The Only Exception
{ONE SHOT}
A menina de cabelos azuis, verdes e lilás, no auge dos 17, andava calmamente pelas ruas de sua cidade, recebendo olhares estranhos dos que passavam. Mas, quer saber de uma coisa? Ela não ligava. Já estava acostumada com tudo isso. Quem não a conhecia achava-a estranha por causa dos cabelos coloridos, e quem a conhecia achava-a estranha também, mas não por causa dos cabelos. A menina estranha tinha uma voz linda. Mas jurou nunca cantar sobre amor. Quando lhe perguntavam o porquê, ela simplesmente respondia: Para que cantar sobre algo que não existe?. Ela deixou de acreditar no amor quando era mais nova e viu o pai chorar e amaldiçoar os ventos. Ele havia partido o próprio coração. E ela teve que assistir, quieta, o pai tentar se recompor. A mãe tinha jurado nunca esquecer. Talvez ela soubesse que, em algum lugar no fundo de sua alma, o amor nunca a abandonou. E, sozinha, tentou achar outros meios de seguir em frente, ou apenas ficar com uma cara boa. Ela sempre viveu assim, mantendo uma distância confortável do amor, e até agora ela havia jurado a si mesma que estava feliz com a solidão, porque ninguém tinha valido o risco. Até que ela o conheceu. Ela tinha uma forte noção da realidade, mas simplesmente não conseguia deixar o que estava em sua frente. Ela sabia que ele estaria partindo de manhã quando acordasse, mas queria que ele deixasse para ela alguma prova de que não era um sonho. Talvez, mas apenas talvez, ele fosse uma exceção. A única exceção. E que ela estivesse no seu próprio meio de acreditar.
A menina de cabelos azuis, verdes e lilás, no auge dos 17, andava calmamente pelas ruas de sua cidade, recebendo olhares estranhos dos que passavam. Mas, quer saber de uma coisa? Ela não ligava. Já estava acostumada com tudo isso. Quem não a conhecia achava-a estranha por causa dos cabelos coloridos, e quem a conhecia achava-a estranha também, mas não por causa dos cabelos. A menina estranha tinha uma voz linda. Mas jurou nunca cantar sobre amor. Quando lhe perguntavam o porquê, ela simplesmente respondia: Para que cantar sobre algo que não existe?. Ela deixou de acreditar no amor quando era mais nova e viu o pai chorar e amaldiçoar os ventos. Ele havia partido o próprio coração. E ela teve que assistir, quieta, o pai tentar se recompor. A mãe tinha jurado nunca esquecer. Talvez ela soubesse que, em algum lugar no fundo de sua alma, o amor nunca a abandonou. E, sozinha, tentou achar outros meios de seguir em frente, ou apenas ficar com uma cara boa. Ela sempre viveu assim, mantendo uma distância confortável do amor, e até agora ela havia jurado a si mesma que estava feliz com a solidão, porque ninguém tinha valido o risco. Até que ela o conheceu. Ela tinha uma forte noção da realidade, mas simplesmente não conseguia deixar o que estava em sua frente. Ela sabia que ele estaria partindo de manhã quando acordasse, mas queria que ele deixasse para ela alguma prova de que não era um sonho. Talvez, mas apenas talvez, ele fosse uma exceção. A única exceção. E que ela estivesse no seu próprio meio de acreditar.
Lubs
Sinopse
{ONE SHOT}
A menina de cabelos azuis, verdes e lilás, no auge dos 17, andava calmamente pelas ruas de sua cidade, recebendo olhares estranhos dos que passavam. Mas, quer saber de uma coisa? Ela não ligava. Já estava acostumada com tudo isso. Quem não a conhecia achava-a estranha por causa dos cabelos coloridos, e quem a conhecia achava-a estranha também, mas não por causa dos cabelos. A menina estranha tinha uma voz linda. Mas jurou nunca cantar sobre amor. Quando lhe perguntavam o porquê, ela simplesmente respondia: Para que cantar sobre algo que não existe?. Ela deixou de acreditar no amor quando era mais nova e viu o pai chorar e amaldiçoar os ventos. Ele havia partido o próprio coração. E ela teve que assistir, quieta, o pai tentar se recompor. A mãe tinha jurado nunca esquecer. Talvez ela soubesse que, em algum lugar no fundo de sua alma, o amor nunca a abandonou. E, sozinha, tentou achar outros meios de seguir em frente, ou apenas ficar com uma cara boa. Ela sempre viveu assim, mantendo uma distância confortável do amor, e até agora ela havia jurado a si mesma que estava feliz com a solidão, porque ninguém tinha valido o risco. Até que ela o conheceu. Ela tinha uma forte noção da realidade, mas simplesmente não conseguia deixar o que estava em sua frente. Ela sabia que ele estaria partindo de manhã quando acordasse, mas queria que ele deixasse para ela alguma prova de que não era um sonho. Talvez, mas apenas talvez, ele fosse uma exceção. A única exceção. E que ela estivesse no seu próprio meio de acreditar.
