The New Geration
13 Capitulo 13
– Ah, não! Definitivamente não!
Estava sobre a copa de uma árvore. Já avia subido em varias delas hoje, atravessamos o acampamento e agora permanecíamos no coração do bosque dos olhares curiosos. Podia ouvir mesmo aquela distancia o ruído do rio que cortava o bosque levando direto para praia. Uma parte de min quis loucamente ir em direção ao rio, mas a outra estava tão exausta que não conseguiria nem se locomover direito. Lá no alto o ar fresco limpava meus sentidos, já faziam quantas horas de treinamento? Sete? Até quando vão me impedir de sair?
Olhei para o bracelete de prata com a pedra azul cravada nela, aquilo já estava apertando. A pedra azul de chikara... Mas usado para principiantes, com isso posso usar pouco do meu chikara, foi o que Airon me disse. Bem, eu estaria tudo bem se eu não estivesse preste a desmaiar de fome. Já eram 3 da tarde e eu estava treinando dês das 9 horas sem descanso. Airon me fez treinar por três horas seguidos os meus sentidos, não foi tão difícil assim, e basicamente saber, ouvir, sentir e se esconder bem. Passei anos fazendo isso quando era mais nova, por isso não foi tão difícil. Porem... capturar três ciclopes já e de mais. Airon e Annabeth me vigiavam em outro galho.
– Não consigo!!! – Rosnei com raiva. Annabeth chegou perto, e pôs a mão em meus cabelos bagunçados.
– Desculpe, mas só vamos te deixar ir se você capturar pelo menos um.
– SACO! – Revirei os olhos, meu estomago já estava pra sair e me dar um tapa na cara de tão alto que já roncava. Meu cansaço já era evidente mas eles não ligavam, pulei para outro galho sem fazer barulho. Três ciclopes estavam bem embaixo da arvore, Airon fez o favor de invocar três ciclopes dentro do acampamento para o treinamento, Annabeth disse que o meu cheiro vai atraí-los por eu ser filha de poseidon meu cheiro e mais forte. Fechei meus olhos e tentei ignorar meu corpo pedindo uma drástica pausa e meu estomago gritando.
– Você consegue – Annabeth tentava me animar mas não conseguiu, o som do rio ficou mais forte nos meus ouvidos....
Espera um minuto.... Água... Já sei!
Esperei os ciclopes estarem distraídos olhando para algum outro lugar e então eu pulei no chão. Corri fazendo barulho para que eles me seguissem, comecei a ouvir um TUM TUM TUM, no começo achei que era meu coração, mas ai percebi que eram eles correndo. Olhei para o lado e só via algo entre as arvores, pulei em um galho fazendo barulho, e comecei a ir pelos galhos (Cheguei a conclusão que ir correndo e mais arriscado). Me virei por um segundo e vi um objeto vindo em minha direção, desviei bem na hora mas o meu braço não saiu nada bem, corria com o sangue pingando do ferimento no braço. Decidi descer das arvores, olhei para trás e não vi eles, nem um rastro.... Um gosto metálico enchia a minha boca.
Emboscada....
Corri os olhos por todos os lados e não vi nada... COMO UMA COISA GRANDE DAQUELAS PODEM FICAR TÃO QUIETOS?! Uma pontada no braço me fez da um grito. Olhei feio para o corte.
VOCÊ TINHA QUE DOER TANTO CARALHO??
Corri e passei entre galhos, e arvores e mais arvores, olhava pelo menos de cinco em cinco segundos para trás, para ver se eles estavam me perseguindo. A resposta? Sim e não, sim eles estavam me seguindo e não, não dava para ver, era como se eu estivesse correndo de nada, mas eu sabia que tinha algo ali... Algo alto, fedorento e com um olho só.
Enquanto corria, olhando para trás tropecei em um ladeira, e fui rolando até o rio que ficava abaixo. Levantei em um pulo, meus pés ficaram encharcados, não tinha mais para onde fugir... Fiquei em uma postura defensiva, não tinha armas para lutar contra eles (longa historia sobre saber usar seu poder... CULPA DOS MEU ‘TUTORES’),
– Marina? Onde você está? – Ouvi a voz da Annabeth, meu corpo estremeceu... Sabe o que eu mais odeio em ciclopes? O dom de poder usar a voz de qualquer pessoa!!
