The Possibility That I Never Considered
21 And stop taking care of the lives of others
Notas iniciais
Não liguem para o nome do cap, tipo "E pare de cuidar da vida dos outros", parece estranho, mas vocês vão entender.
SAbe, um dia desses tava no tumblr e eu vi um post que dizia assim "PP|P|M|G|GG|XG|Matt Shadows". E tipo, eu fui mesmo a única que pensei muita merda quando lí isso? Tipo, tem que ser tarada mesmo, só podia ser eu, enfim...
Bom, pra começar, sobre a oportunidade para as novas personagens. Quem deveria, recebeu uma mensagem privada perguntando "O que mais está agonizando o Matt?", ou algo do tipo. Recebi muitos falando das cartas anônimas, gente, isso já está muito na cara. kkkk' Tive duas respostas empatadas, mais ou menos o que eu queria, na verdade, chegaram um pouquinho perto. Não vou mostrá-las aqui, mas a Miwa_Mazur e a MayShadows acertaram por metade da resposta quase certa. aushausha E como a May, já tem a May, coloquei a personagem feminina para a Miwa e a masculina para a May, ok?
Miwa, coloquei o seu nome nela, porque eu acho que esqueci de pedir para mandarem os nomes -q Miwa, se prepare para 'assaltar' mais uma vez a Val, porque o Matt é todo seu. Quer dizer, mais ou menos. Você vai entender.
Agora sobre a história: O nyah me trollou e eu levei bem que uma hora e pouco tentando colocar a história certa aqui, não liguem se tiver algo embolado que eu logo irei corrigir. Esse capítulo vai confundir muito vocês e talvez, fará vocês criarem algumas idéias aí. Não liguem mesmo se eu embolar tudo. Vai ser sempre uma coisa estranha, vou fugir muito do padrão e tals, sempre vai ter uma embolação a mais na história. Portanto, se qualquer dia desses pegarem o Johnny na cama com o Oliver, não se importem. (isso não vai acontecer kkkk). Achei divertido escrever dessa forma e vocês vão conhecer o Zacky da minha Fic hoje. Ele é eu. kkk' Eu coloquei essa parte da praia, porque na verdade, eu sou assim. hehe Tenho andado meio sem inspiração e por mais que o Johnny seja o meu favorito, acordei apaixonada pelo Vengenace hoje, então eu vou virar ele, falou? kkkk'Ele é bem irônico, meio arrogante assim mesmo, mas eu garanto que é muito gente boa e tem sentimentos. asuhauashau
"Nossa, Mona. Como as notas iniciais de suas histórias são grandes." Eu sei disso, amor da minha vida kkkkkkkkk'
Creio que esse ficou pequeno. Mais um ou dois caps depois desse e vai ter a festa da virada de ano deles. Podem esperar louquinhos aí. kkk' Ah, e esse anônimo ainda vai confundir muita gente, tô largando a dica. Então... Nos vemos lá em baixo? Boa leitura.
POV's Zacky
Dia trinta e um, pela madrugada
Eu simplesmente não estava conseguindo dormir. Virava para um lado e para o outro, na tentativa de tirar todos os pensamentos possíveis de minha mente, mas todas as tentativas foram em vão. Queria poder arrancar tudo de vez da minha cabeça, mas pensamentos perseguem, e os meus, estavam quase me matando. Decidi que não queria ficar alí. O problema era: Para onde eu iria exatamenta às quatro e meia da manhã. O sol nem tinha saído ainda. Então eu me lembrei, lembrei do que fazia quando ainda estava na melhor época da minha vida. O início da banda. Apesar de tudo, era engraçado tudo aquilo. Algo tipo "Será que vai dar certo?" ou "Como nos saímos?". Era legal o fato de que não vivíamos brigando sempre.
E então, o que tanto me estressa e tira o meu sono, é aquela puta mal paga do Synyster gates. Ele tem andado muito diferente, estranho, meio traumático e meio emotivo. Puta merda, o que foi que eu acabei fazendo? O Brian Haner, emotivo, isso aí era uma coisa que realmente é muito difícil de acreditar. Eu só queria chamar atenção dele para a merda que ele estava fazendo com a própria vida, não traumatizá-lo de vez. Parece que alguém aqui tem que aprender a ser um pouquinho menos agressivo com as palavras, mas vamos combinar, a culpa não é bem minha do viado ter caído na real de vez. Eu só falei o que achava, não fui responsável por nada do que tem incomodado ele ultimamente. Ou fui? Bom, o fato é que se algo em relação a mim incomoda ele, estamos quites.
