The Newolder History Of Bleach

10 Capítulo 10: The fire of two souls


Retrospectiva

- Menos Grande?! – exprimiu Rishimoru no quarto de sua casa.

- Menos Grande?! – exprimiram Kazumi e Matsume.

- Um Hollow?! – exprimiu Hideraro numa praça ao lado do único parque do bairro.

Rishimoru foi até a cozinha. Sua mãe estava lá sentada em cima da mesa.

- É um Gillian musuko-chan – ela disse para Rishimoru. – Você quer realmente ir? É perigoso.

- Sim. Eu vou okãsan. – ele afirmou e em seguida correu em direção a saída.

- É um Gillian. Quer que vamos lá musume-chan? – perguntou Akane a Matsume.

- Não okãsan, deixe comigo e Kazumi.

Tsuki e Akane assentiram com a cabeça.

- Você vem comigo Kazumi-chan? – Matsume perguntou para confirmar.

- Sim, vou.

Matsume e Kazumi levantaram e saíram da casa correndo.

Rishimoru, Hideraro, Matsume e Kazumi se apressavam para chegar na presença do que aparentava ser um Gillian, a primeira classe dos Menos Grandes: a primeira evolução de um Hollow.

CAPÍTULO 10: Bleach — The fire of two souls

- Essa presença está próxima da casa de Kaneko-chan. Eu preciso ir. – pensava Hideraro correndo em direção a casa da criança.

O grito do Gillian era tão alto que fazia as roupas de Hideraro tremularem. Ruas acima, o Gillian ia se aproximando da esquina da rua Koremi Boemi e já era possível vê-lo, pois ele era enorme. Essa classe de Menos Grande é geralmente gigantesca. Apesar da altura e força, eles não são inteligentes e parecem tão débeis quanto pessoas senis. E apesar da reiatsu considerável, apenas pessoas sensíveis poderia sentí-la, assim como ouvir o grito também.

- Kazumi-chan, você está mesmo preparada né?

- Bom, sempre estive, eu só estava hesitando. Não quer dizer que perdi a força que tinha.

Matsume riu. – Bom, se é assim, quero um confronto 1 contra 1.

Elas se entreolharam. – 1 xis 1 – repetiu Matsume gesticulando com a mão.

- Bah! Você não tem jeito mesmo né Matsume-san?!

Matsume riu. — Então isso é um sim?

- Depois. – respondeu Kazumi olhando para frente ainda em movimento.

- Mas é depois mesmo.

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Hideraro corria até que ouviu passos rápidos detrás. Ele parou e quando se virou viu um menino desenfreado que esbarrou nele e o fez cair. Tinha os cabelos espetados loiros com mechas azuis e vermelhas. Claro, era o idiota do Rishimoru.

- O que você está fazendo aqui? – perguntou Hideraro coçando a cabeça.

- Bem, você percebeu o Hollow né?

- Claro.

- Então o que está fazendo aqui? Vamos embora logo.

- Não cara, ele está indo em direção a casa de Kaneko-chan.

- Ela também é sensível a ver almas?

- Sim e deve ser por isso que ele deve estar indo atrás dela. Preciso salvá-la.

Hideraro começaria a correr mas Rishimoru segurou em seu braço.

- Não cara, é um Hollow. Não se preocupe. Algum Shinigami irá salvá-la.

Hideraro deslocou seu braço saindo da mão de Rishimoru.

- Claro que não! Nem sempre eles aparecem. Eu não sei o que eles fazem, mas eu não vou ficar esperando eles. Eu tenho que protegê-la.

Hideraro corria.

- Então você está dizendo que vai voltar tudo como era antes? – perguntou Rishimoru em voz alta para o amigo já um pouco distante.

Hideraro virou-se – Não, mas de alguma maneira eu tenho que salvá-la. Ela é uma luz. – e então, voltou a correr.

Rishimoru o observava. – Ela é uma luz? Como assim?

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Kazumi e Matsume chegaram em frente ao Gillian.

- Bem, o que vamos fazer Matsume-chan?

- Bom, apenas matá-lo.

Kazumi olhou para baixo e se lembrou do que seu pai lhe dissera uma vez.

- Musume-chan, quando um Fullbringer mata um Hollow, o mesmo não é levado a Sociedade de espíritos. Sua alma deixa de existir por completo.

Kazumi estava um pouco ressentida.

