The Next Door.

6 Try to give a chance


Notas iniciais
Oi pessoal to postando aqui super rapido enquanto minha mãe não me acorda e me mata, espero que gostem do capitulo e esse tem cenas Klaroline :3 BJBJBJ e obrigada pelas reviews.

Klaus estava sentado nas escadas de incêndio, o cigarro na boca, um olhar distraído. Fiquei parada o observando alguns segundos, desde que meu pai havia ido pro hospital na semana anterior, vínhamos melhorando nossa convivência a passos lentos. Muito lentos. Mas já era alguma coisa.

– Bom dia. – Sorri para ele e o loiro afastou para dar espaço para eu me sentar, o fiz.

– Tudo bem com seu pai? – Perguntou ao notar que eu não sairia dali sem uma conversa, nesse meio tempo que havíamos nos aproximado um pouco já havia percebido que ele não gostava muito de deixar a guarda baixa. E amizades novas para ele, era uma forma de se sentir indefeso.

– Sim, o namorado dele, eu e minha mãe alternamos os dias para cuidar dele, os médicos disseram que ele esta em um ótimo ritmo de recuperação. – Ele soltou a fumaça lentamente, parecia mais distante que o costume e incomodado com algo.

– Quer? – Ofereceu o cigarro enquanto fitava o céu, era uma manhã nublada, um daqueles dias cinzentos que trazem conforto, ou tristeza.

– Eu não fumo, obrigada. – Seus olhos claros me encararam com uma diversão que eu podia ver bem fundo, mas que estava ali.

– Você nunca sequer experimentou? – Perguntou com seu típico tom, como se fosse um macho alfa.

– Não. – Revirei os olhos e ele riu de lado.

– Não quer experimentar? – Agora eu podia ouvir aquele fio de diversão em sua voz e eu o observei, querendo notar alguma reação em sua fisionomia, mas não havia nada ali.

– Não, obrigada. – Respondi simplesmente e ele me olhou.

– Caroline Forbes esta com medo? Eu não vou contar pra sua mãe. – Klaus deu um sorriso de lado, de certa forma eu estava mesmo com medo que ele contasse a minha mãe. Ele sabia, assim como de alguma forma devia ter percebido que eu jamais fugia de um desafio, ainda mais tão patético quanto aquele.

– Me passa esse cigarro. – Meu professor me entregou e esperou, assim que traguei, ou tentei, comecei a tossir muito e ele conseqüentemente passou a rir de mim, enquanto eu tentava inutilmente xingá-lo.

Passamos alguns minutos ali em silencio, enquanto eu me recuperava da minha tentativa falha de fumar, até que Klaus se levantou e começou a caminhar para sair dali. Eu estava distraída olhando o belo céu cinzento, que de certa forma me trazia paz, quando o ouvi dizer antes de desaparecer em direção ao seu apartamento.

– Fico feliz que seu pai esteja bem. – Deu uma pausa. – Mas não vou aliviar pro seu lado por isso, então é bom estar na minha casa no horário certo pra aula.

Ri sozinha do comportamento dele, mesmo quando tentava não conseguia deixar de ser um babaca.

Klaus POV.

Eu a estava deixando se aproximar e aquilo estava ficando perigoso, porque além de detestar amizades aquela atração por Caroline estava cada vez mais forte. Aquilo estava me atormentando. Muito.

Me joguei no sofá de casa, observei o teto branco o qual minha noiva, ou melhor ex noiva, tanto havia insistido para pintar de uma cor mais bonita. Mas eu achava aquela cor a mais bonita, por ser a junção de todas as outras, era tudo e nada, ao mesmo tempo.

Peguei outro cigarro, fiquei com o mesmo na boca pensando no quanto vinha fumando ultimamente, o retirei e joguei em qualquer lugar da mesa. Fechei os olhos, precisava dormir um pouco, minha cabeça estava muito bagunçada e além de tudo Caroline tinha aula aquela tarde, naquele estado eu seria mais babaca que o costume.

Caroline estava com a garrafa de vinho na mão e encheu seu copo. Voltou para meu lado e eu observei suas curvas no curto vestido preto. Mordi o lábio inferior e respirei fundo, ela era tão linda. Tomei outro gole do vinho e ela sorriu para mim, retirou o copo da minha mão e colocou os dois sobre a mesa.

Fiquei a olhando.

– Quando nós vamos parar de joguinhos? – A olhei sem entender e ela se aproximou mais. – Eu sei que você me quer Klaus. – Caroline depositou um beijo rápido no meu pescoço e eu suspirei. Ela era minha aluna. Eu nunca havia ficado com uma aluna.

Mas eu queria, queria muito. Queria tanto que quando me dei conta, meus lábios estavam grudados aos dela.

Já estava feito, então me entreguei ao desejo, puxei a loira pela cintura e mordi seu lábio inferior, ela suspirou e colocou seus braços ao redor do meu pescoço.

Desci os beijos para seu pescoço e comecei a dar leves chupões, Caroline arranhou minha nuca de leve e isso me fez rir em seu pescoço, aquilo foi como um incentivo.

Deitei ela no sofá e fiquei por cima, beijei-a, ela tentou tirar minha camisa, sem sucesso, a ajudei e conseguimos, ela me olhou e deu um sorriso malicioso.

– Você ta bem pra sua idade em? – Eu dei uma risada.

– Como se eu fosse velho. – Revirei os olhos e me aproximei de sua orelha, mordi o lóbulo e ouvi seu suspiro. – Você ainda não viu nada.

Novamente começamos a nos beijar, ela arranhava minhas costas, eu suspirei...

A campainha tocou e eu acordei sobressaltado, meu deus eu acabara de ter um sonho erótico com uma aluna, que agora era provavelmente a pessoa que batia minha porta.

Suspirei. Eu precisava dar uma chance a ela de se tornar minha amiga, assim pararia de ver ela dessa forma... Sexual.

Notas finais
Ok pessoal ta ai o capitulo espero que gostem e comentem. 1 milhão de beijos rs.