The Mark Of The Vampire
13 Capítulo 13 - Atitudes
Notas iniciais
PVB
Eu sai da casa dos cullen's dirigindo meu carro e nessie dirigindo o jeep, fui o caminho todo refletindo em como eu não percebi isso antes, eles se achavam os donos de Nova York, porque não iniciar uma guerra em uma das maiores cidade do mundo? a repercusão seria vista em todo o mundo, todos saberiam que vampiros estavam controlando a cidade, o que eles vão inventar?
Com certeza ficaram furiosos já que ninguêm caiu em seus joguinhos e não apareceram em Seattle, então, eles dominam Nova York e todos os vampiros iriam até lá contê-los, só sei que se não tomarmos uma atitude rápido as coisas vão ficar bem feias. Pra todos nós.
Chegamos a casa de Jake no meio da tarde, prescisávamos ser rápidas.
- pegue as malas — avisei nessie e fui até o cofre, de lá retirei nossos documentos falsos e uma boa quantia em dinheiro, dentro das malas estavam nossas armas, armas de fogo com balas de prata, em uma batalha quanto mais rápido matar, melhor. Também havia minha espada, que não era muito grande mas muito resintente, e as adagas estilo "sai" de nessie.
Em tempo record arrumamos nossas mochilas e também os celulares com baterias extras, jogamos no carro junto com as malas. Nessie só deixou um bilhete a Jacob dizendo que não se preocupasse e que o amava. Quase vomitei.
Saí a toda velocidade, daqui a Nova York são pouco mais de quatro mil quilómetros, e iríamos de carro até lá, porque com certeza o aeroporto estará sendo vigiado, e eu preferia chegar no meio da batalha do que ser pega antes mesmo dela começar.
A primeira parte do plano concluímos quando cruzamos Port Angeles, eu disse uma vez que não matávamos por prazer, só pela nescessidade de nos alimentar, dessa vez não matamos pela fome e pela sede, o que não deixou de ser uma nescessidade. Como ainda era dia mas sábado a tarde o comércio de Port Angeles, diferentes das outras cidades estavam todos fechados, mas tinha famílias na pracinha ou tomando sorvete, numa parte mais isolada da cidade nós deixamos para trás cinco corpos de humanos completamente irreconhecíveis, parecendo que foram mortos por animais. E seguimos em direção a Nova York.
- porque não ficamos com os cullen's e fomos todos juntos no avião particulas deles? — nessie não se conformava de fazermos uma viagem tão londa de carro.
-porque lá deve estar uma loucura filha, todos eles reúnidos e planejando o ataque, as discusões, todos querendo se mostrar melhor estrategista, um plano rápido e eficiente é que eles não vão montar. — falei
- mas são eles que controlam tudo, são até amigos, tanto que estão juntos nessa bagunça toda — ela estava confusa e com razão.
- o poder também trás certas obrigações — comecei explicando — voçê viu todos os outros clâs e subordinados que estavam lá, isso que alguns nós nem vimos? — ela acenou — nenhum deles faz nada, ou toma uma atitude sem receber as instruções e as ordens deles. Então eles tem que fazer um planejamento e distribuir cada tarefa a eles, onde vão agir e quando.
-então os outros clâs só servem pra encher linguiça? — tive que rir e concordar. — e se eles tiverem um plano, "tem" que pedir autorização e ver se podem ou não realizálo- só concordei com a cabeça — mas são idiotas neh. — e ainda riu, mas isso era um pouco mais complicado.
- eles são espertos nessie, tem que obedecê-los e ser leais é o preço que pagam, mas em troca recebem proteção, e numa situação dessas se tudo sair do controle eles não serão culpados, mas os volturi e os cullen's sim. — expliquei.
- porque são eles que mandam, então tem a responsabilidade e a obrigação de manter a ordem e o nosso anonimato — ela tinha entendido sem muitas explicações, isso é bom. — por isso não podem simplesmente sair feito loucos em direção a Nova York como nós.- e gargalhamos alto.
-exatamente — disse ainda rindo.