- Ah! Kazumi, deixa disso. Com certeza se você tem reiatsu não foi por acaso. É o destino que te deu. E se você tem de frente inimigos que precisam da ajuda de seus poderes, então atue.

- Meus inimigos precisam de mim?

- Com certeza. Você já percebeu que eles se alimentam de alma humana, mas não se deu conta que eles são almas não ceifadas. De qualquer maneira, é melhor salvá-los desse estado deplorável e não permitir que isso aconteça com as outras pessoas que estão com a alma em jogo.

Kazumi olhou pensativa para a amiga que encarava o Hollow.

- Então, para ela, destruir essas almas por completo é fazer o que é certo?É deixá-las, enfim, felizes?

Subitamente, Matsume pulou para trás, fugindo do pé do Gillian que tentou esmagá-la. Kazumi sofreu um pequeno susto e então, fez o mesmo. Elas estavam lado a lado.

- Bem, ela pode estar certa.. Se os Shinigamis não os protegem, então por que eu deveria deixar eles levarem mais almas para a perdição? – Kazumi pensou nisso enquanto um anel de água se formava em volta do seu corpo.

Matsume olhou para ela com os olhos estalados.

- BARUUUM! – soou uma explosão que com certeza envolvia água no meio.

Hideraro pôde ouvir o estrondo e também ver uma torrente de água tão alta que envolveu o Gillian. Quando a água caiu, o Gillian já não estava mais lá. Era possível sentir a pressão espiritual de sua presença quase já desaparecida. Ele havia sido derrotado por uma quantidade de água aparentemente similar a de um Tsunami. O que poderia ter acontecido?

Hideraro estava uma rua abaixo da Koremi Boemi. Vou lhes contar o problema.

O bairro é um relevo: De baixo até o topo. Isso mesmo. E nessa subida tem várias curvas que constituem ruas. A penúltima curva é a Koremi Boemi, onde mora Chiba Kaneko, Hideraro, Rishimoru e seus pais. Hideraro estava no fim da grande descida; uma avenida que levava ao bairro vizinho. Neste mesmo há um parque, que é considerado do bairro adjacente. (Com isso, seu bairro só tem o parque que fica na rua Koremi. Só para constar).

Agora vocês sabem que Hideraro teve de subir uma rua de, mais ou menos, 300m de comprimento. Na infeliz verdade, ele não conseguira subir. Um Hollow apareceu antes disso. Hideraro o encarava com o rosto um pouco amedrontado.

- Humano, eu vou devorar a sua alma. – afirmou o Hollow e depois gritou como de costume.

Hideraro tomou uma decisão difícil. Correu rapidamente tentando desviar do corpo do Hollow que cobria parte da largura da rua, mas não conseguiu. O Hollow acertou sua mão tão forte na barriga de Hideraro que o fez expelir, involuntariamente, saliva da boca. Hideraro caiu inconsciente a uns 10m de distância.

- Ah!Ah!Ah!Ah!Ah! – gargalhou o Hollow satisfeito, pronto para devorar a alma de um humano.

Bom, eu nunca parei pra questionar se isso é bom e sabe de uma coisa: Nem quero.

Enquanto isso, alarmes soavam dos carros de polícia em frente a casa Chiba. Com certeza, havia mais carros do que havia moradores na rua. Era polícia, ambulância, perícia e a imprensa cobrindo todos os fatos que acabara de ocorrer. Eu disse no plural, porque...

- Kazumi-chan, você vai ficar bem. Você tem que ficar bem. – Matsume sussurrava para o corpo desacordado de Kazumi.

Ela corria pela rua em direção a sua casa. Estava toda molhada, mas apesar disto, era possível notar seus olhos lacrimejando de preocupação com a amiga. Aparentemente, Kazumi tinha feito algo proibido. Todo o tumulto criado pelas pessoas na esquina da Koremi Boemi já estava distante delas. Matsume estava chegando à outra extremidade da rua e parecia que ninguém havia testemunhado os atos das Fullbringers.

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- Tsuki-san, Kazumi-chan está...morta! Kazumi-chan está morta?

- Não, ela não está.

- Ela vai ficar bem né?Ela vai ficar bem né? – Akane-san estava desesperada com o que havia acontecido com Kazumi. Provavelmente, ela havia sentido a fraqueza na reiatsu da jovem.

- Bom...

- Eu preciso salvá-la! Vamos lá Tsuki-san!Vamos!

Tsuki não estava conseguindo acalmá-la. Apesar de ser a mãe de Kazumi, não estava tão aturdida quanto Akane. Entretanto ela também chorava.

