The Newolder History Of Bleach
11 Capítulo 11: Are they the called Fullbringers?
Notas iniciais
E para os que ficam, agradeço-lhes pela leitura de minha história e espero que gostem muito. Obrigado.
Matsume tentava se equilibrar, mas Keichõ usou o bringer fire outra vez e apareceu em sua frente.
- Hip! – Matsume usou o bringer ray para escapar do corte de Keichõ, que dividiu o poste em dois. Neste exato momento, ela pulou do topo dele e desceu com sua katana direto ao corpo de Keichõ, mas ele usou o bringer fire e sumiu.
Matsume estava com dificuldades de detê-lo e foi encurralada.
- O quê? – Matsume exclamou surpresa, mas não deu muito tempo para ela se endireitar.
- Você precisa treinar muito seu bringer ray ainda! – Keichõ gritou e colidiu sua espada com a de Matsume, jogando-a na parede do lado externo de um pequeno galpão.
- Ffum! – ele apareceu e a segurou no pescoço antes que pudesse reagir. – Sabe?Vou fritar seu corpo agora garota bela.
Em última hora, Raizo a salvou.
- Cracc!...Groboum!
Foi revelado que ele é capaz de dominar a terra.
[...] o chão se partiu e dele cresceu um pilar de terra curvo enorme que se chocou com o corpo de Keichõ e o esmagou no chão.
Eles batalharam. Raizo o surpreendeu com um corte na costa,...
- Zip! – Raizo cortou horizontalmente Keichõ nas costas, pouco abaixo da altura do pescoço.
Keichõ pulou se afastando imediatamente. – Augh! – ele colocou a mão por trás dos ombros e olhou a mão suja de sangue. Depois olhou com desprezo e raiva para Raizo.
Porém, foi surpreendido pela velocidade e agilidade de Keichõ.
- Ffum! – Keichõ apareceu na frente de Raizo com um bringer fire e cerrou sua espada na dele.
- Você é rápido cara, mas não quanto eu. Precisa melhorar!
Keichõ usou sua katana e desviou a de Raizo para o lado, deixando a guarda do mesmo totalmente aberta. Em seguida, ele tentou levantar um gancho no queixo de Raizo que levantou a cabeça e a afastou milimetricamente. Keichõ se desequilibrou, porém, pegou impulso com sua perna direita. – Bump! – chutou o rosto de Raizo que viajou alguns metros para trás e rolou um pouco no chão.
Akane e Tsuki apareceram para resgatá-los e foram atacadas por Keichõ.
- Hinotama (Esfera de fogo)! – um círculo flamejante que devia medir cerca de 65cm de diâmetro foi em direção a ela.
Entretanto, ficou claro que Akane era mais poderosa e experiente..
- Já chega moleque ousado! – ela exclamou. — Suikyu (Esfera de água)! – ela gritou com uma das palmas direcionadas para Keichõ e um círculo de água de aproximadamente 140cm de diâmetro colidiu-se com o dele.
Akane foi superior. Seu Suikyu encobriu o Hinotama e apesar de sua esfera ter perdido parte da água que evaporou, ainda atingiu o corpo de Keichõ.
E Rishimoru?
CAPÍTULO 11: Bleach – Are they the called Fullbringers?
- Você é apenas um Hollow... – Rishimoru disse erguendo sua mão direita.
- Kaji_Daiippo (Fogo _ primeiro caminho da estrada longa)! – ele desceu o braço.
- Fffuuo! – O Hollow foi incinerado por um corte de fogo enraizado no solo.
- ...e mais nada além disso.
Rishimoru olhava calmo para o espaço vazio que antes o Hollow preenchera.
- Eu pude fazer isso mais tranqüilamente. – Rishimoru pensou olhando para Hideraro.
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Kazumi estava sobre o sofá da casa de sua mãe. Desacordada, é claro.
- Kazumi! Acorde! – Tsuki pedia enquanto batia levemente no rosto pálido da filha.
- Ela está quase morta! – exprimiu Akane, triste.
