The Newolder History Of Bleach
1 Capítulo 1: Where the past begins
Avião sobre Mashiba, dentro dele...
– Okãsan (Mãe), já faz muito tempo que morou aqui. Mudou muita coisa? — pergunta Hideraro olhando para o mar de Karakura town que estava visível pelo avião.
– Não sei musuko-chan (Filho). Acho que não. — responde Kiriko rindo, jogando bexiga com Rishimoru e fazendo todos do avião estranhá-la. Ele não, porque ao ver deles, seria ainda um "jovem das bexigas".
Hideraro continua a olhar para fora do avião.
* trrim trrim * — despertador toca para acordar Hideraro, que não o faz até Kiriko chegar e o acordar.
– Levanta filho, levanta, está na hora de ir para escola — diz ela balançando suavemente seu corpo.
– Tudo bem — respondeu ele -, mas meu corpo está um pouco doendo e está tão cedo.
– Ah musuko! terá que se acostumar em estudar de manhã — disse sua mãe deixando bem claro.
Após Hideraro e Rishimoru chegarem em suas salas de aula...
Quem são vocês? — pergunta uma menina sentada na cadeira. -
Eu sou Rishimoru Inozuki e eu sou Ryooru Hideraro — responderam respectivamente.
– Eu sou Matsume Nigawa e essa é Ainaru Kazumi. — diz Matsume puxando o braço da amiga aparentemente tímida, que está sentada logo atrás dela.
– O-Oi. — disse Kazumi enrubescida.
– O que ela tem? — indagou Rishimoru.
– Ela está chateada por não ter caído na minha sala este ano.
– Fique calma...- Rishimoru pega em sua mão -...tudo ficará certo, é só você mudar de sala.
Kazumi olha para mesa.
– É, pode ser. — concordou ela corada.
O sinal bate e ela levanta e vai para a sua sala a tempo de começar a aula. Hideraro senta à frente de Matsume e Rishimoru ao seu lado na fileira do lado direito.
– Hoje temos prova para reconhecimento de todos seus conhecimentos adquiridos no Ginásio. — disse a professora de matemática.
– Aaaaah! — lamentam os alunos.
– Matemática é comigo mesmo– pensou Hideraro.
Dia seguinte
* trrim trrim * — despertador toca para acordar Hideraro, que não o faz até Kiriko chegar e o acordar.
– Acorda filho, chega de preguiça, vamos...escola. — ordenou Kiriko soando um tanto intolerante, porém, não intencionalmente.
– Ai ai! minha cabeça e meus olhos estão doendo.
– Ah! deve ser por conta da viagem de avião. Seu corpo deve estar desacostumado. Mas vamos, levante! — supôs Kiriko, entretanto, relutante em deixá-lo em casa.
Hideraro e Rishimoru chegam na escola.
* tec tec tec * Hideraro vai batendo o lápis na mesa com uma mão na cabeça, diante da prova de geografia para reconhecimento.
– Professora, terminei! — acena Matsume com a prova na mão.
– Traga-a então — pediu a professora.
Matsume levanta e leva a prova até ela.
–O que há Mai kawai? (japonês de "meu fofo") Ontem você foi o primeiro a terminar, por que hoje a demora? — pergunta Matsume sussurrando no ouvido de Hideraro.
– O que está falando Nigawa? — questiona a professora.
– Nada.
– Então vá sentar! — ordena a professora.
No intervalo, Hideraro vai andando sozinho quando...
– Hideraro-kun! — Grita Rishimoru com Raizo, Kazumi e Matsume ao seu lado.
– O Raizo, A Kazume e a Matsume querem ser nossos amigos e eu estou falando pra eles que não é preciso de você dar consentimento com palavras, você já os considera.
– É, isso mesmo — Hideraro assentiu.
– Estão vendo? Eu disse para não se preocuparem — disse Rishimoru sorridente.
