Notas iniciais
Oie! Como estão minhas safadas favoritas? Pois é, finalmente teremos nosso hentai! Decidi postar hoje, amanhã eu vou passar o dia fora e não quero correr o risco de atrasar a leitura de vocês. Mudei a classificação, tudo direitinho. Espero que vocês gostem, esse não é meu primeiro hentai, mas não consigo deixar de ficar nervosa. Se vocês não gostarem de qualquer coisa, me deixem saber. Gostaria de agradecer pelos comentários, eu amo vocês, obrigada por todo o apoio de carinho que vocês tem me dado. Me deixa muito feliz saber que vocês estão realmente gostando, todas vocês tem um lugar especial no meu coração

Acenei para Sr. Kitazawa, entrando no orfanato. As crianças estavam muito ativas hoje, brincavam com força no pátio de entrada. O dia estava lindo, o verão ameaçava finalmente chegar. Eu vestia roupas leves, estava calor de verdade hoje. Passarinhos voavam no céu, piando e defecando em cabeças aleatórias. Ri com o pensamento, deve ser ótimo ser um pássaro, acho que vou pagar um para defecar na cabeça de Fuuto de vez em quando.

– Nina? – chamou-me uma voz.

Abri um grande sorriso, indo até ele com os braços abertos. Akira riu, imitando meus gestos e grudando nossos corpos. Afundei-me em seu abraço, suspirando de felicidade.

– Oi, meu Akira – falei.

Ele riu, balançando-me um pouco.

– Você está radiante hoje – comentou – Tem relação com nossa conversa no telefone de terça-feira?

Dei um sorrisinho, aconchegando-me ao seu corpo quente.

– O dia está lindo, não tem como ficar menos radiante – falei – E tem relação com aquela conversa, você é um gênio.

Ele bufou, revirando os olhos.

– Não precisa ser um gênio, eu só não sou um idiota – ele disse.

Ri, mordendo um lábio.

– É sim um idiota – falei – Mas é o meu idiota.

Ele abriu um sorriso lindo, aproximando seu rosto do meu. Mordi o lábio, antecipando seus movimentos. Akira selou nossos lábios, soltando um suspiro de felicidade. Inclinei-me para ele, retribuindo seu beijo. Ele mordiscou meu lábio inferior, fazendo-me sorrir em meio ao beijo. Eu estava tão feliz que mal conseguia beija-lo, tudo que eu queria fazer era rir. Akira separou nossos lábios, franzindo a sobrancelha e rindo pelo nariz.

– O que deu em você hoje? Te deram maconha no almoço? – perguntou.

Ri, lançando a cabeça para o alto. Ele riu junto comigo, olhando-me com uma expressão desconfiadamente feliz.

– Eu te amo – falei – Você é minha felicidade, sabe disso, não sabe?

Ele deu um sorriso terno, abraçando-me com mais força.

– Você é a minha felicidade também, Srta. Kazama – ele disse – Eu também te amo.

Abri um grande sorriso, ele sorriu, aproximando nossos lábios outra vez. Fundi minha boca a dele, sorrindo até mesmo naquela hora. Akira também sorriu, intensificando o beijo ao sugar um pouco meu lábio inferior. Ofeguei, ele aproveitou a deixa para enfiar a língua na minha boca. Minha língua correu para entrelaçar-se na dele, elas sentiam falta uma da outra, então não fazia sentido deixa-las esperando por mais tempos. Akira apertou minha cintura com mais força, minhas mãos puxaram seus cabelos com certa força. Ele ofegou, mordi seu lábio. Akira endureceu seus lábios, partindo o beijo rapidamente.

– O que deu em você? – perguntou, radiante.

Percebi naquele momento que ele estava sem ar, ri.

– Eu quase te matei – falei, ainda rindo – O mundo é mesmo um lugar justo, Sr. Yushima.

Ele riu, sacudindo a cabeça.

– Você está completamente louca, Nina – ele disse.

Ri, assentindo.

– Eu só estou feliz – falei – Muito, muito, muito, muito feliz.

Ele riu da minha repetição de palavras, mordi o lábio.

– Em geral, quem fica alegre assim nas suas visitas sou eu – ele disse, dando um meio sorriso – Eu posso até estar ficando maluco, mas tenho impressão de que esse seu sorriso está escondendo muita coisa.

Ri, lançando-lhe um olhar perverso. Confesso, aprendi aquele olhar com o Fuuto.