Durante a viagem revesamos na direção, enquanto uma descansava a outra dirigia, só parávamos pra abastecer e comprar lanches, comíamos no carro mesmo. Apesar da distância ser extremamente cansativa tínhamos pressa, usei toda a potência do carro, com nossa visão ultrapasávamos os veículos sem qualquer dificuldade, não tinha medo de ser multada, a placa do carro era adulterada, dirigi a noite toda sem parar, não quis acordar nessie.
Na segunda noite que estávamos na estrada chegamos ao estado de Míchigan, em Detróite compramos um mapa de Nova York, nessie conhece a cidade, pois viveu nela durante sua vida humana, mas não era suficiente, prescisávamos saber tudo, os locais mais movimentados, as principais guias de acesso ao centro, pontes, edifícios maiores, absolutamente tudo, seguimos viagem com nessie lendo o mapa e me dizendo tudo que queríamos saber. Jamais eu entraria em território inimigo sem conhecer nada, não tínhamos muito tempo, mas teria que ser suficiente, sei que devíamos virar as costas e ir embora, afinal essa guerra não era nossa, eles que se matassem entre eles e nos deixassem em paz. Fomos atrás dos lobisomes porque eu queria ser a primeira a ter uma informação útil para esfregar na cara convencida dos cullen's, e esfreguei, só que veio uma surpresa inesperada, os nomes. Essa guerra era entre os cullen's e os volturi contra lobisomens e o clâ de Nova York não era assunto nosso, mas passou a ser quando ouvimos os malditos nomes, a minha guerra era entre mim e nessie contra james e victória, eu não permitiria que eles vencessem, e qualquer um que estiver ao lado deles passa a ser nosso inimigo também.
- olha que interessante mamis — começou nessie — um dos principais acessos é a Ponte do Brooklin, tem 1.834 metros e liga Manhattan ao Brooklin — isso me interessou.
-então se a ponte ficar bloqueada grande parte das pessoas não vão poder transitar livre por Nova York , terão que fazer um enorme desvio- refleti, já sei o que fazer — filha voçê que viveu no subúrbio , sabe me dizer se conhece algum lugar onde tem armamentos pesados? — ela olhou me questionando — conhece ou não.
-na época que eu morava lá, tinha um galpão que os traficantes usavam pra guardar drogas e armas, mas não sei se continuam guardando lá. — respondeu mas continuou me olhando pedindo explicação, suspirei.
- vamos bloquear a ponte e vamos dar um blecaute geral em toda a cidade, uma batalha será executada diante de seus olhos e eles nem vão perceber, seus olhos estão acostumados a luz. — falei e ela arregalou os olhos.
- Nova York deve ficar sombria completamente no escuro — disse e fingiu extremecer. Dei um risinho.
Se eles pensam que vão nos expor tão facilmente, é melhor rever seus conceitos e mudar seus planos, porque eles podem estar com a faca e o queijo na mão, mas nem por isso vamos permitir que eles o cortem.
Chegamos a Nova York pela manhã do terceiro dia e fomos direto ao galpão que nessie falou. Aparentemente estava abandonado.
- sempre teve essa aparência — ela comentou um pouco triste, não deve ser fácil voltar aqui depois de tudo o que aconteceu.
-vamos rápido, não quero ser vista e nem sair matando a tôa. — resmunguei, e ela já se animou outra vez.
- tem gente lá dentro — disse quando nos aproximamos, se ouvia claramente um coração. Mas mesmo assim estendi meu escudo pra ter certeza, não quero ter uma surpresa desagradável. Mas não havia nada de sobrenatural, somente humanos ao redor de nós. E só um dentro do local.
Entramos sem ceromônia com bonés que ajudava a esconder nossos rostos, caso houvesse câmeras de segurança. O local estava cheio de caixas, mas sentimos o cheiro de armas. O homem levantou quando nos viu, mas uma adaga simples atravessou seu pescoço, minha filha com armas é uma coisa incrível de se ver, o motivo para treiná-la, é que nem sempre tem armas próximos a nós numa luta.
Ali dentro me senti uma criança em uma loja de brinquedos, tinha muita coisa, mas não prescisávamos de muitas. Pegamos quatro pistolas 9mm, e uma sacola cheia de explosivos, e fomos embora tão rápido quanto chegamos.