- Akane-san, Matsume está voltando com ela. – Tsuki disse amparando a amiga em seu peito que chorava rios.

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- Por que você fez isso? Por que Kazumi-chan?Você sabia que não deveria. E como fica nós? – Matsume pensava enquanto corria com o corpo de Kazumi.

- Ffum! – alguém apareceu de repente. Era um pouco difícil definir a cor dos cabelos. Ele era escuro, mas a noite era mais. No mínimo seria marrom como os de Raizo. Usava uma camiseta amarela em gola V. Por cima, havia uma jaqueta vermelho tomate. A calça era branca. Ambas tinham detalhes em azul-inverno. Poderia até ser um uniforme de escola, pois parecia. Apesar do frio e da roupa apropriada, usava uma sandália que deixava os pés expostos. Ela era toda branca. Seu rosto era claro, mas não branco, sim pardo. Ele sorria e exibia os dentes esbranquiçados. Os olhos eram escuros também e não era possível concluir sua cor. O garoto parecia medir cerca de 1,71 m e olhava indistintamente para Matsume.

- Quem é você? – ela indagou com as sobrancelhas arqueadas. – Um Fullbringer?

Ele não respondeu. Ficou alguns segundos imóvel.

Matsume se lembrou do que Kazumi tinha dito sobre um jovem que a salvara.

- Você é um Elemental Fullbringer?! – Matsume disse em tom um pouco mais alto, quase convicta.

Ele era Alexandre Seichõ, mas é claro que ela não sabia.

- Quem é você? Diga-me seu nome.

O sorriso dele se alargou ainda mais.

- Meu nome é Alexandre Seichõ.

Nesse instante, Kazumi acordou, ainda no colo de Matsume, olhou para Alexandre. – Você é...aquele me...aquele menino.

Kazumi estava encharcada e sangrando pelo canto da boca. Sua situação era horrível.

- Sim, sou aquele menino que te salvou ontem de tarde.

- Você é o Fullbringer do fogo! – exclamou Matsume. – Nós, há muito tempo, estávamos te procurando.

- Me procurando? – ele perguntou com as sobrancelhas franzidas e o polegar apontando para seu tórax. – Bom, eu nem quero saber disso.

- Como? – perguntou Matsume confusa.

Não deu muito tempo para Matsume refletir. Ele deu um salto em sua direção e, após criar uma espada de fogo na mão, atacou-a. Matsume se desviou com um salto de bringer ray (Portador de raio). Ainda sim, a katana de Keichõ alcançou de raspão sua roupa, fazendo-a chamuscar. Matsume soltou Kazumi por um instante, mas a segurou no momento em que caiu com um pé sobre o chão. Antes que pudesse se equilibrar totalmente, Keichõ foi em sua direção com a katana. Matsume se virou subitamente criando uma katana de raio em sua mão direita para se defender, porém o impacto a jogou contra o muro que havia na calçada.

- Ungh-gh! – Matsume levantava das pedras sentindo um pouco de dor.

Kazumi estava embaixo de uma delas.

- Kazumi! – exclamou Matsume tirando a pedra das costas da amiga. Ela estava desacordada.

- Você não ajudou Kazumi a sobreviver daquele Hollow? Por que está fazendo isso então?

- Sabe, confundir a cabeça dos outros é uma coisa maravilhosa a se fazer.

- Uff! – Matsume ofegou por um momento. – Sabe? – Matsume ergueu seu braço para cima. Uma lâmina de raio apareceu em sua mão. – Você é um inimigo. Eu não preciso de mais perguntas.

Matsume então, correu em direção a Keichõ com a katana de raio. Eles cerraram suas espadas. Keichõ abaixou e direcionou o corpo de Matsume para cima. Matsume foi até o muro, se equilibrou com os pés e pegou impulso para ir direto ao corpo de Keichõ que acabara de se levantar.

- Ffum! – Keichõ usou o bringer light (portador de luz — técnica que os Fullbringers usam).

- Hã?

Keichõ apareceu alguns metros distantes ao lado.

- Você não precisa se conter garota bela.

Matsume o olhava com um rosto franzido enquanto alguns fios de sua franja pendiam do cabelo.

- É isso mesmo. Seu bringer ray é muito mais inferior do que meu bringer light. Se não lutar a sério, vou lhe ferir e muito. – ele concluiu com um sorriso largo no rosto. Como sempre.

