The New Father In The Lake
12 Capítulo 12
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-Você tem de se acalmar...
Angela Montenegro tentava, sem sucesso, acalmar o pai, que procurava sua guitarra em todos os cantos do quarto em que estava internado.
-Se alguém a roubou.... — Billy Gibbons dizia nervoso — Eu vou até o Texas pegar Lucille e ir atrás do infeliz!
A jovem morena sorriu. Seu pai e sua manias de dar nomes às coisas que ele apreciava. Quem porderia imaginar que Lucille fosse o nome da shotgun Winchester M 1897 que ele possuía?
-Calma pai... A gente vai encontrar a sua guitarra...
-Sem Miss Pearly Gates não haverá apresentação...
-E se o senhor não se acalmar, seu quadro pode piorar, e aí sim é que não haverá apresentação!
Wilson que entrava no quarto naquele momento, ficou surpreso com a cena à sua frente. Billy com a camisola do hospital, e segurando o soro em uma das mãos, olhava atrás do sofá que existia no quarto.
-O que está acontecendo? — ele perguntou, se aproximando d e Billy — Sr. Gibbons, o senhor precisa repousar... O senhor sofreu uma intervenção cirúrgica!
-Eu só quero a minha Miss Pearly Gates!
Wilson nem quis entrar no mérito de descobrir quem seria Miss Pearly Gates, e colocando Billy de volta na cama, o sedou, fazendo o velho barbudo cair em sono profundo em poucos segundos.
-Desculpa... — Angie sorriu sem graça — O Dr House não responde ao bip e eu não sabia mais quem chamar....
-Sem problemas... — Wilson sorriu — Mas o que aconteceu aqui?
-Meu pai tem duas grandes paixões nessa vida... Uma, você está olhando — a jovem apontou para sim prórpria — A outra, é Miss Pearly Gates... A guitarra dele... Que magicamente sumiu do quarto...
Wilson juntou os dois desaparecidos da situação: House e uma guitarra, e tinha certeza de que aonde encontrasse um, encontraria o outro.
-Você disse que o House não responde?
-Isso...
-Então eu já sei onde Miss Pearly Gates está...
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Na sala que o PPTH havia cedido para as investigações do FBI, Brennan que havia acabado de analisar mais uma vez os ossos, não acreditava no que havia deixado passar. Uma fratura na oitava costela da vítima, brilhava, reagindo ao produto que a Drª usara.
Era pequena, era superficial, e era também uma fratura ocorrida há aproximadamente uma semana.
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