Demos uma volta pela cidade só observando o movimento, não deixando nosso cheiro em lugar nenhum, mas em vários pontos sentimos cheiro de lobisomens e vampiros, se eles estavam escondendo seus cheiros, significa que só passaram por alí deixando pistas falsas, nãs são tão idiotas quanto pensei, isso só complica as coisas. Não saímos de dentro do carro, se fôssemos vistas nossa aparência denunciava quem éramos. Ficamos nesse tédio o restante do dia, esperando anoitecer para poder executar a segunda parte do plano.
- os cullen's estão demorando, será que eles não vêm? — agora me procupei, eu tinha até esquecido deles.
- não sei, mas independente disso vamos continuar — informei a ela que só concordou com a cabeça. — vamos preparar os explosivos — avisei, e estacionei dentro do estacionamento de um supermercado, alí ninguêm viria incomodar, e preparamos todos eles.
- vê se presta atenção filha, coloque nos pontos certos, essa ponte "tem" que cair — essa era a parte dela, colocar os explosivos na parte de baixo da ponte e acioná-los, a minha era um pouco mais complicada.
- tá bom mamis, mas como voçê vai fazer a sua parte?
-não se preocupe com isso, se concentre no que voçê vai fazer e deixa o resto comigo — disse e aguardamos o movimento diminuir, seria impossível fazer isso em horário de pico. Só saímos do estacionamento quando estava quase vazio, e quando o relógio marcou onze horas, fomos até a ponte. Teria que ser rápido. Mas no momento eu dirigia devagar.
-rápido filha- falei e ela desapareceu com os explosivos, acelerei um pouco, em alguns minutos eu avistei nosso alvo, sem dúvida era belíssima, enorme e toda iluminada, era uma pena destruír algo tão bonito, mentira, melhor destruir uma ponte do que toda a cidade. Mas já era pra nessie estar aqui, esquece, ela acabou de aparecer toda molhada, mas pergunto o motivo mais tarde.
- tudo certo mamis, até do outro lado — só acenei e saí na minha velocidade, ela assumiu a direção e ía me esperar do outro lado da ponte. Digamos que as vezes temos que improvisar, eu prescisava fazer um bloqueio na entrada da ponte, impedindo que os humanos estivessem sobre ela quando tudo explodisse, quanto menos mortos menor será a repercusão disso, eles já íam falar mundiamente sobre a explosão da ponte, não prescisavam adicionar dezenas de mortes. Avistei dois postes grandes que iluminava o início da ponte, fiquei com meus olhos vermelhos, deveria ser muito rápido pra que nem um humano não visse nem um vulto, aguardei nessie cruzar com o carro,e dei o tempo dela estar quase do outro lado e corri, bati no poste e empurrei na direção da ponte, o baruho foi muito alto, acho que caiu em cima de algum carro, mas não fiquei pra conferir, quando olharam na direção eu já cruzava a ponte tão rápido que eu mesma só vi vultos, cinco segundos depois eu passava pelo carro e entrei nele pelo vidro aberto em movimento mesmo.
- foi rápida hein mamis, — ela elogiou, sorri largo em resposta — eu sabia que voçê seria muito rápida, então tentei fazer rápido também mas acabei caindo na água — e apontou pra ela, então esse é o motivo dela estar toda molhada, mas pelo menos ela caiu depois de colocar os explosivos, ou não?
- filha voçê caiu antes ou depois de por eles na ponte -fiquei com medo de ouvir a resposta.
- depois — e eu respirei aliviada — mas foi só um acidente de percurso, como voçê mesma diz, o que importa é o resultado — e sorriu vitoriosa, ela sabia que eu brigar, porque pra ela cair na água só poderia estar distraída com algo, mas o que importa é mesmo o resultado.
- se distraiu com o que? — perguntei enquanto ela parava o carro.
-com cheiro de vampiro — falou tranquilamente enquanto tentava ajeitar o cabelo todo molhado que tava parecendo uma vassoura. E eu surtei.