– PAREM COM ISSO!! – Berrei, eles foram aparecendo um por um... Me cercando... um de cada lado, lagrimas começaram a descer do meu rosto....
– Hahaha não acredito que passamos tanto tempo caçando alguém fútil como você! Vamos comer ela logo – Um ciclope falou. O medo e o pânico que estava estampado na minha cara simplesmente... Sumiu!!
Autora narra (3° pessoa):
Um sorriso um tanto psicótico surgiu em seu rosto que alguns segundos atrás estavam transpirando o medo.... Marina ergueu suas mãos com as palmas para cima. O sorriso macabro ainda estampado em seu rosto dava calafrios só de olhar. Ela grunhiu e dois jatos de água explodirão como se fossem chafarizes seus punhos se fecharam e o jato cessou,
– Ah, fala serio! Vocês realmente acharam que vocês iam me meter medo? – Marina disse ainda rindo, a água ao seu redor subiu como se não existisse gravidade. Duas esferas de águas subiram até a sua mão e começaram a girar até parecer uma grande lamina circular de água. Ela lançou cada uma delas nos ciclopes, mas não os feriu apenas os deixavam atordoados ate que ela gritou, um grito alto e rouco que fez o pequeno rio explodir, seus braços foram para frente fazendo a água o seguir, jogando os ciclopes a pressão insuportável da água. Quando o jato de água se dissipou os três ciclopes estavam desmaiados e uma Marina caída com o braço sangrando (Que não estava curando).
. . .
Eu estava em... Bem, eu não sei! Estava de frente para uma casa (Uma mansão), branca. Tinha um arvore com dois balanços pendurados em dois galhos, um no esquerdo e outro no direito. O sol estava se pondo e duas crianças estavam brincando no balanço uma garotinha com vestido branco de Maria Chiquinha. E um garoto mais velho, com cabelos negros e olhos azuis como o oceano. Balançando a garotinha no balanço esquerdo e a garotinha gritando Mais alto irmão, mais alto. Não consegui ver quem era, pois a visão ficou embasada.
Abri os olhos com o braço doido e sentindo um peso no estomago, gemi de dor quando fui mexer o braço xinguei qualquer coisa dei um soco na coisa que estava em cima de min. Mas me arrependi ar magamente quando vi que era Airon na forma de lobo.
– Desculpe, Eu não queria... – Disse fazendo carinho no seu pelo branco.
Tudo bem jovem senhora, você pode descontar a raiva em min, eu não me importo. – Airon disse em uma voz meio contida como se estivesse tentando esconder a dor na voz, AH DROGA EU BATI FORTE DE MAIS!!
O sentimento esmagador da culpa me atingiu como uma pedra enorme em cima do corpo.
– Nunca faria isso com você, idiota! – Disse por fim.
Ele saiu de cima de min. Perguntei por que ele estava em cima de min, e ele disse que estava protegendo a dona (Tá eu não entendi ao certo, talvez seja porque ele e meio que um cão? E talvez seja isso). Olhei para a atadura no meu braço, perguntei por que aquilo estava aqui, ele disse que eu me feri enquanto lutava com os ciclopes, enquanto ele falava foi meio constrangedor porque ele ficou naquela forma humana de joelhos falando:
Foi minha culpa, você se machucou por minha culpa, não devia ter sido tão injusto com você deixando-a ficar horas sem descanso eu aceito qualquer tipo de castigo. Qualquer um.
Ai tipo.... Só acho que meu lobinho de estimação e MEIO masoquista.... Só acho...
– Airon você e uma graça mais não irei te punir porque (a) eu não gosto de punir ninguém, e (b) Não foi culpa sua eu ter me ferido. Essas coisas acontecem. E porque mesmo eu desmaiei?
– Por cansaço e fome – Disse, cabisbaixo totalmente vermelho, dei um leve sorriso pela atitude fofa dele.