- Com certeza. Ela sabia. Ela sabia. Por que ela fez isso? Podíamos nos juntar para destruí-lo. – pronunciou Matsume na frente da janela da cozinha, olhando para o céu quase negro que chorava e trovejava.
- Como realmente aconteceu Matsume-san? – Tsuki perguntou para a jovem.
(Flashback#)
- Reberu ni...
- O que? – Matsume perguntou com os olhos estalados para a amiga. Aparentemente, aquelas duas palavras formam um caminho saudoso à palavra perigo.
Kazumi não deu ouvidos e repetiu. – Reberu ni:
- Kazumi, NÃO! – Matsume tentou adverti-la porém não conseguiu.
- Bõheki no mizunoringu!
Um anel d’água se formou em torno de Kazumi e começou a se expandir. Na verdade, a água começou a se extirpar do anel e, desordenadamente, atingiu o Gillian. Eram torrentes de água que circulavam por caminhos diferentes pela rua, como se fosse uma tsunami. O nível de água era tão alto, que poderia, com certeza, encher um tanque com capacidade de 50 toneladas líquidas. O Gillian começou a perder o equilíbrio de seu corpo grande. Ele passou a desintegrar quando a água do lago que há, pouco a frente do parque, jorrou subitamente, juntando-se com a água já na rua. O Gillian não pôde aguentar tanta pressão e foi destruído. No momento em que o golpe se tornaria efetivo, Matsume, que olhava estatelada para a amiga, notou que da boca do Gillian surgia um Cero. Por um instante ela pensou que Kazumi foi tão longe por conta disso, porém, não deu muito tempo para ela pensar nas razões da amiga já que a água a lançou alguns metros para trás. Havia dois problemas sérios. A correnteza empurrava tudo o que havia na rua. Tudo: mesas e cadeiras da lanchonete que estavam na calçada – por sorte vazias -, lixeiras, cabeças dos telefones públicos, bicicletas, carros, apesar destes últimos não serem carregados, porém levemente balançados e de vez em quando até levantados do chão. As pessoas que chegavam de outras ruas para virar a esquina se apavoravam e voltavam a seus pontos de partida gritando Tsunami!; e o outro problema, ainda pior, é que Kazumi estava ficando tão pálida quanto uma banana com Hepatite B. Seu corpo estava notavelmente exausto, o rosto abatido e a mente rodopiava na realidade. Após, mais ou menos 1 minuto, ela tombou e Matsume correu toda molhada em sua direção. As águas já estavam cessando – com isso eu quero dizer sumindo – e sirenes já podiam ser ouvidas, tanto de policias quanto de ambulâncias. Matsume já chorava segurando o corpo da amiga e teve a impressão de escutar hélices de helicópteros ao longe. Não pensou duas vezes: correu.
Matsume contou tudo o que ocorrera e o que tinha deixado Kazumi naquele estado.
- Reberu ni? Eu não entendo, não entendo o por que ela o fez. – Assim como Matsume, eu também não entendo, mas o que eu não entendo é por que esse tal de Reberu ni é tão intrigante.
- Por que ela usou uma técnica em sua segunda etapa? Nenhum de vocês está preparado para isso. – afirmou Akane com as mãos na testa de Kazumi.
- Com certeza. – Raizo confirmou encostado no corrimão da escada que levava para o segundo andar da casa. – Será que ela vai morrer?
Todos olharam para ele condenando-o.
- Ah! desculpem-me. – Raizo corrigiu-se. – Mas, não devemos nos iludir. Ela está, no mínimo, perto da morte.
Raizo estava certo. Sua legibilidade às vezes chegava a machucar, mas ele estava certo.
— Bom, nós devemos tentar acordá-la.
- É. – concordou uma voz de cima da escada.
Raizo olhou para trás e enxergou um homem de cabelos violetas longos e um pouco emaranhados, que usava uma blusa branca e um cachecol rosa. Vestia uma calça cinza 80% em tonalidade com um cinto preto e fivela prateada. Sua pele era branca e seus olhos roxos, um pouco parecidos com os de Kazumi que eram azuis. Poderia ser seu pai.
- Shuen-chan? O que faz aí em cima? – Akane perguntou ao homem.
