Notas iniciais
Oieeeee gente linda!! Fiz um capítulo novo pra vocês e apesar de pequeno, espero que gostem :) Aproveitem xxxx (avisos sempre no final do capítulo) ♥

Santana estava saindo do estúdio com sua bolsa no braço e o celular em mãos. Ela estava tão distraída que sequer percebeu que tinha alguém encostado em seu carro.

“Hey” Uma voz rouca, porém suave à fez tirar os olhos do celular e finalmente encontrar os olhos castanho-esverdeados que sempre amou.

Fazia uma semana desde que Santana resolveu dar uma chance para Quinn, e a cada dia que se passava a médica se segurava para não mandar uma mensagem ou ligar para Santana. Ela sabia que não podia pressionar e que precisava começar devagar, mas hoje era sexta-feira, o final de semana estava começando e por estar com saudades da latina, Quinn resolveu que faria uma surpresa para a mesma indo até o estúdio e a convidando para jantar. Até porque, isso é normal entre amigos, certo?

“Quinn?” Santana abriu um sorriso suave se aproximando.

“Hey Tana.” Quinn sorria adorável, se aproximando da latina e depositando um beijo em sua bochecha. “Espero que não se importe, mas pensei que talvez pudéssemos sair para jantar?” A médica inclinou sua cabeça para o lado, mordendo o canto de seu lábio fazendo Santana rir. A latina não sabia se estava 100% preparada para isso, mas ela também sabia que se não tentasse e realmente desse uma chance como tinha dito, ela nunca saberia se sua amizade com Quinn daria certo.

“Eu adoraria, Quinn, mas Maya está me esperando em casa.” Santana sorria e percebia que a cara de felicidade de Quinn diminuía a fazendo se arrepender do que tinha dito. “Mmm, talvez posso ligar para minha mãe e dizer que vou chegar mais tarde?”

“Mesmo? Porque eu adoraria te levar para jantar comigo. Tem um restaurante delicioso próximo ao central park e tenho certeza que você vai adorar.” Quinn falava empolgada.

“Ok, me da só um minuto.” Santana desbloqueou seu celular ligando para sua casa e logo avisou para sua mãe que chegaria mais tarde, porque sairia para jantar. A latina não contou onde ou com quem sairia, até porque, não queria que sua filha soubesse de que estava se reaproximando de Quinn.

Assim que desligou o telefone, Santana começou a repensar se tudo isso estava certo. Sua cabeça girava em torno de Quinn e Samantha todos os dias. Ela não podia negar que sentia falta de Sammy, mas pensou que talvez a pianista precisasse de um tempo e ela daria o tempo que fosse para Samantha poder voltar a vê-la. Durante toda a semana se perguntou se fez certo em dar uma segunda chance para Quinn. Até porque, só ela sabe o quanto Quinn a machucou por ter ido embora e a latina ainda sentia que seu coração continuava machucado, porém, ela também não podia negar que seu coração ainda batia apaixonada pela médica, mesmo quando tentava evitar.

“Mm, podemos ir?” Quinn perguntava.

“Podemos, minha mãe ficará com Maya por mais algumas horas.” Santana sorria. “Mas você veio de carro? Porque qualquer coisa eu te sigo até o restaurante e. – “

“Não.” Quinn ria baixo. “Eu vim de taxi. Ficaria muito feliz em aceitar sua carona, Lopez.” A médica brincava suavemente fazendo Santana rir baixo.

“Ok então.” A latina ajeitou sua bolsa em seu ombro, acionando seu alarme para destravar seu carro e colocou suas coisas no banco de trás antes de ir para o banco do motorista, enquanto Quinn já estava do lado do passageiro com o cinto de segurança a esperando.

Santana sabia que isso era o primeiro passo em que as duas davam para a tão pedida chance que Quinn tinha feito na semana passada. Ela sabia que tudo isso só daria certo se ela se esforçasse. Era difícil, mas ela tinha dito que tentaria e essa era sua chance de mostrar que realmente estava tentando. Claro que nada aconteceria da noite para o dia. Ela não confiaria em Quinn de um minuto para outro, mas era um jantar que mal teria nisso? Era um começo para ambas e Santana deu sua palavra que tentaria.