– Então vamos andar juntos por aí?! — propôs Matsume.
– Não...éhn...não estou tão bem, deixem-me sozinho por favor? — Hideraro então se distancia.
– Tudo bem, tudo bem! — acena Matsume. — O que será que ele tem hein?
– Como faço para sair daqui? Eu devo pular esse muro de uns 5 metros - pensava Hideraro em frente ao muro escolar planejando sair da escola sorrateiramente. Hideraro vai subindo pela pequena árvore ao lado e quando chega ao topo fica em frente ao ápice do muro e então sobe nele. Após isso, se pendura nele e solta-se para o chão.
– Ai! que dor de cabeça! — murmura Hideraro colocando as mãos nela e fazendo careta.
Hideraro vai caminhando na rua até que vê muitas pessoas caindo ao chão inconscientes e nota um Hollow de cor vermelha com uma máscara onde há um bico e 3 pontas de lados opostos (se tivesse mais uma pareceria uma máscara com uma forma de X com um bico no meio). Ele olha para Hideraro percebendo que é um humano com sensibilidade espiritual.
– Bem, o que temos aqui? Um humano mais saboroso... hahahaha — ele diz com tom não menos do que de satisfação.
Hideraro olha paralisado para aquilo diante de seus olhos e...
O Hollow ergue o braço e direciona contra o Hideraro, que pula desajeitado para o lado e raspa a bochecha no chão.
– Não há para onde fugir humano! — Quando ele se prepara para ir contra Hideraro aparece três feixes finos de luz, um abaixo do outro bem no tronco do Hollow que abrem três buracos. Antes de o Hollow cair no chão ele se desintegra e finalmente morre. Hideraro olha pasmo para aquilo e vê uma sombra do seu lado, quando olha para trás...
– Ma-tsume?! — pergunta Hideraro inquieto e surpreso. — Foi você que...?
Matsume o interrompe. — Não! Não foi eu que fiz isso. Isso não é algo que algum humano se faça — ela afirmou tremendo de temor, mas não tanto quanto seu amigo.
– Quem será que fez? — Matsume olha para o lado procurando o possível executor mas logo depois se vira para Hideraro e tenta levantá-lo.
– Você está bem?
– Sim — responde ele.
Matsume segura-o passando seu braço pelos ombros dele e vai trazendo ele de volta para a escola.
– Como você soube que eu estava...?
– Eu vi quando você pulou o muro e como tinha notado que não estava bem, resolvi vir para te buscar e ver o que tinha — adiantou-se Matsume em cima da pergunta dele.
– Só você sabe que estamos aqui?
– Sim, só eu sei. — assentiu.
Matsume e Hideraro chegam em frente ao muro da escola.
– E agora, como vamos subir? Não temos mais árvore ao nosso favor — afirmou Matsume.
– humm, já sei, suba em meus ombros e vá.
– Mas e vc...?
– Vá! Lá de cima você pega em minhas mãos e me ajuda a subir — concluiu ele ultrapassando-a.
– Certo!
Matsume faz conforme o combinado.
– E agora? Não vá fugir daqui só porque está com uma dor de cabeça hein!
– Não vou mais não, agora abaixe e estenda suas mãos para segurarem as minhas.
Matsume o levanta com dificuldade e quando ele se equilibra lá em cima troca olhares com ela. Matsume pigarreia um pouco envergonhada.
– Bem, temos que descer agora. Pularemos para a árvore e desceremos segurando-a, certo?
– Certo.
Um homem os observa por trás de uma árvore próxima à esse muro da escola, aparentemente a muito tempo vem seguindo-os. Parece ter em média seus 35 anos, tem cabelos longos e brancos, olhos verdes e uma sobretudo todo branco visto de frente. Sem muitos detalhes. A sombra cobre quase toda a parte do seu corpo que está metade visível e metade por trás da árvore. Depois de um olhar bem observador, desaparece.
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