The Mission - Fanfic Interativa
6 Prontos para ir
Notas iniciais
Ok, eu sei que dessa vez eu exagerei na demora né? Mas eu tenho meus motivos...
Então, eu fiquei de férias, ai eu viajei, e lá não tinha internet, ou seja, não dava pra postar, ou ver as fichas de vocês pra escrever... Aí eu voltei, mas estava (de novo) com bloqueio criativo, depois meu pc quebrou e não carregava mais, ai vieram as provas de novo... E aqui estou eu!
Sim, eu sei que muitos de vocês acharam que eu não ia mais postar...
Ah, e eu não vou mais me dar prazo pra postar, isso não da certo. Vou tentar postar logo, mas não sei quanto, nem precisa perguntar, a resposta é essa: sei lá, depende...
Como eu fiquei muito tempo sem postar, não sei se tá tudo certo, então se acharem erros, podem avisar!
Boa leitura, espero que gostem...
Sofia Diniz
Acordei com uma mão deslizando de leve em minha bochecha, fazendo carinho em círculos.
- Daniel – digo sem nem olhar para o lado.
- Vem, vamos pra floresta.
Sorrio e me levanto.
Levanto o dedo indicador, pedindo um minuto e corro para o banheiro. Coloco a primeira camiseta que vejo e o shorts que usei ontem.
Saio de lá colocando um chinelo.
Pego em sua mão e deixamos o chalé sem fazer barulho. Não sei como ele consegue entrar no chalé de Poseidon sem acordar nenhum dos meus irmãos, e a única vez que tentei fazer isso um deles acordou, contou para Quíron e eu levei uma bronca gigantesca...
Corremos até a floresta e nos deitamos sob uma árvore qualquer.
Subo em cima dele e lhe dou um beijo animado. Ele retribui e ficamos lá, conversando, nos beijando e curtindo a madrugada enquanto ninguém acorda para nos impedir.
Ally Helger
Deito no chalé de Afrodite e me aconchego nas cobertas, mas não consigo pregar os olhos, estou nervosa, elétrica pelo dia de amanhã.
Sei que talvez essa seja uma das poucas vezes que estarei em uma cama quente e aconchegante nas próximas semanas, mas esse pensamento só me faz ficar mais tempo acordada.
Resolvo levantar e ver se isso ajuda.
Coloco um short qualquer, e saio. Penso em ir para a floresta, mas quando chego perto, ouço estalos de beijos, sussurros, e depois, um casal se beijando. Melhor não atrapalhar a privacidade deles.
Ando até a colina e deito no limite da barreira de proteção, com as folhas secas pinicando em minhas costas.
Tiro meus tênis surrados e fecho os olhos tentando pelo menos cochilar, mas sou interrompida quando sinto uma respiração sobre mim.
Abro os olhos e dou de cara com Travis Stoll, com os olhos a poucos centímetros dos meus e a boca quase se encostando à minha.
Arregalo os olhos e ele se distancia.
Sento-me e começo a perguntar:
- Como sabia que eu estava aqui? O que você está...
- Você precisa ser mais silenciosa – me corta.
- Beleza, mas o que você está fazendo aqui?
- É muito divertido assustar as pessoas – diz e solta um riso abafado.
Meu coração começa a ameaçar sair do peito de tanta vergonha. O sorriso dele me encanta, e quase sorrio como uma boba de volta, mas me contenho e franzo o cenho.
- Ah, você também precisa prestar mais atenção nas suas coisas – indaga levantando um dos meus tênis.
Estico o braço para pegá-lo de volta, mas o filho de Hermes o levanta mais um pouco. Desisto de pegar o tênis e deito novamente.
Ele joga o sapato no chão novamente e deita-se ao meu lado, encostando seu braço no meu. Arrepio-me com seu toque e ele começa a rir.
- Mais uma coisa que você precisa: falar para os seus amigos não correrem até o celeiro e chamarem a minha atenção.
- O que?! – quase grito e me sento. Ele ouviu tudo o que dissemos no celeiro?