- Bringer water. – ele respondeu com um pequeno e belo sorriso no rosto.
- Ele sempre tem que aparecer assim. – disse Raizo frustrado.
- Está atrasado. — resmungou Tsuki.
- Ah!Desculpem-me, é que os garotos demoraram para aprender o Kurokudairu mizu haiburiddo.
- Olha a musume-san. Veja o seu estado. – Tsuki sugeriu.
Ele desceu a escada vagaradamente, se aproximou do corpo de Kazumi, tocou em sua testa e em seu peito.
- Bom, ela está em grande risco de morte – ele disse com os olhos lacrimejando prontos para chorar.
- Não pode ser. – Matsume lamentou se aproximando e chorando rios.
Tsuki, Akane e Raizo choravam também.
- Eu posso tentar ajudar. – ele propôs.
- Você vai usar suas habilidades com a medicina? – Akane perguntou com um notável semblante de esperança no rosto.
- Sim, todavia, isso dependerá pouco de mim. Nós precisaremos mais torcer pela sorte e pela força de vontade dela.
- Você está dizendo que quando uma pessoa usa uma técnica em sua Reberu ni sem estar preparada e fica com a vida em jogo, ela dependerá de seu estado psico-sentimental, além do estado biológico? – Raizo perguntou um pouco surpreso quando ele citou a vontade de viver.
- Bom, não. Não necessariamente, melhor dizendo. Mas sim, isso ajuda. Quanto mais a pessoa está em estado de morte , mais dependerá de seu estado psico-sentimental e quanto mais quer viver, mais estima seu corpo ganhará.
- Então, desacordada, ela pode entender as necessidades de seu corpo? – Matsume indagou.
- Exatamente. Se existem coisas que ela ainda não quer deixar, ela sentirá falta, e se ela compartilhar pensamentos iguais com outras pessoas, talvez eles podem fazê-la perceber que ela precise viver. Entendem? Esses são os maiores fatores, nos quais a vida pode se dependurar, os sentimentos.
- Hum...pense em mim Kazumi-chan. Pense em tudo o que fizemos juntas. Pense em tudo que passamos . – Matsume pensava chorando.
Shuen, possivelmente pai de Kazumi, segurou a mesma e a abraçou chorando. Após isso, ele a deitou no sofá novamente e colocou suas mãos nos seios da filha emitindo reiatsu.
- Musume-chan, eu acredito em você. Você é uma garota forte. – ele disse tentando acalmar um pouco o ar fúnebre que gemia no ambiente.
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- Musuko-chan, quando o viu, ele nem sequer reagiu? – Yoshisa perguntou para Rishimoru se referindo a Hideraro.
Hideraro estava sentado no sofá e não usava camisa, o que deixava possível visualizar todo o seu tronco e seu braço direito enfaixado – mas sem gesso antes que pense -.
- Não. Eu não quero que falem mais nisso. – Hideraro respondeu pelo amigo.
- Mas Hideraro-kun, por que...
- Porque não. Não teimem. Por favor.
- Musuko-chan. – Kiriko o chamou.
- Oi?
- Vá descansar. Seu braço já estava quase totalmente recuperado e o danificou novamente. Você não pode se machucar mais.
- Está bem mama-chan.
- Depois eu conversarei com vo...
- Eu já disse que não quero mama-chan.
- Mas eu vou e pronto. – Kiriko asseverou.
Ela estava com seus cabelos lisos alaranjados soltos. Duas franjas encaracoladas pendiam deles na frente. Havia posto blanshe no rosto o que o deixava um tanto avermelhado. Sobre as franjas brilhavam glitters, nos cílios tinha colocado rímel e na boca um batom rosa esbranquiçado. Estava maravilhosa como sempre. Eu não sei, mas eu sinto a impressão de que eu já vi alguém no Bleach muito parecida com ela. Um dia eu vou lembrar.
Hideraro a olhou com mais um olhar do tipo lamentoso: Ah mãe, não!, mas o olhar dela não deu tréguas. Eles teriam uma conversa mais tarde. Ele se levantou e foi em direção a seu quarto. Kiriko deu um tapinha harmonioso embaixo da nuca do filho, olhou para Yoshisa e Rishimoru e pigarreou.