- Saia daqui! Deixe-nos em paz!

- O que há? Está amedrontada? – Keichõ tentava deixá-la assustada e mais assustada.

Ela estava com as pernas bambas. É um pouco duro de dizer, mas, ela estava com medo.

- Cala a boca! – Matsume tentava mostrar-se segura.

- Muito bom. Segure-se então! – exclamou Raizo indo em direção a Matsume.

Ela estava pronta em sua posição de guarda, porém, ele usou o bringer light e apareceu diante dela surpreendendo-a.

- O que? – ela estalou os olhos e então: Zin! – Keichõ chocou sua katana com a dela jogando Matsume contra um poste.

Matsume tentava se equilibrar, mas Keichõ usou o bringer light outra vez e apareceu em sua frente.

- Hip! – Matsume usou o bringer ray para escapar do corte de Keichõ, que dividiu o poste em dois. Neste exato momento, ela pulou do topo dele e desceu com sua katana direto ao corpo de Keichõ, mas ele usou o bringer light e sumiu.

- O quê? – Matsume exclamou surpresa, mas não deu muito tempo para ela se endireitar.

- Você precisa treinar muito seu bringer ray ainda! – Keichõ gritou e colidiu sua espada com a de Matsume, jogando-a na parede do lado externo de um pequeno galpão.

- Ffum! – ele apareceu e a segurou no pescoço antes que pudesse reagir. – Sabe?Vou fritar seu corpo agora garota bela.

Matsume olhava para ele tensa. Apesar de estar quase sem nenhum ferimento, ela estava perto da morte. Keichõ ergueu o corpo dela um pouco acima do seu e com a outra mão afastou um pouco a própria espada, deixando a ponta rente ao peito de Matsume. Ele estava pronto para perfurá-la.

- Cracc!...Groboum! – o chão se partiu e dele cresceu um pilar de terra curvo enorme que se chocou com o corpo de Keichõ e o esmagou no chão.

- Matsume olhou para o lado esquerdo, que é de onde veio o aglomerado de terra. Era possível ver a forma de uma pessoa, mas era impossível definir porque pairava muita poeira no ar. Além disso, estava muito escuro. Matsume sabia quem era mesmo não o vendo.

- Raizo-kun! – ela exclamou.

Após algum tempo, ele ficou visível. Raizo estava sério e o vento jogava seus cabelos emaranhados e cheios de terra para o lado. Usava uma blusa de frio bege e cordão branco. O zíper estava aberto, o que permitia ver sua camiseta de gola V cor marfim. Sua calça de veludo cotelê era marrom escura.

Keichõ se levantou.

- Você é Akame Raizo né?

- Sim. Se eu te perguntar como sabe meu nome, você vai responder?

Keichõ deu um breve sorriso. – Por que? Isso importa?

Raizo imediatamente foi em sua direção criando uma katana de terra na mão direita. – Se importasse, a luta seria prejudicada com muita conversa!

Raizo e Keichõ colidiram suas katanas. Keichõ se surpreendeu com a ação de Raizo e o afastou um pouco. Raizo se equilibrou.

- O Fullbringer da terra. Interessante. – disse Keichõ.

- Você é o Fullbringer do fogo? – Matsume novamente perguntou, encostada na parede.

Keichõ olhou para ela e depois para Raizo.

- Aaaaaaahh! – gritou Keichõ correndo em direção a Raizo.

- Não, ele não é. – Raizo disse circunspecto já detrás de Keichõ.

- Zip! – Raizo cortou horizontalmente Keichõ nas costas, pouco abaixo da altura do pescoço.

Keichõ pulou se afastando imediatamente. – Augh! – ele colocou a mão por trás dos ombros e olhou a mão suja de sangue. Depois olhou com desprezo e raiva para Raizo.

- Eu vou acabar com você Akame Raizo. – gritou Keichõ com raiva. Era a primeira vez que ele deixava os sorrisos de lado.

- Ffum! – Keichõ apareceu na frente de Raizo com um bringer light e cerrou sua espada na dele.

- Você é rápido cara, mas não quanto eu. Precisa melhorar!

Keichõ usou sua katana e desviou a de Raizo para o lado, deixando a guarda do mesmo totalmente aberta. Em seguida, ele tentou levantar um gancho no queixo de Raizo que levantou a cabeça e a afastou milimetricamente. Keichõ se desequilibrou, porém, pegou impulso com sua perna direita. – Bump! – chutou o rosto de Raizo que viajou alguns metros para trás e rolou um pouco no chão.

