The More Different Way To Be Happy.

5 guilt, word that defines me now.


Notas iniciais
Espero que gostem >

Acordei em um lugar muito estranho, não sabia exatamente o que era aquele lugar, só sabia que eu não queria estar ali, quando olhei ao redor tinha meus braços amarrados e melados de areia. Dor definia o que eu estava sentindo naquele momento, comecei a gritar por socorro mas parecia que só havia eu naquele lugar.

Lembrei o que havia acontecido, não conseguia parar de pensar no fato do meu pai provavelmente está d-e-s-e-s-p-e-r-a-d-o nesse momento, eu não devia ter feito isso, não deveria ter gritado com ele, nem discordado, não deveria ter fugido pela janela sabendo que ele me queria em casa mais eu qualquer coisa, não deveria ter confiado em um cara que eu nunca vi na vida só por parecer bom, não devia ter deixado Will ir embora naquele momento que o vi falando com Niall, eu era a mais errada de todos ali, por mais que meu pai tenha mentido, e me escondido um bilhão de coisas eu não deveria ter feito nada disso, agi como uma criança e agora não posso mais fazer nada, porque pelo que parece fui sequestrada e posta em cativeiro, parece até que meu pai sabia que tudo isso ia acontecer e queria me prevenir, mas nãããoo eu fui burra demais pra ver que ele só queria meu bem.

Tentei gritar socorro mais algumas vezes, mas realmente aquilo era inútil, não tinha nada que eu pudesse fazer, a não ser chorar. Como eu queria simplesmente sair daquele lugar e ver Will me esperando com um smoking e um óculos de sol sexy na beira da estrada, como eu queria chegar em casa e receber mil e uma reclamações do meu pai do tipo ‘’você tem noção do que fez!?’’ ou ‘’Quer matar seu pai do coração!?’’ mas tudo isso não vai acontecer, por que (pela 1000 vez ) eu sou uma burra.

Gritei socorro pela ultima vez, dessa vez mais alto e chorando, nesse momento vejo um cara mascarado alto com uma Jeans e blusa preta entrar ali, ele me olhava e se aproximava. Agora medo definia o que eu estava sentindo.

–Da pra você calar a boca? – foi o que ele disse – não percebeu ainda que não vai adiantar você gritar, chorar ou até espernear ninguém, n-i-n-g-u-e-m, vai te ouvir?

Porque tá fazendo isso? –falei chorando me recusando a olhar em seus olhos – Fiz algo pra você? Eu só quero ir pra casa!

–Pra mim você não fez nada, eu só tô pagando uma divida...por mim eu te deixava ir correndo pros braços do teu papai, mas meu patrão te quer aqui.

–Patrão? O que o ‘seu patrão’ quer com meu pai? Dinheiro? Se for isso ele paga não precisa me sequestrar...

–Não é dinheiro...ingênua você viu! Meu patrão quer mais e fuder com a vida do teu papai, tipo ‘tirar o que ele tem de mais precioso’ – indireta.

–Porque?! –comecei a chutar a parede, meu ódio era grande, na verdade não sabia exatamente o que era, talvez aquilo que o mascarado tenha me dito tenha haver com a nossa mudança, tenha haver com a super proteção repentina sei lá...CONFUSA, palavra que me definia no momento.

–Calma ae patricinha- ele me segurou por um dos braços – não vai adiantar ok? Boa noite.

–Ei, você não vei me deixar aqui né?

–é...vou. Na verdade eu tenho que ficar aqui também, então você meio que vai ter de entrar naquele... Quarto e dormir naquela caminha ali. – ele disse apontando pra uma sala horrível com umas grades como portas e um colchão nojento no chão.

–Sério mesmo? Nunca que eu vou.

Ele me puxou e foi me arrastando até lá, claro que eu o batia e fazia de tudo pra não ir, cheguei a machuca-lo mas pena era o que eu não sentia.

–Como dizia? – ele disse me provocando e querendo me lembrar do que eu havia dito entes.

–Vai a merda.

–Boa noite pra você também princesa.-disse sarcástico.


Notas finais
gostaram? essa pergunta me define agora kkk