- Obrigada Rishimoru-kun. Se não fosse você ele não...
- Ah! não foi nada Kiriko-sama. – ele a interrompeu rindo.
- Kiriko-san, musume-chan tem algo a nos falar.
- Hum...diga.
- Kiriko-sama, quando eu destruí aquele Hollow pude notar a presença de vários outros fullbringers nesta rua.
Kiriko arregalou os olhos.
- Você está dizendo que havia fullbringers na Koremi Boemi?
- Você não sentiu?
- Não porque provavelmente eu estava ocupada com as coisas de casa. Mas quantos eram?
- Sete.
- Nossa! Isso é muito.
- Com certeza. – Yoshisa concordou.
- Três das sete reiatsus eram mais poderosas do que as restantes. As outras tinham níveis equivalentes entre si.
- E uma estava oscilando entre quase insignificante à um nível similar as outras três mais fracas. – Yoshisa concluiu.
- Se estava oscilando de tal forma é porque alguém estava gravemente ferido. – disse Kiriko.
- Exatamente. – confirmou Rishimoru. – E o que mais me intrigou foi aquele nível de água gigantesco que destruiu o Gillian. Aquela com certeza foi uma técnica de água e em nível 2.
- Você está dizendo que foi o Fullbringer de água quem o fez? – Kiriko indagou um pouco surpresa.
- Não somente isso, mas também que ele não tinha poder suficiente para tal feito. – Yoshisa completou.
- Então vocês estão dizendo que...
- Sim. Aquela reiatsu que oscilava deve ser do Fullbringer que usou uma técnica em sua segunda etapa. – reafirmou Rishimoru.
Kiriko assentiu. – Bom, por um momento eu achei que fosse de alguém poderoso, mas quando você citou a reiatsu que oscilava eu também a responsabilizei pelos fatos.
Os três se entreolharam. O sibilo do ar combinou perfeitamente naquele momento delicado.
- Se a pessoa que fez aquele Anel de Baluarte e derribou a fortaleza como sacrifício não for qualificada o bastante, ela praticamente está...
Kiriko não precisou terminar e Rishimoru com sua mãe assentiram.
- A história diz que para assumir a 2ª etapa dessa técnica a pessoa precisa ser bastante qualificada, além de ser a melhor dentre todos os Elemental Fullbringers de água. — Rishimoru contou.
- Isso mesmo. — Sua mãe concordou.
- E o triste é que eu sei quem é. – disse Rishimoru em tom melancólico. Olhou para o chão. — É uma das pessoas que eu menos quereria que fosse.
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- Então, ela vai acordar?
- Não sei. Ela está a um passo da morte. – o pai de Kazumi respondeu a Tsuki enquanto eles observavam tensos o corpo desacordado da jovem.
- Kazumi-chan, Kazumi-chan! – Matsume pensava desolada.
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Um homem ria. Quem era? Era Chiba Arasu.
Sua mulher, Chiba Alice, estava sentada numa mesa pouco a fundo do que parecia um galpão e ele segurava uma maleta. Se não fosse os poucos degraus que havia no lugar pouco a fundo, eu afirmaria que aquilo era um galpão.
- Bom, agora ganharei muito dinheiro. Eles terão que resgatar eu, Alice e nossa musume, entretanto, para isso, terão que recompensar o suposto ladrão. ah!ah!ah!ah!ah! – disse Arasu ambicioso. – Pois bem, aqui está o dinheiro que lhe prometi. – Arasu deu nas mãos de um homem que estava a sua frente a maleta que segurava.
- Hum, muito bom. Fizemos um belo negócio. – disse o homem sorrindo ao abrir a mala e vê-la repleta de ienes.
Havia mais três lá no fundo rentes parede. Um fumava. Todos eles inclusive o que recebeu a mala estavam de roupa social.
- Assim todos ganhamos né? – complementou o homem com a mala em mãos se virando para ir a seus amigos.
