The Lucky One

5 The Lucky One - Amuleto da sorte


Notas iniciais
Oii, Obrigada aos reviews e as favoritações! Espero receber mais nos proximos capitulos...
Eu sei que o nome do cap ficou meio brega mas tudo bem eu acho que ficou bom!
Quero saber a opinião dos leitores! :)
Boa leitura!

Finn seguia sua jornada atrás da morena, estava cada vez mais perto; quando começou a se lembrar de mais um motivo de estar indo atrás daquela garota, ele sentia que tinha uma divida com ela, ela havia salvado sua vida. As lembranças começaram a aparecer em sua mente, eram lembranças ruins? Eram. Mas importantes.

Foi em Fallujah, na primavera, seu batalhão foi enviado para pacificar a violência crescente que se seguia, um ano antes. OS civis sabiam o que esperar e começaram a sair da cidade, bloqueando as estradas. Auxilio aéreo foi enviado e depois os fuzileiros (onde Finn estava). Avançaram quarteirão por quarteirão, casa por casa, cômodo por cômodo, em um dos combates mais intensos desde o início da invasão. Hudson e seu pelotão receberam ordens para investigar um prédio em que supostamente havia um depósito de armas, havia um posto de gasolina por perto, Hudson e outros fuzileiros foram em direção a prédio.

Em um minuto tudo estava calmo e, em seguida, o tumulto começou. De repente o posto de gasolina explodiu. As chamas explodiam em direção ao céu; a explosão, de estourar os tímpanos, levou metade dos homens ao chão. Finn sentiu-se tonto; sua visão escureceu e todo o resto estava obscuro. Uma chuva de fogo jorrava das janelas, dos telhados e das carcaças dos carros abandonados nas ruas.

Hudson viu-se no chão ao lado de Sam. Mais dois homens do pelotão Matt e Kevin, respectivamente estavam com eles e foi aí em que o espírito de irmandade falou mais alto. Apesar do ataque, apesar do medo, apesar da morte eminente, Sam levantou sua arma e ficou de joelhos, apontando para o inimigo. Atirou uma vez, duas vezes, com movimentos calmos, muito dos inimigos foram caindo ao chão. E então um a um foram levantando e formaram uma equipe de atiradores. Começaram a chegar mais tropas inimigas e foi ficando cada vez mais difícil proteger-se. Um fuzileiro caiu e assim por diante. Na hora em que os reforços chegaram, já era tarde, Matt e Kevin tinham morrido na hora. Sam salvou muitos homens e então levou um tiro na cabeça. Outros fuzileiros que chegaram mais tarde ficaram muito feridos. Poucos escaparam ilesos, dentre eles, Finn Hudson. Naquela noite depois dos ataques Finn se sentia sortudo e muito grato, pois graças á aquela foto ele estava respirando, aquela mulher era seu amuleto da sorte. Ficou realmente sentido por ter perdido seu amigo, Sam, e queria que ele tivesse tido a mesma sorte que ele.

Finn Parou em um Bar parecia ser um dos poucos que tinha na cidade. Parou em frente á um homem baixo, com roupas velhas e bastante barba e começou a sua busca:

-- Eii, você conhece essa mulher? – mostrando a foto ao homem barbudo que estava jogando Sinuca (Bilhar).

-- Sim, uma mulher bonita como essa não passa despercebida em uma cidade pequena, ela é sempre notável, ela era casada com um amigo meu.

-- Conhece ela? Sabe onde ela mora? Hudson engoliu em seco.

-- Rachel Berry. É professora de música na escola de Hamptom e mora com a avó no Canil sunshine. Por quê? O que você quer com ela?

-- Nada, só quero agradecer á ela.

Finn entrou no jogo para ver se acabava descobrindo mais informações da morena. Mas nada. Pagou algumas cervejas, perdeu mais algumas rodadas, olhando para a porta de vez em quando para ver se ninguém entrava. Ninguém entrou. Nada de novo. Sendo assim, ergueu os braços e disse que o dinheiro tinha acabado. Hora de ir embora. A noite custou um pouco mais de 100 reais. Asseguraram-lhe que seria bem vindo a qualquer hora. Ele mal ouviu. Tudo o que conseguia pensar é que agora tinha um nome para dar áquele rosto, “Rachel Berry”. E o próximo passo seria encontrar aquele Canil. Encontrá-la.

Notas finais
Reviews? ;)