- cheiro de vampiro na ponte, se eles estavam lá viram o que eu fiz, devem estar atrás de nós — falei alto pra ela ver o problema em que nos meteu — voçê devia me dizer isso antes de eu fazer aquilo, humanos não viram mas eles com certeza sim. — falei me controlando pra não gritar e olhando ao redor.
- relaxa mamis — olhei mortalmente pra ela que só revirou os olhos, — eu já tinha terminado e estava quase voltando quando o vento trouxe o cheiro, mas era bem fraco — e ela também só explica depois que eu surto, respirei fundo e falei
-acelera — e ela arrancou o carro que chegou deixar a marca dos pneus pra trás, e eu apertei o controle dos explosivos, não aconteceu nada, me virei pra futura defunta que montou o controle, e quanto eu fui jogar todas as pragas do Egito pra cima dela, ela sorriu sem graça e disse.
- ops — e deu um risinho, me segurei pra não atacá-la — esqueci a bateria, mas ela está no porta-luvas. — completou rapidamente.
- então diminua a velocidade essa merda não tem tanto alcance assim — resmunguei, peguei a bateria e coloquei no aparelho, e apertei o botão outra vez, torcendo pra que desse certo. E deu, só vimos o clarão da explosão pelo retrovisor, e sorrimos satisfeitas uma para a outra e seguimos em direção ao nosso próximo alvo. A noite estava longe de acabar.
PVE
Iríamos pousar em Nova York durante a madrugada como o planejado, como a cidade estaria ensolarada não podíamos circular livremente. Mas a torre de comando pediu, já que estamos em um avião particular que desviássemos nossa rota para a cidade vizinha que lá tinha uma pista também particular, que o aeroporto principal de Nova York estava desviando todos os voôs possíveis, então descemos em Jersey City com uma hora de atraso. Fomos todos correndo até Nova York, nossa velocidade jamais seria vista por um humano, e queríamos que os inimigos soubessem que estávamos aqui, não prescisava discrição com eles, se queriam brigas então que aparecessem.
Quando chegamos lá que ficamos sabendo o motivo do desvio de nossa rota, a cidade havia sofrido um atentado terrorista, explodiram uma das principais vias de acesso de Nova York, mas isso não era assunto nosso. Seguimos até o edifício mais alto o Empire State Building, de lá via-se toda a cidade, como era noite não havia ninguêm nos últimos andares, onde nos instalamos por enquanto.
- agora vamos nos dividir — Aro começou — Jane, Demetri, Alice e Jasper no sul.
- com Edward vai Alec e Felix e com Rosalie e Emmet vai Heidi no norte — Carlisle definiu, quando estávamos todos juntos a divisão era feita por nossas halidades, não nescessariamente por dons, mas os casais sempre ficavam juntos, assim evitava preocupações com seus companheiros.
- os outros sabem o que fazer, antes do amanhecer quero todos aqui, qualquer pista sobre onde eles estão usem os celulares e se forem atacados os matem mas se acharem que correm riscos recuem e voltem pra cá. — Caius,Aro e Marcus iriam ficar juntos assim como Carlisle e Esme.
- vão — Carlisle nos dispensou.
Andamos normalmente pelas ruas, apesar da hora havia várias pessoas circulando, afinal a cidade nunca pára. Não prescisamos andar muito pra sentir o cheiro imundo deles misturado com de vampiro, seguimos o cheiro tranquilamente, não queríamos chamar atenção, mas eles queriam.
Vimos claramente quando um vampiro passou perto de um humano e quase arrancou o braço dele com uma mordida, olhou pra nós sorriu e correu, mas não podíamos seguí-lo.
-não vamos segui-lo-falei a Alec e Felix que iriam atrás dele — li sua mente, ele quer chamar atenção e nos obrigar a correr atrás dele por aí.
-estaríamos fazendo o mesmo que ele, chamando atenção- concordamos com Alec.
-agora vamos sair daqui — murmurei, já tinha muitos curiosos ao redor do humano — prescisamos avisar os outros sobre isso.......- mas não terminei a frase , pois o humano no chão começou gritar, o filho da puta não só mordeu como injetou seu veneno.
-vamos até lá — disse Alec, imediatamente montei um plano.