Me levantei, não fiz mais que jogar uma água no meu rosto, vestir uma roupa qualquer que encontrei e saí do quarto assim mesmo. Mas, como todo idiota tem que fazer merda mais uma vez, resolvi ir olhar uma caixa que estava na porta da suíte 23. Mas o problema é que eu não dormi a noite inteira e mal conseguia enxergar direito, porque nesse horário, as luzes dos corredores do hotel estão desligadas. E o que acontece quando você pisa em falso? Você cai. E o que acontece quando você cai perto de uma suíte e se bate em uma porta? Você faz barulho suficiente para acordar o corredor inteiro. Mas por sorte, parecia que ninguém tinha acordado, isso eu fexei os olhos e torci para que ninguém abrisse a porta.
–- Zacky? -- Parece que eu tinha sim acordado alguém. Talvez quem estava dormindo na suíte, não é Mel?
–- Oi. -- Creio que tenha parecido que eu estava com raiva ou me entregando para alguém em um daqueles joguinhos que crianças fazem, tipo polícia e ladrão, sei lá. Ou talvez uma criancinha que tinha perdido uma partida no video game, porque ela tava dando risada de minha cara. -- O que é?
–- O que é digo eu. Por acaso você tava tentando arrombar a porta do meu quarto? Porque assim, se você quisesse entrar, era só bater na porta ou ligar pra mim.
–- Haha. -- "Ri" sarcásticamente para ela, mas ainda dando risada. -- Eu caí e me bati na sua porta, porque? -- Pra que rir tanto, querida? Eu realmente não estou te entendendo.
–- Mas o que você estava fazendo para cair assim do nada na porta de meu quarto?
–- Eu queria ver o que tem nessa caixa. -- Vi a expressão dela fexar calmamente quando eu falei da tal da caixa.
–- Estava na porta do meu quarto? -- Sinalizei positivamente com a cabeça e ela continuou. -- Para onde vai?
–- Vou na praia.
–- Essa hora da madrugada? -- Sinalizei positivamente com a cabeça mais uma vez e a expressão dela continuou confusa. -- Leve a caixa e me espere, chego lá em dez minutos. -- Ela entrou e nem mesmo me deu tempo de falar alguma coisa.
Cameinhei até a praia e me sentei em uma pedra que achei, pouquíssimo dentro do mar, dava para no máximo, molhar os pés. Estava escuro ainda, eu estava me guiando por uma lanterna e imaginando como a Mel iria fazer para conseguir chegar alí. Observei um ponto da caixa e pude ver um bilhetinho colado nela, colado de forma frágil, fácil de arrancar. Fiz isso e li cada letra desenhada escrita em uma caneta de tom vermelho sangue, embora estivesse aparente que não era esse material. Suas palavras diziam "Pare de cuidar da vida dos outros".
Querem uma dica? Não se concentrem demais em um bilhetinho quando estiver esperando alguém em uma praia escura. Você leva um susto.
–- Porra, Mel. Não dava pra avisar que tava chegando não?
–- Eu avisei, você que não me escutou. -- Ela realmente não sabia se dava risada ou se explicava para mim o que tinha acontecido. Sentou-se ao meu lado na pedra. -- Porque veio para a praia antes de amanhecer? -- Ela perguntou já calma, depois de um silêncio infernal que na verdade nem durou tanto tempo se contado no relógio.
–- Você sabe aonde tudo começou? -- Encarei a expressão confusa dela e não pude deixar de sorrir baixinho com a situação. -- Avenged Sevenfold...
–- Huntington Beach, Califórnia?
–- Sim. -- Sorri e ela retribuiu com o mesmo ato. -- Depois de regravarmos a To The End Rapture e o disco foi relançado, eu o Syn fomos para uma praia parada perto de nossas casas, e ficamos assistindo o sol nascer.
Ela não comentou nada, por um momento me deu vontade de perguntar se ela ainda tava viva, mas não foi necessário, ela deu sinal de vida antes.