Alice se levantou, ainda séria, e foi em direção a um corredor que ficava do lado oposto aos homens que encostavam na parede. Parecia um corredor fino e pouco antes dele a estrutura era de madeira com uma janela de grande extensão. Melhor dizendo, a estrutura do lugar que estavam alternava em madeira e concreto.
- Com certeza, mas eu é que vou ganhar uma fortuna mesmo. Aqueles tolos irão depositar na conta bancária que eu criei e eu vou libertar minha família e a mim mesmo. Ah!ah!ah!ah!ah! Idiotas! – Arasu pensou.
Antes que vocês pensem, Arasu não era ambicioso desajeitado. Ele sabia manter a classe e não se locomovia como um homem sedento por dinheiro. Era como se fosse chefe de uma organização poderosa do contrabando.
- BLAM! – Uma porta bateu aos fundos.
Arasu e os outros homens estalaram os olhos.
Um homem de cabelos pouco longos e emaranhados rosas com uma roupa de manga longa branca e um colar dourado cruzando o tórax apareceu. Ele pendia um pouco para o seu lado direito o que transmitia a percepção de que sua perna esquerda não poderia fazer o trabalho de equilibrá-lo efetivamente. Antes sério, ele deu um pequeno e breve, no qual só havia frieza.
- Chiba Arasu, precisamos de sua mulher e sua filha.
Arasu ficou apreensivo.
- O que foi homem? Não se mostre como uma vítima. Você é desprezível, tão mais do que eu estou fazendo. – disse o homem de branco em um tom sarcástico e tranqüilo como se nem a morte pudesse afetá-lo.
- Cala a sua boca. Homens, peguem-no! – Arasu gritou apontando para o homem que o insultara.
Dois dos três homens começaram a dar seus primeiros passos, porém se imobilizaram por alguma razão aparente; uma fumaça envolvia seus corpos e enchia suas calças sociais de fuligem.
- Acalmem-se, eu ainda nem me apresentei. – O homem de cabelos rosas disse sorrindo.
A fumaça vinha do homem que fumava encostado na parede.
- Kouma? Como? – indagou Arasu atônito com o que via.
- Bom, meu nome é Alexandre Leoni. – disse o homem de cabelos rosas assumindo a atenção do homem que fumava, supostamente chamado Kouga. – Bem, minha mãe me deu esse nome porque ela tinha certeza que eu seria como um leão e ela estava certa, eu sou como um leão: Bravo, forte e impiedoso com suas presas, hehe! – disse Alexandre convencido de si.
Arasu arqueou as sobrancelhas e olhou para o homem que fumava. – E seu nome é mesmo Kouma? Ou mentiu para mim nisso também?
- Não, eu não menti pra você toshi (velho em japonês). Meu nome é mesmo Kouma, Nozomi Kouma.
- Você disse que era Shiro Kouma.
- É? Eu disse?
- Por que mentiu seu sobrenome?
- Ah! Sei lá.
*Alexandre Leoni gota’* — Bom, eu vou ter que...
- Aaaaaaaaaah! – um grito de socorro agudo como o de uma criança soou nos fundos daquele ambiente restrito.
- Musumeeee! – gritou Arasu desesperado.
Leoni apontou o dedo indicador (o dedo, não o braço)0 e virou os olhos (os olhos, não a cabeça) em direção ao teto. – Está vendo? A culpa é sua. Se você não fosse tão inescrupuloso a ponto de seqüestrar a própria filha por dinheiro, não a perderia.
- COMO É? SEU CANALHA! ME DEVOLVA!
- Ah, eu não posso. E sabe porque eu não posso? Porque eu já vim aqui com a finalidade de levá-las.
- Levá-las? — Arasu deduziu. — SOLTE A ALICE E A KANEKO! AGORAAA!
- Aaaaaaaah! — Um grito feminino clamou aos fundos no exato momento.
Kouma sorriu. – E esses caras, o que faço?
- Fica por sua conta – Leoni respondeu.
- Fica por minha conta?
- Sim.
- Tudo bem.
A fumaça que cobria os homens deixou-lhes.
- Seu desgraçado! – gritou os três homens juntos, ao passo que iam em direção a Kouma.