Xxxx

“E então, você já conseguiu voltar para o hospital?” Santana perguntava enquanto as duas já estavam sentadas em uma mesa no restaurante em que Quinn tinha a levado. Ambas esperavam que seus pedidos chegassem e enquanto isso, a latina resolveu quebrar o silêncio.

“Volto na próxima semana. Precisei pedir minha demissão do hospital da Flórida e da um pouco de trabalho para eles me trazerem de volta.” Quinn sorria falando suavemente. “Vou ter meu escritório de volta e meus pacientes também. Pelo menos alguns deles.” A médica tomava um gole de sua água e Santana assentia pensando se Maya seria uma dessas pacientes que voltaria a ter Quinn como sua médica e isso era algo que a preocupava.

“Isso é ótimo.” Santana sorria. “Mmm... E como foi?” A latina pausava. Apesar de não saber se sentiria a vontade querendo saber da vida de Quinn na Flórida, Santana não podia negar que estava curiosa não só sobre a vida pessoa da médica, mas também a profissional. “Como foi trabalhar na Flórida?”

“Todas aquelas crianças são uns amores.” Quinn falava feliz por Santana ter perguntado. “Algumas eram tão carentes que era de cortar o coração. Muitas vezes alguns apenas apareciam no consultório para conversar ou para me ver. É incrível como eles são amorosos.” A médica sentia seu coração acelerando ao se lembrar das crianças que cuidou. “Eu não tinha muita folga ou descanso, mas gostava de trabalhar daquele jeito. Me fazia manter a cabeça ocupada quando estava com saudades e também adoro estar sempre rodeada de crianças.” A loira comentou e Santana não pode deixar de perceber a mudança em voz ao falar das saudades.

“Isso é ótimo. Você estava fazendo algo que sempre quis e que sempre amou.” Santana comentava quando a garçonete voltava com seus pedidos. “E você já conhecia algum outro médico por lá?” A latina agradecia sorrindo para a garçonete e pegava seu garfo para começar a comer.

“Na verdade não.” Quinn ria baixo, começando a comer junto com a latina. “Achei que seria difícil me encaixar em um lugar novo, mas me surpreendi o tanto os outros médicos são acolhedores. Algumas inclusive se disponibilizaram para me ajudar no que fosse preciso.” A loira colocava um pedaço de seu salmon na boca dando uma pausa para continuar falando. “Fiz alguns colegas que se possível, pretendo continuar pedindo ajuda.” A médica riu baixo e não podia negar que estava adorando comentar sobre isso com Santana.

“Alguém em especial?” Santana perguntou e ao perceber o rumo que tinha levado sua pergunta, sentiu seu coração acelerando e rapidamente tentou consertar. “Digo, algum amigo ou amiga?”

“Mm, na verdade não. Apenas colegas mesmo que encontrava no hospital. Não tinha muito vida social na Flórida e era sempre no hospital e em casa. Raramente fazia algo para me distrair.” A médica respondia e por alguma razão Santana se sentia aliviada por saber que Quinn não tinha ninguém em especial, mas claro que isso não durou por muito tempo. “Claro que teve algumas vezes que meu colega me chamou para sair, mas as coisas eram diferentes.”

“Diferentes como?” Santana perguntou novamente sem pensar. Claro que ela não estava interessada na vida amorosa de Quinn, até porque, a médica não lhe devia nenhuma satisfação e podia sair com quem quisesse. Era isso o que ela se forçava a pensar.

“Ele...” Quinn respirava fundo com medo de que sua resposta fosse estragar o momento, mas também sabia que era exatamente que isso era o que Santana queria ouvir. “Mmm... Ele não era você.” A médica sussurrou e naquele momento seus olhares se encontraram e ambas ficaram em silêncio.

O coração da latina disparava em seu peito enquanto o de Quinn parecia que saltaria por sua garganta a fora. Ouvir essa resposta fazia Santana se sentir bem, apesar de não saber se realmente queria ter ouvido isso. Ela ainda estava machucada e algumas reações de Quinn ainda a faziam se lembrar do quanto sofreu por achar que a médica não a amava e agora isso era tão novo que muitas vezes era difícil de acreditar.

