Notas iniciais
Hey queridos leitores, Ally aqui.
Bem, primeiramente queria agradecer pelos comentários que vocês tem deixado, por todas as garotas, muito obrigada mesmo, estamos adorando escrever essa fanfic para vocês.
Vamos parar de enrolação... Boa leitura, espero que gostem.

Ally Shadows

Ah, a vida. Um grande efeito colateral de... viver. Eu gosto disso. Mentira, eu comecei a odiar esse dia pelo simples fato de:

1- Ser acordada ás oito da manhã pela Debby dissimulada.

2- A bitch da Natasha estar viva e tentar debater comigo. Por favor, querida, ninguém me vence em respostas rápidas e detonadoras.

3- Eu ter que lutar com a Felícia. Aquela garota tem sérios problemas mentais... Não que eu não tenha, mas... Ela é estranha.

Bom, mas a pior parte do dia, sem sombra de dúvidas, foi a aula de arco com a Natasha. A garota achava que nossas cabeças eram alvos... Como sempre. Já disse o quanto a odeio? Não? Pois é, muito.

– Olha pra onde mira, estúpida! — Gritei quando tive que me jogar na grama pra não ter meus miolos fora do lugar.

– Sim, eu estou mirando na estúpida! — Natasha gritou de volta, rindo e tentando se equilibrar nos saltos dela.

–Ah, mas eu mereço. Vou ter que te ensinar a falar agora, é? Querida, tem uma virgula antes de estúpida, se quer saber... -falei, me levantando da grama, já estressada com aquilo.

Uma flecha passou de raspão pela cabeleira da Natasha.

– Eu ouvi que era pra mirar na estúpida! — Carol gritou.

– Pelo amor dos deuses, USEM OS ALVOS! — O instrutor gritou.

–Mas estamos usando, baby. Olha ele aqui. — falei, apontando pra a flecha da Carol, que tinha acertado o alvo que estava em uma árvore.

Depois disso voltamos até a cabine A3. Eu, a Carol e a Debby estávamos cheias de grama e neve. A Carol e a Debby foram tomar banho e eu voltei a deitar na cama, pegando o livro que eu estava terminando de ler, A Culpa É Das Estrelas. Como consegui esse livro? Você sabe que a Sammy é de Las Vegas, certo? Ótimo. Depois de mais ou menos 30 minutos lendo e chorando, Albus Montana, não sei porque Tártaro, entra na cabine 3A. Digamos que o parente da Hannah Montana é meu melhor amigo... E infelizmente, ficou todo preocupado ao me ver chorando. Maldita promessa de cuidar de mim... Por que ele simplesmente não vai “cuidar” da Natasha? É, bem... Eu acho que ele gosta dela, mas, foda-se.

–Ally... Por que você...? O que...? -ele disse.

–Olhe o livro, Montana. -respondi.

–Ah, não. — E dito isso o puto pegou o livro de mim e gritou pela Carol. Que subiu correndo, achando que alguma coisa havia acontecido com os seus bebês.

–O que aconteceu? Meus bebês estão bem? Cece e Tyler! A mamãe está aqui! -ela gritou.

–Não, Carol, não é isso. Por favor, dê um pouco de realidade a sua amiga, que está chorando por causa de um livro estúpido.

E a Carol primeiramente veio pra minha frente, me dando um belo tapa na cara. Eu balancei a cabeça e olhei pra o Albus com uma expressão mortal. Depois, a Carol pegou o livro de volta, viu a capa, olhou pra ele do mesmo jeito, me abraçou e começamos a chorar juntas.

– Que baderna é essa aí em cima? — Debby gritou chegando perto da gente.

– Essas duas retardadas estão chorando por causa de um livro idiota! — Albus falou apontando pra nós duas.

– Qual o livro? — Debby falou subitamente interessada.

– A... A Culpa é das Estrelas — Carol falou entre soluços.

– Eu... Ahhhh.... — E Debby nos abraçou e começou a chorar também — John Green... POR QUE?

–O Gus... Ele não... Quem deveria morrer era a Hazel!

– Quem devia morrer... Era o VAN HOUTEN! — Debby gritou.

–A Hazel estava destinada a morrer desdo inicio do livro? Eu não ligo pra isso! -Eu me levantei, revoltada.- AUGUSTUS WATERS ERA PERFEITO! ELE PARTIU MEU PEQUENO CORAÇÃO! E O JOHN GREEN É UM VADIO, VIADO QUE MATOU O GAROTO DA MINHA VIDA!

