The New Father In The Lake
8 Capítulo 8
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Booth e Brennan haviam acabado de estacionar o carro em frente ao endereço que a viúva de Arthur Doyle dera, quando o tefone móvel do veículo tocou.
-Booth... — o agente atendeu, clicando no botão do viva voz.
-Nas larvas que você me mandaram... — pode-se escutar a voz de Hodgins do outro lado da linha — Encontrei indícios de paracetamol e hidrocodona, além resíduos de milho, centeio, malte e um alto nível de álcool.
-E isso significa...? — Booth perguntou perdido.
-Que nossas larvas estavam bêbadas! — Hodgins respondeu um tanto eufórico — Há! Quem é o rei do laboratório??
-Ei! A parte do bourbon eu entendi... — Booth disse indignado — Mas eu não faço idéia do que você quis dizer com... Parace...
-Paracetamol e hidrocodona. — Brennan completou — São duas substâncias que ajudam no combate à dores crônicas e a combinação das duas pode ser encontrada em um analgésico muito forte... O Vicodin.
-Yeah! — Hodgins concordou — E o Vicodin se ingerido junto à uma certa quantidade de álcool, como o bourbon, pode provocar euforia, taquicardia, alteração na percepção sensorial e até alucinações.
-Certo... — Booth entendeu o que Hodgins supora e desligou o telefone, saindo do carro logo em seguida.
Eles teriam de descobrir se a vítima fazia uso do medicamente citado, e se bebia, se não, tanto o Vicodin quanto o álcool teriam sido usados pelo possível assassino.
Booth tocou a campainha da casa, e em menos de um minuto, um jovem latina atendeu. A moça, por volta de seus 27 anos, era muito bonita e atraente, e se encaixaria perfeitamente no papel de jovem amante de Arthur Doyle.
-Seeley Booth. — o agente mostrou sua insígnia — Essa é a minha parceira Temperance Brennan, será que poderíamos fazer algumas perguntas?
-No compreendo... — a jovem respondeu, levemente assutada. — No hablo inglés.
-Eu... — Booth apontou para si mesmo — FBI. Perguntas... — e tentava explicar por meio de gestos o que estava querendo. — Para você...
Brennan, vendo o rosto confuso da jovem, e também já levemente confusa com todos os gestos de Booth, interferiu.
-Queremos hacer algunas preguntas sobre el Señor Arthur Doyle... — ela disse, em uma espanhol impecável.
Booth olhou surpreso e encantado para Bones, e a jovem, entendendo o que o casal estava querendo, sorriu.
-Ah, sí! Señor Doyle!! Um momento, por favor!
A jovem entrou na casa, deixando-os sozinhos na porta, porém, alguns minutos depois, uma senhora, com os cabelos levemente grisalhos, apareceu em seu lugar.
-Pois não? — a senhora cumprimentou o casal de investigadores que estavam surpresos com sua aparição — Mercedes disse que vocês queriam falar sobre Arthur...
-Mercedes? — Booth perguntou, mas já sabendo a resposta que viria.
-Sim... Minha empregada... — ela sorriu — Ela disse que o FBI queria falar sobre Arthur...
-A senhora é a dona da casa?
-Sim...
-Certo... Estamos aqui para fazer algumas perguntas sobre Arthur Doyle à senhora... — Booth ainda não sabia o nome da simpática desconhecida — Senhora...?
-House... — ela respondeu com um sorriso — Blythe House.
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