falando? O que foi que eles quebraram agora? Eles perderão algo? — Eu ainda estou brincando, mas tão séria quanto ele. Eu sou boa nesse jogo, costume mesmo.

- Se eles quebraram algo, com certeza foi o despertador. Porque o que eles perderam a hora mesmo.

- Tá, vou acordar aqueles distraídos chatos e malucos. — Virei e saí andando.

Esses meninos ainda me matam. Eu não acredito que eles ainda estavam dormindo quando saí. Aqui estou eu, voltando tudo de novo. Não tinha nada de diferente, por certo tempo. Mas me senti perseguida. Não olhei para trás, não parei, continuei seguindo meu caminho e só. Nada aconteceu, mas eu ainda me senti desconfortável.

- BRIAN HANER, ABRA ESSA PORTA AGORA!!! — Gritei batendo na porta que dava para o quarto dele.

- FINALMENTE ALGUÉM QUE ESTEJA ACORDADO! — Johny gritou do outro lado do carredor, vindo em minha direção.

- Vocês tem que ensaiar, sério. O Arin já está lá.

- Eu sei, mas eles são horríveis para acordar. — Ficamos um tempo sem falar nada, pensando em uma forma que acordar eles. — Vou ligar pro Matt e você dá uma bronca nele.

- Eu?

- sim, ele me xingaria dos pés á cabeça. E aquilo é um ogro, não quero correr o risco.

Ele pegou o celular e discou o número do Matt, me entregando rápidamente o celular.

- Caralho, o que você quer? A gente foi dormir tarde ontem, miserável. Que saco, vai rodar bolsa, vai. Se te acharem legal demais e não quiserem devolver, eu fico feliz. Agora vai se fudar, porque eu to dormindo. Não me acorde de novo, ou eu te quebro quando sair deste quarto. — Matt não me trata assim, mas pelo menos eu pude descobrir que ele acorda de mau humor. Não queria nem saber quantos despertadores ele já comprou para substituir um quebrado, porque...

- Poxa, eu achava que gostava de mim, mas tudo bem. Já tem um querendo ali, eu só te liguei para pedir ajuda com o preço, não sou muito boa em me dar um valor nesse sentido... Mas eu acho que se eu fizer isso, não vai ter como você me quebrar ao sair do quarto, eu fiquei um pouco confusa. Você quer que eu me venda ou quer me bater?

- Mel? — sua voz ficou muito mais calma. — Desculpa, pensei que era o Johny... É o celular dele. Ele faz isso direto e sabe que eu não gosto.

- Tenho pena da Valary... — Nós começamos a rir, um de cada lado da linha.

- Engraçadinha... — Desligamos.

Quem diria que o Matt fofo que vejo normalmente acorda pior que maconheiro de ressaca. Eu não vou me meter com ele de manhã cedo novamente.

- Ele te xingou toda, não foi? — Johny estava tentando parar de rir, mas estava descontrolado.

- Foi. — Rimos juntos.

Ele tomou o celular e colocou outro número, me entregando novamente. — Também não to afim de encarar o Gates... — Ele segurou o riso. Ele estava se divertindo com aquilo.

- Johny, seu miserável, filho de uma...

- EU NÃO ME CHAMO JOHNY, PORRA!

- Mel?

- Ah, agora você lembra meu nome, não é?

- Ô, misera. Tú me liga uma hora dessas, né? Caralho, vai dormir. Desocupada, que saco.

- Por isso que você é meu melhor amigo, tá vendo? Eu também te amo. Eu sei que tua noite foi boa, mas você tem que ensaiar.

- Engraçadinha... Como é qie você sabe? — Parecia um tom desafiador. Ele estava me zoando, o que era normal.

- Eu consegui o número dele. Antes que pergute quem, foi o cara que tava aí no seu quarto com você. Agora eu ovu desligar, tenho que ligar para o Zacky.

- Idiota!! — Começamos a rir. — A porta do quarto dele tá aberta... — Ele desligou o telefone.

Entreguei o celular para Johny, que continuava rindo de minha cara e abri a porta do quarto de Zacky. Por sorte, ele estava dormindo de roupa, eu não tinha pensado na possibilidade de encontrá-lo pelado na cama. Até porque, etava todo descoberto.

- ZACHARY BAKER, ACORDA! — Eu gritei, pulando em cima dele.

Ele levantou completamente assustado, me empurrando para o lado dele na cama. Pelo menos não foi no chão. Eu começei a rir e Johny continuou com o seu ataque de risos. Pelo menos um acordou de bom humor.

- O que você tem na cabeça, garota? — Ele subiu em cima de mim, rindo, pelo menos. — Não me acorde de novo não, sua louca.

- Você deixa a porta aberta... — Nós três estavamos rindo demais.

- Não deixei a porta aberta, a tranca quebrou. Nunca deixaria a porta aberta. Tenho cara de idiota?

- Isso foi uma pergunta retórica, não foi? Ou você quer mesmo que eu te responda?

- Engraçadinha você. Agora saiam que eu vou me arrumar.

Eu e Johny saímos do quarto e nos sentamos em um sofá do corredor do hotel. Na verdade, era um puff. Eu saí de um ataque e caminhei em direção á outro.

- Não faça mais isso, garota!!! — Syn pulou em cima de mim e me prendeu no puff. — Tem noção do susto que o toque do meu celular dá?

- Nossa, acho que hoje eu não passo o dia inteira. Segundo ataque.

- Zacky?

- Sim, ela assustou ele. — Johy largou.

- Queria ter visto isso. — Syn riu, se levantando e sentando ao meu lado.