– Airon, não foi culpa sua – Mesmo sabendo que foi não quis dizer, ora bolas aquela carinha fofa me tocou >.<, me levantei em um pulo lembrando do Alexandre... AH BOSTA QUE HORAS SÃO? VOU ME ATRAZAR!!!
Peguei meu celular e vi a hora 7:30 PM. Nenhuma mensagem, bem o jantar começa oito horas.... Corri para o banheiro esquecendo o pobre do Airon no quarto e a porcaria do machucado no braço, me enfiei em baixo no chuveiro tirando drasticamente as roupas e enfiando no cesto de roupa suja.
– AI CARALHO!! ISSO DOI! – Grite, enquanto a água escorria pelo machucado no braço, arranquei a bandagem e cobria ele, a dor foi diminuindo assim como o machucado até que por fim... PUF sumiu. (AH COMO EU AMO PODER FAZER ISSO), Me lavei rápido e me enxuguei também, sai do banheiro enrolada na toalha branca, e me deparei com um Airon em forma de lobo deitado no tapete. Quando ele me viu se levantou e começou a me rodiar.
– AH, NÃO AIRON VAI PRA SALA – Bati o pé freneticamente apontando a porta do quarto, ele imediatamente saiu, me enxuguei e fui para frente do guarda roupa. Procurei alguma roupa para hoje, bem não e tão fácil assim. Ouvi um bipe do meu celular, fui ver o que era, meio que quase sabendo o que é. Abri a mensagem:
Alexandre: Estou na frente do seu chalé, já está pronta?
Eu: Espera um minutinho eu já vou sair
Alexandre: OK, eu te amo tá?
Eu: Saiu em 5 minutos, bjs.
Ok , sai com uma camiseta branca e uma jaqueta xadrez, vermelho e preto com uma bermuda preta. Meu cabelo estava no mesmo estilo do da manhã, rabo de cavalo com a franja aparecendo e duas mechas de cabelo soltas em frente à orelha. Encontrei-o na porta do chalé com o cabelo todo bagunçado com uma camisa polo preta e calça jeans e o com um violão preto pendurado na costa. Ele me olhou e sorriu torto, o típico sorriso torto que eu aprendi a amar.
– Marina Di Cesari, você está estonteantemente bela. – Disse dando a mão para eu descer a pequena escada da frente do chalé.
– Estou não estou? – respondi rindo e segurando sua mão. – Pra que o violão?
– Ah, para uma bela surpresa para minha namorada, conhece?
– Não, ela e bonita?
– Sim, sim muito bela inteligente, claro assim como eu. Um jovem belo e inteligente
– Você não é tão inteligente assim – Falei.
– é claro que não sou, mas como a maioria das pessoas muito bonitas são burras eu meio que supero a maioria das expectativas.
– Você e basicamente sexy.
– Isso mesmo, sou meio sensual então isso pode meio que cega.
– Então você irá cegar a sua bela namorada?
– Ah, isso seria uma tragédia eminente. Mas me diga, dá para resistir a minha beleza mortal?
– Não, não dá.
– Ah, Mari, Mari, — Ele pôs as mãos no rosto dramaticamente – Ter esse rosto lindo e minha sina. – Revirei os olhos e dei um soco de leve em seu ombro, o que fez virar para min. Puxei-o para baixo (porque ele simplesmente e mais alto do que eu) dei um selinho nele.
– Você fala de mais, Kehler!
– Você sabe como me fazer calar a boca gata – Ele disse mostrando o braço para que eu o segurasse – Tem certeza que seu irmão não está aqui?
– Absoluta
– Pois bem então. – Ele me puxou para frente dele e pegou em minha cintura, fazendo eu pisar em seus pés, o que nos deixou quase da mesma altura. Nossos narizes rosavam uma na outra, o halito de menta dele invadia minha cavidade nasal como se fosse uma droga. – Mari, você está tentando me deduzir? – perguntou ele a tira roupa.
– Por que diz isso? – Tentava manter o contanto visual, mas era quase impossível. Seus olhos verdes brilhantes me olhavam com muita voracidade. Olhos verdes iguais a duas pedras polidas de esmeraldas. Eu olhava para o lado para não olhar para ele, mas seu olhar me seguia.