Antes de cair no chão, Keichõ desmaterializou sua katana de fogo e se equilibrou com a palma da mão esquerda como uma bananeira, e então, ficou de pé.

- eheheh! Você não pode me derrotar Fullbringer da terra. Nenhum de vocês pode.

- Ei! Já chega né, garoto? – Uma voz soou a direita deles. Era solene e calma.

- Tsuki-san! – exclamou Matsume quando a vira.

Tsuki olhou para ela e depois para o corpo da filha desacordado no chão.

- Deixe que eu cuido dele. Vai lá ver a musume-san. – sugeriu Tsuki para Akane que estava ao seu lado.

- Está bem. – Akane concordou e foi até Kazumi.

Tsuki observou Keichõ. – Me responda uma coisa. Você é o Fullbringer do fogo?

- Não, ele não é. – respondeu Raizo já de pé.

Akane segurou o corpo de Raizo. – Você está bem? – ela indagou.

- Sim. Estou sim.

- E então, você é o Fullbringer do fogo? — Tsuki repetiu a pergunta.

- Não. – respondeu Raizo novamente.

- Você sabe quem é? – questionou Akane.

- Não, mas não é ele.

- Como você pode dizer isso? Ele te derrubou Raizo-kun.

Raizo ficou calado. Ele devia estar se perguntando se realmente era Keichõ.

- E então garoto, é você? – perguntou Tsuki para Keichõ mais uma vez.

- Eu uso poderes de fogo mulher, então, é claro que eu sou Fullbringer de fogo.

- Eu perguntei se você é o Fullbringer herdeiro, não se usa o fogo.

- Ah! cale-se mulher! – Keichõ exprimiu exasperado.Saltou e apontou a palma das mãos para Akane.

- Hinotama (Esfera de fogo)! – um círculo flamejante que devia medir cerca de 65cm de diâmetro foi em direção a ela.

- Já chega moleque ousado! – ela exclamou. — Suikyu (Esfera de água)! – ela gritou com uma das palmas direcionadas para Keichõ e um círculo de água de aproximadamente 140cm de diâmetro colidiu-se com o dele.

Akane foi superior. Seu Suikyu encobriu o Hinotama e apesar de sua esfera ter perdido parte da água que evaporou, ainda atingiu o corpo de Keichõ.

A visão de todos estava um pouco embaçada. Keichõ não estava mais lá e Akane percebera que fugiu após ser atingido.

Raizo e Akane estavam chorando frente ao corpo de Kazumi.

- O que foi? – perguntou Tsuki se aproximando.

Akane olhou para ela com um olhar doente. – Ela está mal. Quase morta.

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- Ah!Ah!Ah!Ah!Ah! – gargalhava o Hollow enquanto se aproximava do corpo desacordado de Hideraro.

- Ffum! – Um garoto apareceu com um dos joelhos sobre o chão e segurou o menino inconsciente.

Ele tinha olhos vermelhos, porém, provavelmente eram naturalmente alaranjados se não fosse a brisa da noite. Usava uma camiseta vermelha com uns detalhes azuis sobre o ombro. Por baixo dela, havia uma camiseta de linho branca com mangas compridas e a calça que vestia era branca com alguns detalhes azuis na parte inferior. Seu cabelo espetado loiro tinha mexas azuis e vermelhas. Ele era Rishimoru Inozuki.

- Saia já daqui! – ele ordenou ao Hollow enquanto gesticulava um “cai fora” com a mão direita.

- Como? Um humano ainda mais saboroso? Agora é que eu não saio! Ah!Ah!Ah!Ah!Ah! – O Hollow exprimiu louco para se apoderar das vítimas.

- Você é apenas um Hollow... – Rishimoru disse, ainda abaixado, erguendo sua mão direita.

Fogo se formava? Não, uma espada de fogo se formava. – Kaji _ Saisho no kyoku! – ele disse calmo e então, desceu o braço.

- Fffuuo! – Um corte de fogo de aproximadamente 3,5m, enraizado no chão, foi em direção ao Hollow e o incinerou.

- ...e mais nada além disso.


Notas finais
Pessoal, sabem quando eu escrevi "eu disse no plural porque"? Então, eu vou completar essa frase logo logo. Portanto, continuem acompanhando essa estória que está cada vez mais quente. Em dois sentidos né? rsrsrs' Obrigado.