The New Geration
14 Capitulo 14
Notas iniciais
Alexandre e Marina saíram do lago e foram para dentro da floresta para a festa que os chalés de Afrodite e Dionísio proporcionaram. A noite para eles estava apenas começando, enquanto outros estavam apenas à espreita observando...
– O que você acha Kate? Aquela e a garota que e emana o mesmo Chikara que o Daniel!!
– Eu sei... Mas ela ainda e ingênua de mais, ainda precisa crescer mais.
– Porque o pai está interessado nela?
– Eu não sei, mas o papai não e alguém que se interessaria por alguém a toa, essa garota deve ser forte — dizia a garota desconhecida coberta por um capuz..
– Kate e David o que vocês estão fazendo aqui? – Disse uma figura com voz feminina escondida na escuridão das árvores ali presentes.
– Alice, não me dê um susto assim – Disse à garota que atendia pelo nome de Kate o capuz ainda escondia sua face – Nosso pai nos enviou para observar... Apenas isso. E o que você faz aqui? Devia estar na Itália com Klaus e Miguel
– Eu vim aqui por ordem do meu pai também, mas assim que cheguei ele parou de se comunicar comigo, alguma novidade? – Quis saber a garota que se chamava Alice. Os dois semideuses David e Kate ficaram em silencio por um tempo até o garoto falar.
– Ele está se camuflando totalmente, anda nas sombras como se as domina-se isso me dá raiva. Como nós não conseguimos nada... – Disse batendo na arvore – Ele anda por todo o mundo como se fosse seu parque de diversão e quando estamos perto de pega-lo... PUF ele some! E parece em outro lugar o mais longe possível.
– Nós também estamos tendo problemas, mas isso eu não vou comentar aqui – Alice disse virando a cabeça de um lado para o outro, checando para ver se ninguém estava observando a pequena reunião que eles estavam fazendo – As arvores deste lugar tem ouvidos, não falem desse tipo de informação longe de um lugar ‘confiável’ entenderam? – Os dois assentiram com a cabeça.
– Está tendo uma festa na floresta, vamos para a casa grande, Dionisio pode saber de alguma coisa – Kate disse sussurrando, os outros assentiram e começaram a correr pelas arvores pulando pelos galhos seu extinto de autodefesa ajuda a se equilibrar e não cair assim como ajuda a se esconder das pessoas a abaixo.
Chegaram a casa grade alguns minutos depois, Annabeth estava na porta junto com Percy que estava com uma cara emburrada.
– Faz bastante tempo que não vejo vocês, David e Kate como Nico está? – Annabeth perguntou e os semideuses apenas entraram na casa sem falar nada. E claro não podiam falar nada sem estarem protegidos.
– Ele está bem Annie – David disse tirando seu capuz e revelando a pele meio pálida do jovem realçando mais seus cabelos negros e olhos tão negros como o cabelo. – Obrigado por se preocupar com ele. – Para David, Annabeth era como se fosse uma tia que só os via em natais toda vês que eles a viam ela estava sorrindo e sendo carinhosa... Só uma vês ele a viu chorar...
Annabeth foi até eles os abraçaram
– O que descobriram?- Dionísio chega junto a Quiron na cadeira de rodas, Dionisio estava com uma cara de poucos amigos assim como Quiron.
– Eles estão em todos os lugares inclusive no submundo, seus servos estão andando pelos domínios de Hades como se isso fosse normal, estão recrutando mais monstros a cada dia algo grande está por vir. – Kate disse com desgosto encarando os dois mais velhos agora ela já estava sem o capuz deixando a amostra seus cabelos negros soltos.
– Na Itália está piorando, recebemos informações sobre os darkness que ajudaram um pouco: Era apenas um, muito novo, mas rápido e com grande capacidade de se esconder e de enganar seus perseguidores. O instinto de autodefesa era forte nos novatos, que são guiados mais pelos instintos de causar destruição e pouca pela razão – Disse Alice. Dionisio fitou Quiron preocupado que olhou para Percy depois para Alice.