- 500 reais, se você tentar á três. — Matt chegou fazendo piadinha.

- Engraçadinho. — Respondi. Nós três rimos.

Menos o Syn, ele não entendeu nada. Tempo suficiente para contar como acordei o Matt e o Zacky foi suficiente para que todos estivéssemos juntos, indo para o teatro. Eu continuava me sentindo observada, ninguém mais ligou. Parecia que só eu estava daquele jeito. Tudo bem, também não comentei.

Mais um dia de puro ensaio e teste, além de cair várias vezes no palco, certo? Não. Nada demais, tinha uma mulher nova, só isso. No apoio de palco. Mas era uma mulher muito bonita. Usava uma calça e uma camisa, ambas coladas, definindo suas curvas. Seu rosto também era bem bonito e seus cabelos loiros eram muito bem cuidados. Só isso de novo mesmo. Ou não. É só olhar para o lado e reparar muito bem em tudo. Pelo menos até perceber que o Brian estava olhando para ela, o tempo todo.

- Vai comer ela com os olhos, cara? — Pelo visto, Arin tinha percebido também. Ou todos os Avengers ali.

- Eu sou casado, porra. — Syn falou, discontraído, mas ainda sério.

Eles estavam cochichando, mas eu sou muito boa em ler lábios. Quer dizer, pelo menos parece. Eu consegui entender, se é que foi isso que disseram. ENtão, eu fui para mais perto deles.

- Você sempre fala isso. — Arin continuou. — Mas sempre...

- Acaba na cama com elas. — Completei.

- Do que vocês estão falando? Eu amo a minha mulher. Eu nunca faria isso com ela, sério. Só olhei, ela é bonita. Ou vocês não acharam.

- É, realmente... Talvez tenha exagerado um pouco. — Arin se manifestou mais uma vez. E eles foram chamados atenção para tocar a próxima música. Natural Burn Killer.

Pulando detalhes, conseguimos consertar três músicas e descobrir as melhores posições para cada uma delas. Os atiradores de fogo estavam funcionando bem. Eles estavam muito lindos juntos. Só que um fazia muita falta. E eu estava desconcertada com isso. Mas o Arin toca bem, o que ajuda muito.

No hotel, eu já tinha tomado banho e estava no quarto do Syn, assistindo televisão. A gente gostava de fazer isso, muitas vezes. O Arin já estava junto á nós no hotel e passaria a estar junto no ônibus também. Mas Brian estava com a cabeça em um outro lugar. Seu rosto tinha um sorriso disfarçado e ele não percebeu que eu o olhava o tempo inteiro.

- É impressão minha, o esse sorriso tem nome? — Eu, finalmente, consegui chamar a atenção dele.

- O que?

- O nome dela é Daniele.

- Do que você esta falando?

- A nova mulher do apoio de palco. O nome dela é esse.

- Como você sabe?

- Eu estava conversando com ela. Parece ser bem legal mesmo...

- Mas porque você está me contando isso?

- Você fala como se não se interessasse... — Eu continuei encarando ele.

- Não estou, bobinha.

- Está sim, querendo saber mais. Quer saber o que a gente conversou. Quer saber porque não estava comigo na hora. Quer saber muita coisa e não pergunta.

- Não poderia, nem se quisesse. Eu sou casado...

- PARA COM ISSO!!!

- Mas é verdade. Eu não...

- Para, sério. — Ele ficou me olhando, confuso. — A gente não pode mandar no coração, gato. Não é culpa nossa, nunca será.

- Podemos escolher quem amamos sim.

- VOCÊ ACHA QUE SE PUDESSEMOS, VOCÊ SERIA MEU MELHOR AMIGO? — Fui atacada com um travesseiro logo depois disso.

- A porta está alí, pode sair.

Eu me levantei da cama, com muito sacrifício. Cheguei na porta e abri, estava do lado de fora e ela já estava encostada.

- Se você fechar essa porta vai se arrepender do dia que virou minha fã. — Ele é confuso, não?

- Eu sei, eu sei. Eu sei que você me ama.

- Convencida, quem disse?

- Não ama não? — O lancei o olhar desafiador que, quase sempre usava.

- Claro que eu te amo. — ele me abraçou e me jogou na cama de novo. — Você é a única que ,me atura o dia inteiro. Como não amar?

- Eu também te amo, seu chato.

Nós deitamos e continuamos assistindo o seriado House que eu, perticularmente, não sabia que ele gostava. Não sabia se ele gostava, na verdade. Mas eu gostava. Dormir sentindo o seu perfume mais uma vez. Quem diria que eu me tornaria melhor amiga de meu ídolo, sendo que ele é tão mais velho? Dormimos alí mesmo, nós dois. Ele ainda dormiu antes, sobrou para Melissa Handner apagar a luz, desligar a TV e cobrir aquela criança gigante que estava do meu lado.

Mas ele era um fofo comigo. Ele me tratava bem e fazia com que eu me sentisse segura. Mas eu, sabia fazer o mesmo muito bem. Da mesma forma que ele lia o que se passava comigo, apenas no meu olhar, eu lia o que se passava com ele. Naquele lindo, sexy e disputado olhar. Aquele que desenhava perfeitamente o rosto de uma mulher, na qual o nome era Daniele Narkadi.

Notas finais
Qual é, galera. Não ficou grande não. haha' Eu consegui encurtar um pouco. Obrigada a quemestá lendo. Lembra daquele probleminha de não conseguir unificar os fatos em uma história? Eu resolvi ele. Espero que tenham gostado. E por favor, lembrem - se de me falar o que não gostaram, o que poderia melhorar. Por favoooor *--*