– Ficar vermelha desse jeito e sensual de mais sabia? – Ele disse sussurrando em meu ouvido, o que fez todos os pelos do meu corpo se eriçarem. Ele finalmente selou o pouco espaço que separava nossos lábios, o beijo continuava e ele pedindo passagem com a língua e eu cedi. Até que nem eu nem ele conseguíssemos mais respirar direito. Fomos pegos de surpresa por uma chuva de fogos de artifício que brilhavam no céu. – Veja Marina, está chovendo estrelas! – Alexandre gritou segurando minha cintura.
– Aquilo são fogos de artifício – expliquei para ele
– Eu sei... E só que... E lindo de mais... – Disse por fim, assim que a chuva de fogos de artifício cessou ele pegou a minha mão e fomos andando, só que bem... Não era o caminho do refeitório.
– Não é o comaninho do refeitório
– Eu sei! Eu não vou para lá, quero te levar para algo mais romântico. – Ele me olhou com aquele sorriso torto e os olhos brilhando, andamos em silencio até a praia onde estava um pano estirado na areia e em cima uma cesta de piquenique. Nos, nos sentamos e ele tirou dois pratos e duas taças, colocando eles na nossa frente, tirou uma garrafa térmica e alguns sanduiches.
– Você é uma graça – falei, ele riu e destampou a garrafa térmica despejando acho que suco de laranja nas taças.
– Olhe para o céu Mari. – Ele disse pegando a taça e me oferecendo. Eu segurei a taça e olhei para o céu. A lua estava linda, Estava um céu limpo sem nuvens, e cheio de estrelas com a luz da lua.
– Lindo... – disse. Olhei para ele, e ele para min e continuamos com o contato visual por muito tempo até que ele ergueu a taça em minha direção e nos brindamos. Ele se virou para observar a lua. Ele puxou o ar e depois soltou.
– Sabe Mari.... Eu já não sei mais. – Ele começou.
– Alexandre... – Ele pôs o dedo em meus lábios para que eu não prosseguisse
– sabe são tantos anos que eu estou assim pensando e repensando em você. Os dias estão cada vez mais longos embora a minha vontade de te ter perto ainda seja enorme fico aqui relembrando os bons momentos vivênciados, pois imagino tudo dando certo... Só queria que você estivesse em meus braços, acariciando a minha pele, falando palavras bonitas ao meu ouvido e me fazendo ver o quanto o amor é algo perfeito. De fato meu amor eu te amo e não conseguirei imaginar uma vida sem você; é como se eu também não existisse ou se como eu estivesse com uma doença permanente sem cura. – Meu olhos , ficaram marejados, aquela foi a declaração mais linda que eu já ouvi. Segurei sua mão e fiz ele olhar para os meus olhos. — Você e perfeito sabia? – Disse beijando ele.
– Bem agora a parte do violão – ele disse tirando o violão da costa e posicionado no joelho. – Eu fiz essa canção para você.. Desculpe pela fala clichê
Last summer we met
We started as friends
I can't tell you how it all happened
(No verão passado, nós nos encontramos, começamos como amigos. Eu não posso te dizer como tudo aconteceu)
Then autumn it came
We were never the same
Those nights everything felt like magic
(Então outono chegou, Nós nunca fomos os mesmos. As noites tudo parecia magia)
And I wonder if you miss me too
If you don't here's the one thing
That I wish you knew
(E eu me pergunto se você sente minha falta também. Se você não está aqui a coisa, Que eu queria que você soubesse)
I think about you
Every morning when I open my eyes
(eu penso em você toda manhã, quando eu abrir meus olhos)
I think about you
Every evening when I turn out the lights
(eu penso em você cada noite quando eu apago as luzes)
I think about you
Every moment every day of my life
(eu penso em você cada momento cada dia da minha vida)
You're on my mind all the time it's true
(Você está na minha mente o tempo todo que é verdade)
How long till I stop pretending
(Quanto tempo até eu parar de fingir)
What we have is never ending
(O que nunca está terminando)
Oh ohh
If all we are is just a moment
(Se tudo o que somos é apenas um momento)
Don't forget me cause I won't and
(Não se esqueça de mim porque eu não vou e...)