– Eu tenho uma coisa séria para falar, e acho melhor ser em um lugar reservado – falei.

Akira me encarou, seus olhos se arregalaram de leve.

– Você não está grávida, está? – perguntou.

Revirei os olhos, bufando.

– Nós nunca fizemos sexo, como eu posso estar grávida se nem nos tocamos ainda? – perguntei.

Seus olhos brilharam, um sorriso nasceu em seus lábios.

– Ainda? – repetiu – Nós vamos?

Mordi o lábio, fingindo estar com dúvidas.

– Talvez – falei.

Ele riu, uma risada carregada de testosterona. Aquele som quase me fez ter um infarto, meu ventre parecia estar diante de uma lareira acesa.

– Vamos para o meu quarto, lá teremos privacidade – ele disse.

Assenti, ele abriu um sorriso. Akira tomou minha mão, guiando-me para o interior do orfanato a passos rápidos. Mordi o lábio, lembrando-me da minha conversa com Miwa no começo da semana. Ela me fizera rir muito ao abrir minhas lingeries diante de Ema de Hikaru, por incrível que pareça, eu achei divertido expor aquilo para eles. Eram minha família, afinal. Eu não tinha motivos para esconder nada deles.

Louis também pareceu contente quando eu disse que revelaria sobre a existência de Akira em breve, ele dissera que podíamos contar com ele para o que precisasse. Eu estava tão feliz desde aquele dia que nem mesmo Fuuto conseguia me desanimar, Wataru aproveitou essa minha maré de bom humor para me fazer brincar com ele durante horas todos os dias. Eu adorava, descobri que gostava mais de brincar com meu irmãozinho do que gostava de cuidar da minha própria vida.

Akira apertou um pouco minha mão, cantarolando uma música qualquer. Sorri, ele parecia curioso e ansioso para saber o que eu tinha a dizer. Eu estava um pouco nervosa, mas minha felicidade nem me deixava pensar nas consequências.

– Ainda lembra de qual quarto é? – perguntou Akira, lançando-me um sorriso desafiador.

Revirei os olhos, soltando-me dele e indo em direção a porta do quarto G-7. Ele sorriu ao ver que eu lembrava, abri a porta e entrei sem cerimônia alguma. Aquele lugar continuava o mesmo, sorri. A cama de Akira estava muito bem arrumada, ele sempre cuidara muito bem das coisas dele. Seu celular estava cuidadosamente equilibrado em cima do exemplar de Harry Potter e o Cálice de Fogo que Akira havia ganhado de presente de seu pai, quando ele ainda era vivo. Já havíamos lido aquele livro juntos muitas e muitas vezes, mas eu sempre ansiava para ler outra vez.

– Senti falta desse lugar – falei.

Akira suspirou, ouvi a porta do quarto ser fechada devagar. Ele deve ter trancado, ele sempre trancava a porta quando eu ia lá.

– Achei que você nem lembrava mais de como era o meu quarto – disse Akira.

Senti uma pontada de amargura em sua voz, franzi o cenho.

– É claro que eu lembro – falei – Você sabe muito bem que eu lembro de coisas importantes.

Ele suspirou, cedendo-me um sorriso.

– Eu sempre quis trazer você aqui de novo, mas nunca achei que você ia aceitar – confessou – E você sempre vem acompanhada, aliás, por que o Louis não veio hoje?

Dei um meio sorriso, sentindo um frio na barriga.

– Eu pedi para vir sozinha hoje – falei – Queria ficar a sós com você.

Encarei o chão enquanto dizia aquilo, senti seu olhar em mim.

– Entendo – ele disse.

Mordi o lábio, era impressão minha ou a voz dele estava mais grave?

– O que você tem para me dizer? – Akira perguntou.

Ergui o rosto, ele me encarava.

– Você vai gostar, tenho certeza – falei.

Ele deu um meio sorriso, mas não disse nada. Conhecia-o por tempo suficiente para entender aquele gesto, ele queria que eu falasse.

– Contei à minha mãe sobre nós – falei.

Falei aquilo muito rápido, tive medo que ele não tivesse entendido. Encarei-o, esperançosa. Ele me encarou durante alguns segundos, seus olhos vibravam. Por fim, ele abriu o sorriso mais lindo que um dia eu já vi na vida.

– Oh, Nina – ele disse, rindo um pouco – Finalmente, agora é oficial.

Ri, mordendo o lábio. Ele parecia exalar felicidade, até sua respiração estava mais rápida.