Ainda deitado, ele continua:
- Eu acho que vocês deveriam deixar Quíron escolher quem vai e tal, mas se querem fazer um grupinho vocês mesmos, aconselho que levem muitos agasalhos, o tempo lá fora anda muito frio.
Fico parada o fitando, até que ele se levanta e estica o braço para mim:
- Vem cá.
Pego sua mão e levanto-me, mas não me solto.
Ele me leva até a parte de trás do chalé de Hermes e enfia o braço livre em um buraco na parede. De lá, tira uma chave velha.
- O que é isso? – sussurro.
- Uma chave – ele responde, também sussurrando.
- Não me diga – ironizo.
Ele me puxa em direção a Casa Grande, e começo a suspeitar. Travo os pés no chão e ele se vira.
- Vai falar pro Quíron o que ouviu. E vai me levar pra provar – afirmo.
- Não.
Levanto uma sobrancelha. Ele suspira e explica:
- Roubei essa chave reserva da entrada de trás da Casa Grande, vamos entrar lá e pegar ambrósia e néctar pra você levar amanhã quando for sair.
Não sei se confio ou não nele, principalmente porque pode ser uma pegadinha, mas faço o que meu coração pede e dou novamente minha mão a Travis para que ele me leve até lá.
Paramos na porta de trás.
- Eu vou você fica.
- Não.
- Sim.
- Não.
- Chega. Eu vou também, fim de papo.
- Não, você vai fazer muito barulho.
Canso-me da discussão e resolvo usar meu “charme” – coisa que tenho evitado fazer desde sempre, odeio manipular as pessoas desse jeito.
- Eu vou junto com você.
- Tá bem.
Entramos de ponta dos pés e deixo ele me conduzir até um grande armário. Ele coloca a mão atrás da madeira e puxa outra chavezinha, usando essa para abrir o armário, depois a coloca de volta em seu lugar.
Pegamos três garrafinhas de néctar e dois pacotes de ambrósia.
Saímos de lá comigo carregando a ambrósia, e ele o néctar. Conseguimos fazer tudo sem acordar ninguém ou fazer barulho.
No caminho para meu chalé, ele para e puxa meu braço. Olho para ele e ele coloca as garrafas no chão, fazendo o mesmo com a ambrósia das minhas mãos.
- O que...? – tento dizer, mas ele coloca o dedo em meus lábios me impedindo.
Meu coração bate loucamente e minha cabeça gira com a proximidade entre nós. Mas logo esse espaço é totalmente preenchido, e sua boca se encosta na minha.
Nos beijamos apaixonadamente, parando apenas para respirar. Coloco a mão em sua cabeça e enrolo seus cachinhos com a ponta de meus dedos, ele faz o mesmo.
Separo-me dele contra minha vontade, para respirar um pouco. Ele encosta sua testa na minha e ficamos assim por um tempo.
- O que... Foi isso? – digo arfando.
- O melhor beijo da minha vida provavelmente.
Me separo dele e olho em seus olhos. Ah, que olhos lindos... Ele abre um meio sorriso encantador e coloca a mão para trás por um momento, tirando de lá uma linda flor branca. Sorrio com o gesto.
- Você precisa descansar pra amanhã, vá dormir – fala ele.
- Mas...
- Vou ajudar no que puder pra você e seus amigos, agora você precisa descansar Ally. Vai.
- Então é assim? Você me pega no meio da madrugada, é legal comigo, me beija e depois me manda embora?! – digo indignada, mas não realmente brava, aquela estava sendo a melhor noite da minha vida.
- É. Boa noite – ele abre outro sorriso da coleção de “sorrisos tortos para deixar Ally babando” e não consigo evitar sorrir.
Após sua última frase, ele sai andando e me deixa parada olhando para suas costas.
Pego as coisas do chão, coloco a flor no cabelo caminho em direção ao chalé de Afrodite, dessa vez para realmente dormir e poder sonhar com aquele beijo e com aqueles olhos e sorriso encantadores.