– Vamos para o meu escritório lá poderemos analisar as coisas mais detalhadamente. – Disse Dionisio levando os mais novos até uma porta de correr, passando a porta tinha um escritório grande, um enorme mapa do mundo na parede e uma mesa com vários vinhos tintos sobre a mesma, vários papeis espalhados pela mesa assim como vários livro e pergaminhos amontoados em estantes ao redor da sala. – Vamos ver... Vocês mapearam os locais que eles apareceram certo? – Eles assentiram com a cabeça. Dionisio se sentou à mesa e ligou um computador que estava na mesma. Passou alguns segundos digitando algo em seguida se levantou e seguiu até uma mesa com bordas de madeira e no centro espelhado ele apertou um botão na lateral na mesa e um holograma em 3D do mundo apareceu com quatro pontos vermelhos piscando em cada canto do holograma. – Muito bem, pelo o que eu vi o ultimo lugar que eles apareceram foi bem aqui. – Disse apontando para um ponto vermelho. Annabeth e Percy se entreolharam assustados
– Isso fica muito perto de Ogigia, temos que avisar Leo – Percy disse pasmo, Quiron que permanecia em silencio fez sinal para que Percy não falasse.
– Já avisamos o Leo eles devem estar chegando ao Acampamento daqui a alguns dias não se preocupe – Disse o centauro. Percy respirou fundo como alivio – Sr.D acho que deveríamos resolver isso tudo quando os outros estiverem aqui não acha?
– Tem razão, mas não abaixem a guarda os darkness são perigosos.... E pelo que eu vi estão piores que três anos atrás, vocês não dariam conta sozinhos – Disse para os três mais novos.
– Nos também estamos mais fortes que três anos atrás!! – Alice disse. Annabeth olhou para Percy preocupada o mesmo apenas a abraçou em proteção. Alice reparou os dois e abaixou a cabeça.
– Eu chamei os outros para virem para cá então, não se preocupem com isso. – Sr.D disse – Agora está tarde e vocês devem ir dormir — Kate, David e Alice se entreolharam
– Não temos mais 10 anos para ter horário de ir dormir – David disse indignado. Sr.D cruzou os braços impaciente e olhou para os jovens com um olhar nada sutil. Kate ia falar alguma coisa, mas Alice cortou.
– Mas a gente já tá mesmo com um pouco de sono né gente? A viagem até aqui foi cansativa – Dizia Alice tentando não criar uma discursão com o deus do vinho... Não é lá muito legal ver um deus bravo principalmente Dionísio.
– Não temos lugar para dormir – Disse Kate. Quiron pareceu ofendido quando ela disse isso.
– Claro que tem, ora bolas essa casa e enorme não é atoa que é “a casa grande” subam as escadas lá tem muitos quartos escolham um e aproveitem – Disse Quiron os jovens não protestaram e subiram as escadas depois de desejar boa noite para Percy e Annabeth. Alguns minutos depois Sr.D se trancou no escritório com Quiron para conversar sobre algumas coisas e Percy e Annabeth ficaram na sala a sós.
– Annabeth... – Chamou Percy sentando no sofá
– O que?
– Você sabia que a Marina estava namorando com aquele tal de Alexandre? – Annabeth se espantou, mas logo depois ficou seria e cruzou os braços em pé na frente dele.
– Sim, sabia por quê?
– E não me contou? – Percy disse meio irritado.
– Você surtou quando soube?
– Claro que não, eu só conversei com eles. – Mentiu. Para Percy ele não tinha surtado e sim exagerado com um pouco, além do mais aquele garoto que veio com a grosseria.
– Você está mentindo – Disse Annabeth seria
– Não estou!!
– Está sim, você explosivo de mais quando o assunto e a sua irmã – Ela disse em tom de “isso não é obvio”. – Percy respirou fundo e se levantou.
– Eu só não quero que ela fique com qualquer garoto por ai, ela está saindo da pré-adolescência agora, eu ainda a vejo como uma criança – Ele abraçou Annabeth que logo retribuiu.
– Não acho que ele seja qualquer garoto, eles estão juntos a bastante tempo e... E melhor que eles comecem a namorar cedo – Disse Annabeth saindo do abraço de Percy que ficou sem entender nada.