– O que ela disse? – perguntou, curioso.

Olhei para o chão, dando um meio sorriso. Se ele soubesse metade das coisas que Miwa tinha dito, iria querer se enterrar em um buraco.

– Ela não se importou muito, mas quer conhecer você – falei – Ela disse que você era lindo, e até te mandou um presente.

Seus olhos brilharam, ele deu uma risada incrédula.

– Um presente? – perguntou – Que presente?

Mordi o lábio, encarando meu vestido. Não encontrei palavras para responder, mas Akira parecia ter entendido.

– Bom, eu não conheço muito sobre moda, mas é um belo vestido – comentou, passando a mão na nuca – Esse é o presente? Eu não vou usar isso.

Ri, sem conseguir me segurar. Minha barriga se apertava de nervosismo, tentei não gaguejar.

– Não é o vestido, seu bobo – falei, revirando os olhos – É o que está debaixo dele.

Akira era esperto, então devia ter entendido. Seu sorriso morreu, seus olhos faiscaram.

– Me explica direito, por favor – pediu.

Droga, a voz dele soava como um ronronar de um gatinho manso. Aquele som me fez esquentar outra vez, quase mordi o lábio.

– Ela foi para Milão, isso você já sabe – falei – Ela trouxe muitas coisas de lá, inclusive algumas lingeries. Ela disse que eu devia te “mostrar” uma delas, talvez você fosse gostar...

Deixei minha voz morrer, na verdade, não tive forças para continuar. Olhei nos olhos de Akira, mordendo o lábio de leve.

– Você quer ver? – perguntei.

Minha voz saiu baixinha, quase provocante. Eu não queria soar assim, mas não conseguira evitar. A vontade que eu tinha era de agarrar Akira com força e não soltá-lo nunca mais, porém não era só a minha vontade que estava em jogo ali.

– Se eu quero ver? – disse Akira.

Sua voz estava tão provocadora quando a minha, todos os meus pelos se eriçaram.

– Sonho com isso há meses, Srta. Kazama – ele disse.

Dei uma risadinha, esfregando meu próprio braço. Akira veio lentamente em minha direção, parando a um passo de mim. Ele encarava meu rosto intensamente, seus olhos pareciam brilhar mais que as estrelas.

– Você pode, por favor, tentar ser gentil? – pedi – Eu nunca fiz isso.

Ele deu um meio sorriso, aproximando-se ainda mais.

– Eu também nunca fiz isso, Nina – ele disse – Eu nunca vou machucar você, pode confiar em mim.

Sorri, lançando-lhe um sorriso.

– Eu confio, Akira – falei – Confio em você.

Ele abriu um lindo sorriso, tomando-me em seus braços.

– Eu te amo – ele disse.

– Eu também te amo – respondi.

Nossos corpos se inclinaram um para o outro como se fossem magnéticos, os lábios de Akira cobriram os meus devagar. Soltei um leve suspiro, meu coração batia como louco. Akira pôs as mãos em minha cintura, apertando-a um pouco. Minhas mãos foram direto para seu peito, segurando sua camisa. Seus lábios moviam-se em um ritmo constante, nem muito rápido e nem muito devagar, apenas se moviam. Tentei respirar, não queria encerrar o beijo, não podia encerrar o beijo. Akira mordiscou meu lábio inferior, intensificando o beijo. Suas mãos desceram por meus quadris, brincando com meu vestido. Ofeguei bem de leve, ele apertou minhas pernas com seus dedos. Meus lábios se separaram um pouco, Akira aproveitou a deixa para escorregar sua língua para dentro da minha boca. Minhas mãos puxaram um pouco sua camisa, minha língua entrelaçou-se na dele. Akira enfiou suas mãos debaixo do meu vestido, subindo-as por minhas pernas, apertando-as. Ofeguei de novo, meu ventre parecia estar em chamas. Meu namorado subiu meu vestido usando os braços, suas mãos subiram até minha cintura. Ele parou um pouco antes de tocar meu sutiã, pude sentir seu ofego cortar o beijo por alguns segundos. Ajudei-o, erguendo meus braços. Akira tirou meu vestido por completo, atirando-o em algum lugar do quarto. Ele partiu o beijo, afastando-se um pouco para me encarar. Seus olhos brilhavam, suas pupilas estavam tão dilatadas que seus olhos pareciam quase pretos. Mordi o lábio, não conseguia ficar constrangida.