Carolina Petrova Salvatore
Ainda não sei o que estou fazendo aqui, ou porque levantei da cama quando o sol ainda estava nascendo com um filho de Poseidon me sacudindo e pedindo para eu segui-lo. Acho que foi porque aqui nunca tem verdadeira emoção ou coisa assim.
Agora, sentada na beira do Riacho Zéfiro com mais quatro meio-sangues sem fazer absolutamente nada a não ser balançar as pernas no riozinho, me pergunto qual o motivo disso tudo.
Diogo Rafael, o filho de Poseidon que me trouxe aqui, disse que iríamos apenas esperar Christian Wankles, mas ou esse Christian tinha esquecido, ou estava passando mal, porque já fazia mais ou menos meia hora que estávamos aqui. E todas as vezes que eu fazia menção em levantar e ir embora, Diogo dizia “apenas mais um pouco, ele já vem”.
- Chega! Cansei, vou voltar pro meu chalé, não aquento mais! – explodiu Cassie, uma das filhas de Hades. Apesar de ser mais nova que eu, ela me assustava um pouco, era tão ranzinza, e corriam boatos que já esteve em um hospício.
Cassie se levantou e começou a andar de volta ao seu chalé.
Diogo colocou as mãos na testa e suspirou.
Eu queria fazer o mesmo que ela, dizer que chega e sair andando, mas minha curiosidade era grande demais, e agora que eu estava aqui, queria saber o porquê. As outras semideusas que estavam aqui aparentavam pensar a mesma coisa que eu.
Não se passaram cinco minutos, e Cassie voltou com Christian – seu irmão – atrás de si.
- Desculpem a demora, tive alguns problemas.
- Até que enfim – suspirei.
- Bem... Vou ser bem rápido, ok? – começou Diogo – ontem eu sonhei com vocês, que vocês eram as pessoas que procurávamos, e isso pode parecer estranho, mas não é exatamente...
Depois dessa frase sinistra, eles explicaram sobre a profecia que ouvimos outro dia, e sobre Rachel, e um monte de coisas. No final, pediram para irmos com eles para a missão.
Eu estava boquiaberta, e Samasha Fullbster (a filha de Atena que também estava aqui) tinha a mesma reação que eu. Mas pelo que via Gabriela Gregorr e Cassie não pareciam assustadas.
- Vocês estão mesmo pedindo para irmos a uma missão suicida com vocês? – perguntei ainda em choque.
- Não é suicida, e vamos ajudar um ao outro – corrigiu-me Diogo.
Eu queria, pela emoção, e por ter uma chance de ser uma heroína, mas estava com medo, muito medo. E não conhecia direito nenhum deles.
A vontade de viver alguma coisa diferente, de participar de uma profecia, venceu.
- Eu vou – afirmei.
- Eu também – falou Samasha.
- Já disse quem sim – respondeu Gabriela.
- Eu vou junto – disse Cassie.
Diogo olhou para Christian e sorriu, e vice-versa.
- Vamos sair do Acampamento depois de amanhã, ao escurecer. Preparem suas coisas – instruiu Christian.
Levantei para sair, Samasha veio junto.
- Por que você vai? – perguntou ela enquanto caminhava ao meu lado. A menina parecia um pouco apreensiva.
- Quero viver algo novo, entende? Tipo uma aventura... Participar de uma missão, virar heroína... Acho que é o sonho de todos aqui, certo? – ela acenou com a cabeça, olhando para o chão – e você?
- O mesmo... – respondeu pensativa.
Ficamos apenas andando juntas por um tempo, até que quebrei o silêncio.
- Eu tenho um pouco de medo, sabe? De morrer... Ainda nem completei 18...
- Eu também. Não... Quero que nada aconteça comigo, nem com meus amigos.
Sorrimos e continuamos a caminhar. Ao passarmos pelo chalé de Zeus, nos despedimos com um “Bom, até depois de amanhã” e entrei em meu chalé.