- Felix, roube um carro rápido e vá até nós — falei e fui até o humano, chequei as mentes e ninguêm o conhecia, sorte a nossa, me aproximei dele que tinha um crachá indicando seu nome e sua profissão. Levei só alguns segundos pra ver tudo isso. — Vladmir o que aconteceu com voçê? — perguntei preocupado, mas ele não respondeu só gritava — alguêm chame uma ambulância rápido — disse aos curiosos que mais me olhavam do que se preocupavam com os gritos, Alec que já tinha visto minha intenção, pegou o celular e fingiu conversar com alguêm do hospital, então desligou e me disse .
-no momento estão sem ambulância disponível, mas assim que chegar uma delas eles vem buscá-lo — ele falou e resmungou audivelmente — como podem não ter recursos pra atender a população — e rapidamente os outros começaram reclamar sobre isso, quando Felix chega e diz.
-se quiserem levá-lo estou com o carro do outro lado — e apontou do outro lado da rua, todo prestativo.
-aceito sim, obrigado — agradeci, e Alec me "ajudou " a carregar o homem até o carro, e saímos dali ouvindo as reclamações sobre a saúde pública e que ainda tem gente disposta a ajudar os outros.
-merda — resmunguei — o matem logo e vamos nos livrar dele.
Rapidamente Felix o matou, e no próximo local deserto que encontramos encendiamos o corpo e seguimos até o norte, mas não fomos muito longe, de uma altura em diante estava tudo interditado, por causa do atentado.
-nós aqui fazendo tudo o possível pra não haver uma guerra e eles se matando entre eles — Felix falou cheio de repulsa, concordamos com ele.
-vamos abandonar o carro aqui antes que as câmeras de vigilância nos veja com ele, não prescisamos da polícia atrás de nós por causa de um roubo de carro — disse e abandonamos o carro e seguímos correndo em direção ao norte desviando de todo o alvoroço por causa do atentado, procuramos correr por ruas paralelas as principais onde não havia ninguêm. E novamente só sentíamos seus cheiros mas não víamos nada.
Tudo mudou quando chegamos próximos a Quinta Avenida, não iríamos transitar por ela somente cruzá-la, para continuar as buscas. Mas antes disso o cheiro chegou bastante forte até nós, o seguimos, estávamos cansados de fugir e alí não havia testemunhas. Mais a frente numa rua deserta, deserta demais na minha opinião, eles nos esperavam, eram nove lobisomens, três pra cada um de nós, ou recuávamos ou lutávamos, o próximo ocorrido decidiu por nós, Alec tentou imobilizá-los com seu dom, mas eles estavam protegidos, então corrimos de volta, afinal era a ordem, se estivéssemos em desvantagem era pra recuarmos, grandes perdas nesse momento seria o início do fim, do nosso fim. Mas eles vieram atrás, novamente escolhimos ruas desertas que nos levassem até o Empire State Building, em algum momento eles desistiriam, mas ví em suas mentes que eles não fariam isso, não importasse o resultado.
-não vão desistir — avisei aos outros
-se nos dividir eles serão obrigados a se dividir também- Alec disse — nos encontramos lá — só acenamos e cada um foi pra uma direção.
Eu era muito rápido, agora que não prescisava acompanhar ninguêm, afinal não poderia correr e deixar os outros para trás, então ganhei velocidade, aos poucos eles foram ficando para trás, isso, mas comemorei cedo demais, não sei porque raios os outros três estavam me esperando logo a frente, ou Alec ou Feliz não foi seguido, pelo visto eles conheciam cada centímetro da cidade . Me distraí pesando minhas chances quando um deles me atacou, só sentí seus dentes no meu ombro , mas com minha outra mão finquei minhas garras na sua cara o obrigando a me soltar, então os outros avançaram, e tudo ficou escuro.
PVALICE
Tivemos sorte em nossa busca, assim que chegamos ao sul sentimos o cheiro, seguimos cautelosamente, eram quatro estavam sentados no chão, longe da iluminação e conversando, olhamos ao redor e não havia ninguêm, então partimos pra cima deles que estavam distraídos com suas conversas idiotas, prescisávamos ser rápidos, não posso dizer que foi fácil, matar alguêm que apesar da aparência tem a mesma força que voçê nunca é fácil, mas tínhamos muita experiência no ramo.