– Oh, Nina – disse Akira, mordendo o lábio – Eu amo a sua mãe.

Ri, mordendo o lábio logo em seguida. Akira aproximou-se de mim, suas mãos tocaram a pele exposta de minha cintura.

– Está nervosa? – perguntou.

Tentei parecer confiante, mas o olhar intenso que Akira me lançava não me deixava mentir, ele nunca me deixava mentir. Baixei o olhar até sua clavícula, incapaz de olhar em seus olhos.

– Um pouquinho – falei.

Ele deu uma pequena risadinha, puxando-me para si.

– Não precisa ficar, vai ficar tudo bem – ele disse, beijando minha testa – Eu não devia, mas preciso perguntar: Você quer mesmo isso? Perder sua virgindade nesse quarto pequeno?

Assenti, Akira beijou minha testa outra vez.

– Se não quiser, pode dizer – ele disse – A escolha é sua, eu nunca vou ficar com raiva de você. Eu sei que você merece uma suíte especial, podemos esperar mais um pouco e...

– Eu quero Akira, nem posso descrever o quanto eu quero – falei, sem deixar espaço para ele dizer mais nada – Eu estou certa quanto a isso, eu estou certa quanto a você.

Agarrei sua nuca com minha mão direita, colando nossos corpos. Encarei bem seus olhos azuis, ele me encarou de volta.

– Eu quero fazer amor com você, Akira – falei – Tenho certeza disso, e acima de tudo, tenho certeza de que eu te amo. Eu confio em você, eu quero você.

Falei aquilo com toda a firmeza que consegui reunir, minha voz não tremeu em nenhum segundo. Akira olhava-me nos olhos, talvez tentando sentir a sinceridade em minha voz. Ele deve ter se convencido, já que abriu outra vez aquele sorriso lindo.

– Eu também quero você, Nina – ele disse – E se você quer, vamos fazer amor.

Assenti, dando um sorrisinho. Akira sorriu, aproximando nossos lábios outra vez. Beijamos-nos de novo, sem hesitar nem um pouco desta vez. Ambos sabíamos o que queríamos, não havia dúvidas agora, era só entregar o controle aos nossos instintos.

Akira apertou minha cintura, subindo sua mão até a parte de trais do meu sutiã. Ele tocou a renda preta com seus dedos, sentindo a textura. Fiquei feliz por ter escolhido aquela, Miwa realmente tinha um ótimo gosto para escolher lingerie.

Ele separou nossos lábios, fixando seu olhar em meus seios. Eles ainda estavam cobertos, mas aquele sutiã os deixava pronunciados e redondos. Akira mordeu o lábio, inclinando seu rosto em direção aos meus seios. Ele tocou o vale entre meus seios com seus lábios macios, depositando um beijo sonoro no lugar. Suas mãos apertaram minhas costas, mordi o lábio.

– Isso não é justo – falei.

Akira parou de beijar minha pele, erguendo o rosto em minha direção.

– Você ainda está todo vestido – falei.

Ele riu, sacudindo a cabeça.

– Você não tem jeito – ele disse.

Dei de ombros, Akira riu. Segurei a barra de sua camisa, puxando-a para cima. Ele ajudou-me a retira-la por completo, exibindo seu abdômen surpreendentemente definido. Engoli em seco, ele ganhara tudo aquilo apenas carregando livros para ajudar a bibliotecária?

Toquei seu peito com minha mão esquerda, sentindo a textura de sua pele. Ele era quente, literalmente falando. Sua pele era macia e áspera ao mesmo tempo, seu peito era completamente livre de pelos. Inclinei-me para frente, encostando meus lábios em sua pele suavemente. Akira deu uma leve tremida, senti seu coração bater como louco contra meus lábios. Subi meus beijos por seu pescoço, inalando seu cheiro com a boca. Akira soltou um baixo rosnado, mordi seu pescoço. Inclinei-me para cima, beijando a linha de seu maxilar. Akira apertou levemente minha cintura, puxando-me para si. Beijei seu queixo, subindo o foco de meus beijos devagar. Tomei seus lábios nos meus, abraçando-o com força. Akira correspondeu ao meu beijo, apertando a pele das minhas costas e da minha cintura com seus dedos. Mordisquei seu lábio inferior, sugando-o com certa força. Akira apertou minha pele com força, fazendo-me soltar um gemido. Ele aproveitou aquilo para enfiar a língua em minha boca, procurando a minha com certo desespero. Entrelacei minha língua na dele, puxando seus cabelos. Akira empurrou-me para trás, fazendo a parte de trás dos meus joelhos baterem em sua cama. Desequilibrei-me, meu corpo caiu. Ele veio junto comigo, minhas costas atingiram o colchão de sua cama. Akira apoiou o peso de seu corpo na mão esquerda, seus lábios não deixavam os meus de jeito nenhum. Apertei suas costas com meus dedos, desesperada para senti-lo. Ele partiu o beijo por um segundo, puxando ar para dentro dos pulmões. Meu coração parecia estar tentando imitar a bateria de What You Want – Evanescence, tentei respirar, mas tudo que consegui fazer foi ofegar desesperadamente.