–- Que gay. -- Ótimo comentário, pequena observadora anormal que também pode servir de imãs para pedófilos.
–- Eu sei disso, não precisa comentar. -- Rimos juntos durante um tempo. -- A galera pensava muito que eu e o Syn tinhamos alguma coisa, mas eu posso te garantir que nunca tivemos nada. Sempre fomos bastante amigos e tivemos alguns momentos meio gays que nem esse, mas nunca nenhum sentimento passou de amizade. Pelo menos não em mim.
–- É, eu te entendo, não se preocupe. -- sabe aquele silêncio infernal, que chega a fazer muito barulho em sua mente? Então...
–- Gosto de olhar o dia amanhecer toda vez que estamos perto de uma praia. -- ela sorriu. -- As vezes eu acho que cada detalhe mínimo, foram os mais importantes disso tudo.
–- São os detalhes mínimos que fazem a história, Zacky... Os detalhes grandes dão uma base, aquilo que é quase impercebível, muda todo o rumo da sua vida.
–- Mas como é que o impercebível muda o rumo todo de uma história?
–- Porque se o detalhe mínimo fosse a grande base da história, já teríamos a resposta para tudo desde o início.
–- E daí?
–- Eu achava que você era menos burro, Vengeance. -- Tá, isso ainda não me ajudou a entender nada. -- O mínimo detalhe é a resposta. Se uma história começa com o desfeixo, todo o final acaba perdendo a graça. -- Depois uma desgraça dessa não quer que eu pense que ela é uma anã maior que o normal com quarenta e poucos anos de idade.
–- Queria poder voltar ao começo da história... Se estivesse lá, creio que iria querer voltar também.
–- Se pudessemos voltar tudo e concertar todos os erros que cometemos, não iríamos aprender nunca. A vida te ensina a se defender e te dá momentos certos para que faça o que lhe satisfaça. -- É, não dá para encarar ela depois de ter descrevido exatamente o que eu não tinha feito. Aproveitado todos os momentos possíveis para fazer o que bem queria. -- Zacky, você faz o que quer quando lhe é permitido? -- Qual foi? Ela agora deu para ler mentes também, é?
–- Não. -- Porque é tão difícil assim admitir alguma coisa para uma garotinha de quatorze anos? Ah, é mesmo, é porque ela é uma anã maior que o normal de quarenta a poucos anos. -- Mel, olha o que tinha escrito em um bilhete da caixa.
É, acho que eu preferia não continuar com aquele assunto, ou iria falar mais do que devo. Entreguei o bilhete e a vi ler completamente confusa e assustada. Parecia que algo fazia sentido, mas mesmo assim, ela preferia não tentar entender, como quem tentava fugir de alguma verdade. Logo você, colecionadora do Shakespeare? 'Pare de cuidar da vida dos outros", ela murmurrou baixinho, o que tinha escrito no papel com caneta vermelho sangue.
–- Onde está a caixa, Zacky? -- Entreguei para ela uma caixa, não muito grande e nem muito pequena. Tamanho suficiente para guardar a cadelinha do Syn, talvez. Se ela não tiver claustrofobia, é claro. Jimmyfobia ela já tem. Eu ri sozinho da situação, internamente, eu realmente tenho pensado muito merda ultimamente. Definitivamente.
–- O que tem aí dentro? -- Perguntei enquanto ela abria a caixa. E a resposta que recebi foi um olhar mortal de quem quer dizer "Ô seu filho da puta, não tá vendo que eu ainda tô abrindo não?". O que é, desgraça? Tenho andado meio retardado mesmo, mas pelo menos não recebi um bilhetinho me mandando parar de cuidar da vida dos outros.
–- Uma outra caixa e um outro bilhete. -- Ela arrancou o papelzinho escrito com caneta da mesma cor do anterior e leu em voz alta o que tinha escrito. -- Esta caixa aqui é pra você. Agora pode parar de achar que pode cuidar dos problemas de todo mundo e olha ao redor, seus problemas estão bem próximos a chegar. Espero que goste, porque quando descobri, separei um quilo e meio, só para você. -- Me olhou com mais cara de desesperada do que tudo. Ela realmente sabia do que aquilo se tratava. Abriu a caixa dentro daquela e... O que ela aquilo? Um quilo e meio de cocaína aglomerado em uma única caixa de papelão? Como esse anônimo conseguiu isso?