A latina rapidamente desviou seu olhar para sua comida tentando regular sua respiração.

“E como está a saúde de Maya?” Quinn tentava entrar em outro assunto com medo de que sua última resposta estragasse o momento.

“Depois do susto que levei da última vez, Maya parece estar bem. Anda tomando seus remédios sem reclamar e suas faltas de ar melhoram muito. Espero que aquilo nunca mais se repita. Eu senti tanto medo que algo fosse acontecer com ela que mal conseguia pensar direito.” Santana respondia suavemente e no mesmo instante sentiu a mão de Quinn pousar por cima da sua.

“Aquilo nunca mais vai acontecer. Prometo que enquanto eu estiver perto de vocês vou ajudar no que for preciso. Maya é uma garota muito forte.” A médica sorria acariciando a mão da latina com seu polegar.

Santana sentia tanta falta daquilo que não hesitou em deixar sua mão no mesmo lugar onde estava. Claro que elas estavam começando muito devagar, mas aquele toque... Fazia parte dos detalhes entre elas no qual sempre esteve em seus sonhos desde quando Quinn partiu. Os toques que a fazia se sentir segura. Os abraços que a fazia se acalmar, assim como aqueles olhos que ela tanto amava que a fazia se esquecer do mundo a sua volta.

“Obrigada, Q.” Assim que a latina a chamou pelo seu apelido, Quinn mordeu o canto de seus lábios sentindo seu peito explodindo. Ela estava tão feliz por Santana ter dado essa chance e estar ali ao seu lado era algo que a fazia se sentir ainda mais positiva e segura de que tudo daria certo.

Para a surpresa de ambas, o assunto fluía naturalmente e muitas vezes Santana se pegava encarando Quinn e se perdendo em seus olhos sentindo seu coração acelerando. Ela não queria admitir que ainda estivesse apaixonada por Quinn como todos dizem e tentava ignorar o máximo para não deixar suas borboletas voaram em seu estomago e escondia toda a sensação que estava sentindo naquele momento.

As horas passaram como um piscar de olhos e quando deram por si o relógio já marcava nove horas. Santana pediu a conta, mas Quinn insistiu que ela pagaria já que foi a médica quem a convidou. Antes de saírem, a garçonete voltou se aproximando de Quinn e lhe entregando um pedaço de papel discretamente, fazendo não só a médica, mas também a latina franzirem o cenho sem entender.

“Mmm, alguém aí está afim de você.” Santana brincava enquanto saíam do restaurante. Ela não sabia se o que estava sentindo eram ciúmes, mas por dentro... Lá no fundo, Santana não tinha gostado do que viu, porém como sempre, a mesma tentou ignorar.

“Ela não faz meu tipo.” Quinn respondia dando de ombros olhando o número de telefone que estava no papel em que a garçonete tinha lhe dado.

“Mas você com certeza faz o dela.” Santana brincava. “Aliás, deve fazer o tipo de muitos.” A latina olhava para frente enquanto andavam até seu carro.

“E por que eu faria o tipo de muitos? Não tenho nada de especial.” Quinn arqueava suas sobrancelhas encostando seu ombro ao da latina que começava a rir.

“Fala sério, Fabray, você é linda.” Santana revirava os olhos e naquele momento, Quinn sorria ao ver o quão fácil estava sendo para as duas estarem brincando daquela forma e o quão natural foi para Santana dizer aquelas palavras. “O que?” A latina perguntou ao perceber que a médica a olhava feita boba.

“Você disse que sou linda.” Quinn sussurrou e agora estavam próximas ao carro da latina.

“Bom, isso não é segredo para ninguém.” Santana olhava para seus sapatos, enquanto acionava o alarme de seu carro. “Todos com olhos podem ver isso.” A latina brincou mais uma vez, dando de ombros e antes que o assunto continuasse, Santana resolveu mudar de assunto. “Mmm, você quer que eu te deixe em casa?”

“Mmm... Não, tudo bem, vou pegar um taxi e. – “

“Argh, entra logo no carro, Fabray.” Santana empurrava o ombro de Quinn suavemente a fazendo rir e agradeceu mentalmente por ter quebrado o rápido clima que tinha aparecido entre elas.