– Não entendi – Disse ele e ela riu, já estava acostumada com o “não entendi” do marido.
– Ah Percy eu fico imaginando... E se nós tivéssemos começado a namorar mais cedo, talvez as lembranças e os momentos que tivemos teria sido mais felizes – Ela estava olhando para o nada relembrando de tudo o que aconteceu antes, quando Percy chegou ao acampamento... Mas foi surpreendida com um braço passando pela sua cintura, recebendo um abraço por trás e um beijo em seu pescoço.
– Você não esta feliz – Sussurrou em seu ao pé de seu ouvido fazendo um choque de prazer atravessar seu corpo.
– Claro que eu estou feliz, eu amo você cabeça de alga – Disse se virando para o marido e beijando ele. – Só acho que eles são jovens e devem aproveitar o amor ainda cedo... Porque depois pode ser tarde — Sentiu as mãos bronzeadas subirem pela sua costa fazendo-a a estremecer um pouco. Respirou fundo quando sentiu descer mais os lábios, o semideus deixava um rastro vermelho por aonde ia beijando o pescoço da esposa.
– Vamos deixar esse assunto para depois, ok?
Ela se esforçou para colocar ambas as mãos no peito do marido e o empurrou com força o suficiente para afasta-los um pouco – O que em nome de Atena você está fazendo Percy eles iram nós ver – Disse Annabeth tentando controlar sua respiração. Percy riu.
– Você sabe o que eu quero – Ele diz puxando a loira pela cintura novamente e antes que ela pudesse protestar, pressionou seus lábios juntos exigindo passagem para a língua que tocava cada canto da boca da loira.
Annabeth gemeu baixo correspondendo o beijo com a mesma necessidade.
– Vamos para o quarto de cima, não quero ser pego na sala – Disse Percy se separando de Annabeth que olhou para ele com uma cara de raiva, ela estava gostando do beijo, ambos subiram a escada rapidamente, no corredor o beijo cheio de luxuria continuava. Percy depois de procurar com a mão por algum tempo encontrou a fechadura da porta, depois de entrar e trancar a porta ambos foram tirando suas roupas até ficar só com as roupas intimas, Annabeth passou o braço em volta do pescoço bronzeado deixando seus dedos enroscar nos fios negros do moreno. Murmurou um pouco entre o beijo quando sentiu sua costa tombar com a cama a fazendo ofegar.
( +18) Caso não goste de hentai não leia. ( N/A)
Quebraram o beijo, ambos tentaram recuperar o mais de pressa possível, Annabeth trocou de posição com Percy ficando por cima, passou as mãos pelo peito bronzeado e definido do marido enquanto rebolava em cima do seu membro já ereto, fazendo Percy urrar de prazer eles mantinham um contanto visual, e sem quebrar o contanto Annabeth sorriu largamente. Sem desviar o olhar Annabeth se inclinou para frente lambendo toda a extensão do membro, fazendo sua língua deslizar por cada veia pulsante, sorriu quando ouviu os gemidos altos do marido, levou o membro inteiro à boca. Sua língua passava pela cabeça chupando com fervor, Percy movimentava o quadril, tentava conseguir mais prazer,
– Annabeth... Eu vou... Argh!! — O moreno gozou dentro da boca de Annabeth que engoliu tudo e continuava seu trabalho de sucção queria provar ao máximo o “suco” do marido. – Arh... Annabeth!! – Grunhiu o moreno, se a loira continuasse ele teria um colapso. Passou a mão em volta dos fios loiros e a puxou pressionando os lábios contra ela, meio que obrigando ele a provar o seu próprio gosto. E ficaram nisso, suas brincadeiras iriam rolar a noite inteira....