Lá, sentei em minha cama, coloquei meus fones, liguei a música e comecei a ler um livro qualquer.
Brenda
Eu estava com preguiça demais de fazer qualquer coisa hoje, então decidi apenas ir ler escondida no celeiro, depois poderia fazer outra coisa.
Corri para lá e sentei em uma cerquinha. Abri o livro e comecei a lê-lo.
- Ei, fujona – sussurrou uma voz em meu ouvido. Pulei da cerca com o susto e vi Melanie rindo de mim.
- Hoje estou cansada, vou ficar por aqui até terminar o livro – me expliquei dando de ombros.
Subi na cerca novamente e abri o livro, Melanie subiu junto.
- Tá bom, então eu fico com você.
E começamos a ler juntas.
Mais ou menos uma hora se passou, até que começamos a ouvir passos. Não liguei e continuei a ler.
Ouvi vozes baixas vindas da entrada e virei à cabeça: lá estavam seis meios-sangues conversando, com grandes mochilas nas costas.
- Onde conseguiu isso? – perguntou uma menina loira segurando uma garrafa de néctar.
- Eu sou incrível – respondeu a outra rindo.
Olhei para Melanie e ela para mim, descemos da cerca, largamos os livros no chão e chegamos mais perto, escondidas.
- Precisamos ir agora – afirmou um filho de Apolo.
- Não, tem gente olhando – contrariou a menina que eu acreditava de chamar Ally.
Eles ficaram olhando para fora, enquanto eu tentava descobrir o que queriam.
Eles queriam sair do Acampamento, mas para onde?
- Onde você acha que eles querem ir? – sussurrei no ouvido de Melanie.
- A profecia – ela sussurrou de volta.
Arregalei os olhos, percebendo a obviedade das coisas.
Pensei em falar com Quíron, mas ao mesmo tempo pensei em como seria divertido sair escondida...
Será que eles deixariam eu ir junto? Também queria uma “aventura”...
Olhei para minha irmã e sorri, acho que ela percebeu o que eu queria, porque balançou a cabeça negativamente.
Mas eu não liguei.
-Ei! – falei alto, saindo do esconderijo.
Todos se viraram com caras assustadas e surpresas.
- O que você está fazendo aqui? – perguntou uma filha de Apolo, indignada.
- Eu sei o que vocês vão fazer – falei confiante – vão tentar participar da profecia.
Embaixo de mim, Melanie arregalou os olhos e me cutucou, para que eu me calasse, mas já era tarde demais.
- Nós também queremos ir! – falei, puxando ela para cima.
- Brenda, não! – recusou ela.
Os semideuses na nossa frente nos fitavam com um misto de raiva, admiração e suspeita.
- Por que nós deixaríamos vocês irem? – questionou outra filha de Apolo.
- Porque se não deixarem, vamos contar para o Quíron e para o Senhor D.
A garota bufou e olhou para os amigos. Todos concordaram. Devia ser melhor ter mais gente no grupo do que ter a missãozinha revelada.
- Tá, peguem suas coisas, a gente espera.
- Brenda... Eu não quero – afirmou Melanie.
- Tá, não vá, mas eu vou.
Ela me olhou irritada e acabou concordando.
Deixei-a lá para ter certeza de que eles não sairiam sem a gente e fui correndo pegar algumas coisas.
De volta ao celeiro, nos apresentamos e esperamos até a barra estar limpa para sair.
Quando percebemos que ninguém olhava, corremos para fora. Mas estávamos errados. Um filho de Dionísio nos viu, e ao invés de manter a boca calada como deveria, apontou e gritou bem alto:
- ELES ESTÃO FUGNDO!
Todos os semideuses do Acampamento nos olharam e Quíron e o Sr. D. saíram da Casa Grande para ver a confusão.
Corremos colina acima o mais rápido possível, mas com centenas de meio-sangues atrás de você, as coisas ficam complicadas.
Um dos filhos de Ares nos alcançou e puxou o braço de Ally. Ela tirou sua pulseira, que se transformou em uma espada de bronze celestial e começou a lutar com o garoto.