O caminho até a casa de Quinn foi tranquilo e não houve nenhum clima que estragasse a noite de ambas. Santana contava como estavam suas aulas de dança e que estava empolgada, porque daria aula para crianças no próximo semestre e que seria um grande desafio.

Quinn sempre perguntava mais sobre as aulas tentando compensar todo o tempo em que ficou fora e perdeu essa parte da vida de Santana. A médica sabia o quanto dança era sua paixão e podia ver os olhos da latina brilharem sempre que contava sobre algo novo ou de alguma competição em que a escola os inscreveu.

O assunto estava tão bom entre elas que quando deram por si o carro de Santana parava em frente à casa de Quinn. A latina avistou um carro a mais em sua garagem e seu olhar de curiosa não passou despercebido pela médica que sorria.

“Meus pais estão em casa.” Quinn encostava sua cabeça no banco, soltando seu cinto. “Vieram me visitar esses dias.”

“Oh” Santana desviava seu olhar para suas mãos no volante sem saber o que fazer naquele momento. Aquilo não era um encontro, e as coisas não deveriam estar começando a ficar tão estranhas.

“Bom, obrigada pela carona, Tana. Espero que tenha se divertido hoje e que tenha gostado do restaurante.” Quinn falava suavemente sem tirar os olhos da latina. Ela não sabia o que esperar e tentava agir naturalmente. Afinal, isso era só o começo e o primeiro passo era conquistar novamente a confiança de Santana se tornando sua amiga e amigas não se beijam, certo?

“Imagina, eu adorei o jantar, Q, obrigada.” Santana se virava pela primeira vez olhando Quinn, e seus olhos no mesmo instante se encontraram.

“Sentia falta de te ouvir me chamando de Q.” Quinn sussurrava falando suavemente.

E eu senti sua falta me chamando de Tana. Senti falta dos seus beijos e... Para de pensar nessas coisas, Santana. A latina pensava abrindo um meio sorriso sem saber o que dizer.

“Mmm...” Quinn mordia o canto de seus lábios, olhando dos olhos da latina para a boca da mesma. “Será que... Mmm, será que podemos repetir nosso jantar outro dia?” A médica falava tão adorável que Santana se segurava para não sorrir demonstrando o quão derretida ficava quando Quinn agia daquela forma.

“Quinn,” Santana tirava sua mão do volante, pousando sobra sua coxa e pelo tom de voz da mesma, Quinn sentiu seu coração apertando com medo de que isso fosse o começo de um fora e rapidamente tratou de fingir que estava tudo bem.

“Se não quiser tudo bem, Tana, não tem problema, eu vou entender, até porque estamos indo devagar e. – “ A médica disparava a falar e rapidamente foi interrompida por Santana que começava a rir.

“Ow, se acalma, Fabray, está tudo bem.” Santana continuava rindo. “Vou pensar, está bem? Minha semana anda muito corrida.”

“Claro, Tana. Eu entendo.” Quinn sorria decepcionada, sentindo seu coração apertando.

“Olha Quinn, não é fácil pra mim, está bem? Não posso mentir pra você e dizer que estou bem com tudo isso, porque ainda não estou. Eu disse que ia te dar uma chance, mas não por pena e sim porque é algo que eu quero. Você precisa entender que apesar disso, ainda é difícil olhar pra você e não se lembrar do quanto sofri e do quanto te odiei por tudo que tinha acontecido.” Santana falava suavemente e Quinn apenas assentia sem saber o que dizer. Ainda era difícil saber que Santana não tinha lhe perdoado. “Nessa semana em que passou pensei bastante em tudo o que você me disse e acho que te dando uma chance a gente pode recomeçar e nos tornamos grandes amigas, mas você precisa entender que isso realmente precisa ir devagar, Quinn, porque qualquer deslize corre o risco de eu dar um passo para trás. Minha filha te ama e eu...” Santana respirava fundo. “E... E eu realmente gosto de você, mesmo com todo o ódio que senti por você naqueles meses. Eu adoraria sair com você de novo, Q, mas vamos com muita calma, está bem? Prometo que vou tentar, mas você precisa ver que nada disso é fácil. Meu coração ainda está bastante machucado e está difícil para confiar em você novamente.” A latina terminou de falar e podia sentir seu coração acelerado. Ela sabia que precisava ser sincera com Quinn e mostrar que nem tudo estava perfeito como a médica parecia imaginar.