Akira afastou-se de mim, sentando na cama. Apoiei-me em meus cotovelos, tendo a completa ciência de que meus peitos estavam pulando para fora do sutiã. Aquilo não parecia incomodar Akira, então decidir ignorar. Ele tirou meus sapatos, depositando suaves beijos em meus tornozelos. Mordi o lábio, ele abriu o zíper da calça. Observei-o enquanto ele tirava a calça, exibindo sua cueca Box azul. A minha cor favorita, vestida pela minha pessoa favorita.

Akira debruçou-se sobre mim outra vez, tomando meus lábios nos dele sem hesitar. Retribuí seu beijo, esticando-me para tocar seu corpo com o meu. Ele pôs a mão direita em minha coxa esquerda, apertando-me com seus dedos. Pus minha mão esquerda em seu braço direito, sentindo seus músculos definidos. Akira sugou meu lábio inferior, baixando o foco de seus beijos até o meu pescoço. Senti sua língua quente traçar uma linha em meu maxilar, indo até minha orelha.

– Você é linda, minha Nina – ele sussurrou.

Sua voz estava rouca, meus pelos se eriçaram. Akira beijou meu pescoço, apertando minha coxa com seus dedos outra vez. Ele parecia adorar fazer aquilo, o que era ótimo, já que eu adorava quando ele fazia aquilo. Akira beijou-me até o vale entre meus seios, largando minha perna para apalpa-los por cima do sutiã. Ele sorriu para eles, um sorriso terno e carinhoso, tão amoroso que me fez tremer. Nosso olhar se encontrou, ele lançou-me aquele mesmo sorriso. Akira parecia um menino brincando com seu brinquedo favorito, sorri ao ter aquele pensamento. Ele mordeu o lábio, direcionando seus dedos até o fecho do meu sutiã. Inclinei meu corpo para frente, ajudando-o. Akira era rápido com os dedos, ele abriu meu sutiã com facilidade, como quando ele jogava em seu console. Ajudei-o a tirar as alças, ele jogou meu sutiã em um canto qualquer do quarto. Aquilo ficaria uma bagunça, mas eu não me importava. Akira segurou meus dois seios, um em cada mão, sorrindo para eles. Respirei fundo, ele parecia estar explodindo de felicidade. Ele inclinou seu rosto na direção dos meus seios, fechei os olhos.

Senti sua boca quente beijar meu mamilo direito, fazendo-me arquear minhas costas como se tivesse levado um choque. Akira beijou meu outro mamilo, como se não conseguisse decidir qual deles ele queria mais. Não abri meus olhos para ver aquilo, apenas ofeguei enquanto ele continuava a se decidir. Senti seus lábios abocanharem meu mamilo esquerdo, sugando-o levemente. Arqueei minhas costas outra vez, ofegando profundamente. Akira sugou meu mamilo mais um pouco, aumentando a intensidade conforme ganhava confiança. Eu mal conseguia respirar, não conseguia imaginar um único momento em minha vida em que senti tamanho prazer. Akira soltou meu mamilo esquerdo, sua boca vagueou para meu mamilo direito, abocanhando-o também. Mesmo estando ligeiramente acostumada com aquela sensação, minhas costas se arquearam de novo. Ele sugou meu mamilo durante quase três minutos, minutos que pareciam uma eternidade para mim. Quando ele soltou meu mamilo, uma sensação de abandono me tomou. Abri meus olhos, apenas para ter a visão de dois olhos azuis brilhantes me encarando.

– Nina – ele disse.

