The Other Girl

11 Capítulo 11 - Sick


Notas iniciais
Heey! What's up, bitches?! Eu finalmente resolvi voltar com The Other Girl após longos meses sem nenhum capítulo, infelizmente terei que cancelar aquela maratona de capítulos por enquanto, porém, tentarei o máximo conseguir realiza-la. Infelizmente, e provavelmente, esse será o único capítulo do mês, mas fevereiro terá, pelo menos, dois capítulos; eu tenho certeza! Bom, até as notas finais.

"Doente"

— Narradora —

Enquanto um dos pequenos "drones" fazia uma espécie de exame no corpo pendurado do ar, Star se perguntava o quanto iria demorar para o mesmo cair ao chão, então, logo em seguida, o cadáver fizera o que a morena pensava e aquele equipamento de Leo também.

— Peguei! — Fitz exclamou feliz, então, a hacker se virou e viu o pequeno objeto na mão do homem. Sorriu levemente para o mesmo, que logo retribuiu o sorriso. — Mais alguém notou o metal espalhado pelo corpo, como se houvesse um campo eletromagnético? — questionou ele retoricamente — A questão é: o que o criou?

— Precisamos levar o corpo ao laboratório o quanto antes. — disse Jemma, ajoelhada ao lado do homem morto — Tem algo sobre essas feridas...

— Skye e Star, o que descobriram sobre o quartel? — perguntou Coulson pelo comunicador.

— Enviaram uma equipe para New York, com uma dúzia de voluntários após a invasão Chitauri, incluindo Cross e Whalen. — respondeu a morena, coçando levemente o nariz.

— Talvez, tenha a ver com eles serem alvos? — Skye perguntou.

— Ou como foram mortos. — retrucou Ward pelo comunicador também.

— Fala de... Uma arma alienígena? — a castanha perguntou incerta e receosa.

— Vamos chegar lá antes que alguém mais chegue. — Phil falou, porém, ele não tinha respondido a pergunta.

~Xx~

— O que está procurando? — a menor das hackers perguntou para Simmons, que estava olhando o corpo bem próxima a ele.

— Uma vela perfumada. — respondeu Leopold quando se virou para as três mulheres.

— Você não, Leo. — Star disse, apontando discretamente para a meio loira quando o rapaz a olhou.

— Essa ferida. Alguma coisa não faz sentido. — respondeu a cientista — Inicialmente, achei que fosse uma ferida de entrada, como em um tiro, mas não são.

— É uma ferida de saída. — a morena completou ao entender o raciocínio da outra e logo o único homem se juntou na conversa.

— E se essa arma sobrecarregou o cérebro, que ultrapassou o limiar da capacidade elétrica, e daí o descarregou, como um PEM?

— Você acha que lidamos com uma fonte externa. — afirmou Star, que olhou diretamente para Jemma e depois para Skye.

— Eu digo que foi algo de dentro dele. — retrucou Simmons, porém, todos eles pararam de falar, assim que o tablete começou a apitar.

— Algo está acontecendo... — resmungou a castanha — O satélite está captando outra leitura.

— Está vindo do quartel dos bombeiros. — completou a morena, franzindo o cenho em preocupação.

— Fitz-Simmons, estão vendo isso? — Melinda perguntou pelo comunicador e logo o vídeo apareceu na tela.

— Não é uma arma, contudo, causou uma descarga craniana. — disse Jemma. Eles pararam por um momento e prestaram atenção na conversa que o tio zumbi possuía com um dos bombeiros até que chegou em uma parte interessante:

— ... Estava enferrujado e fomos limpá-lo!

— Não era ferrugem. May, não o toque! — a cientista exclamou e Star finalmente entendeu.

— Tio zumbi, ele não está usando uma arma. Está infectado. — disse a morena, suspirando pesadamente em seguida — Achamos que o elmo era a fonte de um vírus alienígena.

— Tudo que fizemos foi limpá-lo. Eu juro. — falou o bombeiro — Eu, Frankie e Adam. Estávamos entediados e, então, decidimos limpá-lo. — ele logo raciocinou e seu tom meio desesperado virou algo compreensivo e meio tristonho — Adam e Frankie...

— Sr. Diaz, estou baixando a arma, certo? — disse Coulson e a mais alta das hacker jurou tê-lo escutado guardando a mesma.

— Tio zumbi, ele está à 600MJ e subindo. — informou a morena novamente.

— Senhor? — chamou Jemma quando não tiveram uma resposta clara.

Mais uma vez, sem respostas.

— Senhor, precisa sair daí agora mesmo! Ele vai... — Fitz tentou alertar, mas Phil desligou o seu comunicador e, assim, interrompendo o primeiro.

— Oh, Céus! Ele têm sérios problemas. — resmungou a morena, virando para Leopold enquanto apoiava-se com os cotovelos e de costas para a mesa do laboratório, e via o mesmo concordar consigo.

~Xx~

Star observava Fitz passar uma espécie de escâner em Ward, Melinda e Coulson, para saber se os três estavam infectados ou não. Ela estava tensa e sentia-se incrivelmente cansada, parecia que estava pegando um resfriado.

— Tudo limpo. Sem traços de energia eletrostática. — informou o cientista, fazendo a morena suspirar aliviada.

— E os outros bombeiros? — questionou Skye a Jemma.