A menina de cabelos azuis, verdes e lilás, no auge dos 17, andava calmamente pelas ruas de sua cidade, recebendo olhares estranhos dos que passavam. Mas, quer saber de uma coisa? Ela não ligava. Já estava acostumada com tudo isso. Quem não a conhecia achava-a estranha por causa dos cabelos coloridos, e quem a conhecia achava-a estranha também, mas não por causa dos cabelos. A menina estranha tinha uma voz linda. Mas jurou nunca cantar sobre amor. Quando lhe perguntavam o porquê, ela simplesmente respondia: Para que cantar sobre algo que não existe?. Ela deixou de acreditar no amor quando era mais nova e viu o pai chorar e amaldiçoar os ventos. Ele havia partido o próprio coração. E ela teve que assistir, quieta, o pai tentar se recompor. A mãe tinha jurado nunca esquecer. Talvez ela soubesse que, em algum lugar no fundo de sua alma, o amor nunca a abandonou. E, sozinha, tentou achar outros meios de seguir em frente, ou apenas ficar com uma cara boa. Ela sempre viveu assim, mantendo uma distância confortável do amor, e até agora ela havia jurado a si mesma que estava feliz com a solidão, porque ninguém tinha valido o risco. Até que ela o conheceu. Ela tinha uma forte noção da realidade, mas simplesmente não conseguia deixar o que estava em sua frente. Ela sabia que ele estaria partindo de manhã quando acordasse, mas queria que ele deixasse para ela alguma prova de que não era um sonho. Talvez, mas apenas talvez, ele fosse uma exceção. A única exceção. E que ela estivesse no seu próprio meio de acreditar.
Notas adicionais
E aí minhas pessoas?
-
Mentira, não são minhas pessoas, mas quem se importa?
-
É minha primeira one, baseada na música The Only Exception, de Paramore.
-
NÃO É UMA SONGFIC, mesmo sendo baseada em uma música, a one não é acompanhada pela letra da mesma.
-
Personagens de minha autoria, e se utilizar os mesmos sem minha autorização, é plágio, que é considerado
crime!
-
Ellicott City, a cidade em que a one se passa, é uma cidade REAL, assim como Maryland, o estado da cidade. Eu não sei se a cidade realmente é assim, mas eu queria utilizar uma cidade real ao invés de fictícia, mas não sei como a cidade é de verdade.
-
Enfim...
-
Tchau :3
-
Mentira, não são minhas pessoas, mas quem se importa?
-
É minha primeira one, baseada na música The Only Exception, de Paramore.
-
NÃO É UMA SONGFIC, mesmo sendo baseada em uma música, a one não é acompanhada pela letra da mesma.
-
Personagens de minha autoria, e se utilizar os mesmos sem minha autorização, é plágio, que é considerado
crime!
-
Ellicott City, a cidade em que a one se passa, é uma cidade REAL, assim como Maryland, o estado da cidade. Eu não sei se a cidade realmente é assim, mas eu queria utilizar uma cidade real ao invés de fictícia, mas não sei como a cidade é de verdade.
-
Enfim...
-
Tchau :3
Escrito por
Lubs
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 26 de dez. de 2014, 04:18
Atualizado em 26 de dez. de 2014, 04:18
1873 palavras
As opções ainda não foram implementadas
Nada para exibir
Acesse este conteúdo em outro dispositivo
Notas adicionais
E aí minhas pessoas?
-
Mentira, não são minhas pessoas, mas quem se importa?
-
É minha primeira one, baseada na música The Only Exception, de Paramore.
-
NÃO É UMA SONGFIC, mesmo sendo baseada em uma música, a one não é acompanhada pela letra da mesma.
-
Personagens de minha autoria, e se utilizar os mesmos sem minha autorização, é plágio, que é considerado
crime!
-
Ellicott City, a cidade em que a one se passa, é uma cidade REAL, assim como Maryland, o estado da cidade. Eu não sei se a cidade realmente é assim, mas eu queria utilizar uma cidade real ao invés de fictícia, mas não sei como a cidade é de verdade.
-
Enfim...
-
Tchau :3
-
Mentira, não são minhas pessoas, mas quem se importa?
-
É minha primeira one, baseada na música The Only Exception, de Paramore.
-
NÃO É UMA SONGFIC, mesmo sendo baseada em uma música, a one não é acompanhada pela letra da mesma.
-
Personagens de minha autoria, e se utilizar os mesmos sem minha autorização, é plágio, que é considerado
crime!
-
Ellicott City, a cidade em que a one se passa, é uma cidade REAL, assim como Maryland, o estado da cidade. Eu não sei se a cidade realmente é assim, mas eu queria utilizar uma cidade real ao invés de fictícia, mas não sei como a cidade é de verdade.
-
Enfim...
-
Tchau :3
Autor
Lubs
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 26 de dez. de 2014, 04:18
Atualizado em 26 de dez. de 2014, 04:18
1873 palavras