I CAN’T HELP MYSELF
(Eu não posso me ajudar)
I think about you oohh
I think about you oohh
(Eu penso em você oohh
Eu penso em você oohh)
I think about you
Every morning when I open my eyes
(eu penso em você toda manhã, quando eu abrir meus olhos)
I think about you
Every evening when I turn out the lights
(eu penso em você cada noite quando eu apago as luzes)
I think about you
Every moment every day of my life
(eu penso em você cada momento cada dia da minha vida)
You're on my mind all the time it's true
(Você está na minha mente o tempo todo que é verdade)
I think about you, you you you you
(eu penso em você, você você você você)
Assim que ele acabou eu estava com lagrimas descendo do meu rosto, abracei-o e ficamos assim por longos minutos. O cheiro embriagante que ele tinha fazia com que eu desejasse que aquele momento nunca acabasse. Mas como dizem alegria de pobre dura pouco.
– Cof cof, estou atrapalhando o casal? – Disse uma voz vinda das arvores, senti um frio percorrer a espinha assim que ouvi aquela voz.... Ele não deveria estar aqui.
– Percy o que diabos você?
– Eu é que pergunto – ele me cortou rapidamente, seus olhos verdes mar me encaravam com certa raiva que me deu medo. Ele estava com os braços cruzados com uma atitude um tanto ‘superior’. – Eu saio por um dia e você já sai se agarrando com qualquer um.
– Ele não é “qualquer um” ele é MEU namorado! – Exclamei. Alexandre apertava minha a minha mão. Percy pareceu um tanto surpreso no começo mais logo mudou o rosto, voltando àquela expressão furiosa. – Você não vai namorar com ele – Percy disse como se isso fosse obvio.
– Por quê?
–Porque, eu sou seu irmão mais velho e seu protetor, você deve me obedecer.
– Han.... Você e o irmão mais velho dela? – Alexandre disse.
– Sou – Disse percy desconfiado.
– Então porque nunca te vi antes? Porque quando ela estava quase morrendo naquele dia no parque você não foi lá e a salvou? Que grande irmão de merda você é Percy Jackson!!!
– Ele apertou a minha mão enquanto falava depois me puxou para mais perto – Vamos Mari, não quero que essa noite saia estragada por isso! – Disse me levando para longe da praia em direção a algum lugar deixando um percy raivoso gritando o meu nome para trás. – Como aprendeu a tocar violão – Perguntei para descontrair e ele riu
– Aparentemente eu sempre soube – disse colocando a mão na cabeça meio envergonhada – E tipo uma habilidade de Apolo, posso tocar qualquer instrumento musical
– Isso e muito legal!! – Falei – Então... Para onde vamos? – Ele sorriu
– Meus irmãos me disseram que vai ter uma festa na floresta organizada pelo chalé de Afrodite e Dionísio, quer ir?
– Hm.... Vamos depois quero te mostrar uma coisa – falei dando a volta
– Espera aí o seu irmão pirado está pra essa direção
– Na verdade não. A praia e enorme e onde nós vamos ele não pode nos achar – falei puxando ele, andamos até a praia de novo mas mais afastado de onde estávamos – Tire seus sapatos – falei tirando os meus também
– para onde você vai me levar garota? – Ele disse em um tom brincalhão
– Vamos para o fundo da água você tem que ver o que tem lá – Disse levando ele para dentro da água. Quando chegamos mais para o fundo pedi para ele mergulhar e fiz uma bola de ar para que possamos respirar.
– Uau!! – Ele disse
– Uau – eu concordei, levei ele até mais para o fundo onde alguns peixes estavam nos olhando passei por algumas pedras e algas estávamos em uma imensidão azul.
– E assim que eu me sinto quando olho nos seus olhos sabia? –Ele disse a pé do ouvido, segurou meu queixo e nos beijamos, e ficamos lá... Sentados em uma bolha de ar gigante no fundo de uma imensidão azul.
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