O defeito deles é que num segundo eram humanos e no outro já eram lobisomens. Fiz questão de arrancar seu couro enquanto ele uivava, o desgraçado estava chamando os outros, então arranquei seu coração. Quando todos estavam mortos, encendiamos seus restos e continuamos nossa busca, quem sabe aparece mais algum desavisado. Mas não apareceu ninguêm, então voltamos para o nosso ponto de encontro.
Quando chegamos lá estavam os líderes reúnidos e discutindo.
-Caius, não podemos sair por aí os caçando livremente, lembre-se discrição é tudo — Aro disse com sua falsa paciência.
-Aro está certo é isso que eles querem que façâmos, estamos aqui pra evitar exposições e não o contrário — falou Carlisle e olhou pra nós — parece que seus números diminuíram — comentou um pouco mais leve.
-sim, encontramos quatro deles e não foi difícil destruí-los — informou jazz
- onde estão os outros? — jane sempre ficava preocupada quando seu irmão estava longe, na verdade era o único com que ela se preocupava.
-ainda não chegaram, mas em breve estarão aí — respondeu Aro tranquilamente com um sorriso irritante.
Alguns minutos depois chega Charlie segurando uma garota vampira fortemente,da maneira que ela era segurada jamais saíria do aperto de ferro de Charlie.
-como sempre trás bons resultados — elogiou Aro, mas Charlie não disse nada, ele fazia seu trabalho e nunca se importou com elogios ou críticas, corrigindo, ele nunca deu motivos para receber críticas.
-eu não vou falar nada — ela disse rosnando
-não prescisa — Charlie disse e a levou até Aro que segurou com força sua mão já que ela continuava se debatendo. Ele ficou um momento segurando sua mão e depois soltou, e sorriu largo
-estão no brooklin — avisou sorrindo — mas ela não sabe de tudo, quem a transformou não disse quem eram seus líderes, se chama Riley.
-então vamos aguardar os outros e vamos pra outro local, em breve estará amanhecendo e não podemos continuar aqui. — falou Carlisle
-e quanto a ela assim que sairmos daqui resolvemos isso — Caius disse e deu um riso maligno a ela que se encolheu. Charlie continuou segurando ela enquanto os outros não chegavam.
Aos poucos foram chegando,Rose e emmet não viram nada, e dos demais trouxeram poucas notícias, Jacob ligou avisando que encontrou um local para nós fora da cidade, onde podemos ficar definitivamente. Quando chegou Felix, sozinho, onde estão os outros? tive uma visão de Alec, estava quase aqui, mas e Edward? me desesperei.
- onde está Edward? — perguntei aflita, que o diabo não permita que algo tenha acontecido.
-tivemos problemas, um vampiro atacou um humano no meio da rua mas já resolvemos tudo — disse ele,- então encontramos nove lobisomens, recuamos e fomos seguidos, nos dividimos e agora estou aqui.- terminou, claro que fizeram o correto, mas isso não diminui minha angústia, quero meu irmão aqui. Então Alec chega e jane fica aliviada, não prescisava ter o dom de jazz pra perceber isso. Mas cadê Edward.
- e Edward? — foi a primeira coisa que falou, Esme já estava de olhos arregalados e abraçou Rose.
-vamos esperar — Carlisle disse — os demais podem ir até o endereço que jacob forneceu, aguardem enquanto não chegamos — e aos poucos eles foram saindo, até os Denalli foram, ficaram somente minha família e os irlandeses, que eram adoráveis, maggie é muito amiga de Edward e estava tão aflita quanto nós. Esperamos até quando tivemos que sair antes que os humanos chegassem e sol nascesse, eu saí dali deixando uma parte de mim para trás, mas com esperança que ele estivesse em algum local em segurança. No fundo eu sentia que ele estava bem.
PVE
Quando abri os olhos fiquei confuso, estava num apartamento luxuoso com nessie do meu lado, espera, NESSIE? mas como?
-oi bonitão — me cumprimentou sorrindo — salvei sua vida, mas não me deve nada, afinal me deu um anel lindíssimo — deu uns pulinhos e completou ainda sorrindo — de nada.