–- Mel? Desde quando você usa drogas?
–- Eu não uso drogas. Nunca usei.
–- Então o que isso quer dizer?
Ela sabia sim a resposta, relutou para contar, mas eu conseguir fazer com que ela se desse por convencida e contasse tudo.
–- Eu encontrei uma quantidade indefinida de cocaína no quarto do Oliver. -- Encarei ela, acredito que um pouco assustado. -- Ele me disse que não sabia como e nem porque aquilo estava alí, mas estava dentro da mala dele. E ele me jurou que não era usuário de drogas, mas eu achei a história muito estranha, principalmente se tratando do Oliver. E nem venha com essa cara de assustado, eu sei que você já usou isso.
–- Eu sei que já, mas.... Espera, como sabe disso?
–- Qual é, qualquer tapado consegue saber que vocês usam isso algumas vezes. -- É, parece que a realidade é bem mais na sua cara do que se imagina. Já usamos algumas vezes sim, depois de shows ou em festas grandes, qualquer coisa do tipo, mas nunca explícitamente ou de forma que causavam tamanhas alucinações. Os únicos de todos da banda que não me lembro de ter visto usar, foram o Jimmy e o Matt. -- Zacky, leia isso.
Ela me entregou uma pequena folhinha de papel, rasgada, com escritas na mesma cor e textura que as anteriores. "Melhor tomar cuidado com o..." e o papel rasgava bem nessa parte. Sem deixar rastros do que estava escrito.
–- Ótimo, um papel com uma frase que não foi terminada.
–- Zacky, como podem saber tanto de tantas pessoas assim?
–- O que quer dizer com isso?
–- Que seja quem for, é possível que esteja totalmente contra nós ou totalmente a favor de nós. -- Ok, continuei encarando ela com cara de cú. De onde ela e o Oliver tiram essas respostas mesmo? Por acaso é alguma parceria com o Sherlock Holmes, tia?
–- Você quer dizer que esse anônimo pode estar entre nós?
–- Talvez. Acho meio duvidoso isso. Acho que talvez possam estar nos vendo em todos os lugares sempre.
–- Mas a melhor resposta que temos é que está entre nós.
–- Mas ainda assim não é a melhor solução. comunicar isso com algum Avenger poderia traumatizar todo mundo. Problema é que a única solução de qualquer um vai poder chegar é exatamente essa.
–- Então... Você acha que tem alguém qurendo acabar com Avenged Sevenfold?
–- Mais uma vez, a melhor resposta não é a que ajuda. Acho que seja quem for, pode estar querendo acabar com Avenged Sevenfold sim ,é uma boa teoria, mas...
–- Mas...? -- apressei a fala, parecia não querer aparecer nunca.
–- É uma teoria boa, mas não é a única. Se pensar bem, o primeiro alvo foi o Matt, virou o Syn, depois o oliver e agora eu. Se o Johnny continuar sendo o menos envolvido nessa história, talvez o próximo seja você.
–- E o Arin?
–- Creio que o Arin possa ser uma ameaça ou uma solução na vida de qualquer um. Se o objetivo não for atingir a ele, com certeza irá continuar fora de tudo isso. -- Bom, so me resta uma alternativa agora. Só tem um alguém no meio disso tudo que pode estar querendo se vingar de todas essas pessoas ao mesmo tempo. Irônia com o nome da banda, não é mesmo? Deve ser mal de nome sei lá. Pude ouvir ela falando bem baixinho um nome, o mesmo que eu pensei, a mesma coisa. Até a Mel estava começando a desconfiar disso.
[...]
–- EU NÃO ACREDITO QUE AQUELA VADIA APARECEU DE NOVO!–- Isso é o que dá, arranjar logo a suíte do lado da mulher de seu amigo, quando sua banda muda de assistente tecnica por um motivo que o quitarrista solo não explicou muito bem e a nova é uma mulher que era a inimiga da namorada do vocalista e a amante do mesmo, isso quando se tinha catorze anos de idade. você acaba por escutar gritos.