“Tudo bem, Tana.” Quinn sorria suavemente, passando a mão rapidamente sobre sua bochecha disfarçando a lágrima que insistiu em cair. “E-eu entendo.”

“Quinn...” Santana pousava sua mão sobre a da médica sentindo seu corpo se arrepiando.

Apesar de Quinn tê-la feito sofrer, Santana odiava ver a médica daquela forma por sua causa. Mesmo sabendo o quanto estava difícil se aproximar, também sabia que seu coração apertava quando Quinn chorava por sua causa.

“Tudo bem, Tana.” A médica forçava um sorriso fraco. “E-eu preciso ir.” Quinn abriu a porta de seu carro, mas antes que saísse Santana a puxou fazendo-a olhar em seus olhos.

“Sei que isso também não é fácil pra você, Q, mas tenta entender, está bem?” Santana falava suavemente, colocando uma mecha do cabelo de Quinn para trás da orelha. “Eu disse que tentaria e é exatamente o que estou fazendo.” A latina sorriu suavemente depositando um beijo suave na testa de Quinn, agindo por impulso.

Por mais que aquele gesto tenha sido simples foi o suficiente para fazer Quinn perder sua respiração, fechando seus olhos ao sentir os lábios macios da dançarina contra sua pele. Ela sentia tanta falta desses pequenos gestos que seu coração apertava e as borboletas batiam asas sem parar em sua barriga.

“Eu te amo, San.” Quinn sussurrou, levando sua mão contra a bochecha da latina e acariciando com o seu polegar.

“Eu sei.” A latina respondia carinhosamente sem entender do porque tinha chegado a tal ponto. Há alguns dias atrás ela sequer queria ouvir falar de Quinn. Há algumas horas atrás ela estava fazendo um discurso de que Quinn deveria esperar porque ela estava machucada e agora aqui está Santana Lopez confortando a médica com gestos carinhosos. Gestos que sequer imaginou que faria nesse curto período em que resolveu dar sua chance para a loira. “Nos falamos depois, está bem?” Santana depositou outro beijo na testa de Quinn que assentiu.

“Nos vemos depois.” Quinn depositava um beijo na bochecha da latina descendo do carro se sentindo uma adolescente em seu primeiro encontro. Exceto que ela não ganhou o seu beijo de boa noite como gostaria. “Boa noite, Tana.” A médica acenou fechando a porta do carro e Santana esperou que a mesma desaparecesse para dentro de sua casa.

Santana não sabia como tinha chegado ao ponto de confortar Quinn, mas sabia que não tinha se arrependido de ter ido jantar com a médica naquela noite. Ela tinha dito que tentaria e talvez sua mãe tenha razão. Santana ainda está apaixonada por Quinn e são esses simples gestos impulsivos que mostram isso. A latina se assustava com medo de que novamente fosse ser deixada para trás, mas claro que apesar de ter ficado despedaçada, ver a médica novamente tão carinhosa e lhe dizendo que a amava, fazia com que a latina não conseguisse pensar em outra coisa a não ser naquelas palavras que ela tanto esperou. "Eu te amo, Tana". Palavras que se repetiam várias e várias vezes em sua cabeça. Apesar do medo, talvez, fosse exatamente esse o motivo pelo qual ela não conseguia ficar longe de Quinn, porque elas ainda se amavam.

Notas finais
Uma novidade pra vocês, minhas férias estão chegando e isso significa apenas uma coisa... postagens frequentes, porque eu sou uma pessoa sem vida que não tem mais o que fazer nas férias, sim. Hahahaha. Como eu tinha dito (não sei se foi aqui), fiz uma fanfic nova, chama Hurricane, para quem não viu ainda e quiser dar uma olhadinha, here we go (http://fanfiction.com.br/historia/562170/Hurricane/) Espero que gostem. x Review? xxxxxxxx