**********
Os sons dos trovões ecoavam por todo o prédio, sentado de frente para enorme vidraça da lanchonete aqueles olhos verdes que costumavam sempre estar com um brilho radiante, mas agora estavam tão frios quanto aquela tarde, observava com certa irritação a grande tempestade que caíra sobre a cidade de Nova York, para muitos a culpa era do “aquecimento global” que causara tantas destruições sobre a natureza, porem ele sabia o causador daquelas tempestades que como companhia trouxe raios e trovões. Olhou no relógio em seu pulso que marcara três horas da tarde. “Tsc, a esse horário o sol deveria estar brilhando” pensou, mas não iria ficar ali remoendo coisa sobre o que seu pai faz. Claro o grande Zeus. Rei do Olimpo. Mestre do céu e blá blá blá... A culpa de tudo aquilo estar acontecendo era dele, seu pai, o mesmo pai que antes ele respeitava, mas agora o odeia. Seu peito doeu assim que suas lembranças o trouxeram de volta aquele dia.... Balançou a cabeça para espantar aquelas lembranças, não estava ali sentado em uma lanchonete de um shopping para ficar chorando sobre o passado.
Olhou de novo para o relógio que agora marcara três e cinco da tarde. “Está atrasado” pensou suspirando, não era bem uma atitude muito educada, mas ele principalmente sabe que os deuses não chegam na hora certa.
– Desculpe o atraso, hoje o mar não estava muito bom. – A figura de terno branco disse se sentando em frente a ele. – Porque você me chamou aqui?
– Boa tarde para você também, titio – O tom de ironia acompanhava o sorriso dos lábios do homem, — Esta cinco minutos atrasado. – Sorrio satisfeito ao ver a testa franzida do homem a sua frente, ser chamado de “titio” por outro deus não é lá muito legal. O homem de terno branco suspirou como se estivesse contando até 10 para não criar um conflito de deuses em pleno shopping.
– Apolo, espero que você não tenha me chamado aqui urgentemente para ficar brincando de casinha com você!! – Disse serio, pôs a bengala de cabo preto e de castão com formato da cabeça de um cavalo prata com olhos azuis de uma joia chamada cobalto. (http://www.bestnetleiloes.com/media/lots/6739/4748_a.jpg) — Ah não, claro que não! Eu não seria idiota o suficiente para chamar você aqui para coisa tão banal quanto essa. Sei que você como um dos três grandes tem muitas responsabilidades. – Afirmou ele. – lhe chamei aqui porque tive uma visão envolvendo sua filha caçula. – O homem se levantou subitamente mirando um olhar assassino para Apolo. Seu olhar estava nebuloso, foram minutos encarando o rosto do deus até que sua atenção foi atraída para uma pia cujo cano estourou assustando os empregados. – Eu acredito que não queira criar um alarde em pleno shopping, irá ser um resultado catastrófico caso você queira despejar a sua raiva em qualquer loja, Poseidon. – Apolo disse cruzando as pernas, na mesma hora uma garçonete chega:
– Já querem pedir senhores? – Disse a mulher que vestia trajes típicos de garçonete em vermelho e branco.
– Ah sim, eu vou querer uma xicara de café, por favor. – Disse Apolo, e se virando para Poseidon que ainda estava irritado porem agora com uma aparência mais controlada. – E você?
– Vou querer o mesmo que ele – Disse frio.
– Açúcar ou adoçante, senhor? – Disse a garçonete simpática anotando tudo em bloquinho de papel e uma caneta rosa.
– Açúcar – Disseram em uníssono.
Depois disso, o deus do mar sentou-se novamente e apoiou os cotovelos na mesa juntando as mãos sobre o rosto. Apolo observava atentamente seus movimentos e decidiu não falar nada, sabia exatamente o que o tio estava sentindo naquele momento. Visões sobre o futuro nunca são boas e receber a noticia que sua filha caçula estava presente em uma visão não é nada bom.... Para a maioria dos deuses os semideuses são peões em uma guerra são empregados que você dá uma ordem e eles têm que cumprir. Mas o assunto era totalmente o contrario quando se tratava se seus filhos, era interessante pensar nisso pois os deuses do olimpo não são bem um exemplo de “família feliz” mas mesmo assim eles se preocupavam com o bem estar de seus filhos. Bastante irônico não é!?!? Mas entre os doze olimpianos, Poseidon deveria ser aquele que mais sofreu em torno desses 13 anos, “Ele e eu!!” pensou Apolo depois de lembrar o que seu Pai fez com a mãe de seu filho....
