The Last Chance

3 Capítulo 2 - PVD DUPLO


Notas iniciais
Olá pirilampos, como vocês estão? Espero que bem! Obrigada pelas pessoas que dedicaram um pouquinho do seu tempo para comentar no capítulo passado, é realmente muito bom saber se estou indo muito bem ou muuuito mal! Desculpem-me por qualquer erro de ortografia, eu revisei sim, mas erros insistem em passar ¬¬ Revisarei novamente, porém mais tarde :D Espero que gostem, evil kisses! ♥

REGINA MILLS

Não sei exatamente onde Graham conseguia aquelas mulheres, mas com certeza o cheque com vários zeros pagava bem a forma como os lábios ágeis da loira me preenchiam. Uma, duas, incontáveis vezes até os meus joelhos fraquejarem e tivesse que implorar pelo fim, tanto dos bombardeios em minha fenda feitos pela moça, quanto as enormes mãos do homem endurecendo os meus mamilos vorazmente e claro, seus lábios presos aos meus. Sem sombra de dúvidas, essa é a minha melhor maneira de começar o dia.

Não me dei conta de quando isso realmente começou a acontecer, mas eu não me importava se comentários rolassem pela empresa... ou melhor, a minha empresa. Hoje teria um discurso complexo com alguns dos acionistas, então, necessitava de um pouco de diversão... da mais perfeita diversão.

Despedi-me da garota com um beijo ralo, revirando os olhos para Graham, que ainda estava vestindo suas calças.

— Quando vou ver você de novo? – perguntou ela, inocentemente.

— Ah minha querida, isso... Isso não acontecerá de novo. – sorri e acariciei o seu rosto com uma das mãos.

— Eu não irei cobrar...

Mais uma vez, eu sabia como aquilo iria terminar...

— Graham. – apenas no timbre usado, ele soube que deveria retirá-la dali. O moreno acenou com a cabeça e começou a se deslocar para a porta, puxando o braço da loira delicadamente.

— Se você mudar de ideia Senhorita, ele tem o meu cartão!

— Tudo bem. Mas eu não vou.

Ao encarar os dois saírem pelo corredor, meus olhos se desviaram para a única pessoa que me analisava, Emma Swan. Consegui enxergar as suas bochechas rosadas de longe, e com a intuição de suavizar as coisas, sorri.

Voltei a minha mesa e ainda sentia o gosto da pastilha de hortelã que a garota mastigava e em um passe de mágica, o rosto da minha nova contratada passou por minha mente. Não posso negar, Emma tinha uma beleza de dar inveja e um corpo que... hum... me faz salivar.

Estava tão dispersa com os documentos em minhas mãos que me assustei com a batida na porta e no conceder, lá estava ela.

— Pois não? – indaguei com um pouco de arrogância, apenas para causar uma simples provocação.

— Ham... Desculpe-me incomodá-la, mas eu preciso de algumas informações. Eu vim mais cedo, porém acho que a senhora estava ocupada. – corou.

—Ah, sim... Srta. Swan. Do que você precisa exatamente? Sente-se.

Após a pergunta feita com várias falhas, eu finalmente consegui entender o seu pedido de ajuda. Era algo fácil, coisas que já havia respondido milhares de vezes, então, a explicação foi breve e objetiva.

Os olhos esverdeados e atentos estendiam a conexão entre nós mesmo depois de eu ter terminado de falar o que era necessário. Inevitavelmente, eles estavam prendendo a minha atenção. Mordi levemente os lábios ao mudar o foco da minha visão e sem querer parei naqueles lábios rosados.

— Acho... acho que eu preciso ir...

Recobrei a consciência e voltei a encará-la diretamente, sabendo que dessa vez foram as minhas bochechas que ganharam um tom avermelhado. Afirmei com a cabeça, sorrindo para disfarçar o meu constrangimento.

Negar os meus instintos e não encarar o corpo escultural quando ela se levantou e começou a caminhar em direção a porta é impossível. Cada curva, cada parte do tecido emoldurava e preenchia seus traços igualmente...

Meu deus, isso é uma perdição.

Acalme-se Regina, você sabe que o envolvimento com funcionários só gera problemas... Mas... Olhar... Olhar não significa nada.

EMMA NOLAN SWAN

Conseguia ainda ouvir as batidas irregulares do meu coração ao voltar para a minha mesa. Aquela troca de olhares confundiu vários dos meus sentidos e um deles foi explícito quando derrubei a caneca cheia de café em minha blusa.

— Que merda! – disse para mim mesmo, vendo a mancha amarronzada no tecido branco.

— Começou bem ein, Swan. – disse Belle, rindo.

— Você não tem ideia do quanto. – balbuciei. – Pode cuidar do telefone por um segundo? Vou ao banheiro para dar um jeito nisso. Espera... Onde é o banheiro?

— Claro, Emma. É só seguir reto, é no final do corredor. – apontou com uma das mãos.

— Obrigada.

Caminhei o mais rápido que consegui por aquele corredor, chegando ao lavabo às pressas. Resmunguei xingamentos que poderia jurar que não foram tão baixos. A marca do café detonou com certeza aquele tecido.

Retirei a blusa, ficando somente de sutiã para tentar lavá-la. Só me dei conta de que havia mais alguém ali quando uma das portas se abriu. Senti todo o sangue subir para o meu rosto quando encontrei novamente aqueles olhos castanhos, Regina.

— O que aconteceu com você? – se aproximou, deixando sua carteira ao lado, lavou suas mãos enquanto me analisava no reflexo do espelho.

— Ah... Ah isso... Isso foi um deslize. – tentei tampar com um dos braços o meu busto, notando as joaninhas naquele sutiã infantil. – Droga.

Regina se aproximou, dando a volta em meu corpo e parando do outro lado, ficando muito perto. – Se você quiser... Eu tenho uma camisa na minha sala, acredito que usamos o mesmo... – senti o toque de leve em um dos meus ombros. – O mesmo manequim.

— Ham... Ham... Ham, estou bem assim, é só deixar mais um pouco no secador... A mancha já sumiu. – disse, afastando-me um pouco.

Ela continuou a caminhar para frente, ainda me matando internamente pelo seu encarar. Fiquei prensada entre o lavatório e o seu corpo quando intercalei aquele giro incompleto. Engoli seco quando a sua respiração se cruzou com a minha. Eu não sabia o que fazer, não sabia o que dizer, se saia dali ou não.

Seus lábios avermelhados estavam a milímetros, a boca entreaberta lançava um convite irresistível. E eu, quase cedendo.

Regina estava se movendo lentamente, abaixando e elevando os olhos sob a minha estrutura. Meu deus... Eu preciso sair... daqui...

— Como quiser... Srta. Swan... – sussurrou e apanhou a bolsa que estava atrás de mim.

Por vários segundos fiquei estática, com o coração acelerado e com o momento de sua presença tão próxima a rebobinar em minha mente. Respirei fundo até recobrar a consciência e notar que ela estava realmente me confundindo,

Mas ainda não sei onde e se eu quero ser confundida pela minha chefe...

Quem é você Regina Mills?

Notas finais
Provavelmente postarei outro capítulo, mas só se vocês pedirem! hahaha até mais gente