Seus dedos tocaram meu rosto, afagando-me como se eu fosse uma boneca de porcelana francesa. Akira encarou meu rosto com um olhar de adoração, senti meu coração pular uma batida. Ele baixou seus lábios até eles encostarem-se aos meus, beijando-me amorosamente. Avancei nele, transformando aquele beijo calmo em algo desesperado e intenso. Akira apertou minha cintura, ofegando em meio ao beijo. Agarrei sua nuca, puxando seus cabelos com meus dedos inquietos. Ele baixou lentamente minha calcinha, fazendo-me partir o beijo para poder ofegar. Nosso olhar se encontrou outra vez, ele sorriu para mim. Sorri de volta, abraçando-o com força. Akira tirou minha calcinha por completo, deixando-me completamente exposta para ele. Ele soltou-me devagar, fechei meus olhos. Não sentia vergonha alguma por estar nua diante dele, mas também não conseguia encara-lo enquanto ele me encarava.

– Abra os olhos, minha Nina – ele disse.

Sua voz cortou todos os cabos que me seguravam ao constrangimento, abri meus olhos bem devagar. Ele estava apoiado em seus braços, quase me cobrindo com seu corpo quente. Seus olhos encaravam os meus, ele sorria de leve. Engoli em seco, tentando sorrir de volta. A verdade era que eu estava tão banhada em prazer que nem conseguia raciocinar direito, só senti suas mãos apertarem meus quadris quando Akira separou meus joelhos. Eu me sentia como um frango assado: Aberto e quente.

– Akira, eu...

– Shiu – calou-me, sorrindo ternamente – Está tudo bem, confie em mim.

Engoli em seco, mas assenti devagar. Ele sorriu ainda mais, descendo seu olhar calmamente por toda a extensão do meu corpo. Engoli em seco outra vez, Akira mordeu o lábio. Ele lançou-me um rápido olhar, agachando-se diante de mim. Seu rosto estava na altura do meu umbigo, mordi minha língua. Ele depositou um beijo em meu umbigo, descendo sua língua até meu ventre. Retorci-me um pouco, sua boca beijou a parte interior das minhas coxas. Meus olhos queriam se fechar, mas eu consegui resistir. Akira abriu minhas pernas, segurando-as com suas mãos. Senti sua respiração atingir minha vulva, mordi o lábio com força para não gritar. Ele aproximou-se lentamente, fazendo-me tremer de expectativa. Por fim, seus lábios depositaram um suave beijo em meu clitóris. Meu corpo se retorceu furiosamente, minhas pernas tremeram. Akira segurou-as no lugar onde elas estavam, beijando meu clitóris outra vez. Ele continuou aquela deliciosa tortura até eu não aguentar mais, minhas pernas tremiam com força. Minhas mãos agarraram seus cabelos, forçando sua cabeça para baixo. Ele riu baixinho, correndo sua língua por toda a extensão da minha vulva. Akira penetrou-me com a língua devagar, sugando meu clitóris sem me dar espaço para respirar. Uma sensação muito forte atingiu meu ventre, como se algo muito quente estivesse se arrastando dentro de mim, direcionando-se à saída. Akira continuou beijando, sugando e penetrando minha vagina com sua língua, minha respiração ficava cada vez mais pesada. Por fim, aquela sensação atingiu seu auge. Senti minhas entranhas se retorcerem, algo quente saiu de mim, diretamente na boca de Akira. Nem tive tempo de pensar em ver o que era, já que meu namorado lambera tudo em questão de segundos. Ele ergueu-se de onde estava, avançando sobre mim outra vez. Seu sorriso perturbador me arrepiou todos os fios de cabelo, ele riu baixinho.

– Você é tão deliciosa, Nina – ele disse.

Estremeci, incapaz de falar. Ele riu baixinho outra vez, puxando meu queixo em sua direção com carinho. Beijamos-nos, sem conseguir ficar mais nem um segundo separados. Akira me apertou contra seu corpo, minhas pernas se entrelaçaram em seu quadril sem pensar. Seus lábios sugavam os meus severamente, senti como se meu corpo estivesse derretendo. Ele me soltou bruscamente, seus olhos pareciam estar queimando em uma chama azul. Ofeguei, Akira afastou-me e tirou sua cueca. Sua ereção foi liberada, meus olhos se arregalaram. Era enorme, lindo. Mordi o lábio, ansiando por seus toques. Akira saiu da cama rapidamente, correndo na direção do meu vestido. Ele devia ter visto o pacote de preservativos que eu trouxera, sorri com o pensamento. Ele rasgou uma embalagem no caminho para a cama, vestindo a camisinha enquanto me olhava. Esperei-o, respirando fundo. Akira posicionou-se da forma que julgou ser correta, senti seu membro tocar a entrada da minha vagina. Mordi o lábio, jogando a cabeça para trás. Meu namorado não disse nada, apenas empurrou-se devagar para meu interior.