-desculpe mas estou....-
-confuso, eu sei — ela me cortou — as primeiras vezes é assim mesmo, depois acostuma — ah entendi, foi ela que me tirou de lá, por isso vi somente a escuridão mas não senti dor dos ataques. Olhei meu ombro estava quase regenerado, digamos que a mordida deles além de doer muito, demora um pouco mais pra ficarmos inteiros outra vez, mas só uns dois minutos.
-e bella? — perguntei, não vi ela em lugar algum e ela não se separa de nessie.
-ficou lá — como assim ficou lá? já me preocupei — voçê é bem lerdo viu — resmungou — estávamos observando a maravilhosa noite, quando vimos voçê em apuros, tirei voçê de lá e a mamis ficou, daqui a pouco ela chega.
-porque não a tirou também? pode ser que ela esteja em apuros agora — falei inconformado e comecei andar de um lado para o outro, não era possível que as coisas só iam piorar.
-relaxa — disse tranquilamente — voçê sabe que pra pegarem a mamis eles vão ter que se empenhar bem mais
-tem razão, acho que não voltei ao normal ainda — e dei um sorriso torto pra ela que sorriu e revirou os olhos.
-mas me diga o que estão fazendo em aqui? — não imaginava que elas tinham vindo pra cá, ainda mais sozinhas.
-compras — respondeu simplesmente — dâa é claro que estamos aqui pelo mesmo motivo que voçês..
-chegaram quando?
-hoje de manhâ- respondeu bella entrando pela janela toda ensanguentada.
-mamis que cheiro horrível, já pro banho — resmungou e apontou pra um corredor.
-estou bem, obridaga por perguntar — ironizou bella, deu um sorriso divino pra mim e saiu em direção corredor dizendo — não demoro.
-viu como ela estava bem, não prescisava ter um ataque — disse brincando, só sorri pra ela.
Algum tempo depois bella voltou, devia ser proíbido uma mulher como ela usar roupas coladas assim.
-enxuga a bába — nessie disse rindo, ela não tem jeito mesmo. — agora sim mamis — levantou e abraçou bella — e então — e fez um gesto de mãos incentivando ela a contar.
Bella sentou no sofá e nessie deitou com a cabeça em seu colo.
-os matei e depois vim prá — foi tudo o que bella disse, como assim matou todos eles, ela pode ser rápida e esperta mas duvido que ela faça milagres. Então porque ela mente?
-alguns a menos — nessie resmungou quase dormindo com o carinho que bella fazia nela.
-está quase amanhecendo, acho melhor voçê ficar por aqui, nós vamos descansar um pouco, fique a vontade — bella me disse pegando nessie no colo, achei engraçado, por que ela é um pouco menor que nessie, mas não disse nada, tem coisas mais importantes pra fazer.
-presciso avisar os outros que estou bem, mas perdi meu celular, posso usar o telefone daqui? — perguntei, minha família deve estar sofrendo pensando que algo aconteu comigo, nem tinha percebido que já estava amanhecendo.
-use esse celular — e me entregou o aparelho — não use o telefone do quarto pra nada, e se alguêm aparecer não permita que saia.
-invadiram esse apartamento?- quase gritei e ela estreitou seus olhos pra mim.
-fale baixo que ela está dormindo, sim invadimos, e nos desculpe por recebê-lo em um local que não nos pertence "vossa alteza" — disse com sarcasmo pesado e se afastou com nessie.
Me senti um idiota por ouvir isso e mesmo assim ficar olhando pra sua bunda enquanto ela se afastava, nem retruquei sua ofensa nem saí do lugar, mas que merda essa mulher faz comigo, se fosse qualquer outra pessoa que me dissesse uma coisa dessas estaria no inferno no mesmo instante. Melhor esquecer isso por enquanto e avisar minha família que estou bem e saber como estão, não gosto nem de imaginar que deixei minha baixinha triste. E nem imagino como vou contar a eles que as Swan's salvaram minha "vida" sendo que nem sabíamos que elas vieram pra cá e ainda chegaram antes de nós.
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