The Lucky One
3 The Lucky One - Hudson & O Jogo De Poker
Notas iniciais
Espero que gostem... Boa leitura!
Ps: Obrigada a todos que comentaram! :DD
Sam, seu melhor amigo no pelotão, convidou-o naquela noite para o jogo de Poker, apesar de Finn recusar foi do mesmo jeito. Finn começou a jogar com culpa sabendo que iria perder bastante dinheiro naquela noite e pensou em ficar só meia hora por lá. Passou nas três primeiras rodadas e assim foi, por mais inesperado que fosse as cartas não paravam de cair em suas mãos. Sua maré de sorte continuou e, até o cair da noite, tinha ganhado mais de seis meses de salário como fuzileiro naval.
Só quando estava para sair do jogo com Sam é que percebeu que a fotografia esteve o tempo todo em seu bolso. Quando voltaram para sua tenda, mostrou a foto para Sam, ressaltando as palavras da camiseta da menina. Sam era religioso e acreditava em presságios de todos os tipos. Raios, trovões, encruzilhados e gatos pretos eram seus prediletos. E daí se o cara tinha suas crendices? O que importava era que eles eram grandes amigos, desde o colégio, e Finn confiava sua vida nele.
Sam analisou bem a fotografia – Você disse que a achou no nascer do dia?
–-Sim.
–- Esse é o momento mais poderoso do dia.
–- Você já me falou.
–-Isso é um sinal. Ela é seu amuleto da sorte. Olha só a camisa dela.
–- Ela foi mesmo apenas esta noite.
–-Não foi só hoje à noite. Você achou essa fotografia por um motivo. Ninguém deu falta dela também por um motivo. Hoje resolveu pegá-la por um motivo. Ela estava destinada a você.
Finn deitou-se com as mãos na nuca e ficou apenas pensando em tudo o que havia acontecido naquele dia e em tudo o que Sam havia falado e ficou refletindo se aquilo poderia ser verdade.
Sam fez o mesmo – Estou feliz por isso. Apartir de agora a sorte está do seu lado.
–- Tomara que sim...
–- Mas você não pode perder a foto jamais!
–-Não?Por que?
–-Se perder, vai passar a ter o efeito contrário.
–-Como assim?
–-Você deixará de ter sorte. E, em uma guerra, não ter sorte é a última coisa que se pode querer, não é mesmo?
Fale com o autor