The Lucky One
4 The Lucky One - Hudson - parte 2
Notas iniciais
O próximo cap saí amanhã ou no final do dia :)
Boa leitura! ( por mais que seja curto...)
Kisses
*Finn Hudson parou no estacionamento de um hotel precário na entrada da cidade de Hampton, pegou a tijela e colocou o restante da comida do cão. Enquanto Spark comia, Finn ficou observando a cidade, era uma cidade muito pobre e carente. As lojas estavam todas vazias e percebeu a decadência nos telhados.
Mesmo assim era estranho. Estar ali. Não tinha certeza de como Hamptom seria, mas não era assim.*
O quarto de hotel era tão feio por dentro como era a fachada do hotel por fora: painéis de madeira, lâmpadas presas aos fios no teto, tapete áspero, televisão presa no suporte. Parecia ter sido decorado por volta de 1975, e nunca havia sido reformado.
Levou Spark á banheira e deu-lhe um banho com o xampu que tinha na mochila. Depois, tomou um banho e vestiu suas últimas roupas limpas que tinha. Sentado na cama, folheou a lista telefônica, procurando algo que lhe desse algum sinal, mas não teve sorte; decidiu então comer alguma coisa no pequeno restaurante que havia visto na mesma rua do hotel.
Quando chegou lá, não deixaram Spark entrar, o que não o surprendeu. Spark deitou-se do lado de fora da porta de entrada e dormiu. Hudson comeu cheeseburguer e batatas fritas acompanhado de um Milk-shake de chocolate, fazia muito tempo que ele não comia algo de qualidade, pois nas estradas por onde ele passava, ele mal se alimentava.
Hudson comprou um mapa da cidade em uma loja de conveniências e sentou-se em um banco da praça da cidade – um daqueles jardins antigos que davam para quatro ruas alinhadas em lojas. Ao estudar o mapa, orientou-se e tentou decidir o que faria em seguida. Não tinha ilusão de que seria fácil. Afinal de contas, não tinha muitas informações. Tudo o que tinha era a fotografia – nada de nome, nada de endereço. Não sabia onde ela trabalhava. Não havia número de telefone. Nem data. Apenas um rosto no meio da multidão.
Mas havia algumas pistas. Analisando os detalhes da fotografia, como tantas vezes havia feito, começou a pontuar o que realmente sabia. Sabia que ela havia sido tirada em Hamptom.Onde havia um farol no canto esquerdo da foto. A mulher parecia ter uns 17 e poucos anos quando a foto foi tirada.Era atraente. Ela havia ido à feira com alguém que fora para o Iraque. Havia dado essa a fotografia a essa pessoa e Finn havia encontrado a foto a uns 5 anos atrás, sendo assim, a mulher estaria agora com quase 26 anos. Esses eram os detalhes que sabia. Os “fatos”.
Havia várias suposições, mas lidaria com elas mais tarde. A primeira coisa que tinha que fazer era encontrar o local da feira e o farol onde a foto havia sido tirada imaginou que, assim que olhasse para o lugar, saberia ser aquele o lugar certo; e para isso teria de procurar pela cidade, por mais que ela fosse pequena, seria difícil. Quase impossível. Mas ele já sabia desde o ínicio os obstáculos que ele iria enfrenta, quando chegou em Hamtom, Finn nunca teve tanta certeza em sua vida.
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