- Ei! A gente só quer ajudar! – gritou o menino.
Paramos para ajudá-la, e nesse meio tempo mais dois filhos de Hefesto chegaram para nos impedir.
- Por que vocês não nos deixam em paz? – gritei irritada.
Corremos mais um pouco, e der repente, paramos de ouvir os passos dos outros campistas. Olhei para trás e os vi caídos, com uma corda presa em seus pés.
Continuamos correndo. Não me contive e olhei para trás de novo. Dessa vez, os vi tentando levantar, e um balde d’água caindo em suas cabeças. Mais afastados estavam os irmãos Stoll rindo e segurando outra corda. Ao meu lado Ally sorria boba para Travis. Achei estranho, mas não disse nada.
Já cansados de correr, e um pouco distante do Acampamento, paramos para descansar.
Colin Cross
Depois do que aconteceu hoje de manhã, todos ficaram um pouco chocados. Um grupo de semideuses saindo sem permissão do Acampamento? Foi um turbilhão de adivinhações, apostas e conversinhas sobre isso.
Quíron ficou decepcionado, ainda está esperando que eles entrem em contato.
Estamos no pavilhão, comendo, e não consigo ouvir outro assunto nas conversas a não ser a manhã de hoje.
Estou apostando 10 dracmas que eles não voltam vivos, quando sinto uma mão em meu ombro. Olho para trás e vejo Quíron. Ele veio brigar por causa das apostas... Estamos fritos.
- Colin, venha comigo.
Engulo em seco e o sigo até a Casa Grande.
Lá, vejo mais meio-sangues sentados na varanda com cara de nervosismo. Ao lado deles, está o Sr. D. jogando com os sátiros. Estranho eles não estarem comendo a essa hora.
- Sente-se, Colin – fala o centauro.
Arranjo espaço e me sento entre Mariah Morgan e Janyne Lovelock. Quíron fica em frente a todos e começa a falar:
- Bom... Tenho certeza que todos vocês já sabem do ocorrido hoje de manhã, certo? – balançamos a cabeça em afirmativa – E todos também ouviram a profecia, no outro dia – dessa vez ele não esperou afirmarmos, apenas continuou o discurso – Aquele foi o primeiro grupo da profecia: “Quatro grupos para a batalha partirão”. Vocês serão o segundo. Escolhi cada um a dedo, e acho que se darão bem. Vou fornecer tudo o que puder, mas não posso acompanha-los. Vocês partem em uma semana, preparem-se. Se algum de vocês não quiser ir, não tenha vergonha, pode dizer.
Nos olhamos, apreensivos. Alguns estavam assustados, com os olhos arregalados, outros tremiam, eu estava totalmente parado, ereto. Olhando para cada um, poda ver que ninguém diria nada sobre não ir. Nossa primeira chance de mudar tudo, ficar conhecidos por todos... Não a perderíamos.
- Ótimo, podem voltar aos chalés – indagou Quíron – Ah, e, por favor, não falem nada para ninguém.
Saio junto com Mylena Conneley e Janyne Lovelock.
- Vocês querem mesmo ir nessa missão? – diz Janyne cortando o silêncio.
- Eu quero. É nossa chance de salvar o mundo, ou pelo menos fazer alguma diferença... Podemos marcar a história – respondo.
— Eu concordo – comenta Mylena.
- Eu também, estou muito animada, vamos mudar o mundo! – intromete-se Mariah.
No caminho para os chalés, pensamos um pouco e nos sentamos. Conversamos e especulamos sobre a missão. Depois, Sasha Minassian, Amanda Woodsmithe e Sthefany Rouch chagaram e juntaram-se a nós.
Foi ai que a amizade do nosso segundo grupo da missão começou...
Notas finais
Nesse capítulo, eu coloquei todos os personagens que faltavam, mesmo que tenham aparecido pouco, pelo menos foram citados. Se algum personagem não apareceu em momento nenhum, me avisem, okay?
Então... Reviews?
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