- Eu os deixei viver, por que querem me matar? – Kouma indagou, em conseqüência, a fumaça que estava se afastando deslocou-se contra as pernas dos três homens decepando-as como se fossem simples folhas vegetais.
Os homens gritavam de dor ainda vivos e sangrando pela grande parte aberta do corpo.
- Eu pedi que me respondessem não que ficassem gritando. Eu não consigo ouví-los.
E os homens gemiam de dor.
Leoni sorriu friamente. – Cruel.
- Ah! Eles não estão conseguindo falar. Bom, vamos yashin-teki (japonês de ambicioso).
Leoni deu mais um sorriso quase imperceptível. – Você não vai matá-los?
- Por que?
- Eles podem contar para alguém que estivemos aqui.
- É verdade, eles sabem nossos nomes.
Leoni riu.
- Ah! Sabe yashin-teki? Eles não vão conseguir andar e ninguém passará aqui, portanto, é bem capaz que eles morram por perda de sangue.
Leoni riu mais uma vez. – Você é cruelmente engraçado.
- Eu?
- Ou gracejosamente cruel se assim preferir. Hehe!
- Ah!
- Eu vou contar! Eu vou contar! – Exprimiu Arasu desesperado e pensando num modo de se movimentar estando cercado. – Eu vou denunciá-los!
- E aí yashin-teki, o que faço com esse? Quer que eu corte as pernas assim como os outros?
Leoni, mais uma vez o que? Isso, exatamente: riu.
– Não fale como se eu que tivesse mandado você cortar as pernas daqueles dois.
Os homens caídos já estavam desacordados e com as peles cinzentas. Com certeza estavam quase mortos.
- Bom, é né. Mas já que Akushitsuna sabe nossos nomes, então ele perderá as pernas também!
- Me chamou de que? – indagou Arasu, (Akushitsuna é o japonês de inescrupuloso) ou toshi se você assim preferir.
- ah!ah!ah!ah! Não precisa cara.
De repente, Leoni apareceu como um feixe de luz na frente de Arasu e colocou a mão sobre o rosto do mesmo. Em seguida, Arasu caiu desacordado. Leoni o pegou e o colocou sobre os ombros. – Ele fará nosso plano ser mais assustador.
- Hum, é mesmo, pode ser.
Leoni pegou a maleta de dinheiro que estava no chão e foi com Kouma em direção a saída.
- Cara, agora me diga. Por que você iria cortar as pernas dele por ele saber nossos nomes?
- Por que? Não queria que o atingisse?
- Não quis dizer isso. Eu perguntei o por que tinha que ser as pernas.
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Matsume andava pela rua com um olhar triste e olhos vermelhos de tanto ter chorado. Parecia que a madrugada seria chuvosa porque dava para perceber os primeiros sinais de neblina na noite. Eu arrisco em dizer que possivelmente o ambiente estivesse daquele jeito por conta da técnica de Kazumi, não pela temperatura. Kazumi chegou em calçada oposta a uma casa que estava cercada por carros de policiais e perícia. Ela observava como se fosse a última coisa que ela pudesse fazer em seu dia. Então, ela sumiu num bringer ray. Kazumi apareceu no último andar da casa, num quarto aparentemente de uma criança já que sobre a cama havia ursinhos e sobre o guarda-roupa e os criados-mudos havia fotos de uma garotinha loira linda. Às vezes com os pais.
Matsume olhava para a janela. Ainda refletindo, virou seus olhos para a cama.
Enquanto isso, alarmes soavam dos carros de polícia em frente a casa Chiba. Com certeza, havia mais carros do que pessoas. Era a polícia, ambulância, perícia e a imprensa cobrindo todos os fatos que acabara de ocorrer. Eu disse no plural, porque...
...não houve apenas o alagamento provocado por Kazumi, mas houve também o desaparecimento de todos na casa da família Chiba.
Notas finais
Kaji_Daiippo
(Fogo_Primeiro caminho da estrada longa)
Kurokudairo mizu haiburiddo
(Crocodilo das águas híbridas)
Bõheki no mizunoringu
(Anel das águas de Baluarte)
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