– Vocês estão gritando do meu ouvido! — Carol gritou. Mas ao ver a capa do livro... — AHHH, quem devia morrer era a Mônica! Desgraça do TÁRTARO!

Albus pareceu ofendido, mas depois apenas sentou e pegou o livro, começando a ler. Ele leu as primeiras páginas e depois jogou o meu livro no chão. Aquele... Aquele... Insensível.

–ALBUS MONTANA, O QUE SIGNIFICA ISSO? -Gritei.

–Vocês leram mesmo um livro que só tem tragedia? Claro que vão chorar, suas dissimuladas! Que ridículo!

Eu, a Debby e a Carol olhamos pra ele mortalmente, novamente. O que me assustou foi o pulo que a Debby deu nele.

– REPETE! VADIO, REPETE! REPETE QUE TU CONHECE O AUGUSTUS DE PERTO!

– Debby, calma! Ele não merece conhecer o Augustus. — Carol falou com desprezo. Debby pareceu considerar e se levantou.

–Ele não mereceu nem conhecer a mãe dele, imagine o meu Gus Waters! -E dito isso eu fui até ele e dei um tapa na cara do mesmo. — Nunca mais fale mal desse livro, parente desprezível da Hannah Montana!

– Vocês viram o... — Dean entrou na mesma hora que eu puxei a gola do Albus e me preparei para outro tapa... — Não, não viram...

–Você quer esse traste aqui? Leva. -joguei Albus na direção dele, e voltei pra cama, expulsando as garotas de lá e me enrolando no lençol e voltando a chorar.. Que? Monstros podem entrar ali, meu cobertorzinho me protege!

–Ally... Você vai mesmo... querer ficar ai embaixo? — falou Albus.

–Não! -me levantei na mesma hora.- Que horas são? -Dean respondeu e eu sai correndo. Se eu chegar um segundo atrasada no almoço eu perco a lasanha! E eu fico muito zangada sem lasanha... Bom, o importante é que eu consegui minha lasanha. Logo as outras pessoas chegaram, e me olharam como se eu fosse anormal.

– Deuses, Allison, o que é isso? -Mary falou, olhando pro meu prato de lasanha.

– Nada, migs, senta ai. -falei, com a boca cheia de lasanha.- Eu não vou dividir com NENHUM de vocês, ela é minha, só minha. My precious.

– Só eu que não gosto de lasanha? — Debby falou dando de ombros.

– SIM — Todas respondemos.

– Isso não é normal, Debby.

– Nossa, Ally, descobriu que eu não sou normal! Tá ficando inteligente, ein, fia! — Debby respondeu e voltou a comer sua macarronada. E a coisa desandou. Becky chegou com um... Sushi. Debby e Carol deixaram cair os garfos e a olharam como se fosse radioativa.

– Calma, Debby, Carol... Respirem. — falei, e simplesmente não deu em nada. Elas se levantaram. Isso vai dar muita merda.

– Solta. Isso. Becky. — Debby falou pausadamente.

– Mas eu gosto de sushi.

– Parece que você gosta de morrer. Solta o sushi, Rebekka. -Gritou Carol, enquanto eu continuava a comer minha lasanha observando aquilo... Tretas, fazem a minha vida uma vida melhor. — ESSE SALMÃO TINHA MULHER E FILHOS!

– Eu não comendo fará ele ter morrido em vão! — Becky gritou.

– NÃO FARÁ ELE TER MORRIDO EM VÃO? MAS FARÁ VOCÊ TER MORRIDO EM VÃO! -Gritou Debby.

– Manchete do próximo jornal do acampamento... Rebekka morre por ter comido sushi. -Albus sussurra.

– Cala a boca, Montana, eu to tentando assistir a treta, posso? -falo, ainda com raiva dele.

– Becky, sua sem coração! Pessoas como você que deixam esse mundo podre. — Carol falou e bateu na bandeja da Becky fazendo os rolinhos de peixe caírem pelo chão. Depois Carol os catou, puxou o braço da Debby e saíram do refeitório pisando duro.

– Eu, ein. Que sem noção. — Becky resmungou e começou a comer a macarronada da Debby.



Notas finais
É isso, deixem reviews.