Aquilo doía mesmo.

Quanto mais Akira empurrava-se para dentro de mim, mais eu sentia como se estivesse sendo rasgada. A sensação era como se algo grande estivesse entrando em um buraquinho pequeno, o que era a mais pura verdade. Tente passar uma caneta grossa por dentro de um buraquinho feito com a ponta de um lápis no papel, vai ser quase a mesma coisa.

Gemi, sentindo aquela dor ficar cada vez mais forte. Akira viu minhas caretas de dor, arquejando. Ele parecia estar sofrendo junto comigo, o que era um pouco reconfortante. Segurei seus ombros, tentando ajuda-lo a entrar em mim. Aquilo era tão grande que não parecia ter fim, minha vagina ardia, esticada e invadida pelo pênis de Akira.

Mas ela não ligava, nem um pouco.

Entrelacei meus dedos nos cabelos de Akira, fechando os olhos com força. Ele parecia finalmente ter entrado por completo, o que aliviou um pouco a sensação de invasão. Esperamos por alguns segundos, talvez até minutos, não sei dizer. A dor foi passando aos poucos, eu me sentia como aquele papel do exemplo que dei um tempo atrás. Puxei delicadamente os cabelos de Akira, indicando que eu já estava pronta. Ele não esperou por um segundo sinal, começando a retirar-se de dentro de mim devagar. Doeu um pouco, mas o pior já havia passado, eu podia aguentar. Akira retirou-se e empurrou-se para dentro de mim outra vez, esvaziando-me e enchendo-me sem parar para me deixar respirar. Acabei gemendo de dor, ele parou, preocupado.

– Pode ir – grunhi.

Mordi a língua, Akira ofegou. Senti-o retirando-se de mim outra vez, com mais força desta vez. Ele entrou em mim de novo, estabelecendo uma cadeia de movimentos. Akira foi fazendo aquilo de novo, e de novo, e de novo. Eu sentia como se aquela invasão deliciosa fosse algum tipo de alimento, pois meu corpo, quanto mais provava, mais parecia querer. Akira estocou-me cada vez mais rápido, intensificando seus movimentos conforme ganhávamos confiança. Ofeguei, mordendo o lábio. Abracei-o com minhas pernas, fazendo-o ir mais fundo do que já estava. Ele percebeu entender aonde eu queria chegar, mordendo o lábio, Akira estocou-me com mais força. Puxei seus cabelos, gemendo. Rebolei contra seu corpo, ajudando-o a penetrar-me cada vez mais. Akira ofegava, soltando gemidos do fundo da garganta. Eu não estava em melhor condição, meu lábio já devia estar ferido, eu não parava de mordê-lo. Movemos-nos juntos, cada vez mais rápido. Akira entrava e saia de mim, ofegando e gemendo. Eu rebolava, mexendo os quadris de forma sincronizada. Nossa sincronia ficou perfeita, senti nossa vontade crescendo. Akira trincou os dentes, empurrando-se para dentro de mim com força. Não doía mais, longe disso. Eu me sentia perfeita, me sentia viva. Devíamos estar loucos, nossa situação resumia-se a movimentos sexuais, movimentos sexuais! Eu sabia bem como eles eram.

Aquela sensação de rebelião interna me tomou de novo, senti um choque. Empurrei-me contra Akira mais rápido, sentindo aquilo ficar cada vez mais forte. Meu namorado penetrou-me cada vez mais rápido, seus movimentos eram quase automáticos. Aquela rebelião atingiu seu auge, fazendo meu corpo vergar para frente, agarrando-se a Akira com força. Ele grunhiu, penetrando-me com força mais umas duas vezes, até atingir seu orgasmo também. Seu corpo caiu por cima do meu, esmagando-me com seu peso. Estava difícil de respirar, mas eu não conseguia reclamar ou achar aquilo ruim.

Porque não era ruim, era a melhor coisa do mundo.