– Apolo... – Disse Poseidon, tirando Apolo de seus devaneios, sua voz não estava mais brava e fria como antes e sim meio fraca quase chorosa, conseguiu ver o rosto do tio envelhecendo, “Não desabe agora Poseidon, agora não!” pensou Apolo. Ele ia responder ao tio, mas a garçonete chegou bem na hora trazendo as duas xicaras de café. Ela olhou preocupada para Poseidon, mas Apolo a acalmou para não criar preocupações desnecessárias, assim que a moça saiu ele pode responder:
– Sim?
– Me diga... O que você viu – Os dedos entrelaçados do deus que estavam poucos centímetros da testa dele se apertaram e Apolo engoliu um seco.
– Duas crianças, aproximadamente com 17 ou 18 anos se enfrentando sem piedade – Olhou para o deus dos mares que não demonstrava nenhuma reação, escolheu bem as palavras para continuar a falar – Ambas eram irmãos de sangue com um imenso poder e um imenso Chikara, o mar estava agitado, vi também mais duas crianças... Vi um ataque da Ordem Negra muito pior daquela de antes, vi corpos de semideuses mortos e... – Apolo parou de falar segurando a cabeça com as duas mãos, uma dor de cabeça apocalíptica tinha lhe atingido.
– você esta bem? – Perguntou Poseidon, estava ouvindo atentamente cada palavra que o deus do sol dizia sobre a visão que teve com a sua filha quando ele pôs as mãos na cabeça, parecia que ele estava tento um ataque ou coisa do tipo quando seus olhos começaram a brilhar um amarelo meio bizarro. E o deus do sol voltou a postura que estava antes, olhou para os lados para ver se alguém tinha visto o que acabara de acontecer ali.
– A visão mudou... – Sussurrou ele, com gotas de suor escorrendo pela lateral de seu rosto com um olhar cansado estampado na face.
– O que quer dizer com isso? – Indagou assustado.
– Quer dizer que... Que a sua filha não morrerá... Quer dizer não agora – O deus do mar sentiu como se um peso fosse tirado de seus ombros, mas ainda não conseguia compreender o que o sobrinho falara – Na minha visão eu via uma garota morta no chão... Mas agora não a vejo mais, o que eu vi foi uma batalha. Poseidon e essa garota. E ela que vai salvar o Olimpo. Tem que ser ela! – O deus do sol o encarava serio, não sabia o que responder. Sabia o que tinha de ser feito, mas ainda era doloroso pensar nisso... Já foi difícil superar a morte de Laura se sua filha morresse o coração do deus iria se despedaçar, não conseguiria se reerguer novamente. Porem o destino do Olimpo estava em suas mãos...
– Pode não ser ela... – Pensou alto, e Apolo o olhou indignado era obvio que era ela a garota que via em sua visão.
– Consegui ver claramente Poseidon. Era ela. Era a sua filha que eu vi batalhando!! – Alertou-lhe com a palma da mão em sua face, aparentemente a dor de cabeça ainda não tinha passado. Poseidon suspirou:
– Vou lhe pedir um favor.... – Começou – Não conte nada a Zeus sobre a visão. – Pediu-lhe Poseidon encarando o deus do sol serio. Sabia que ele e Zeus não estavam se falando o que era meio raro de acontecer, mas o deus dos mares pretendia tirar proveito disso.
– Não irei, não é minha obrigação contar as profecias e sim do Oraculo, provavelmente Rachel deve estar tendo pesadelos com essa visão, não acho que a profecia chegará logo... – Deu uma pequena e suspirou – Não é minha obrigação vim aqui e lhe contar sobre o futuro, mas saiba que fiz isso como um pagamento por antes – Disse por fim. – O que quer for fazer, faça rápido. Não terá todo o tempo do muito para protegê-la. – E por fim se levantou e deixou uma nota de 10 dólares pelo café e saiu. Poseidon respirou fundo e também se levantou e foi embora. Porem com um novo pensamento. O que quer que seja que ele iria fazer dali pra frente, não seria como um deus ou como um dos três grandes e sim como um pai tentando proteger a filha!!
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