The Newolder History Of Bleach

2 Capítulo 2: Hideraro remains ill


Retrospectiva

- Okãsan (Mãe), já faz muito tempo que morou aqui. Mudou muita coisa? — pergunta Hideraro olhando para o mar de Karakura que estava visível olhando do alto pelo avião.
— Não sei musuko-chan (Filho). Acho que não. — responde Kiriko rindo e jogando bexiga com Rishimoru e sendo observada por todos do avião.
Hideraro continua a olhar para fora do avião.

- Quem são vocês? — pergunta uma menina sentada na cadeira.
— Eu sou Rishimoru Inozuki e eu sou Ryooru Hideraro — responderam respectivamente.
— Eu sou Matsume Nigawa e essa é Ainaru Kazumi. — diz Matsume puxando o braço da amiga aparentemente tímida, que está sentada logo atrás dela.
— O-Oi — acenou Kazumi um pouco vermelha.

Matsume levanta e leva a prova até ela. — O que há Mai kawai? (japonês de "meu fofo") Ontem você foi o primeiro a terminar, por que hoje a demora?- sussurrou Matsume no ouvido de Hideraro.

Hideraro vai caminhando na rua até que vê muitas pessoas caindo ao chão inconscientes e nota um Hollow de cor vermelha...

Hideraro olha paralisado para aquilo diante de seus olhos e...
O Hollow ergue o braço e direciona contra o Hideraro, que pula desajeitado para o lado e raspa a bochecha no chão.

- Não há para onde fugir humano.

Quando ele se prepara para ir contra Hideraro aparece três feixes finos de luz, um abaixo do outro bem no tronco do Hollow que abrem três buracos. Antes de o Hollow cair no chão ele se desintegra e finalmente morre. Hideraro olha pasmo para aquilo e vê uma sombra do seu lado, quando olha para trás...
— Ma-tsume?! — Pergunta Hideraro inquieto e surpreso. — Foi você que...?

Matsume o interrompe. — Não! Não foi eu que fiz isso. Isso foi fora do normal, quem será que fez? – respondeu ela olhando para frente com o cenho franzido.

Matsume e Hideraro em frente ao muro da escola.
— E agora, como vamos subir? Não temos mais árvore ao nosso favor – indagou Matsume.
— humm, já sei, suba em meus ombros e vá.
— Mas e vc...?

Hideraro a interrompe. — Vá! Lá de cima você pega em minhas mãos e me ajuda a subir.

Um homem com um sobretudo todo branco, cabelos brancos e olhos verdes claros, envolto pelas sombras os observa enquanto eles descem o muro .

Capítulo 2 – Bleach: Hideraro remains ill

Quando Matsume tenta descer da árvore logo após Hideraro, escorrega e cai sobre os braços de Hideraro.

–Você está bem? – ele pergunta.

– Sim, estou sim. – responde Matsume corada.

- Ei, Hideraro!!! – chamava Rishimoru com Kazumi e Raizo acenando. – Onde estavam? Estávamos preocupados com vocês – completou.

- Bem, estávamos, ehn...aqui, aqui mesmo, conversando sobre a vida.

- Tentando nos conhecer melhor – completou Matsume.

- Sei, sei, se conhecendo melhor, entendo – Rishimoru ironizou.

- O que é?Só conversando oras – ultrapassou Hideraro percebendo o tom sarcástico do amigo.

- Bom, nós devemos entrar porque já está na hora de voltar às aulas – propôs Raizo.

- e seu rosto hein?! Por que sua bochecha está vermelha? Por acaso sofreu os “atentados” da Matsume? — provocou Rishimoru.

- Não e você sabe que isso é um ferimento, não marcas de lábios de alguém. – respondeu Hideraro exasperado.

Rishimoru riu e quando se virou para voltar às aulas Kazumi disse: — Bem, nós devemos cuidar disso.

- Não não, é só um pequeno ferimento no rosto – disse Hideraro discordando.

- Pequeno ferimento? Onde se feriu? – indagou Kazumi.

Hideraro não esperava que alguém fosse perguntar e então respondeu ligeiramente:

- Nada, foi que eu caí da árvore, só isso.

- Antes de eu chegar ele estava lá – admitiu Matsume sabendo que, caso não o fizesse, desconfiaram de casos não reais.

- Minha nossa! E seus braços? E suas pernas?...

Hideraro tentava barrá-la.

... e seu pescoço?Deslocou? – ela foi complementando.

- Não! – respondeu Hideraro soando um pouco mais rude. – Ahn, desculpe-me, é que... eu realmente estou bem, apenas com esse machucado no rosto.

- Certo, então cuidemos de seu rosto – Kazumi insistiu.

- Não é preciso, está tudo bem, e além do mais perderemos as aulas se ficarmos preocupados com este pequeno ferimento. – Hideraro tentou refutá-la.

Kazumi olha para ele desconcertando suas palavras, diminui os olhos não concordando. — Pessoal, vão indo, eu vou levá-lo até a enfermaria para que cuidemos deste machucado.

- Não não, eu...

– Sim sim – Kazumi o ultrapassa e sorri delicadamente. – Vão, podem ir, fico aqui para ajudá-lo.