Akira rolou para o lado, trazendo-me com ele. Abraçamos-nos com força, enterrei meu rosto em sua clavícula. Ele beijou minha testa, tentando respirar corretamente. Eu não estava em melhor condição, tentei normalizar minha respiração também, mesmo não sendo tarefa fácil. Akira acariciava minhas costas, meus dedos afagavam sua cabeça, entrelaçando-se em seus cabelos macios. Seu corpo estava suado, mas eu não podia reclamar, já que o meu também estava. Parecia que tínhamos corrido uma maratona, acho que o verão realmente chegou, mas naquele quarto ele chegou primeiro.

Ri um pouco com aquele pensamento, sentindo o corpo de Akira se retesar minimamente, reagindo aos meus movimentos. Ele ainda estava dentro de mim, e eu não tinha forças para empurra-lo para fora.

– Do que você está rindo? – perguntou Akira.

Ri mais um pouquinho, enlaçando sua cintura com minha perna esquerda. Aquilo fez seu pênis entrar ainda mais, e mesmo não estando mais tão rígido, aquilo me arrepiou de prazer.

– Essa foi a coisa mais nojenta que nós já fizemos – falei – Mas eu não consigo me arrepender de nada.

Ele riu, entendendo meu argumento. Akira abraçou-me com um pouco mais de força, sorri, enterrando-me em seu peito.

– Digo o mesmo – ele disse.

Sorri, suspirando. Nossas respirações finalmente ficaram normais, Akira roçou a ponta de seu nariz em minha testa.

– Esse é o melhor dia da minha vida – ele disse.

Sorri ainda mais, abraçando-o com mais força.

– Digo o mesmo – falei.

Ele riu, ri junto com ele. Nossos corpos ainda estavam fundidos, e nada do que fazíamos os separava. Eu poderia passar a eternidade ali, meu corpo nunca iria precisar de nada, eu já estava com meu principal combustível.

– Eu posso dormir um pouco? – perguntei.

Akira espichou o pescoço, talvez procurando seu relógio de parede. Encarei seu rosto, ele não percebeu.

– O horário de visitas termina em quarenta minutos, você pode cochilar um pouco – ele disse.

Não respondi, apenas continuei encarando seu rosto. Akira continuou encarando o relógio, respirando calmamente. Mordi o lábio, aquele Adônis era meu namorado. Seus cabelos estavam um completo caos, sinais de que nosso momento tinha sido bom. Eu não dava a mínima para o desconforto que sentia, tínhamos feito amor, éramos um só.

Akira virou o rosto em minha direção, nosso olhar se encontrou. Ele tinha os olhos mais lindos do mundo, azuis como o gelo. Seu rosto perfeito estava tomado por uma expressão de felicidade, sorri com todo amor que tinha. Akira abriu um sorriso lindo, suspirando.

– Eu te amo – falei.

– Eu te amo – respondeu.

Sorrimos um para o outro, Akira aproximou-nos mais uma vez. Nossos lábios se encontraram, estávamos amando o momento. Suguei seu lábio inferior, sentindo as forças que haviam me abandonado voltarem aos poucos. Akira mordeu meu lábio, abrindo uma brecha em minha boca e escorregando sua língua para o lado de dentro. Gemi baixinho, apertando-o contra mim. Akira girou-me, enfiando-me debaixo do seu corpo. Seu membro saiu de mim no movimento, estremeci um pouco, quase cortando o beijo. Meu namorado não se importou, na verdade, seu membro já estava ficando rígido outra vez. Ri um pouquinho daquilo, ele cortou o beijo. Seus olhos brilhavam, sorri.

– Vamos de novo? – perguntou.

Mordi o lábio, ele esperou pela minha resposta.

– Ainda temos duas camisinhas lacradas – falei.

Seus olhos brilharam ainda mais, ele abriu um sorriso enorme. Juntei nossas bocas, sem esperar nem mais um segundo.

Quarenta minutos era tempo suficiente, e, além do mais, quem precisa dormir?

IMAGEM DE HOJE

Yusuke Asahina (Segunda temporada... É crime ser gostoso?)

Notas finais
Então... O que acharam? Tia Ocenas acabou com a inocência de vocês ou ainda há esperança? Cometem para deixar a tia Oceans ainda mais tarad... Digo, feliz. Gostoso de hoje... Opa, imagem de hoje---> http://img4.wikia.nocookie.net/__cb20131120065117/brothersconflict/images/0/01/Yusuke_season_2.png Teremos o jantar Nitsume (Nina+Natsume) no próximo, e NÃO, não vai ter hentai. Próximo capítulo: 13/11/2014. Beijo...