— Ficarão em quarentena em uma instalação S.H.I.E.L.D. de contenção. — respondeu Simmons. Então, alguns homens passaram por elas com roupas especias e segurando o elmo Chitauri em uma caixa.

— Notaram que estão pondo o lance alienígena infectado na nossa caminhonete? — Skye perguntou, assim que o resto da equipe se aproximou delas.

— Vamos leva-lo até a Caixa de Areia. — Coulson respondeu.

— Caixa de Areia? — Skye, confusa, fez outra pergunta.

— Uma instalação da S.H.I.E.L.D. de pesquisas no Atlântico. Especialistas em materiais perigosos. — Star respondeu, sentindo a garganta incomodá-la e o cansaço ficar ainda maior. Tinha pegado um resfriado obviamente.

— Se o que suspeitam for verdade... Se isso for um vírus, aqueles bombeiros podem estar infectados... Eles precisaram de uma cura. — Phil falava diretamente para Jemma e Star — Encontrem uma.

— Sim, senhor. — Simmons respondeu, enquanto o outro começava a andar mais a frente e levava os outros consigo, deixando apenas ela e a morena um pouco para trás.

~Xx~

— Odeio resfriados. — Star reclamou, coçando o nariz de forma agressiva.

— Depois eu vejo isso isso.

— Eu quero que você veja nada, Doutora Simmons. — a morena disse num tom mais alto e quase irônico — Só queria um remédio para a minha...

— Senhor, acho que descobrimos algo. — Jemma fez sua voz ecoar nos alto falantes do avião em um chamado simples — Pode vim ao laboratório.

— Você me ignorou?!

— Já estou indo. — agente Coulson respondeu.

— Por que você me ignorou?! — a hacker fingia-se indignada e fazia gestos dramáticos para completar.

— Porque seu resfriado não é prioridade. — Simmons respondeu.

— Você enlouqueceu?! Mas é claro que é prioridade, porque se eu morrer pessoas de grande influência irão vim atrás da mulher que me negou um remédio para a minha garganta!

— Está delirando. — a médica retrucou.

— Quer apostar quanto?

— Apostar o quê? — Phil acabara de entrar no laboratório.

— Nada.

— A vingança pela minha futura morte.

— O quê?!

— Esquece e apenas olhe para o projetor. — a morena finalizou aquela conversa ao se aproximar do computador.

— Então, para o que estou olhando? — tio zumbi questionou, assim que Star colocou a imagem do computador.

— Espere... — Jemma disse, então, as amostras pareciam ter eletrocutado uma a outra por um instante.

— O que foi aquilo?

— Uma descoberta inovadora, pelo visto. — Star respondeu, sem animo.

— Acreditamos que os bombeiros contraíram o vírus quando limparam o capacete. Um tipo de organismo Chitauri ativado por fricção.

— Espere aí... Essas células vieram dos bombeiros? — Phil perguntou apontando para o projetor.

— Do cérebro, sim. Último estágio da infecção. — a morena respondeu.

— Alguns vírus "dormem" dentro de células hospedeiras, por anos antes de se reproduzir, como fizeram no capacete, a fonte inicial. — Jemma finalizou.

— Mas o que as células nos dizem, é que estamos lidando com um vírus de propagação, o que significa... — a hacker deixou a frase pairando por um breve instante.

— Que o vírus é contagioso. — Até que Phil completou a mesma.

— Exatamente! — exclamou a meio loira. — E essa é a parte mais interessante, como ele se espalha.

— Deuses. — Star resmungou chocada ao ver um objeto entre ela e a outra mulher começar a flutuar.

— Não é pelo ar ou por fluídos...

— Mas através de choque estático elétrico. — Jemma foi interrompida pela hacker, que estava chocada ao ver o objeto ainda no ar e ao começar a ter raciocínios nada bons.

— Não vimos nada parecido na Terra. — a doutora estava muito empolgada com tal descoberta, enquanto os outros dois olhavam um para o outro de um jeito preocupado — Não acredito que um vírus possa alterar a densidade molecular de seu hospedeiro. Mas explicaria a flutuação. — Coulson começou a retira-se do laboratório, sem que Simmons percebesse e sob o olhar triste e chocado de Star — Espere até os virologistas do CCD e do QG da S.H.I.E.L.D virem isso. — então, ela finalmente percebeu — Senhor, algo errado?

— Sinto muito, Jemma e Star. — ele trancou o laboratório e um barulho muito alto ecoou pelo espaço que estavam. A doutora virou-se para trás apenas para ver o objeto flutuando.

— Aí. — ambas resmungaram no exato momento que o objeto caiu.

— Não...

— E você ainda me negou um remédio como um último pedido. — Star sorriu sem mostrar os dentes.

Notas finais
Espero que todos me perdoem pela imensa demora, mas eu tento o máximo possível melhorar isso. E acredito que esse ano será diferente. Também peço desculpas pela essa vagabudagem da minha parte por voltar a dividir capítulos, essa será a última vez que farei isso. O resto dos capítulos será 1 por episódio da série. Espero que tenham gostado, e se tiver alguma coisa estranha com a formatação do capítulo e porque eu postei ele pelo celular. Qualquer coisa me mandem um MP, estarei aqui quase sempre porque eu estou todos os capítulos de The Other Girl (como está escrito na sinopse). Beijos de purpurina púrpura adocicada com doce de leite, mes amours! ♥ ♥