Afinal, o Matt tinha desencantado da Miwa depois que ela saiu da escola, e a Val voltou com ele alguns meses depois. Ele na verdade era assim, apaixonado pela garota, um ano mais nova que ele no colegial, e a fez de amante, mas aí as duas descobriram e brigaram com ele. Terminou que foi o fim do namoro com a Val e que a Miwa nem queria mais olhar para ele, mas não era problema, ela foi embora no ano seguinte. E apareceu agora, no auge da carreira dele. Mas porra, ela sempre fora bonita quando mais nova, estava inacreditavelmente linda agora. Agora responda-me: Porque desgraça só nos envolvíamos com garota bonita quando mais novos? E porque desgraça resolveram aparecer logo agora? Tirando o fato de que a Mayane nunca foi muito gatinha, na verdade ela é o patinho feio, porque virou um cisne depois, sem dúvidas estava mais bonita que a Miwa, pelo menos para mim, mas a beleza que a Miwa tinha quando era mais nova serve para a mesma e ainda para emprestar um pouquinho para a May, só para a história ficar completa. E como sempre, era o Matt que se dava bem. fazer o que, né?
–- Calma, Val.
–- COMO ASSIM "CALMA, VAL"? NÃO TÁ VENDO COMO O MATT MUDOU BEM RAPIDINHO E JÁ TÁ CORRENDO ATRÁS DELA ÀS ESCONDIDAS DE NOVO?
–- Val, se controle. Por favor.
–- Não dá... –- Nessa hora, a voz dela já começou a ficou meio molhada, dava pra perceber que estava começando a chorar. Isso que dá se misturar com um rockeiro como o Matt, minha amiga, você fica com o coração despedaçado mesmo... Puta merda, como eu acordei gay hoje. -- Ela vai roubar ele de novo, Michi... E eu nem tenho tratado o Matt tão bem assim, eu vou perder mais uma vez o único homem que eu amei de verdade em minha vida.
–- Ah, nem vez que eu sei que naquela época, você se agarrava com o Justin Sane.
–- Mas era pra descontar a raiva que eu tava do Matt. Você quer o que, que eu vá lá e agarre o Johnny Christ? –- Essa cena sim seria algo cómico. Valary, pedofilia é crime, já viu o tamanho do cara?
–- Calma, Val... Tenta se controlar, nada se resolve na base do choro.–- Michelle tem andado estressada com a irmã. Acho que com todo mundo, mas tudo bem.
–- Mas eu quero chorar, porra. Me deixe chorar. Eu não posso fazer mais nada além de chorar. Eu quem ajudei ele no estúdio em dois albúns, eu fiz muito pela banda por ele, nunca pelo resto, só por ele. E isso tudo das cartas...
–- Você não tá ajudando em absolutamente nada. –- Silêncio que se torna infernal para quem está escutando uma conversa de mulheres. Nossa, me sinto com sete anos novamente. -- Nem vem com essa carinha aí, Val. Você daria uma ótima atriz. –- Atriz pornô, né? Tá, parei. Ela não chega a ser pior que a irmã não.
–- Eu sei disso, mas eu ainda vou perder o meu homem.
A auto-confiança dessas mulheres de hoje em dia me assusta. Sério, Mas era verdade. Ele agora estava todo caidinho pela Miwa novamente. E o que torna tudo muito engraçado: Ela está sempre provocando ele, em todos os sentidos, e mesmo assim, sempre ignorando. Eu peguei um dia desses, ele tentando beijar ela, quando estavam bem perto, eu chega já estava na conclusão de que eles iriam se beijar e pronto, pude escutar um "Vai beijar a sua estilista, eu não sou uma cadela para voltar para você assim, de mãos beijadas não", e o Matt ainda teve a capacidade de responder que não tinha estilista. E ele ainda foi empurrado com tudo em cima das cadeiras de lá, porque eu ouvi um barulho de algo do tipo, além de uma Miwa se matando de tanto rir. Mas espera, ela tinha chamado indiretamente a Val de cadela... Definitivamente, eu amo essa mulher. É, eu não me dou com a Val mesmo. Nem com a gêmea dela, muito menos com a gêmea dela. Pois é, parece que as coisas não estão indo bem para mais ninguém, não é mesmo, Matt?
Ah é, esqueci que o cachorrinho teve que ir buscar o jornal para a dona Miwa.
Fale com o autor