Rishimoru, Matsume e Raizo olham tão relutantes para ela como se dissessem: -Tudo bem, mas ainda achamos que está louca por perder a aula nesta causa – e então vão embora.

- Espera aí! Eu não sou nenhuma criança, eu sei ir até a enfermaria e...

Kazumi o interrompe mais uma vez. — Fique quieto, vamos lá, vai fazer isso comigo mesmo? — ela indagou com a mão esquerda na cintura.

- Mas...

- Mas nada – interrompe com um tom sério, mas ainda solene, tirando sua mão da cintura.

- Certo, eu vou. – aceita ele.

Kazumi fica alguns segundos olhando Hideraro, com a cabeça pouco erguida (já que ela é uns 7 centímetros menor) enquanto o vento balançava seus cabelos escuros e azuis levianamente.

– Você me entende Hideraro-kun?

Ela abaixa a cabeça vagaradamente. – Você é amigo meu, eu me preocupo com você, assim como me preocupo comigo mesma.

Hideraro cessa por alguns segundos e ela olha para cima novamente.

- Não fique mal, não quero isso, e além do mais, mal me conhece. Não quero deixar uma pessoa triste, ainda mais sem conhecê-la bem – pediu Hideraro soando misericordioso.

Hideraro toca no ombro de Kazumi. Ela olha fixamente em seus olhos, assim como ele o faz, e então suas faces se aproximam tanto até que...

- Não, não posso fazer isso – Hideraro se bloqueia colocando a outra mão sobre o ombro de Kazumi. – me desculpe mesmo, mas eu não posso, não quero fazê-la pensar que sinto algo sem realmente sentir.

Kazumi olha para baixo. – Não tem problema, sou eu quem deve desculpas – ela cora e olha para baixo por uns segundos e então levanta a cabeça com um sorriso abrangente. Kazumi então segura em seu braço direito e o leva empurrando e caminhando com um pouco de velocidade.

- Espera! Espera! – pedia Hideraro indo aos tropeços, segurado por Kazumi, e rindo assim como ela.

No pátio da escola, no canto rente a parede, Matsume observava os dois com os olhos pouco abertos e bem analisadores.

----------------------------------------------------------------------------------

Bem alunos, hoje teremos prova de História para reconhecimento sobre o conhecimento de vocês, desde que entraram em estudos.

- Professora, professora! – chamou Kazumi ofegante na porta com Hideraro ao seu lado.

- Onde estavam vocês dois hein? – perguntou a professora com um tom bravo e fulminante como se dissesse: — Não, não vão entrar mais.

Parte da sala cochichou por uns instantes, coisas como: — Onde eles estavam? O que estavam fazendo? Estão namorando? Ou até Se meteram em brigas? Demoraram em lanchar? Pelo menos não disseram que roubaram o lanche de alunos ou seqüestraram alguém e colocaram dentro de um porão.

- O que é essa fita curativa em seu lado esquerdo do rosto Hideraro-san? – pergunta a professora.

- É sobre isso que eu ia falar. Bem, Hideraro tropeçou e raspou seu rosto no chão. E então, eu fui com ele até a enfermaria e eles disseram que está tudo bem com ele. Isso é bom né? – disse Kazumi com um largo sorriso no rosto.

- O fato de ele estar com o rosto ferido não justifica a sua ausência na sua sala de aula – a professora reprimiu exasperada.

Kazumi retifica a face imediatamente.

- Eu te falei – disse Hideraro no ouvido de Kazumi com um pequeno sorriso no rosto que dizia: — Eu te falei a mesma coisa.

Kazume então, exasperada, bate em seu braço com o cutuvelo.

– Ai! – ele queixou-se.

- Mas é porque eu fiquei preocupada e...e então eu resolvi ir com ele. – explicou-se Kazumi.

- Tudo bem, tudo bem – suspirou a professora, como se estivesse hesitando a negar. – Entre garota! Vou lhe escrever um recado para que entregue a sua professora e entre na sua sala, já que você veio para cá, ao invés de ir estudar.

- Certo! — respondeu Kazumi fazendo sentido como fazem os soldados.

Hideraro riu levemente com essa atitude.

- Você Hideraro-san, sente-se! – ordenou vigorosamente.

- Ah sim sim – atendeu Hideraro apressado.

Foi a vez Kazumi exibir um curto sorriso com a mão cerrada frente a boca.

----------------------------------------------------------------------------------

*tec tec tec* Hideraro bate sucessivamente o lápis na mesa, sentido com sua terrível dor de cabeça e fazendo a prova de história para reconhecimento (((de seus conhecimentos))).

- Hideraro! Pare com o lápis! – pediu a professora, aparentemente já cansada de ouvir aquele barulho.

- Que dor de cabeça é essa? Minha mãe disse que deve ser por conta da viagem, mas isso está me matando! – Hideraro murmurava em sua cabeça sentindo muita dor. Em seguida, olhou para o relógio que já dizia 10h55. – Nossa! Tenho que entregar e ainda faltam três questões – Hideraro, então, marca três alternativas sem pensar muito e se levanta para entregar a prova para a professora. Em frente à ela, quando estende suas mãos para lhe entregar, cambaleia e vai em direção ao chão, já inconsciente antes de encostar nele e a prova cai ao seu lado quando ele já está deitado apagado. Todos olham atônitos.